Jeová

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(O Nome Divino na forma Jehovah) em Êxodo 6:3
(Versão King James, de 1611).

Jeová é o nome de Deus, em sua forma aportuguesada, com perda sintáctica da letra h (i.e., pois provém de Jehovah), do hebraico יְהֹוָה, uma vocalização do Tetragrammaton ("Tetragrama") יהוה (YHWH), o nome próprio do Deus de Israel na Bíblia hebraica.[1]

O nome יְהֹוָה (YeHoVaH) aparece cerca de 7 Mil vezes no texto original das Escrituras Hebraicas, além das 305 ocorrências da forma יֱהֹוִה (YeHoViH).[2] O texto em latim mais antigo a utilizar uma vocalização semelhante a 'Jeová' data do século XIII.[3]

A maioria dos acadêmicos e estudiosos acredita que 'Jeová' seja uma forma modernizada (c. 1100 d.C.) derivada da combinação das letras JHVH com as vogais de Adonai que quer dizer "Senhor", porém existem evidências de que ele já teria sido usado na Antiguidade Tardia (século V). A vocalização histórica se perdeu porque durante o judaísmo do Segundo Templo, entre os séculos III e II a.C., a pronúncia do Tetragrama passou a ser evitada, sendo substituída por 'Adonai', que traduzido do hebraico é: "Senhor".

Atualmente no Brasil, é possível encontrar o nome de Deus na forma 'Jeová' na Bíblia Sagrada, cerca de 6 mil vezes na Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas publicada pelas Testemunhas de Jeová, cerca de 312 vezes no Antigo Testamento, na tradução de João Ferreira de Almeida, na edição Almeida Revista e Corrigida publicada, produzida, e dístribuída pela Sociedade Bíblica do Brasil, e comumente utilizada por diversas Igrejas Cristãs pentecostais e neopentecostais, sendo a segunda mais utilizada no Brasil, apenas perdendo para sua companheira Almeida Revista e Atualizada, também é possível encontrar a forma 'Jeová' cerca de 29 vezes na Bíblia Sagrada (Almeida) publicada pela Imprensa Bíblica Brasileira.

Importância do Nome[editar | editar código-fonte]

Muitos peritos e tradutores atuais da Bíblia advogam que se siga a tradição de eliminar o nome distintivo de Deus, mas outros tradutores poderiam assim eliminar também, o nome de Jesus seguindo o mesmo exemplo, já que houve uma mudança dos originais. Não só alegam que a incerteza a respeito da pronúncia do nome justifica tal proceder, mas também sustentam que a supremacia e a existência ímpar do verdadeiro Deus tornam desnecessário que ele tenha um nome específico. Tal conceito não encontra respaldo nas Escrituras inspiradas, quer nos dos tempos pré-cristãos, quer nas Escrituras Gregas, e seria mais correto traduzirem "Jhvh" ou "Yhwh", do que "Senhor".

O Tetragrama ocorre 6.828 vezes no texto hebraico da Biblia Hebraica e da Biblia Hebraica Stuttgartensia. Nas Escrituras Hebraicas, a Tradução do Novo Mundo contém o nome divino 6.973 vezes, porque os tradutores, entre outras coisas, levaram em conta que, em alguns lugares, os escribas haviam substituído o nome divino com ʼAdho·naí ou ʼElo·hím. (Veja o apêndice na NM, pp. 1501, 1502.)

A própria freqüência do aparecimento do nome atesta sua importância para o Autor da Bíblia, que leva este nome. Seu uso em todas as Escrituras ultrapassa em muito o de quaisquer títulos, tais como “Senhor” ou “Deus”, aplicados a Ele.

Digno de nota, também, é a importância atribuída aos próprios nomes nas Escrituras Hebraicas e entre os povos semíticos. O professor G. T. Manley indica: “Um estudo da palavra ‘nome’ no V[elho] T[estamento] revela o quanto esta palavra significa em hebraico. O nome não é simples rótulo, mas é representativo da verdadeira personalidade daquele a quem pertence. . . . Quando uma pessoa coloca seu ‘nome’ numa coisa ou em outra pessoa, esta passa a ficar sob sua influência e proteção.” — New Bible Dictionary (Novo Dicionário da Bíblia), editado por J. D. Douglas, 1985, p. 430; compare isso com [4] Everyman’s Talmud (O Talmude de Todos), de A. Cohen, 1949, p. 24;[5] Gên 27:36; 1Sa 25:25; Sal 20:1; Pr 22:1;

