João Henrique Carneiro
| João Henrique Carneiro | |
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| João Henrique Carneiro | |
| Prefeito de Salvador |
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| Mandato | 1 de janeiro de 2005 em exercício |
| Antecessor(a) | Antônio Imbassahy |
| Sucessor(a) | - |
| Deputado Estadual da Bahia |
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| Mandato | 1995-2004 |
| Vereador de Salvador |
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| Mandato | 1989-1995 |
| Vida | |
| Nascimento | 19 de Junho de 1959 (52 anos) Feira de Santana, BA |
| Partido | PDT (1989-2007) PMDB (2007-2010) PP (2011-presente) |
João Henrique de Barradas Carneiro (Feira de Santana, 19 de junho de 1959) é um político brasileiro, filho do ex-governador e atual senador baiano João Durval Carneiro.[1] Já se proclamou evangélico da Igreja Batista, da qual está recentemente desviado, e foi casado com a deputada estadual Maria Luíza Orge Barradas Carneiro, com quem tem dois filhos. Atualmente mantém um romance com sua sub-secretária de saúde, Tatiana Paraíso, tendo sido visto amplamente no Carnaval de Salvador de 2012 em sua companhia.
Índice |
[editar] Biografia
João Henrique Carneiro estudou no Centro Educacional Sophia Costa Pinto, em Salvador, 1978. É Economista formado pela Universidade Federal da Bahia e pós-graduou-se em Desenvolvimento Econômico pela Université du Québec à Montréal, no Canadá, em 1984.
[editar] Carreira Política
Começou sua carreira política em 1989, quando foi eleito vereador de Salvador. Após ser reeleito em 1993 cumpriu metade do segundo mandato de vereador até 1994, ano em que foi eleito deputado estadual. Como vereador foi líder do PSDB, vice-líder do governo na câmara e Presidente da Comissão de Direitos Humanos. Autor do projeto de lei dos Conselhos Tutelares de Salvador. Premiado pela imprensa especializada como o "Melhor Vereador do Ano" nos anos de 1990, 1991, 1992 e 1993. No ano de 1992 foi homenageado pela UNICEF como "O Melhor Vereador da Cidade".
Eleito deputado estadual em 1994 reeleito nas duas eleições seguintes: 1998 e 2002. Premiado em 1998 pela impresa especializada como "Destaque Parlamentar". Nas eleições de 2002 foi o mais votado deputado estadual eleito. Foi líder do PDT na Assembléia Legislativa em 1999 e 2000 e vice líder do bloco PDT, PSDB e PSB.
Na sua atuação parlamentar na Assembléia Legislativa da Bahia foi membro da Comissão Permanente da Seca em 1995 e da Comissão de Recursos Hídricos em 1996 e 1997. Foi titular da Comissão de Desenvolvimento Econômico e Turístico e da Comissão Especial de Combate à Fome em 1998; e da Comissão de Constituição e Justiça em 2001. Na Comissão de Defesa do Consumidor foi vice-presidente de 1995 a 1998 e presidente de 2001 a 2003.
[editar] Prefeito de Salvador
Em 2004, foi eleito prefeito da cidade de Salvador no segundo turno com 74,69% dos votos. Em abril de 2007, trocou o PDT pelo PMDB e no ano seguinte foi reeleito prefeito de Salvador no segundo turno com 58,46% dos votos válidos.[2] Atualmente faz parte do PP.[3] Em 02/02/2012 foi visto correndo na praia de Copacabana na cidade do Rio de Janeiro enquanto a cidade começava a ser sitiada pela própria polícia do estado e pelos bandidos e seus arrastões.
[editar] Popularidade Baixa
Em 2009, o prefeito teve a popularidade medida em 5,1 de 10 pelo instituto da Datafolha. Essa média foi a mais baixa entre todas capitais medidas e justifica-se principalmente pelo descaso com a mobilidade urbana e a segurança na cidade. Outro fator que ajudou nesta impopularidade foi o atraso excessivo nas principais obras de Salvador como o metrô e a passarela do Estádio Roberto Santos (Pituaçu).[4]
Segundo pesquisa do IBOPE, com 79% de rejeição ao seu mandato[5], João Henrique repete o baixo desempenho de antes. Apesar destes fracos índices, sua reeleição ocorreu em 2008 quando Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) ocupava o cargo de ministro da integração nacional, tendo privilegiado o estado baiano com 90% das verbas liberadas, segundo auditorias do Tribunal de Contas da União[6]. Sendo o principal responsável pela reeleição de João Henrique com estas manobras orçamentárias, Geddel conseguiu ainda a neutralidade do então presidente Luís Inácio Lula da Silva nas eleições para governador da Bahia em 2010, tendo sua candidatura feito frente à de Jaques Wagner (PT-BA).
Os fatos que justificam esta desaprovação estão no abandono da rés pública em que a cidade se encontra, evidenciada em fatos como a violenta desapropriação das barracas de praia, executada sem nenhum plano de amparo ou de geração de emprego e renda, injetando do dia para a noite mais de mil desempregados na cidade, além da permissão para devastação das reservas de mata atlântica ao longo da Avenida Paralela, do caos no trânsito com pistas esburacadas, com escassez de sinalização vertical ou horizontal e da apresentação do polêmico Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) que privilegia grupos econômicos e empreiteiras, tendo diversas contestações da parte do Ministério Público[7][8][9]por abrir mão de uma urbanização sustentável de longo prazo.
| Precedido por Antônio Imbassahy |
Prefeito de Salvador 2005 — |
Sucedido por - |
Referências
- ↑ Folha Online (26 de outubro de 2008). Peemedebista João Henrique Carneiro é reeleito prefeito de Salvador.
- ↑ Globo (26 de outubro de 2008). João Henrique é reeleito prefeito de Salvador.
- ↑ Band. Título não preenchido, favor adicionar.
- ↑ Samuel Celestino (26 de março de 2009). DATAFOLHA: JH É O PIOR PREFEITO DO BRASIL.
- ↑ Fagner Abreu (24 de dezembro de 2011). REVISTA BAHIA ACONTECE - João Henrique é o pior prefeito do Brasil pela segunda vez.
- ↑ O Estado de S. Paulo (03 de janeiro de 2012). Sob Geddel, BA foi privilegiada.
- ↑ Correio da Bahia (22 de dezembro de 2011). Justiça suspende votação do PDDU para Copa do Mundo de 2014.
- ↑ Ana Cláudia Baros e Dayanne Sousa (03 de janeiro de 2012). Manobra que aumenta prédios em Salvador é "afronta à moralidade", diz promotora.
- ↑ A Tarde (02 de janeiro de 2012). Vereadores que aprovaram emendas podem ser afastados.
[editar] Ligações externas
- Jornal ATarde (em português)