John Boehner

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John Boehner
John Boehner
61º Presidente da Câmara dos Representantes dos Estados UnidosEstados Unidos
Período de governo 3 de janeiro de 2011
Presidente Barack Obama
Antecessor(a) Nancy Pelosi
21º Líder da Minoria na Câmara dos RepresentantesEstados Unidos
Período de governo 4 de janeiro de 2007
3 de janeiro de 2011
Antecessor(a) Nancy Pelosi
Sucessor(a) Nancy Pelosi
Membro da Câmara dos Representantes do 8º Distrito de Ohio
Período de governo 3 de janeiro de 1991
Antecessor(a) Buz Lukens
Vida
Nascimento 17 de Novembro de 1949 (65 anos)
Reading, OH
Dados pessoais
Primeira-dama Deborah L. Gunlack
Partido Republicano
Religião Catolicismo romano
Assinatura Assinatura de John Boehner
Serviço militar
Serviço/ramo Marinha dos Estados Unidos
Anos de serviço 7 semanas (1968)

John Andrew Boehner (nascido em 17 de novembro de 1949) é um político dos Estados Unidos, representante do 8º distrito de Ohio, desde 1991, e presidente da câmara dos representantes, ocupando a 3ª posição em uma eventual linha de sucessão presidencial, após o presidente Barack Obama e o vice-presidente Joe Biden.

Como os republicanos se tornaram o partido majoritário na Câmara dos Representantes, Boehner foi eleito presidente da Câmara dos Representantes sendo empossado em 3 de janeiro de 2011.

De 2001 a 2006, foi Presidente da Comissão de Educação da Câmara e da força de trabalho, foi líder da maioria da Câmara dos Representantes, entre 2006 a 2007, entre 2007 a 2011 foi líder da minoria da Câmara dos Representantes.

Primeiros anos, educação e carreira[editar | editar código-fonte]

Boehner nasceu em Reading, no Ohio, filho de Mary Anne e Henry Earl Boehner, o segundo dos doze filhos de uma família de alemães e irlandeses.[1] [2] [3] [4] Ele viveu em uma família modesta, tendo que partilhar uma casa de 4 quartos com seus 11 irmãos, em Cincinnati. Seus pais dormiam em um sofá-cama.[5] Ele começou a trabalhar no bar de sua família aos 8 anos de idade, o bar foi fundado por seu avô Andy Boehner em 1938.[5] Ele viveu no sudoeste de Ohio durante toda sua vida. Todos os seus irmão, menos dois, moram a poucos quilômetros um do outro. Dois estão desempregados e a maioria dos outros têm empregos de colarinho azul.[6]

Boehner estudou na Cincinnati Moeller High School e era um linebacker na equipe de futebol da escola, onde foi treinado pelo treinador Gerry Faust.[7] Graduando na Moeller em 1968,[8] quando o envolvimento dos EUA na Guerra do Vietnã estava no auge, Boehner alistou-se na Marinha dos Estados Unidos, mas foi dispensado após oito semanas por causa de um problema nas costas.[9] Ele obteve seu BA em administração de empresas da Xavier University, em 1977, tornando-se a primeira pessoa da família a freqüentar uma universidade, tendo trabalhado sete anos em vários empregos para pagar sua universidade.[5]

Logo após sua graduação em 1977, Boehner aceitou um emprego como vendedor, em uma pequena indústria de plásticos. Ele foi promovido de forma constante e, eventualmente, tornou-se presidente da empresa, demitindo-se em 1990 quando foi eleito para o Congresso.[3]

Início da carreira política[editar | editar código-fonte]

De 1982 a 1984, Boehner atuou no conselho da União Township, no Condado de Butler.Ele, então, foi membro da Câmara dos Representantes do estado entre 1985 e 1990 pelo 57º distrito.

Câmara dos representantes[editar | editar código-fonte]

Boehner, como líder da minoria, em campanha pelo congressista de Ohio, Steve Stivers (à esquerda) durante as eleições intercalares de 2010.

Em 1990, concorreu contra Boehner concorreu contra Buz Lukens, que estava sob acusação de ter mantido relação sexual com uma menor. Ele derrotou Lukens nas primárias, tendo 49 por cento dos votos. Lukens renunciou em 24 de outubro de 1990. Ele foi eleito no Distrito que é fortemente republicano. Ele foi reeleito 10 vezes sem oposição substancial, e mesmo concorreu sem oposição em 1994.