“Deus” e “Pai” não são distintivos.[editar | editar código-fonte]

O título “Deus” não é nem pessoal, nem distintivo (alguém pode até mesmo fazer de seu ventre um deus; Filipenses 3:19). Nas Escrituras Hebraicas, a mesma palavra (’Elo·hím) é aplicada a Jeová, o verdadeiro Deus, e também a deuses falsos, tais como Dagom, o deus filisteu (Jz 16:23, 24; 1Sa 5:7) e Nisroque, o deus assírio. (2Rs 19:37) Caso um hebreu dissesse a um filisteu ou a um assírio que ele adorava a “Deus [’Elo·hím]” isso obviamente não bastaria para identificar a Pessoa à qual se dirigia sua adoração.

Nos artigos sobre Jeová, The Imperial Bible-Dictionary[6] (O Dicionário Bíblico Imperial) ilustra belamente a diferença entre ʼElo·hím (Deus) e Jeová. A respeito do nome Jeová, diz: “É, em toda a parte, um nome próprio, indicando o Deus pessoal, e somente ele; ao passo que Elohim assume mais o caráter de um substantivo comum, indicando, em geral, deveras, o Supremo, mas não necessária ou uniformemente. . . . O hebreu talvez diga o Elohim, o verdadeiro Deus, contrapondo-o a todos os deuses falsos; mas ele jamais diz o Jeová, pois Jeová é unicamente o nome do verdadeiro Deus. Ele diz, vez após vez, meu Deus . . .; mas jamais meu Jeová, pois quando ele diz meu Deus, quer dizer Jeová. Ele fala do Deus de Israel, mas jamais do Jeová de Israel, pois não existe nenhum outro Jeová. Ele fala do Deus vivo, mais jamais do Jeová vivo, pois só pode conceber Jeová como estando vivo.” — Editado por P. Fairbairn, Londres, 1874, Vol. I, p. 856.[7]

O mesmo se aplica ao termo grego para Deus, The·ós. Era aplicado tanto ao verdadeiro Deus como a deuses pagãos tais como Zeus e Hermes (os romanos Júpiter e Mercúrio). (Veja Atos 14:11-15.) A situação real é enfocada pelas palavras de Paulo em 1 Coríntios 8:4-6: “Pois, embora haja os que se chamem ‘deuses’, quer no céu, quer na terra, assim como há muitos ‘deuses’ e muitos ‘senhores’, para nós há realmente um só Deus, o Pai, de quem procedem todas as coisas, e nós para ele.” A crença em numerosos deuses, que torna essencial que o verdadeiro Deus seja diferenciado de tais.

A referência de Paulo a “Deus, o Pai”, não significa que o nome do verdadeiro Deus seja “Pai”, pois a designação “pai” se aplica também a todo genitor homem humano e descreve homens em outros relacionamentos. (Ro 4:11, 16; 1Co 4:15) Ao Messias se dá o título de “Pai Eterno”.(Is 9:6)

Jesus chamou a Satanás de “pai” de certos opositores assassinos. (Jo 8:44) O termo também era aplicado aos deuses das nações, representando-se o deus grego, Zeus, como o grande deus-pai na poesia homérica. Que “Deus, o Pai”, possui um nome, um que é diferente do nome do seu Filho, é indicado em numerosos textos. (Mt 28:19; Re 3:12; 14:1)

Paulo conhecia o nome pessoal de Deus, Jeová, conforme encontrado no relato da criação, em Gênesis, que Paulo citou em seus escritos. Este nome, Jeová, distingue “Deus, o Pai” (veja Is 64:8), bloqueando assim qualquer tentativa de fundir ou misturar Sua identidade e pessoa com a de qualquer outro a quem o título “deus” ou “pai” possa ser aplicado.

