Joaçaba Atlético Clube

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Joaçaba
Nome Joaçaba Atlético Clube
Alcunhas JAC, Leão, Tricolor, Leão do Vale
Mascote Leão
Fundação 27 de fevereiro de 1997 (17 anos)
Estádio Estadio Oscar Rodrigues Da Nova
Capacidade 5.250 pessoas
Localização Brasao joacaba.jpgJoaçaba Santa CatarinaSC BrasilBrasil
Presidente Brasil
Competição Santa Catarina Campeonato Catarinense
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
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O Joaçaba Atlético Clube, JAC, é um clube de futebol da cidade de Joaçaba, meio oeste catarinense, fundado em 27 de Fevereiro de 1997. Disputa atualmente a Divisão Especial de SC, a segunda divisão estadual. Manda seus jogos no estádio Da Nova, com capacidade para 7000 pessoas. Veste as cores azul, amarela e branca, cores do município de Joaçaba, e seu mascote é o Leão.

História[editar | editar código-fonte]

O clube surgiu em 1997, após a dissolução da Associação Desportiva Joaçaba. Muitas vezes confundido com ele e com o JEC (Joaçaba Esporte Clube), fundado na década de 70, apesar de serem três clubes diferentes. Disputou a segundona em 97, 99, 2000 e 2001. Sendo que no ano de 2000 bateu na trave duas vezes, uma ao ser vice campeão perdendo para o Internacional o titulo, após dois empates por 1x1; outra ao ficar em 5o lugar na seletiva que ocorreu no mesmo ano e classificava 4 equipes para a elite. Após o ano de 2001 a equipe se licenciou dos gramados e só retornou em 2007, disputando a divisão de acesso e mais uma vez chegando perto, ao perder o returno e a vaga na elite para o Atlético Cidade Azul de Tubarão. Na segundona de 2009, o time fez uma péssima campanha no primeiro turno, com duas vitórias e um empate em nove jogos,mas no segundo turno veio uma inesperada recuperação: o time conseguiu 17 de 27 pontos possíveis e ficou com a vice liderança do returno, o que não foi o suficiente para classificar a equipe, que ficou a um ponto da tão sonhada classificação para o quadrangular final. Em 2010 a equipe estará mais uma vez tentando o retorno do futebol profissional joaçabense a elite de SC. Disputará a divisão especial, equivalente a segundona.

Grandes Jogadores[editar | editar código-fonte]

Jacozinho é o maior idolo, com passagens pelo clube desde sua fundação, é também o maior artilheiro da historia do JAC. Mauro Ovelha, hoje treinador prestigiado no cenário catarinense, defendeu a zaga e comandou a equipe nos seus anos iniciais. Luiz Carlos (Apucarana)Pereira(pai da Natália da Seleção Brasileira Feminina de Volei),Pedro Paulo, William Carioca, Marcelinho, Rall,Luizinho ex concordia hoje treinador no futebol Peruano, entre outros também gravaram seus nomes na história do JAC. Juarez foi o goleiro mais famoso da história do futebol de joaçaba, pois em 1979 marcou um incrível gol de tiro de meta, façanha que outros goleiros não conseguiram.Juarez também derrubou uma trave durante um jogo. No ano de 2009, o goleiro Ângelo se tornou um jogador muito querido pela torcida.Apelidado de "Santo Angelo", operou verdadeiros milagres no gol tricolor, tomando apenas 2 gols em 6 partidas, das quais o clube venceu 4 e empatou duas. Nesse mesmo ano, o time foi reforçado pela presença do jogador carioca Heitor Queiroz, que chegou em um momento difícil e ajudou o time com gols decisivos em jogos importantes, como contra o Juventus, em Jaraguá do Sul, tornando-se artilheiro do time na competição. Em 2010, "Santo Angelo" não jogou pelo JAC e o goleiro Júlio, contratado para a vaga de Angelo, se tornou ídolo da torcida, pois era o único jogador que se preocupava realmente com a camiseta que defendia, e mostrava garra nas partidas,fazendo defesas extraordinárias.

Grandes Momentos[editar | editar código-fonte]

- Melhor campanha no returno da segundona em 1999. - Vice Campeão Catarinense da Segunda Divisão 2000. - 5o Lugar na Seletiva para a Primeira Divisão 2000. - Vice Campeão do Returno Divisão de Acesso 2007. - Terceiro lugar no grupo A Divisão de Acesso 2008. - Vice Campeão do Returno Divisão de Acesso 2009.

Torcida[editar | editar código-fonte]

O JAC é caracterizado pela raça dos jogadores e por nunca desistir, por isto a alcunha de leão do vale. No ano de 2009, mais precisamente no segundo turno do campeonato, surgiu a Torcida Organizada Fúria do Leão, que formou uma banda, a qual toca instrumentos e apóia incondicionalmente o leão com cantos que levantam o moral do time. Apesar de não ser numerosa, canta o tempo todo pelo Leão do Vale. No final do torneio, surgiu uma outra torcida organizada, A Grande Leão do Vale, que não possui cantos, mas ama o clube da mesma maneira. Olha o site da Fúria do Leão: http://www.furiadoleao.tk/

Futebol[editar | editar código-fonte]