Gang of Seven[editar | editar código-fonte]

Durante seu primeiro ano no congresso, Boehner e outros membros do Gang of Seven, junto com democratas e republicanos fecharam o Banco House, descoberto por práticas ilegais.[10]

Contrato com a América[editar | editar código-fonte]

Boehner, junto com Newt Gingrich e vários outros representantes republicanos, formaram o Contrato com a América em 1994 que ajudou os republicanos a ter maioria no congresso pela primeira vez em quatro décadas.

Realizações legislativas[editar | editar código-fonte]

De 1995 a 1999, Boehner foi Conferência republicana que é liderança do partido republicanos para a Câmara dos Representantes. Neste cargo, ele estava no quarto lugar no rankin dos líderes republicanos na Câmara, atrás de Newt Gingrich, líder da maioria Dick Armey e Tom DeLay. Lá, ele defendeu a liberdade de agir dos fazendeiros que, entre outras disposições, revisa e simplifica programas de pagamento direto para as culturas e elimina preço do leite através de compras diretas do governo.

Após a eleição do presidente George W. Bush, Boehner foi eleito como presidente da Câmara de Educação e o Comitê da força de trabalho entre 2001 até 2006. Lá, ele escreveu várias reformas, incluindo o Pension Protection Act e um bem sucedido programa de escola para crianças de baixa renda, em Washington, D.C..[11] Ele também fez um grande esforço para que o projeto No Child Left Behind Act de 2001 fosse aprovado, dizendo: era a sua "maior conquista" em duas décadas de serviço público.[12]

Liderança no congresso[editar | editar código-fonte]

Em 1998, Boehner foi deposto como presidente da Conferência republicano da Câmara, depois que seu partido perdeu cinco cadeiras no Congresso.[13]

Em uma virada, Boehner foi eleito pelos seus colegas republicanos para servir como líder da maioria na Casa em 2 de fevereiro de 2006. A eleição foi realizada divido a renúncia de Tom DeLay renúncia do cargo após ser indiciado sob acusação criminal.

Boehner fez campanha como candidato da reforma que queria conter os gastos do governo. Ele derrotou Roy Blunt de Missouri e o representante John Shadegg do Arizona. No segundo turno de votação pela Conferência republicano da Câmara, Boehner recebeu 122 votos contra 109 de Blunt. Blunt manteve sua posição anterior. Houve uma confusão na primeira votação para líder da maioria como a primeira contagem mostrou um voto a mais que o número de republicanos presentes,[14] devido a um mal-entendido a respeito de se as regras permitem que o residente comissário Luis Fortuño de Porto Rico de votar ou não.[15]

Depois de os republicanos perderam o controle da Câmara nas eleições de 2006, a House Conference escolheu Boehner como líder da minoria. Como líder da minoria, ele foi o segundo com mais tempo no cargo, trás apenas de Dennis Hastert, como líder da minoria, ele era o líder dos republicanos da Câmara. Como tal, ele foi o candidato republicano a presidente da câmara em 2006 e 2008, perdendo ambas as vezes para Nancy Pelosi.

De acordo com o Ranking de 2008 pelo Poder Congress.org, Boehner estava em sexto lugar como o representante mais poderoso (perdendo para a Speaker Pelosi, o líder da maioria Steny Hoyer, Ways, Means, Sander M. Levin , decano da Casa John Dingell, presidente da Comissão de Dotações Dave Obey, sendo que todos são democratas) e também era o republicano mais poderosos.[16] Como líder da minoria, Boehner serviu como um membro Comitê Permanente de Inteligência.

Presidênte da Câmara[editar | editar código-fonte]

Boehner é saudado como presidente da câmara dos representantes pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pouco antes de seu pronunciamento na primeira sessão de 2011, que ficou conhecido como 2011 State of the Union Address

Em 17 de novembro de 2010, Boehner foi escolhido por unanimidade pelos republicanos como candidato a presidente da casa,[17] [18] garantindo sua eleição formal para o cargo quando o novo Congresso fosse realizado em janeiro de 2011. Ele é o primeiro presidente republicano do Ohio desde Nicholas Longworth (1925-1931) e J. Warren Keifer (1881-1883), Warren Keifer (1881-1883). Ele é também o primeiro Presidente que tem servido tanto como líder da maioria e minoria de seu partido desde o democrata Sam Rayburn do Texas.

