Joanesburgo

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Joanesburgo
Johannesburg
Montage Johannesburg.jpg
Bandeira oficial de Joanesburgo
Brasão oficial de Joanesburgo
Bandeira Brasão
Apelido: "Joburg; Jozi; Sauvageville, Egoli (Cidade de ouro); Gauteng Maboneng (Cidades das luzes); Joburg my Joburg, Joni; Maior cidade da África"
Lema: "Unidade de desenvolvimento"
Localização de Joanesburgo na província de Gauteng, África do Sul.
Localização de Joanesburgo na província de Gauteng, África do Sul.
País África do Sul
Província Gauteng
Prefeito Amos Masondo[1]
Área  
  Total 1.644,96 km²
População  
  Cidade (2007) 3.888.180
   -Densidade metropolitana   2.364/km²
  [2]
Website: www.joburg.org.za

Joanesburgo[3] ou Johannesburgo (em africâner e inglês Johannesburg) é a maior cidade da África do Sul, principal núcleo urbano, industrial, comercial e cultural do país.

Com cerca de 4 434 827[4] de habitantes residindo dentro de seus limites em 2011, está situada entre as maiores e mais densamente povoadas cidades da África e do Hemisfério Sul, figurando como a sexta cidade mais populosa do continente africano naquele ano, depois de Lagos, na Nigéria, de Cairo, no Egito, de Kinshasa, na República Democrática do Congo, de Luanda, na Angola, e de Abidjan, na Costa do Marfim. Entretanto, sua região metropolitana, que constitui o maior aglomerado urbano-industrial sul-africano e que incluí todas as cidades vizinhas ou próximas de Joanesburgo, incluindo Pretória, a cidade que é capital executiva da África do Sul, pode abrigar entre 7[5] e 10[6] milhões de habitantes, o que não só coloca Joanesburgo na atualidade como uma megacidade global, como núcleo de um dos maiores aglomerados urbanos da África moderna.

Está a uma altitude de 1.753 metros acima do nível do mar, tendo sido fundada em 1886 por colonizados britânicos baseada em um processo de colônia de exploração britânica, influenciada majoritariamente pela descoberta de abundantes reservas de ouro e diamantes na região onde hoje está situada a cidade. Apesar de às vezes ser confundida como capital da África do Sul, a cidade não é um dos três centros políticos do país, embora Pretória, a capita executiva do país, situada a 55 km ao norte de Joanesburgo, se figura como parte de sua região metropolitana. Apesar disso, para fins de logística administrativa e estrutura sócio-urbana e exatamente devido à essa proximidade da cidade de Joanesburgo e de Pretória, a primeira abriga dentro de seus limites a Corte Constitucional da África do Sul. O maior e mais movimentado aeroporto da África do Sul e de todo o continente africano, é o Aeroporto Internacional de Joanesburgo, situado nas proximidades da cidade e que, por conta disso, serve como principal portal de entrada para toda a parte meridional do continente africano.

É na região sul de Joanesburgo que fica a township de Soweto, uma área populacional de mais de 1.2 milhão de habitantes (em 2011[7] ) que se estende por mais de 200 quilômetros quadrados, que ficou famosa por conta do apartheid, tendo figurado como uma cidade independente de Joanesburgo dos anos 1970 até o final dos anos 1990, quando foi uma vez mais fundida à esta última.

História[editar | editar código-fonte]

Pré-história[editar | editar código-fonte]

A região que cerca a cidade de Joanesburgo é habitada há milhões de anos. Nas cavernas de Sterkfontein, a noroeste, foi encontrado um esqueleto completo de um hominídeo de 3,3 milhões de anos de idade bem como 700 espécimes de Australopithecus africanus, dentre eles Mrs Ples, que tem entre 2,8 e 2,3 milhões de anos de idade.

Há cerca de 100 mil anos, a região de Joanesburgo era habitada por nômades.

Mas só em 1060 a.C. que os povos conhecidos como Bantu migraram para a região. Os bantus eram um povo da Idade do Ferro que domesticava animais, cultivava o solo, trabalhava com metal, confeccionava potes de cerâmica e vivia em vilas organizadas.

