João da Silva Guimarães

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João da Silva Guimarães foi um bandeirante português que explorou os sertões mineiro e baiano em meados do século XVIII.

João da Silva Guimarães, talvez filho ou parente de Pascoal da Silva Guimarães,[1] explorou a Barra do rio Doce, às margens do rio São Mateus, nos sertões mineiros; e posteriormente o Alto Sertão e Sertão da Ressaca, na Bahia. Ele buscou, a serviço da Coroa portuguesa, as tão faladas esmeraldas existentes no sertão de Minas Gerais e reservas de ouro e prata no sertão da Bahia. Chegou a comunicar descoberta de diamantes na Barra do rio Doce, indo depois para o Alto Sertão da Bahia. De lá foi para o recôncavo baiano onde continua a relatar suas descobertas às autoridades portuguesas. Na Bahia, percorreu os territórios do rio Paraguaçu, rio das Contas e rio Pardo.[1]

Em 1752 luta, juntamente com João Gonçalves da Costa, contra os índios no Sertão da Ressaca, não obtendo vitória. Os últimos relatos dele datam de 1764.[2]

É considerado como autor do documento 512, com o título de: Relação histórica de uma oculta, e grande povoação antiqüíssima sem moradores. Este documento antigo conta de uma cidade perdida no interior da Bahia.[2]

Observação: O texto de Isnara Pereira Ivo não afirma categoricamente que João da Silva Guimarães é filho de Pascoal da Silva Guimarães, mas diz que fortes indícios levam a crer neste fato e alguns autores o mencionam como filho de Pascoal da Silva Guimarães.

Referências

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