João Pessoa

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Nota: Para outros significados de João Pessoa, ver João Pessoa (desambiguação).

Município de João Pessoa
Vista aérea do bairro de Tambaú e adjacências, com o Hotel Tambaú abaixo, em destaque.
"Jampa"
"Porta do Sol"
"Cidade Verde"
Brasão de João Pessoa
Bandeira de João Pessoa
Brasão Bandeira
Hino
Aniversário {{{aniversário}}}
Fundação 5 de agosto de 1585
Gentílico pessoense
Lema
Prefeito(a) Ricardo Vieira Coutinho (PSB)
Localização
Localização de João Pessoa
07° 05' 00" S 34° 50' 00" O07° 05' 00" S 34° 50' 00" O
Unidade federativa Paraíba
Mesorregião Mata Paraibana IBGE/2008[1]
Microrregião João Pessoa IBGE/2008[1]
Região metropolitana João Pessoa
Municípios limítrofes Cabedelo (N), Conde (S), Bayeux e Santa Rita (O).
Características geográficas
Área 210,45 km²
População 693.082 hab. est. IBGE/2008[2]
Metro {{{população_metro}}} hab. est. IBGE/2008[2]
Densidade 3.293,3 hab./km²
Altitude 40 metros
Clima tropical Aw
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,783 médio PNUD/2000[3]
PIB R$ 5.966.595 mil (BR: 58º) - IBGE/2006[4]
PIB per capita R$ 8.878,00 IBGE/2006[4]

João Pessoa é um município brasileiro, capital e cidade mais populosa do estado da Paraíba.[2] É conhecida como "Porta do Sol", devido ao fato de no município estar localizada a Ponta do Seixas, que é o ponto mais oriental das Américas.

Fundada em 1585 com o nome de Nossa Senhora das Neves, João Pessoa é a terceira capital de estado mais antiga do Brasil e também a última a ser fundada no país no século XVI. A cidade é também notável pelo clima tropical, por ser a maior em economia (indústrias, comércio e serviços) e arrecadação de impostos para o estado, pelas suas praias e pelos vários monumentos de arquitetura e arte barroca.

Durante a ECO-92, a conferência da ONU sobre o meio ambiente, João Pessoa recebeu o título de segunda cidade mais verde do mundo. Segundo um cálculo baseado na relação entre número de habitantes e área verde, a cidade perderia apenas para Paris.[5]

Índice

[editar] Etimologia

Em janeiro de 2005, o historiador Guilherme D'Avilla Lins realizou uma revisão e retificação dos nomes oficiais da capital paraibana, tendo publicado o seguinte resumo das diferentes denominações:

  • Povoação de Nossa Senhora das Neves (1585)
  • Cidade de Nossa Senhora das Neves (1589)
  • Cidade de Filipéia de Nossa Senhora das Neves (1600)
  • Frederikstadt (1635)
  • Cidade de Nossa Senhora das Neves (1655)
  • Cidade da Paraíba (1817)
  • Cidade de João Pessoa (4 de setembro de 1930)

[editar] História

Foi fundada em 12 de agosto de 1585 com o nome de Nossa Senhora das Neves, a santa do dia em que foi firmada a aliança com os Tabajara (5 de agosto) (depois da aliança com os Tabajara, demorou ainda 3 meses para ser fundada, de fato, a cidade). João Pessoa já nasceu com o status de cidade, jamais vivendo a condição de vila, fato esse ocorrido porque foi fundada pela cúpula da Fazenda Real numa Capitania Real da Coroa Portuguesa.[carece de fontes?]

Com o passar do tempo, foi recebendo várias denominações: Filipéia de Nossa Senhora das Neves, em 1588, homenageando o rei Filipe II de Espanha, quando da União Ibérica, período em que o Reino de Portugal foi incorporado à coroa espanhola. Durante a ocupação holandesa, entre 1634 e 1654, designou-se Frederikstadt (Cidade Frederica), em homenagem ao príncipe de Orange, Frederico Henrique.