Não um deus tribal. Jeová é chamado de o “Deus de Israel” e ‘o Deus de seus antepassados’. (1Cr 17:24; Êx 3:16) Todavia, esta associação íntima com os hebreus e com a nação israelita não dá motivos para se limitar tal nome ao de um deus tribal, como alguns têm feito. O apóstolo cristão, Paulo, escreveu: “É ele somente o Deus dos judeus? Não o é também de pessoas das nações? Sim, também de pessoas das nações.” (Ro 3:29) Jeová não é somente o “Deus de toda a terra” (Is 54:5), mas também é o Deus do universo, “Aquele que fez o céu e a terra”. (Sal 124:8)

O pacto feito por Jeová com Abraão, cerca de 2.000 anos antes dos dias de Paulo, prometera bênçãos a pessoas de todas as nações, mostrando o interesse de Deus em toda a humanidade. — Gên 12:1-3; compare isso com At 10:34, 35; 11:18.

Pronunciação[editar | editar código-fonte]

O pronunciamento correto, mais aceito, e conhecido pela maioria das pessoas, e denominações cristãs para a língua Portuguesa é Jeová (proveniente de Jehovah), ou então, ainda as formas antigas e obsoletas, favorecidas por uns poucos, (estudiosos e hebraístas) Iahweh, Jáh, Iavé, Javé ou Yahweh, Porém em outros idiomas este pronunciamento concordemente muda.

Apesar da discussão sobre sua origem e significado, muitos afirmam que os sons vocálicos originais do Tetragrama YHVH jamais serão conhecidos, estando perdida a pronúncia original. Mas isso não é uma desculpa para não se pronunciar o nome de Deus, pois tem o fato de que até mesmo o nome de Jesus na pronúncia original possivelmente fosse pronunciado: Yeshua ou Yehoshua, mas ninguém sabe ao certo. No entanto, pessoas do mundo inteiro usam diferentes formas do nome Jesus, pronunciando-o do modo costumeiro no seu idioma. Elas não deixam de usar o nome só porque não sabem ao certo como ele era pronunciado no primeiro século.

Esta controvérsia vem sendo travada por muitos anos. Atualmente, muitos eruditos parecem favorecer a pronúncia obsoleta e pouco ou quase não usada do Nome Divino, “Javé” (ou “Iavé”), de duas sílabas. Mesmo assim, o hebraico ou aramaico, não se usava vogais, era apenas composta por consoantes.

Mas, considerando alguns exemplos de nomes próprios encontrados na Bíblia, que incluem uma forma abreviada do nome de Deus na tradução Jeová. George Wesley Buchanan, professor emérito no Seminário Teológico de Wesley, Washington DC, EUA, afirma que esses nomes próprios podem fornecer indicação de como se pronunciava o nome de Deus.

George Wesley Buchanan explica: "Na antiguidade, os pais muitas vezes davam aos filhos o nome de suas deidades. Isto significa que pronunciavam os nomes dos filhos assim como se pronunciava o nome da deidade. O Tetragrama foi incluído em nomes de pessoas, e eles sempre usavam a vogal do meio."

Por exemplo, Jonatã aparece como (Yoh.na.thán ou Yehoh.na.thán) na Bíblia hebraica, significa "Yaho ou Yahowah deu". O nome do profeta Elias é ’E.li.yáh ou ’E.li.yá.hu. Segundo o Prof. Buchanan, Elias significa: "Meu Deus é Yahoo ou Yahoo-wah." Da mesma forma, o nome hebraico para Jeosafá (Yehoh-sha.phát), significa "Yaho julgou".

A pronúncia do Tetragrama com duas sílabas, como Javé (ou Yahweh), não permitiria a existência do som da vogal como parte do nome de Deus. Mas, nas dezenas de nomes bíblicos que incorporam o nome divino, o som desta vogal do meio aparece tanto nas formas originais como nas abreviadas, como em Jeonatã e em Jonatã.

O Prof. Buchanan[8] diz a respeito do Nome Divino: "Em nenhum caso se omite a vogal oo ou oh. A palavra era às vezes abreviada como ‘YaH’, mas nunca como ‘Ya-VeH’. ... Quando o Tetragrama era pronunciado com uma só sílaba, era ‘YaH’ ou ‘YoH’. Quando era pronunciado com três sílabas, era ‘YaHo.VaH’ ou ‘YaHooVaH’. Se fosse alguma vez abreviado a duas sílabas, teria sido como ‘YaHo’." - ''Biblical Archaeology Review''.