A cidade sempre apresentou grande tradição pelos campos do estado de Santa Catarina. Na década de 80, com o Joaçaba Esporte Clube, JEC, chegou a estar representada na Taça de Bronze, terceira divisão nacional da época, após garantir classificação com o título da Taça Santa Catarina em 1981.Foi eliminado pelo São Borja/RS, após um empate em 1x1 e uma derrota por 3x1. No início da década de 90 surgiu a Associação Desportiva Joaçaba, ADJ, que sagrou-se campeã da segunda divisão em 1992, e disputou a elite catarinense entre 93 e 95, sendo neste último ano a 3ª colocada no estadual, perdendo nas semifinais para o Criciúma. No mesmo ano foi rebaixada forçadamente pela Federação devido a dividas trabalhistas. Em 1997 surgia então o JAC (Joaçaba Atlético clube), vice campeão da segunda divisão em 2000, licenciou-se em 2001 e retornou aos gramados em 2007. Neste ano de 2010 representará novamente a cidade na Divisão de Acesso do Estadual de Profissionais. Tudo isso se passou no Estádio Da Nova (Oscar Rodrigues Da Nova), estádio municipal com capacidade para 5250 espectadores sentados.

Histórias de um passado glorioso (1978-1982)[editar | editar código-fonte]

No ano de 1978, estavam em campo as representações do Joaçaba Esporte Clube e do Figueirense Futebol Clube, em um jogo válido pelo Campeonato Catarinense De Futebol.Segundo alguns moradores que assistiram o jogo, aos 10 min. do 1o tempo, ocorreu uma falta próxima á linha divisória do meio de campo. Surpreendentemente, nove jogadores se posicionaram para cobrar a falta, ficando em suas posições somente o centroavante e o goleiro. Ao apito do juiz, TODOS correram para a bola. O gol do figueirense ficava contra o sol, dificultando a visão.Dos 9 jogadores, 8 apenas pularam por sobre a bola e o 9o jogador disparou uma verdadeira bomba.1x0 para o time da casa. Porém, aos 40 min do 2o tempo, o juiz marca pênalti contra o joaçaba, e o centroavante do JEC, furioso, senta sobre a marca do penal e é expulso pelo juiz. Ele teve de ser arrastado pelos policiais para sair do lugar. Quando o juiz ia mostrar o cartão vermelho para o atacante, um torcedor rouba o cartão da mão do juiz e o joga para a torcida, mas o cartão não passa do alambrado, que minutos depois foi derrubado pela torcida. O caos estava formado.Na hora da cobrança, o juiz apita e o goleiro vai até a bola e dá uma verdadeira bicuda nela, impedindo o jogador do figueira de chutar. Cartão vermelho para ele também. Até hoje o pênalti não foi cobrado. O JEC foi eliminado, mesmo tendo ganhado por 1x0.

Os quatro anos de glória, e a decepção (1992-1995)[editar | editar código-fonte]

Já com o nome de Associação Desportiva Joaçaba (ADJ), o clube conquista o título de campeão catarinense da segunda divisão, disputando ela em 1993,1994 e 1995.Com uma grande campanha, a ADJ se sagra 3a colocada do catarinense da 1a divisão, mas é rebaixado pelo motivo de dívidas.

O surgimento do Leão do Vale, e a classificação batendo na trave (1997-2010)[editar | editar código-fonte]

Com o fim da ADJ, surge o JAC. No ano de 2000, o JAC chega à final da segundona contra o Inter de Lages sob o comando do ídolo Mauro Ovelha, que no clube era, ao mesmo tempo, Técnico, Capitão, batedor de faltas e de pênaltis. No 1º jogo da final em Joaçaba, pênalti para o JAC, Mauro Ovelha na cobrança, bicuda no meio do gol... e faz o primeiro gol da final. Com a chuva torrencial caindo sobre o Da Nova, numa confusão no meio campo e a bola sobra para o lateral do Inter que chuta do meio da rua, a bola pega velocidade, bate na trave e entra. Fim de jogo, 1 x 1, com o JAC perdendo seu ídolo, Jacozinho, com o braço fraturado, para o segundo jogo. Em Lages, Marcelinho assume a responsabilidade e logo no início do jogo abre o placar a favor do JAC. Era o gol do título. Era. Quando o relógio marcava cerca de 35 minutos do segundo tempo, PC faz uma falta desnecessária na entrada da área em Kuki, aquele com passagem pelo Náutico, e ele, com a sorte que estava no campeonato, faz o gol do empate para o Inter e o gol do título da 2ª divisão de 2000, já que com a melhor campanha jogavam por 2 empates. O JAC foi a campo nas decisões com: Adalberto; Paulo César, Mauro Ovelha (C), Marcelo Nunes, Davis; Lita, Claudinei, Vandré, Rogério; Marcelinho e Jacozinho. O clube se licencia em 2001 e volta em 2007, ano em que foi vice campeão do returno. Em 2008, o JAC empata em 3x3 num jogão contra o Pinheiros/Timbó fora de casa e perde a classificação na última rodada. No ano de 2009, o JAC ganha a Torcida Organizada Fúria do Leão, a qual ajudou a empurrar o time no returno e conquistar o vice, mas por causa de uma campanha lastimável no primeiro turno, a classificação é adiada novamente. O ano de 2010 começou com grande esperança por parte da torcida, mas um amistoso contra o time reserva da Chapecoense jogou um balde de água fria no torcedor, com uma derrota de 0x5. O campeonato começou bom para o Leão, mas com o oitavo lugar entre dez times e várias dívidas, o ano foi lastimável para o JAC.

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