Com a reconquista portuguesa, passou a chamar-se Cidade da Parahyba. Por conta de uma visita temporária de D. Pedro II do Brasil à cidade em fins de 1859, recebeu provisoriamente o título de Imperial Cidade.

Centro Histórico é patrimônio cultural e artístico do Brasil.

Sua denominação atual, João Pessoa, é uma homenagem ao político paraibano João Pessoa, assassinado em 1930 na cidade do Recife, quando era presidente do estado e concorria, como candidato a vice-presidente, na chapa de Getúlio Vargas. O fato causou grande comoção popular, sendo praticamente o estopim da Revolução de 30,[carece de fontes?] embora se discuta se realmente houve motivação política no ato, que foi executado por João Duarte Dantas, cujo escritório fora invadido por tropas governamentais, tendo sido suas cartas amorosas à professora Anayde Beiriz trazidas a público.

A Assembléia Legislativa Estadual aprovou a mudança do nome da capital em 4 de setembro de 1930. Há algum tempo, cidadãos pessoenses discutem a possibilidade de rever a homenagem e substituir o nome de João Pessoa por outro, entre os quais, figuram "Paraíba" e "Cabo Branco".[carece de fontes?] Entre outros argumentos, alega-se que a mudança de nome, em 1930, foi realizada em um momento de comoção e de instabilidade social, quando vários adversários políticos do grupo de João Pessoa foram presos e mortos. Acrescenta-se ainda que não há consenso sobre as virtudes de pessoa e de gestor público as quais confeririam o mérito ao ex-presidente da Paraíba (na época, denominação para o cargo de governador) para tal homenagem. De outra parte, os defensores da manutenção do nome argumentam que João Pessoa foi político exemplar e combateu o coronelismo e as oligarquias.

A cidade de João Pessoa nasceu nas margens do rio Sanhauá, a partir de onde sobiu as ladeiras em direção ao que hoje é o Centro. A expansão urbana ocupou a antiga área rural. A partir da segunda metade dos anos 70, com a ascensão da orla marítima, a economia da área perdeu um pouco de sua importância de outrora. No que diz respeito à arquitetura, os bairros do Centro comportam a maior parte das áreas que são objeto de tombamento pelos órgãos de proteção ao patrimônio, dentre elas, o Centro Histórico, Rua das Trincheiras e as proximidades da Rua Odon Bezerra, no bairro de Tambiá.

Getúlio Vargas e João Pessoa.

A cidade, no decorrer do século XX, perdeu importância e viu a ascensão de Campina Grande, segunda maior cidade do estado.[carece de fontes?] A economia pessoense, na primeira metade do século, praticamente se estagnou. Até os anos 60, era, praticamente uma capital administrativa, pois Campina Grande, cidade distante 125 quilômetros, aproximou-se do posto de cidade mais importante do Estado, já que, nesse período, Campina Grande despontava como importante pólo comercial e industrial não só do estado, mas também da região Nordeste, passando a arrecadar mais impostos do que a Capital.[carece de fontes?] João Pessoa, naquela época, tinha poucas indústrias e apenas desempenhava funções administrativas e comerciais. A partir dos anos 60, após investimentos privados e governamentais, tanto do governo estadual quanto do governo federal, João Pessoa ganhou novas indústrias e importância, reafirmando sua posição de principal cidade do Estado, em termos econômicos, sociais, populacionais e turísticos. Conta atualmente com dois Distritos Industriais administrados pela CINEP (Companhia de Desenvolvimento da Paraíba): Distrito Industrial de João Pessoa e o Distrito Industrial de Mangabeira.

Há um parque industrial complexo de diversos segmentos: alimentos, automobilística (bugres), bebidas, betonita, cimento, concreto, couro, metalúrgica, móveis, ótica, papel, pisos cerâmicos, química, têxtil, dentre outros.

[editar] Política

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cidades-irmãs

[editar] Subdivisão

Zona Leste: Aspecto do Bairro de Manaíra.


