Jogo educativo

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Jogos educativos para além da parte lúdica, os videojogos educacionais facilitam e estimulam a aprendizagem através da interacção. Incitam à resolução dos problemas propostos permitindo ao utilizador raciocinar e estimular as suas capacidades cognitivas, literacia, assim como desenvolver a sua coordenação motora e reflexiva.

Jogos educativos são aqueles que estimulam e favorecem o aprendizado de crianças e adultos, através de um processo de socialização que contribui para a formação de sua personalidade. Eles visam estimular o impulso natural da criança (e adulto) a aprender. Para isso, os jogos educativos mobilizam esquemas mentais, estimulam o pensamento, a ordenação de tempo e de espaço, ao mesmo tempo em que abrangem dimensões da personalidade como a afetiva, a social, a motora e a cognitiva. Eles também favorecem a aquisição de condutas cognitivas e desenvolvimento de habilidades como coordenação, destreza, rapidez, força e concentração.

A palavra jogo é originária do latim: iocus, iocare e significa brinquedo, divertimento, passatempo sujeito a regras, entre outros. De acordo com Leal (2005), o jogo é uma atividade lúdica em que crianças e/ou adultos participam de uma situação de engajamento social num tempo e espaços determinados, como características próprias delimitadas pelas próprias regras de participação na situação “imaginária”.

A maior parte dos jogos educativos é voltada para o público infantil. Existem dois grupos principais de jogos infantis: os de enredo e os de regras. Os jogos de enredo também são chamados de jogo imaginativo, de faz-de-conta, de papéis, simbólico ou sócio-dramático. Os jogos de regras visam promover o desenvolvimento cognitivo e afetivo-social do jogador. Neles, as crianças se imaginam nos papéis dos adultos, representando a realidade que vivem, ou que gostariam de vivenciar.

Um bom exemplo de jogo de regras é o xadrez. Nele, a situação imaginária está subentendida e as normas orientam a brincadeira. Os participantes ficam atentos a finalidade do jogo e no atendimento aos códigos por eles compartilhados.

Podemos aproveitar algum momento de alguma aula para fazer com que o aluno memorize de forma descontraída o conteúdo dado. Não perdendo o senso de que a criança precisa brincar, os educadores poderão intervir durante a brincadeira para facilitar o aprendizado e sempre estabelecendo uma relação com o que foi estudado até então.[1]

Brincar faz parte do dia-a-dia de qualquer criança, não só faz parte como é um fator muito importante, e que tal aprender brincando? para um educador é algo que vai fazer com que o seu trabalho seja mais divertido e traga melhores e maiores resultados de sua turma.[2]

Existem tantas maneiras de se aprender e revisar e/ou treinar o que foi estudado e porquê não não utilizar de um material criado com tanta criatividade além de tornar a aula mais dinâmica? pense nisso, os jogos educativos pode transformar a futura geração.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Estatuto da criança e do adolescente Art. 16 (13 DE JULHO DE 1990.). Visitado em 31/05/2014.
  2. Bianca Bibiano. [http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/4-a-6-anos/brincar-importante-criancas-pequenas-612994.shtml > Educação Infantil> Pré-escola - 4 e 5 anos> Jogos e brincadeiras Por que brincar é importante para as crianças pequenas] Bianca Bibiano (bianca.bibiano@fvc.org.br). Visitado em 31/05/2014.
  • BORGES, Dina do Socorro Paiva; OLIVEIRA, Isabel Cristina dos Santos & OLIVEIRA, Romualdo Tavares de. Jogos na sala de aula: Brincadeira com aprendizagem significativa. Visitado em 20 de julho de 2009.
  • HAMZE, Amélia. O jogo educativo como fato social. Visitado em 20 de julho de 2009.
  • LEAL, Telma Ferraz. Jogos: alternativas didáticas para brincar alfabetizando (ou alfabetizar brincando?). In: Alfabetização: apropriação do sistema de escrita alfabética. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.
  • KISHIMOTO, Tizuko Morchida. O Jogo e a Educação Infantil. São Paulo: Pioneira, 1998.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]