No entanto, por tradição, ele normalmente não participa em debate (embora ele tenha o direito de debater) e quase nunca usa o direito de voto no chão (que é quando o congressista fala da parte mais baixa da câmara sobre seu voto, o presidente vota da parte mais alta da câmara, que fica no centro da casa, lá também ele dirige as votações). Ele também não é membro de nenhuma comissão da Câmara.

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Conexões com lobistas[editar | editar código-fonte]

Em junho de 1995, contribuições para a campanha de Boehner vindos da indústria de tabaco, supostamente dados a congressistas para votarem a favor de leis sobre subsídios ao tabaco.[19] Em um documentário de 1996 pela PBS chamado de The People e do jogo do poder, Boehner disse: "Eles pediram me dar uma meia dúzia de cheques rapidamente antes de chegarmos ao final do mês e eu cumpri. E eu fiz isso no plenário da Câmara, o que lamento. Eu não deveria ter feito. Não é uma violação das regras da Casa, mas é uma prática que se passou aqui há muito tempo que estamos tentando parar e eu sei que nunca vou fazer isso novamente".[20] Boehner, eventualmente, liderou o esforço para alterar as regras da Casa e proibir contribuições para campanha que sejam distribuídos no plenário da Câmara.[21]

Em setembro de 2010, o New York Times disse que Boehner era "ligado a lobistas" e "Ele mantém laços especialmente com um círculo de lobistas e ex-assessores que representam algumas das maiores empresas do país, incluindo Goldman Sachs, Google, Citigroup, RJ Reynolds, MillerCoors e UPS.[22]

Smithsonian[editar | editar código-fonte]

Em novembro de 2010, Boehner, junto com Eric Cantor, pediu o cancelamento de uma exposição no Smithsonian's National Portrait Gallery, depois que ele soube que a exposição apresentava um vídeo de David Wojnarowicz, chamado de um incêndio em minha barriga, que continha uma imagem de um crucifixo com formigas sobre ele. O porta-voz Kevin Smith disse: "Os funcionários devem reconhecer o erro e corrigi-lo, ou que estejam se preparando para enfrentar um início duro em janeiro, quando a nova maioria da câmara tomará posse."[23]

Posições políticas[editar | editar código-fonte]

Boehner com o ex-presidente George Bush em Troy no Ohio em 2003.

Um perfil de Boehner no Pittsburgh Tribune-Review disse: "Em ambos os lados, Boehner ganha elogios por franqueza e uma capacidade de ouvir."[24] O The Plain Dealer diz "aperfeiçoou a arte de discordar sem ser desagradável."[25]

Boehner foi classificado como um "conservador hard-core" pelo OnTheIssues.[26] Embora Boehner tem um histórico de votações conservador, quando ele estava concorrendo para a presidência da casa, conservadores religiosos no GOP expressaram de que eles não estavam satisfeitos com suas posições. De acordo com o Washington Post: "Desde a imigração ilegal às sanções aplicadas a China para uma revisão do sistema de pensões, Boehner, como presidente do Comitê de Educação e Recursos Humanos, tomou posições ardentemente pró-negócios, que eram contrários aos de muitos. Seu partido feito de conservadores religiosos - examinam seu histórico de votações - vê-lo como um elaborador de política impulsionada por pequenas preocupações econômicas do governo, não a deles ".[27]

Boehner recebeu um "0" na Avaliação da Campanha de Direitos Humanos nas últimas três sessões do Congresso, o voto contra Don't Ask, Don't Tell Repeal Act of 2010, ao Early Treatment for HIV Act, ao Employment Non-Discrimination Act, e ao Hate Crimes Prevention Act. Boehner voted for a Federal Marriage Amendment. Em uma carta para a Campanha de Direitos, Boehner declarou: "Eu me oponho a qualquer legislação que daria direitos especiais para os homossexuais ... Tenha certeza de que vou continuar a trabalhar para proteger a idéia da família tradicional como um dos princípios fundamentos da civilização ocidental".[28] [29]

Em 25 de maio de 2006, Boehner emitiu um comunicado defendendo sua agenda e atacando seus "democratas amigos", como a líder da minoria Nancy Pelosi. Boehner, disse em matéria de segurança nacional que os eleitores "têm uma escolha entre um partido republicano que entende os riscos e se dedica a vitória, e o Partido Democrata com uma política de segurança inexistente nacional que timidamente descarta os desafios de um pós- 11/09 é tudo muito dispostos a admitir a derrota no campo de batalha no Iraque".