João Pessoa possui oficialmente 64 bairros, sendo Mangabeira o maior deles, com uma população de aproximadamente 100 mil habitantes.[6] Abaixo, alguns bairros:

Zona Norte

Centro, Varadouro, Róger, Torre, Tambiá, Jardim 13 de Maio, Padre Zé, Bairro dos Estados, Bairro dos Ipês, Mandacaru, Alto do Céu, Jardim Esther, Jardim Mangueira e Conjunto Pedro Gondim.

Zona Sul

Castelo Branco, Conjunto Cehap I, Bancários, Jardim São Paulo, Anatólia, Jardim Cidade Universitária, Água Fria, Ernesto Geisel, Valentina Figueiredo, Paratibe, Praia do Sol, Conjunto Boa Esperança, José Américo, Costa e Silva, Mangabeira, Cidade Verde, Esplanada, Ernani Sátiro, Funcionários (I a IV), Grotão, Conjunto João Paulo II, Distrito Industrial e Bairro das Indústrias.

Zona Leste

Cabo Branco, Tambaú, Tambauzinho, Expedicionários, Bessa, Jardim Oceania, Aeroclube, Manaíra, Altiplano, Miramar, Jardim Luna, João Agripino, São José, Bairro dos Ipês e Brisamar.

Zona Oeste

Cruz das Armas, Renascer, Jaguaribe, Oitizeiro, Rangel, Cristo Redentor, Bairros dos Novais, Alto do Mateus, Ilha do Bispo e Jardim Veneza.

[editar] Região metropolitana

A Lei Complementar Estadual no. 59, de 2003, criou o Condiam e a Região Metropolitana de João Pessoa, constituída pelos municípios de Bayeux, Cabedelo, Conde, Cruz do Espírito Santo, João Pessoa, Lucena, Mamanguape, Rio Tinto e Santa Rita. A região abriga atualmente uma população de 1.062.791 hab. IBGE/2006.

[editar] Geografia

Gráfico climático para João Pessoa
J F M A M J J A S O N D
 
 
43
 
32
26
 
 
58
 
32
26
 
 
106
 
32
26
 
 
191
 
31
25
 
 
187
 
31
24
 
 
168
 
30
23
 
 
143
 
29
23
 
 
99
 
29
23
 
 
73
 
30
24
 
 
70
 
31
25
 
 
74
 
31
26
 
 
69
 
32
26
Temperaturas em °CPrecipitações em mm
Fonte: The Weather Channel[7]

A cidade localiza-se na porção mais oriental das Américas e do Brasil, com longitude oeste de 34º47'30" e latitude sul de 7º09'28. O local é conhecido como a Ponta do Seixas.

A altitude média em relação ao nível do mar é de 37 metros, com altitude máxima de 74 metros nas proximidades do rio Mumbaba, predominando em seu sítio urbano terrenos planos com cotas da ordem de 10 metros, na área inicialmente urbanizada.

O clima da cidade é quente e úmido, do tipo intertropical, com temperaturas médias anuais de 26°C. O inverno inicia-se em março e termina em agosto. São duas estações climáticas definidas, as chuvas ocorrem no período de outono e inverno e durante todo o resto do ano o clima é de muito sol. A denominação mais usual para o clima da cidade é o de tropical úmido.

  • Umidade relativa do ar: a média anual é de 80%. Entre os meses de maio a julho, o índice atinge o máximo, 87%, correspondendo à "época das chuvas". No período mais seco, é reduzido para 68%.
  • Vegetação: Mata Latifoliada Perenifólia Costeira (Mata Atlântica). Embora bastante devastada, a cidade conta com importantes resquícios da Mata Atlântica original preservados. (vide item: Meio Ambiente, abaixo)
  • Densidade demográfica: 3.293,3 habitantes por km².[2]
Praias de João Pessoa.

[editar] Hidrografia

Em João Pessoa existem cerca de doze rios. O Rio Jaguaribe nasce no jardim botânico da cidade, no meio da Mata do Buraquinho e desemboca no oceano atlântico na divisa com o município de Cabedelo. A água para abastecimento das casas é retirada do sistema Gramame-Mumbaba, da CAGEPA. Nesse sistema, esses dois rios se revezam no fornecimento de água para a cidade. Mas o rio mais importante historicamente é o Rio Sanhauá, pois foi das margens desse rio que nasceu a cidade e foram construídas as casas mais antigas.[8]

Manaíra e Bessa.