Segue-se outra declaração feita pelo hebraísta Wilhelm Gesenius, no Dicionário Hebraico e Caldeu das Escrituras do Antigo Testamento (em alemão): "Os que acham que הוהי [Ye-Ho-Vah] era a pronúncia real [do Nome de Deus] não estão totalmente sem base para defender sua opinião. Assim se podem explicar mais satisfatoriamente as sílabas abreviadas והי [Ye-Ho] e וי [Yo], com que começam muitos nomes próprios." Na introdução da tradução de Os Cinco Livros de Moisés, Everett Fox afirma: "Tanto as tentativas antigas como as novas, para recuperar a pronúncia correcta do nome hebraico [de Deus], não foram bem-sucedidas; não se pode provar conclusivamente o Nome Divino em sua forma moderna como sendo "Jeová" que se ouve com mais frequencia, e nem o erudito porém obsoleto como "Javé" (Iahveh)." [9]

A pronuncia original de יהוה é desconhecida, mas por séculos o uso da tradução Jeová[10] , passou a ser amplamente divulgado e estabelecido entre muitos cristãos, tornando-se uma pronúncia familiar e popular em muitos idiomas, assim vários grupos religiosos, mais notavelmente as Testemunhas de Jeová, continuam a usá-la, ainda que uns poucos outros grupos religiosos favoreçam a pronúncia Javé ou Iavé, ou pelo que a maioria das principais Igrejas Cristãs favoreça o titulo SENHOR em maiúsculo para representar o Tetragrama e ao Deus Todo-Poderoso.

Existem estudos que relacionam as sete vogais do alfabeto grego pela ordem:ΙΕΗΩΟΥΑ (I-E-Ē-Ō-O-Y-A, ), com o nome que os egípcios davam ao seus Deus supremo e o nome Jeová [11]

Jeová - seu uso em traduções bíblicas[editar | editar código-fonte]

Algumas das versões da Bíblia que transcrevem o Tetragrama como Jeová:

  • A Versão da Sociedade Bíblica Britânica:
    • Traduz o nome de Deus na forma Jeová 6.828 vezes coerentemente no Antigo Testamento a partir da primeira ocorrência do Nome Divino em Gênesis 2.4.
  • A Almeida versão da Imprensa Bíblica Brasileira:
    • Traduz o nome de Deus em sua forma moderna: Jeová em 29 ocorrências, por exemplo em: Gênesis 22:14, Êxodo 6:2,3,6,7,8,29; 17:15; Juízes 6:24; e Ezequiel 48:35
  • A Almeida Revista e Corrigida a partir da edição de 1898)
    • Manteve o nome de Deus em sua forma moderna e amplamente utilizada de JEOVÁ em versalete para representar o Tetragrama, em lugares tais como Salmo 68.4, 83.18; Isaías 12.2 dentre outros, e extensivamente, no livro de Isaías, Jeremias e Ezequiel; ao todo cerca de 312 ocorrências no Antigo Testamento.[12]
  • A Tradução do Novo Mundo:
    • Versão usada pelas Testemunhas de Jeová, restaurou o tetragrama em 7.210 ocorrências para o nome Jeová.[13]
  • A Bíblia Sagrada traduzida por Matos Soares (8ª edição):
    • Fala sobre o Nome de Deus na forma Jeová duas vezes em um comentário sobre Êxodo 6.3:"O meu nome Adonai. O texto hebreu diz: O meu nome Javé ou Jeová. Adonai é como lêem os Hebreus para não pronunciar o nome inefável Jeová."
  • A Tradução Brasileira ou Versão Brasileira conhecida como 'Tira-Teima':
    • Traduz o Tetragrama na forma Jeová coerentemente 6.826 vezes em todo o Antigo Testamento a partir de Gênesis 2.4
  • A English Revised Version conhecida também como: Versão Padrão Americana, edição 1901:
    • Traduz consistentemente o Tetragrama como Je-ho’vah em todos os 6.823 lugares onde ocorre nas Escrituras Hebraicas.
  • A King James Version conhecida também como Rei Jaime, de 1611:
    • Transcreve quatro vezes JEHOVAH como o nome pessoal de Deus (todos em textos considerados de importância), por exemplo, Êxodo 6:3; Salmo 83:18; Isaías 12:2; Isaías 26:4; e três vezes junto a nomes de lugares: Gênesis 22:14; Êxodo 17:15; e Juízes 6:24.
  • A Nova Bíblia Inglesa:
    • Publicada pela imprensa da Universidade de Oxford, 1970, traduz o nome de Deus por Jehovah por exemplo em: Gênesis 22:14; Êxodo 3:15,16; 6:3; 17:15; Juízes 6:24 ;
  • A Bíblia Viva:
  • A Versão de João Ferreira de Almeida, a Almeida Revista e Corrigida, de 1693:
    • Empregou milhares de vezes a forma "JEHOVAH", como se pode ver na reimpressão, de 1870, da edição de 1693.
  • A La Santa Bíblia - Version Reina-Valera (1909):
    • Traduz o Nome na forma de quase todas as vezes no Antigo Testamento na forma de "Jehová".