Gastos militares[editar | editar código-fonte]

Boehner exortou o presidente para justificar os gastos para operações militares contra os terroristas.[30]

Crise financeira[editar | editar código-fonte]

Em 18 de setembro de 2008, o congressista Boehner participou de uma reunião fechada com os líderes do Congresso, o então secretário do Tesouro Henry Paulson e presidente do Federal Reserve Ben Bernanke, e foi instado a elaborar legislação para ajudar os bancos com problemas financeiros. Nesse mesmo dia, o deputado Boehner sacou um fundo mútuo de capital.[31]

Em 3 de outubro de 2008 Boehner votou a favor do Troubled Asset Relief Program (TARP),[32] acreditando que o enumerado de poderes do Congresso concedem a autoridade para "comprar ativos e capital próprio de instituições financeiras, a fim de reforçar o seu setor financeiro."

Boehner se reúne com o presidente Obama na Casa Branca durante as negociações para o aumento do teto da dívida dos Estados Unidos.

Boehner tem sido muito criticado por várias iniciativas recentes do Congresso democrata e pelo presidente Barack Obama, incluindo o cap and trade, plano que Boehner diz que prejudicaria o crescimento do emprego em seu distrito no Congresso e em outros lugares. Ele se opôs à protecção dos doentes, e disse que se os republicanos assumissem o controle da Câmara dos Representantes nas eleições de 2010, eles fariam o que for preciso para impedir o ato. Uma opção seria o aspecto administrativo da lei, que não iria ser pago os salários dos trabalhadores que iria administrar o plano. Ele também liderou uma oposição ao estímulo de 2009 e à proposta de Obama sobre seu orçamento, promovendo, em vez de um plano de recuperação econômica alternativa[33] e um orçamento Republicano (de autoria do Rep.Paul Ryan, R-WI).[34] Ele tem defendido que o governo congele os gastos, incluindo programas sociais. Boehner é a favor de fazer mudanças na Previdência Social, como através do aumento da idade de aposentadoria para 70 anos para pessoas que têm pelo menos 20 anos até a aposentadoria, bem como a subordinação do custo de vida e o aumenta do índice de preços ao consumidor, em vez de inflacionar os salários, e limitando pagamentos a pessoas que deles precisam.[35]

Em 2011 Boehner chamou a lei No Taxpayer Funding for Abortion Act de "um dos mais altas prioridades legislativas".[36] [37]

Campanhas políticas[editar | editar código-fonte]

2006[editar | editar código-fonte]

Na eleição de novembro de 2006, Boehner derrotou o candidato do Partido Democrata, veterano da Força Aérea dos Estados Unidos Mort Meier, por 64% a 36%.[38]

2008[editar | editar código-fonte]

Na eleição de novembro de 2008, Boehner derrotou Nicholas Von Stein, por 68% a 32%.[39]

2010[editar | editar código-fonte]

Boehner concorreu contra o democrata Justin Coussoule, o candidato Jim Condit do Partido da Constituição, e o candidato libertário David Harlow. Vencendo a eleição com 66%.[40]

Como líder republicano na casa, Boehner é um alvo Democrata, criticando seus pontos de vista republicano e posições políticas. Em julho de 2010, o presidente Barack Obama começou a destacar Boehner por suas críticas durante seus discursos.[41] Em um discurso, Obama mencionou o nome de Boehner em nove vezes[42] e acusou-o de acreditar que a polícia, bombeiros e professores são postos de trabalho que "não vale a pena".[43]

Histórico eleitoral[editar | editar código-fonte]