Colonização europeia[editar | editar código-fonte]

A fazenda onde foi encontrado ouro pela primeira vez em 1886

Os primeiros europeus que chegaram à área constituíam um pequeno grupo de bôeres que estabeleceram plantações. Até a década de 1880 nenhum assentamento havia sido estabelecido. Quando o ouro foi encontrado na região, em 1886, houve uma corrida ao material.

O ouro foi inicialmente encontrado a leste da atual Joanesburgo, em Barberton. Mineradores logo descobriram uma reserva ainda mais rica em Witwatersrand.

A cidade cresceu como um pequeno assentamento de mineradores, mas com a notícia do ouro se espalhando, milhares de pessoas de outras regiões estabeleceram-se na área, vindas principalmente da América do Norte, Reino Unido e do resto da Europa. Com a supervalorização das terras, as tensões cresceram entre os africânders, que controlavam a região durante o século XIX, e os britânicos, culminando na Segunda Guerra dos Bôeres. Os bôeres perderam a guerra e o controle da área foi cedido aos britânicos.

Apartheid[editar | editar código-fonte]

Pessoas nas ruas de Joanesburgo em 1970

Com a União Sul-africana declarada em 1910, o governo passou a controlar mais as áreas de extração. Foi instituido um sistema racial em que negros e indianos seriam pesadamente taxados e barrados na contratação de trabalhos não-braçais.

O governo também instituiu a mudança forçada das população não-européias para áreas delimitadas. Foi neste sistema que foi criada a Township de South Western Townships, mais conhecida como Soweto onde Nelson Mandela viveu por diversos anos.

A violência em larga-escala de Soweto estourou em 1976, quando o Conselho Representativo de Estudantes organizou protestos contra o ensino da língua africâner, considerada como a língua opressora, em escolas negras. A polícia abriu fogo em uma dessas manifestações, e 1000 pessoas morreram nos doze meses seguintes. Um dos mártires mais famosos foi Hector Pieterson, que mereceu um grande museu dedicado a sua memória.

As regras do apartheid foram abolidas em fevereiro de 1990, e desde as eleições de 1994, Joanesburgo se viu livre das leis discriminatórias. A township negra foi integrada ao sistema de governo municipal. Apesar disso, há uma migração em larga-escala de homens de negócio e comerciantes saídos do distrito central e dos subúrbios ao sul em favor dos subúrbios ao norte da cidade, em parte devido ao aumento das taxas de homicídio, aos sérios problemas de congestionamento e ao inadequado sistema de transporte público.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Vista aérea da cidade.
Jardins Botânicos de Witwatersrand.

Joanesburgo está localizada no planalto oriental da África do Sul conhecido como Highveld, a uma altitude de 1753 metros. O centro da cidade está localizado no lado sul da formação geológica chamada Witwatersrand (africâner: Cume da Água Branca). De um modo geral o Witwatersrand é o divisor de águas entre o rios Limpopo e Vaal, sendo que a parte norte da cidade é banhada pelo rio Jukskei enquanto a parte sul da cidade, incluindo a maior parte do centro, é banhada pelo rio Klip. O norte e o oeste da cidade tem colinas onduladas, enquanto as partes orientais são mais planas.

Clima[editar | editar código-fonte]

Joanesburgo tem um clima classificado como oceânico de altitude (Köppen Cwb). Os meses de verão (outubro a abril) são caracterizados por dias quentes e ensolarados seguidos por trovoadas à tarde e noites frias. Os meses de inverno (maio a setembro) são geralmente caracterizados por dias secos e ensolarados seguidos por noites frias.[8] As temperaturas na cidade geralmente são bastante amenas devido à elevada altitude da área, com uma temperatura diurna máxima média em janeiro de 25,6 °C, caindo para uma média máxima de cerca de 16 °C em junho. O inverno é a época mais ensolarada do ano, com dias amenos e noites frias, sendo que a temperatura cai para 4,1 °C em junho e julho e, às vezes, cai para abaixo de zero durante a noite, fazendo com que ocorra geada. A neve é ​​uma ocorrência rara, sendo que o fenômeno foi registrado no século XX em maio de 1956, agosto de 1962, junho de 1964 e setembro de 1981.[9]

Frentes frias regulares passam no inverno trazendo ventos muito frios do sul, mas normalmente com céus claros. A precipitação média anual é de 713 milímetros, que é em sua maior parte concentrada nos meses do verão. Chuvas infrequentes ocorrem ao longo do curso dos meses de inverno. A menor temperatura mínima noturna já registrada em Joanesburgo foi de -8,2 °C, em 13 de junho de 1979. A menor temperatura máxima diurna registrada foi de 1,5 °C, em 19 de junho de 1964.[10]

Vista panorâmica de Joanesburgo.