A capital paraibana conta com um litoral de cerca de 24 quilômetros de extensão, com praias de areias brancas e águas cristalinas e muitas com Mata Atlântica preservada.

Dentre elas, pode-se citar a Praia de Tambaú, que tem cerca de 8 quilômetros de extensão composta de areia batida e fina, com águas de cor verde-azuladas, e também Manaíra, uma praia totalmente urbana, formada por recifes, o que torna as suas ondas fracas, e por águas claras no verão. É ponto de vários quiosques e bares. Contando com quadras de esportes na sua orla.

Praias

[editar] Meio-ambiente

Vista de um trecho do rio Sanhauá.

João Pessoa é considerada a "segunda cidade mais verde do mundo", com mais de 7 m² de floresta por habitante, perdendo somente para Paris, França.[carece de fontes?] Esse título de distinção lhe foi dado em 1992, durante a ECO-92.[carece de fontes?]

Avenida José Américo (Beira Rio).

João Pessoa possui, dentro da cidade, duas grandes reservas de Mata Atlântica, que funcionam como verdadeiros pulmões, além de mitigar o avanço da poluição. A primeira delas fica no bairro central do Róger e denomina-se Parque Arruda Câmara (ou "Bica", como é popularmente conhecida, devido à presença da Fonte Tambiá no local). Um misto de jardim zoológico e reserva florestal, a Bica possui exemplares da fauna e flora brasileiras, assim como animais de outros continentes. A outra reserva florestal importante é a Mata do Buraquinho, recentemente parte dela foi transformada em Jardim Botânico. Com cerca de 515 hectares de mata virgem, cortada por riachos e fontes naturais, fica situada num dos maiores reservatórios que abasteciam a cidade. A Mata do Buraquinho umidifica o clima de João Pessoa e mantém sua temperatura mais estável e branda, mesmo no verão. A mata é preservada e cercada com intuito de proteção contra depredação, servindo como local de estudo para pesquisadores que se preocupam com a preservação da qualidade do meio ambiente. No entanto, são visíveis as invasões às margens da reserva Mata do Buraquinho. Podem ser constatados casos de invasão de território de preservação e desmatamento (favela Paulo Afonso), além da criação de comércios clandestinos, como a conhecida "Sucata do Italiano", no bairro de Jaguaribe. Mapa

[editar] Economia

[editar] Demografia

Fonte: Barsa Planeta

[editar] Infra-estrutura

Saúde

[editar] Educação

Instituições públicas de ensino superior
  • Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
  • Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) - Campus V (Ministro Alcídes Carneiro)
  • Instituto Federal da Paraíba (IFPB)
Instituições privadas de ensino superior
  • Associação Paraibana de Ensino Renovado (ASPER)
  • Centro Universitário de João Pessoa (IPÊ)
  • Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba (FCM-PB)
  • Faculdade de Ensino Superior da Paraíba (FESP)
  • Faculdade Maurício de Nassau
  • Faculdade de Enfermagem Nova Esperança (FACENE)
  • Faculdade de Medicina Nova Esperança (FAMENE)
  • Faculdade de Enfermagem São Vicente de Paula (FESVIP)
  • Faculdade de Ciências Contábeis Luiz Mendes (LUMEN)
  • Faculdade Unida da Paraíba (UniPB)
  • Faculdade Santa Emília de Rodat (FASER)
  • Faculdade Potiguar da Paraíba (FPB)
  • Faculdade de Tecnologia de João Pessoa (FATEC)
  • Instituto Paraibano de Ensino Renovado{ (INPER)
  • Instituto Paraíba de Educação e Cultura (IPEC)
  • Instituto de Educação Superior da Paraíba (IESP)
  • UNAVIDA Universidade Aberta Vida (UNAVIDA)
  • Faculdade de Tecnologia do Uniuol (UNIUOL)