Historico eleitoral, resultados do 8º distrito desde 1990[44] [45]
Ano Ref Democrata Votos % Republicano Votos % Outro Votos % Outro Votos %
1990 Gregory Jolivette 66.584 40% John Boehner 99.955 60%
1992 Fred Sennet 62.033 26% John Boehner 176.362 74%
1994 Nenhum John Boehner 148.338 100%
1996 Jeffrey Kitchen 52.912 29% John Boehner 127.979 70% William Baker Lei Natural 8.613 4%
1998 John W. Griffin 29% John Boehner 71%
2000 John G. Parks 66.293 26% John Boehner 179.756 71% David Shock Libertário 7.254 3%
2002 Jeff Hardenbrook 49.444 29% John Boehner 119.947 71%
2004 Jeff Hardenbrook 90.574 31% John Boehner 201.675 69%
2006 Mort Meier 77.640 36% John Boehner 136.863 64%
2008 Nicholas Von Stein 95.510 32% John Boehner 202.063 68%
2010 Justin Coussoule 65.863 30% John Boehner 142.731 66% David Harlow Libertário 5.121 2% James Condit Constituição 3.701 2%

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Boehner e sua esposa Debbie se casaram em 1973. Eles vivem em Wetherington. Eles têm duas filhas, Lindsay e Tricia.[46]

Referências

  1. Harnden, Toby. "John Boehner: the second of twelve kids", Telegraph.co.uk. Página visitada em 2010-09-14.
  2. Office of Speaker Boehner's Photos - January 2011 Facebook.
  3. a b John Boehner - 8th District of Ohio U.S. House of Representatives. Visitado em 2009-07-13.
  4. Current Biography Yearbook 2006 - Google Books
  5. a b c Banikarim, Susie. "'American Dream': John Boehner Set to Take House Helm", ABC News, November 3, 2010.
  6. Harnden, Toby. "John Boehner: the second of 12 kids from Ohio who is Barack Obama's elitist target", The Daily Telegraph, September 17, 2010.
  7. *Brian Williams (interviewer) and John Boehner (interviewee). Boehner talks about tearfulness: 'It's who I am'. NBC Nightly News. Evento ocorre em 3:03.
    *Peter J. Boyer. "House Rule", 'The New Yorker', December 13, 2010.
    *Catalina Camia. "Boehner: Tea Party rally showed him need for strong GOP", 'USA Today', December 6, 2010.
    *"John Boehner: Speaker-in-Waiting?", CBS News, October 21, 2010.
    *Jennifer Steinhauer and Carl Hulse. "Boehner's Path to Power Began in Southern Ohio", 'The New York Times', October 14, 2010.
    *Eric Bradley. "John Boehner rose from humble roots", 'Cincinnati Enquirer', October 4, 2010.
    *Deirdre Walsh. "President's critic powerful insider, little-known outside the Beltway", CNN, August 31, 2010.
  8. "John Boehner - 8th District of Ohio" (em inglês) U.S. House of Representatives. Visitado em 13 de julho de 2009.
  9. "Cincinnati Enquirer" (em inglês) Enquirer.com.. Visitado em 14 de junho de 2010.
  10. A Rabble-Rouser, Then and Now, New York Times, Carl Hulse, 4 July 2009
  11. George F. Will (2003-09-14). Today's principle civil rights fight - Pittsburgh Tribune-Review Pittsburghlive.com. Visitado em 2010-08-23.
  12. Rudalevige, Andrew (June 10–11, 2002). "Accountability and Avoidance in the Bush Education Plan: The ‘No Child Left Behind Act of 2001.’". “Taking Account of Accountability” Conference, Program on Education Policy and Governance. 
  13. Weisman, Jonathan. "In an Upset, Boehner Is Elected House GOP Leader", washingtonpost.com, 02-03-2006. Página visitada em 2010-11-04.
  14. Roll Call[ligação inativa]
  15. "CNN", Edition.cnn.com, 2006-02-02. Página visitada em 2010-06-14.
  16. http://www.congress.org/congressorg/power_rankings/overall.tt
  17. Boehner: New Leadership "Reflects a New Majority Ready to Listen and Go to Work Office of the House Republican Leader (2010-11-17). Visitado em 2010-11-19.
  18. Boehner favored as 61st House Speaker on his 61st birthday TheHill.com (2010-11-17). Visitado em 2010-11-17.
  19. Dana Milbank. "Boehner Makes His Political Comeback", Washington Post, 2006-02-03. Página visitada em 2010-11-22.
  20. 'The Rachel Maddow Show' (transcript), Thursday, September 30, 2010, http://www.msnbc.msn.com/id/39459613 
  21. See House Rule IV 7 at rules.house.gov.
  22. Lipton, Eric. "A G.O.P. Leader Tightly Bound to Lobbyists", September 11, 2010.
  23. Trescott, Jacqueline. "Portrait Gallery removes crucifix video from exhibit after complaints", The Washington Post, December 1, 2010.