Transcrição em diferentes idiomas[editar | editar código-fonte]

Aneityum Ihova Arawak Jehovah
Africâner Jehóva Romeno Iehova
Árabe Igova/Jahova (يهوه) Maori Ihowa
Awabakal Yehóa Motu Iehova
Bósnio Jehova Macedônio Јахве
Bugotu Jihova Narrinyeri Jehovah
Búlgaro Йехова Nembe Jihova
Croata Jehova / Jahve Petats Jihouva
Dinamarquês Jahve (/ Jehova) Polonês Jehowa / Jahwe
Holandês Jehova / Jahwe(h) Português Jeová / Javé / Yahweh
Efik Jehovah Ewe (Ʋegbe) Yehowah
Hebraico Yhwh / Jhvh ( יהוה ) Rotumano Jihova
Inglês Jehovah / Yahweh Russo Иегова / Яхве
Fijiano Jiova Samoano Ieova
Finlandês Jahve / Jehova Sérvio Јехова / Jehova
Francês Yahvé / Jéhovah SeSotho Jehova
Futuna Ihovah Espanhol Jehová / Yahvé / Yahweh
Alemão Jehova / Jahwe Suaíli Yehova
Grego Iehova / Yiahve Ιεχωβά / Γιαχβέ Sueco Jehova / Jahve
Húngaro Jahve / Jehova Tagalo Jehova/Yahweh
Igbo Jehova Taitiano Jehovah
Indonésio Yehuwa Tonganês Jihova
Italiano Geova / Jahve Turco Yehova
Japonês EHOBA/YAHAWE エホバ / ヤハウェ XiVenda Yehova
Coreano Yeohowa 여호와 / Yahwe 야훼 Xhosa u Yehova
Mandarim chinês tradicional Yéhéhuá / Yǎwēi / Yǎwēi 耶和華/雅威/雅巍 Iorubá Jehofah
Mandarim chinês simples Yéhéhuá / Yǎwēi / Yǎwēi 耶和华/雅威/雅巍 Zulu u Jehova
Rastafarianismo Jah Wampanoag Jehovah

Referências

  1. Preface to the New American Standard Bible
  2. Brown-Driver-Briggs Lexicon
  3. Raymund Martin, Pugio fidei, escrito por volta de 1270.
  4. http://jcstudies.com/resourceDetail.cfm?productId=395
  5. http://jcstudies.com/resourceDetail.cfm?productId=395
  6. http://archive.org/details/theimperialbible01unknuoft
  7. Editado por P. Fairbairn, Londres, 1874, Vol. I, p. 856
  8. Biblical Archaeology Review
  9. The Five Books of Moses: A New English Translation with Commentary and Notes, 1995
  10. [search_id=4a38751f-3d5f-4dbd-bccc-087749aaf069&insight[search_result_index]=3]
  11. Charles William King, The Gnostics and their remains: Ancient and Mediaeval (1887), pp. 199-200.
  12. Revista A BÍBLIA NO BRASIL 2001 n.192 pág. 13-6; Biblia Sagrada_ edição especial ilustrada_2001 Revista e actualizada no Brasil, apresentação da pág. 5; Bíblia de referencia THOMPSON Suplemento da pág. 1377; A Bíblia em português João Ferreira de Almeida_ quem era ele? Anuário das testemunhas de Jeová- 1997, pág.128-9
  13. http://www.jw.org/pt/ensinos-biblicos/perguntas/nome-de-deus/#?insight[search_id]=e6369bc0-e10b-4168-90af-96991acc1ae2&insight[search_result_index]=3

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

em português
em inglês
em espanhol
em alemão