[editar] Comunicação

Canais de Televisão
Número Nome Razão social Sistema Prefixo Potência Tipo Emissora afiliada à
04 TV Miramar Fundação Virginius da Gama e Melo
VHF
ZYB 276 10 kW TV TV Brasil
05 TV Tambaú Televisão Tambaú Ltda ZYB 273 10 kW TV SBT
07 TV Cabo Branco Televisão Cabo Branco Ltda ZYB 270 10 kW TV Globo
10 TV O Norte Rádio e Televisão O Norte Ltda ZYB 272 10 kW TV Band
12 TV Correio Empresa de Televisão João Pessoa Ltda ZYB 274 10 kW TV Record
14 TV Arapuan Sociedade Paraibana de Comunicação Ltda
UHF
10 kW TV RedeTV!
21 TV Aparecida Sistema TV Paulista Ltda
5 kW RTV
29 RIT TV Cidade Modelo Ltda
5 kW RTV
32 MTV Brasil Abril Radiodifusão S.A
0,2 kW RTV
35 Boas Novas Fundação Boas Novas
2 kW RTV
40 TV Senado Senado Federal
5 kW RTV
45 TV Itararé Fundação Pedro Américo
10 kW TV TV Cultura
48 Rede Vida Televisão Independente de S. José do Rio Preto Ltda
1 kW RTV
54 Canção Nova Fundação João Paulo II
1 kW RTV

João Pessoa possui diversas revistas e jornais impressos diários, são eles: Correio da Paraíba, Jornal a União, Diário da Justiça, Jornal O Norte, Jornal da Paraíba, Diário da Paraíba, Revista Nordeste,Revista Conexão Tambiá e outros.

Quanto à telefonia fixa, duas companhias telefônicas atuam no município, são elas a Oi Fixo (antiga Telemar) e a Embratel. Já na telefonia móvel, Oi, TIM e Claro mantêm cobertura na região. No dia 25 de setembro de 2007, a Vivo comprou por R$ 13,01 milhões de reais, freqüências de celular para todos os estados do Nordeste do Brasil, passando a atuar no estado em 6 de fevereiro de 2009.

[editar] Transportes

Ônibus passando pela na Avenida Rui Carneiro.

O transporte público na cidade de João Pessoa é feito, em grande parte, por linhas de ônibus.

Hoje, é possível ir para qualquer lugar da cidade pagando-se apenas uma passagem. As conexões podem ser feitas através do Terminal de Integração do Varadouro, aonde o passageiro pode descer no terminal e pegar um novo ônibus sem precisar pagar uma nova passagem e do Sistema de Integração Temporal, aonde o passageiro poderá trocar de ônibus em qualquer ponto de parada onde as linhas integradas se cruzam, sem precisar ir ao Terminal do Varadouro. Depois que desembarcar, o usuário terá, pelo menos, 30 minutos para trocar de linha sem pagar por outra passagem.

Além dos ônibus, os táxis também são uma opção de transporte para a população local. A maioria da frota é associada a empresas que, em grande parte, atendem ao cliente via telefone. Durante todo o mês de dezembro é utilizada a Bandeira 2, em qualquer horário a título de 13º salário dos taxistas.

A bicicleta tem uma crescente importância local.[carece de fontes?] Existem apenas duas ciclovias na cidade, uma na Avenida Cabo Branco (à beira-mar, no bairro de mesmo nome) e a outra na Avenida Flávio Ribeiro Coutinho (Manaíra). Muitos moradores da periferia se dirigem ao trabalho por meio de bicicletas, andando junto aos carros em vias arteriais como a Avenida Epitácio Pessoa e a Avenida Dom Pedro II, onde é grande o fluxo de veículos. Existe ainda, uma ciclovia, que está em fase de construção, que ligará o bairro José Américo à praia da Penha. Em virtude disso, são registrados diariamente na cidade vários acidentes envolvendo ciclistas, alguns fatais.

Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto.