Demografia[editar | editar código-fonte]

Mapa da densidade populacional da cidade.

De acordo com o Censo Nacional Sul-Africano de 2001, a população de Joanesburgo era 3 225 812 pessoas (embora sua região metropolitana abrigue 4 milhões de habitantes), composta por pessoas que vivem em 1 006 930 domicílios formais, dos quais 86% têm descarga ou banheiro químico e 91% têm coleta de lixo, pelo menos, uma vez por semana. 81% dos domicílios da cidade têm acesso a água corrente e 80% recebem eletricidade. 29% dos residentes de Joanesburgo vivem em habitações informais.[11] 66% das famílias são chefiadas por uma pessoa.

A população da cidade tem 73% de negros, 16% de brancos, mestiços 6% e asiáticos 4% de um total de mais de 3.8 milhões de habitantes. 42% da população têm menos de 24 anos de idade,enquanto 6% estão acima dos 60 anos.37% dos residentes estão desempregados,destes 91% são negros.As mulheres compreendem 43% da população economicamente ativa; 19% da PEA da cidade trabalha no setor de comércio, 18% no setor financeiro, mercado imobiliário ou na área de negócios, 17% nas áreas de prestação de serviços comunitários e 12% estão no setor industrial; apenas 0,7% trabalham no setor de mineração.

Crime[editar | editar código-fonte]

Após o o fim do regime do apartheid em 1991, Joanesburgo foi afetada pela decadência urbana. Milhares de negros pobres, que antes eram proibidos pelo governo de viver na cidade, se mudaram para bairros periféricos, como Soweto, e muitos imigrantes de países africanos arrasados por guerras civis foram para a África do Sul. Muitos edifícios foram abandonados pelos proprietários brancos, especialmente em áreas de alta densidade, tais como Hillbrow. Muitas empresas e instituições, incluindo a bolsa de valores, mudaram suas sedes para longe do centro da cidade, como para subúrbios ricos como Sandton.

Policiais do Departamento de Polícia Metropolitana de Joanesburgo.

Reviver o centro da cidade é um dos principais objetivos do governo municipal de Joanesburgo. Foram tomadas medidas drásticas para reduzir a criminalidade, como câmeras de vigilância nas esquinas. Em 11 de dezembro de 2008, cada esquina do centro de Joanesburgo passou a contar com um sistema de vigilância de alta tecnologia.[12] O sistema, operado pelo Departamento de Polícia Metropolitana de Joanesburgo (JMPD), também é capaz de detectar veículos furtados ou roubados através da digitalização das placas de todos os automóveis que passam pelo centro da cidade. O JMPD alega que o tempo médio de resposta pela polícia para crimes cometidos no centro é de 60 segundos.[12]

Os níveis de criminalidade em Joanesburgo caíram quando a economia sul-africana se estabilizou e começou a crescer.[13] Entre 2001 e 2006, 1,2 bilhão de dólares foram investidos no centro da cidade. Em um esforço para preparar Joanesburgo para a Copa do Mundo FIFA de 2010, governo local pediu o auxílio de Rudy Giuliani, ex-prefeito de Nova York, para ajudar a reduzir o índice de criminalidade na cidade.[14] Os homicídios no município Johannesburg chegaram a 1.697 em 2007 de acordo com o Conselho de Pesquisa Médica Sul-Africano, uma taxa de 1 para cada 2326 habitantes.[15]

Governo[editar | editar código-fonte]