  24. Salena Zito. "Boehner's job: Recapture 'squandered' GOP brand", Pittsburgh Tribune-Review, May 10, 2009. Página visitada em June 3, 2009.
  25. Sabrina Eaton. "House Republican leader John Boehner of Ohio helps unite GOP", The Plain Dealer, March 8, 2009. Página visitada em June 3, 2009.
  26. John Boehner on the Issues Issues2000.org. Visitado em 2010-06-14.
  27. Weisman, Jonathan. "Washington Post", Washington Post, February 12, 2006. Página visitada em 2010-06-14.
  28. Equality magazine. Winter 2011 issue. "Vigilance!", page 5.
  29. On the Issues - John Boehner on Civil Rights
  30. Saine, Cindy. "Boehner Calls on Obama to Justify Continuing Military Action in Libya and Afghanistan." VoA, 2 June 2011.
  31. “Lawmakers’ inside advantage to trading” September 17, 2009, http://marketplace.publicradio.org/display/web/2009/09/17/pm-inside-dope/ Retrieved 2009-09-20
  32. http://clerk.house.gov/evs/2008/roll681.xml
  33. House GOP Economic Recovery Alternative Will Create 6.2 Million New American Jobs | Republican Leader John Boehner Republicanleader.house.gov. Visitado em 2010-06-14.
  34. Budget Committee Republicans, U.S. House of Representatives, Washington, D.C House.gov (2009-01-04). Visitado em 2010-06-14.
  35. Wereschagin, Mike; Zito, Salena (June 29, 2010), "Obama's good for GOP, Boehner says", Pittsburgh Tribune-Review, http://pittsburghlive.com/x/pittsburghtrib/news/s_688102.html, visitado em 2010-09-12 
  36. Somashekhar, Sandhya. "Legislative proposal puts abortion rights supporters on alert." Washington Post, 1 February 2011.
  37. Boehner, John. Boehner press release on HR 3 20 January 2011.
  38. "State Races: Ohio 2006 Elections", CNN, November 2006. Página visitada em 2006-03-16.
  39. "State Election Results", CNN, 12 January 2009. Página visitada em 22 November 2010.
  40. Official candidate list, Ohio Secretary of State
  41. Yunji de Nies and Sunlen Miller (7/30/10) [1] ABC News
  42. Toby Harnden (9/17/10) John Boehner: the second of 12 kids from Ohio who is Barack Obama's elitist target The Daily Telegraph
  43. Frank James (9/12/10) Obama Takes Boehner On By Name; Shades Of Clinton-Gingrich NPR
  44. Election Statistics Office of the Clerk of the House of Representatives. Visitado em 2008-01-10.
  45. Election Results Ohio Secretary of State. Visitado em January 27, 2011.
  46. James Rowley. (28 October 2010). "Boehner’s Blue-Collar Roots Frame Possible Next Speaker’s Views". Business Week. New York, NY: Bloomberg L.P..

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Barone, Michael, and Grant Ujifusa, The Almanac of American Politics 2006: The Senators, the Representatives and the Governors: Their Records and Election Results, Their States and Districts (2005) pp 1328–32.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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Buz Lukens
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2001-2006
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1995-1999
Sucedido por
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2005-2006
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2007-2011
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Presidente da Câmara dos Representantes
2011-
Sucedido por
incumbente
Precedido por:
Prefeito da cidade onde o evento aconteceu
Ordem de precedência dos Estados Unidos
como presidente da câmara dos representantes

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Seguido por:
John Roberts
como Chefe de justiça dos Estados Unidos
Precedido por:
O governador do estado onde o evento aconteceu
Ordem de precedência dos Estados Unidos
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Precedido por:
Caso contrário, Joe Biden
como vice-presidente dos Estados Unidos
Ordem de precedência dos Estados Unidos
como presidente da câmara dos representantes

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Representante por antiguidade
55
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2º na linha
como presidente da Câmara dos Representantes
Sucedido por
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