Joana de Chantal

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Santa Joana de Chantal
Santa Joana e São Francisco Sales
Nascimento 28 de Janeiro de 1572 em Dijon, Borgonha, França
Morte 13 de dezembro de 1641 (69 anos) em Moulins, França
Veneração por Igreja Católica
Beatificação 21 de novembro de 1751, Roma por Papa Bento XIV
Canonização 16 de julho de 1767, Roma por Papa Clemente XIII
Festa litúrgica 12 de dezembro
Padroeiro pessoas esquecidas; problemas familiares; perda de parentes; pais separados dos filhos; viúvas
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Joana Francisca Fremyot de Chantal (em francês: Jeanne-Françoise Frémiot, Baronne de Chantal) foi uma nobre, católica, baronesa de Chantal e fundadora da Ordem da Visitação.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filha de Benigno Frémiot, presidente do parlamento de Borgonha, e de Margarida de Berbizy, foi baptizada como Joana, tendo lhe sido acrescentado o de Francisca quando da cerimónia de confirmação.

Tendo recebido esmerada educação, recusou-se a desposar um fidalgo abastado uma vez que o mesmo era calvinista.

Desposou depois Christophe de Rabutin, barão de Chantal, passando o casal a residir no Castelo de Bourbilly, onde fez celebrar missa diariamente, com a presença de todos os empregados domésticos. Ocupando-se da instrução religiosa dos mesmos, atendendo-lhes as suas necessidades materiais. Aos domingos e dias de festa, participava da missa paroquial.

Ficou viúva aos 28 anos de idade, com um filho e três filhas. A partir de então, fez voto de castidade, dedicando-se à prática da caridade. Retirou-se do mundo e passou a dividir o seu tempo entre a oração, o trabalho e a educação dos filhos. Em 1604, na casa de seu pai em Dijon, conheceu o bispo de Genebra, São Francisco de Sales. Identificando nele a pessoa para dirigi-la espiritualmente, ligou-se a ele por uma profunda amizade.

Com os filhos mais crescidos e amadurecidos, planejou ingressar na vida monástica. Para esse fim, o jovem barão de Chantal, com 15 anos de idade, foi entregue ao avô materno, que passou a cuidar de sua educação e de seus bens; a sua filha mais velha desposou o barão de Thorens; a filha do meio faleceu pouco depois; a filha mais nova desposou o conde de Toulonjon.

Em 1610, em Annecy, sob a orientação do bispo de Genebra, a baronesa fundou a Congregação da Visitação de Santa Maria, juntamente com Jacqueline Fabre e a senhorita Brechard. Dirigiu, como superiora, de 1612 a 1619, a casa que fundou em Paris, no bairro de Santo Antônio, onde chegou a ser perseguida. Deixou o cargo de superiora da Ordem e voltou a Annecy.

Faleceu, após grande agonia, pronunciando o nome de Jesus. À data de sua morte, a congregação já contava com 87 conventos e, no primeiro século de existência, com 6.500 religiosos.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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