Prefeitura de Joanesburgo

A cidade de Joanesburgo faz parte do Município Metropolitano de Joanesburgo, que é o seu órgão de governo local.[16] [17] Depois do fim da era do apartheid, a atual cidade de Joanesburgo foi criada a partir de onze autoridades locais pré-existentes, das quais sete eram para brancos e quatro negros ou mestiços.[18] Apesar de Joanesburgo ter sido novamente dividida em onze regiões administrativas, essas novas divisões não correspondem às áreas regidas pelas autoridades locais antigas.[19] Mais tarde, em 2006, o número de regiões administrativas foi consolidado em sete. O motivo foi a separação dos poderes entre os órgãos legislativos e executivos da cidade.[20]

Cidades-irmãs[editar | editar código-fonte]

Joanesburgo é geminada com as seguintes cidades:

Economia[editar | editar código-fonte]

Joanesburgo é um dos centros financeiros mais importantes do mundo[21] e o centro econômico da África do Sul, sendo responsável por 16% do produto interno bruto (PIB) do país e por 40% da atividade econômica de Gauteng.[22]

Em uma pesquisa realizada pela MasterCard em 2008, a cidade foi classificadas entre os 50 principais centros comerciais do mundo (a única cidade do continente africano).[23]

A mineração foi a base da economia do Witwatersrand, mas sua importância está a diminuir gradualmente devido a reservas cada vez menores de minerais e porque os serviços e a indústria tornaram-se setores econômicos mais significativos para a cidade. Embora a mineração de ouro já não seja feita dentro dos limites da cidade, a maioria das empresas de mineração ainda têm a sua sede em Joanesburgo. As indústrias de transformação da cidade estendem-se por uma série de áreas e ainda há uma dependência de indústrias pesadas, como de aço e cimento.

Os serviços são compostos por setores como o bancário, de TI, mídia, imobiliário, transportes, saúde privada, lazer e por um mercado consumidor de varejo vibrante. Joanesburgo tem maior bolsa de valores da África, embora ela não esteja mais localizada no distrito central de negócios da cidade. Devido ao seu papel comercial, Joanesburgo é a sede do governo provincial e local de várias filiais do governo, bem como de serviços consulares e de outras instituições.

Panorama do centro financeiro da cidade.

Turismo[editar | editar código-fonte]

Museu do Apartheid

Joanesburgo não é tradicionalmente conhecido como um destino turístico, mas a cidade é um ponto de escala de voos para Cidade do Cabo, Durban e o Parque Nacional Kruger. Consequentemente, a maioria dos visitantes estrangeiros da África do Sul passam por Joanesburgo pelo menos uma vez, que lidera no desenvolvimento de mais atrações turísticas. Trabalhos recentes se concentraram em torno dos museus de história do país, tais como o Museu do Apartheid e o Museu Hector Pieterson. Gold Reef City, um grande parque de diversões no sul do distrito de Central Business, também é um importante destino para os turistas da cidade. O Zoológico de Joanesburgo é um dos maiores do país.

Há, também, uma vasta indústria em torno dos distritos visitados, como Soweto e Alexandra. A maioria dos visitantes de Soweto vão para ver o Museu de Mandela, que está situado na antiga casa de Nelson Mandela. O Berço da Humanidade (Patrimônio Mundial) está a 25 quilômetros a noroeste da cidade. O sítio arqueológico de Sterkfontein é famoso por ser o mais rico sítio de hominídeos e por ter produzido o primeiro adulto Australopithecus africanus e o primeiro esqueleto quase completo de um Australopithecine anterior.

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Transportes[editar | editar código-fonte]

Rodovia N1, que liga Joanesburgo a Pretória
Gautrain, uma linha de trem que liga Joanesburgo a cidade de Pretória e ao Aeroporto Internacional Oliver Tambo.

Joanesburgo é servida principalmente pelo Aeroporto Internacional Oliver Tambo (antigo Aeroporto Internacional de Joanesburgo e que antes era conhecido como Aeroporto Jan Smuts), para voos domésticos e internacionais. O Aeroporto Lanseria, situado na zona noroeste da cidade e mais perto do centro de negócios de Sandton, é usado para voos comerciais para Cidade do Cabo, Durban, Port Elizabeth, Botswana e Sun City. Outros aeroportos incluem o Aeroporto Rand e Aeroporto Grand Central. O Aeroporto Rand, localizado em Germiston, é um pequeno aeródromo usado principalmente para aviões particulares e a casa do primeiro Boeing 747 da South African Airways, o Lebombo, que agora é um museu da aviação.[24] O Grand Central está localizado em Midrand e também atende a aeronaves pequenas e privadas.