A cidade também conta com o Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto — localizado na cidade limítrofe de Bayeux.

Outros acessos a meios de transportes públicos:

[editar] Cultura

Farol do Cabo Branco.
Recife de Picãozinho.
Lagoa do Parque Solon de Lucena a noite.
Teatro Santa Roza.
Palácio da Redenção.
Igreja de N.S. das Neves.
Estádio Almeidão.
Ver artigo principal: Turismo na cidade de João Pessoa

"Uma das capitais que emerge como um forte destino turístico no Nordeste do Brasil é João Pessoa, cidade que vem apresentando grande crescimento do fluxo de visitantes todos os anos. A conquista de um espaço no disputado ranking turístico está fazendo com que o Governo Municipal invista principalmente na qualidade de vida como um dos principais atrativos do lugar. Várias campanhas se espalham pela cidade. Numa garantia de cidadania e bem estar para todos os habitantes de João Pessoa e seus visitantes.[9]

Localidades Históricas
  • Casa da Pólvora
  • Casarão dos Azulejos
  • Fonte do Tambiá (Localizada no Parque Arruda Câmara)
  • Fonte de Santo Antônio (Localizada no Conjunto São Francisco)
  • Fábrica de Vinho de Cajú Tito Silva & Cia (tombada pelo Iphan)
  • Forte de Santa Catarina (Localizado no município de Cabedelo)
  • Hotel Globo (Centro Histórico)
  • Palácio da Redenção
  • Porto do Capim
Igrejas
  • Igreja da ordem Terceira de São Francisco(tombada pelo Iphan)
  • Igreja de Santo Antônio
  • Igreja São Frei Pedro Gonçalves
  • Igreja do Carmo (tombada pelo iphan)
  • Igreja da Misericórdia (tombada pelo Iphan)
Parques
  • Parque Solon de Lucena
  • Parque Arruda Câmara
Monumentos
Centros de Educação e Cultura
  • Espaço Cultural José Lins do Rêgo
  • Estação Cabo Branco - Ciência, Cultura e Arte
Museus
  • Museu Cultural do Centro de São Francisco
  • Museu José Lins do Rego
  • Casa do Artista Popular
  • Espaço Energisa
  • Memorial Augusto dos Anjos
  • Museu e Cripta do Presidente Epitácio Pessoa
  • Arquivo Histórico do Estado da Paraíba
  • Museu José Américo de Almeida
Teatros
  • Teatro Santa Roza
  • Teatro Paulo Pontes (Espaço Cultural)
  • Teatro de Arena (Espaço Cultural)
  • Teatro Lima Penante
  • Teatro Ednaldo do Egypto
  • Teatro Ariano Suassuna (Colégio Marista Pio X)
  • Sala de Cultura (Shopping Sul)
Cinemas
Galerias de Arte
  • Galeria Gamela
  • Núcleo de Arte Contemporânea (NAC)
  • Galeria Usina Cultural Energisa
  • Centro Cultural São Francisco
  • Galeria Archidy Picado (Espaço Cultural)
  • Louro e Canela Arte Contemporânea
  • Casarão 34
  • Galeria de Arte (Zarinha Centro de Cultura)

[editar] Esporte

Clubes de futebol
Estádio de futebol
Ginásio esportivo

[editar] Filhos ilustres

Arte
Política

[editar] Galeria de fotos

Referências

  1. 1,0 1,1 Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. 2,0 2,1 2,2 Estimativas da população para 1º de julho de 2008 (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de agosto de 2008). Página visitada em 5 de setembro de 2008.
  3. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  4. 4,0 4,1 Produto Interno Bruto dos Municípios 2002-2006. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (22 de dezembro de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  5. ONDE O SOL BRILHA PRIMEIRO. Comitê Olímpico Brasileiro. Página visitada em 28 de janeiro de 2008.
  6. A União: Mangabeira, o bairro-cidade
  7. [1]
  8. Site da Cagepa.
  9. Secretaria Executiva de Turismo da Paraíba

[editar] Ver também

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Imagens e media no Commons

[editar] Ligações externas

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