O fato de Joanesburgo não estar perto de nenhum grande corpo de água navegável fez com que o transporte terrestre tenha se tornado o método mais importante de transporte de pessoas e mercadorias dentro e fora da cidade. Um dos mais famosos "anéis viários" da África é o Anel Viário de Joanesburgo. A estrada é composta por três rodovias que convergem para a cidade, formando um rodoanel de 80 km que conecta a cidade a N3 Eastern Bypass, que liga Joanesburgo com Durban; ao N1 Ocidental Bypass, que liga Joanesburgo com Pretória e Cidade do Cabo; e ao N12 Southern Bypass, que liga Joanesburgo com Witbank e Kimberley.

O sistema de trens urbanos Metrorail Gauteng conecta o centro de Joanesburgo com Soweto, Pretória e a maioria das cidades satélites ao longo do Witwatersrand. As ferrovias transportam um grande número de passageiros todos os dias. No entanto, a infraestrutura do Metrorail foi construída na fundação de Joanesburgo e abrange apenas as áreas mais antigas no sul da cidade. As áreas do norte, incluindo os distritos de negócios de Sandton, Midrand, Randburg e Rosebank, são servidos pela ligação ferroviária rápida do Gautrain Rapid Rail Link (ou Gautrain), um sistema de transporte ferroviário na Província de Gauteng que conta com 80 quilômetros de extensão e liga Joanesburgo à Pretória e ao Aeroporto Internacional Oliver Tambo, construído com o objetivo de aliviar o congestionamento do tráfego no eixo Joanesburgo - Pretória, bem como para oferecer uma alternativa viável ao transporte rodoviário, dada a limitada infra-estrutura de transporte público da cidade.[25]

Educação[editar | editar código-fonte]

Joanesburgo tem um sistema de ensino superior bem desenvolvido e também tem uma das várias escolas de cinema no país, uma das quais ganhou o Oscar de Melhor Filme de Estudante Estrangeiro em 2006.[26] Muitas faculdades privadas também estão situadas na cidade, como a Universidade Monash (seus seis outros campi estão na Austrália, enquanto o oitavo está na Malásia).

A cidade é servida por instituições de ensino superior públicas como a Universidade de Witwatersrand, uma das principais universidades em África[27] e conhecida como um centro de resistência ao apartheid, e a Universidade de Joanesburgo, que foi constituída em 1 de janeiro de 2005 e que oferece educação principalmente em inglês e africâner, embora os cursos possam ser feitos em qualquer uma das línguas oficiais da África do Sul. A escola de negócios Gordon Institute of Business Science, da Universidade de Pretória, também está localizada em Joanesburgo.

Cultura[editar | editar código-fonte]

Galeria de Arte de Joanesburgo

A cidade é um centro cultural na África do Sul e tem uma grande variedade de espaços culturais, tornando-se uma área de destaque para muitas indústrias criativas e culturais.[28]

Joanesburgo é o lar da Escola Nacional de Artes, da Escola de Artes da Universidade de Witwatersrand e do Ballet Sul-Africano,[28] [29] bem como a Galeria de Arte de Joanesburgo[30] e de outros marcos culturais importantes, como a Praça Mary Fitzgerald[28] e vários outros museus, teatros, galerias e bibliotecas.[28]

A Biblioteca Municipal de Joanesburgo está localizado no centro da cidade.[31]

Esportes[editar | editar código-fonte]

A cidade tem vários clubes de futebol da Premier Soccer League (PSL) e a Primeira Divisão Nacional. No PSL, as equipas de topo Joanesburgo são ferozes rivais e incluem Kaizer Chiefs (apelidado Amakhosi), Orlando Pirates (apelidado os Buccaneers), Moroka Swallows e Wits University (apelidado de The Clever Boys). Eles são baseados em FNB, Orlando, Dobsonville e Bidvest estádios da cidade. Vários League e da Taça de larga escala jogos são disputados no Estádio Soccer City o local da final da Copa do Mundo da FIFA 2010. Equipes da Primeira Divisão são Jomo Cosmos e FC AK. Katlehong City e Alexandra United, jogo em Alexandra e estádio Reiger Parque respectivamente..[32]

A cidade é sede do time do Lions que disputa a Currie Cup e o Super Rugby que joga no Ellis Park, a cidade também recebeu a final da Copa do Mundo de Rugby de 1995.

Entrada do Estádio FNB, mais conhecido como "Soccer City", uma das sedes da Copa do Mundo FIFA de 2010.

Referências

  1. City of Johannesburg Metropolitan Municipalit Gauteng Department of Local Governmen. Visitado em 2008-09-29.
  2. Statistics South Africa, Community Survey, 2007, Basic Results Municipalities (pdf-file) Retrieved on 2008-03-23.
  3. Lusa, Agência de Notícias de Portugal. Prontuário Lusa. Visitado em 10 de outubro de 2012.
  4. http://census2011.adrianfrith.com/
  5. http://www.statssa.gov.za/community_new/content.asp
  6. http://www.looking4.co.za/johannesburg.htm
  7. http://census2011.adrianfrith.com/place/798026
  8. Johannesburg & Gauteng Weather and Climate Safarinow.com. Visitado em 14 de abril de 2013.
  9. Bauer, Nickolaus. "Snow in the city delights Jo'burg residents", 7 de agosto de 2012.
  10. Johannesburg temperature records South African Weather Service. Visitado em 8 de abril de 2012.
  11. Beall, Jo; Crankshaw, Owen and Parnell, Susan. (2000). "Local government, poverty reduction and inequality in Johannesburg". Environment and Urbanization 12: 107–122. DOI:10.1177/095624780001200108. Abstract
  12. a b [1], IOL – Joburg Surveillance Zooms In, 11 December 2008.
  13. Drop in serious crime in Jo'burg, Mail & Guardian Online, 7 de julho de 2006.
  14. Press Release 6 August 2006, City of Johannesburg is calling for Internal Branding Advice from Global Gurus.
  15. A profile of fatal injuries in South Africa (PDF) South African Medical Research Council. Visitado em 22 de outubro de 2009.
  16. http://www.info.gov.za/aboutgovt/locgovt/categories.htm
  17. http://www.joburg.org.za/index.php?option=com_content&Itemid=50&catid=45&id=170&lang=en&view=article
  18. van der Merwe, Izak and Davids, Arlene. In: Bekker, Simon B. and Leildé, Anne. Reflections on Identity in Four African Cities. Stellenbosch, South Africa: African Minds, 2006. p. 33. ISBN 978-1-920051-40-2
  19. Beavon, Keith S. O.. In: Rakodi, Carole. The urban challenge in Africa: Growth and management of its large cities. New York: United Nations University Press, 1997.
  20. Abraham, Anish (11 May 2006). Jozi plans major restructuring City of Johannesburg. Cópia arquivada em 27 de junho de 2006.
  21. http://www.assr.nl/conferences/documents/StaffsempaperBourgouinnov.2008.pdf
  22. Johannesburg 2010 Communication Project Management Unit Government Communication and Information System (GCIS). Visitado em 29 de setembro de 2008.
  23. MasterCardWorldwide Centers of Commerce (2008). Visitado em 2 de abril de 2015.
  24. http://www.randairport.co.za/randairport_comonair.htm
  25. "Gautrain: Joburg to Pretoria line ready", 28 de julho de 2011. Página visitada em 28 de julho de 2011.
  26. [2], 23 de maio de 2006
  27. University of the Witwatersrand. Wits Facts University of the Witwatersrand. Visitado em 26 de maio de 2011.
  28. a b c d http://www.joburg.org.za/index.php?option=com_content&task=view&id=1690&Itemid=49
  29. http://www.artschool.co.za/
  30. http://www.artthrob.co.za/Galleries/Johannesburg-Art-Gallery.aspx
  31. City of Johannesburg. Region F libraries. Visitado em 15 de fevereiro de 2012.
  32. Análise de Joanesburgo para a Copa do Mundo de 2010

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Commons
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