John Edgar Hoover

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John Edgar Hoover
John Edgar Hoover em 1961.
John Edgar Hoover
1º Diretor do Federal Bureau of Investigation
FBISeal.png
Mandato 22 de março de 1935
até 2 de maio de 1972
Vice Clyde Tolson
Antecessor(a) -
Sucessor(a) L. Patrick Gray
Vida
Nascimento 1 de janeiro de 1895
Estados Unidos Washington, D.C.
Falecimento 2 de maio de 1972 (77 anos)
Estados Unidos Washington, D.C.
Nacionalidade Estados Unidos Estadunidense
Religião Presbiteriano
Profissão Advogado

John Edgar Hoover (Washington, D.C., 1 de janeiro de 1895-Washington, D.C., 2 de maio de 1972) foi durante 48 anos o chefe do FBI, a mais importante organização policial do mundo, sendo considerado seu patrono.

Índice

[editar] Biografia

Trabalhou na Biblioteca do Congresso Americano e de educação luterana, formou-se em Direito aos 22 anos. Empregou-se logo em seguida no Departamento de Justiça dos Estados Unidos, onde sua carreira foi rápida. No ano de 1919 foi indicado para investigar estrangeiros suspeitos de subversão. Sua missão resultou na expulsão do país de um grande número de pessoas. Com o sucesso em seu trabalho, foi nomeado para trabalhar como assistente do diretor do FBI. Poucos anos depois, em 1924, Hoover tornou-se o chefe do Departamento.

[editar] FBI

Durante o tempo em que ficou na chefia do departamento (até sua morte), serviu 8 presidentes americanos e 18 secretários de Justiça. Mudou a história do FBI: a antiga e ineficiente organização de 657 (muitas vezes corruptos) agentes, tornou-se a maior organização policial do planeta, com mais de 16 000 funcionários, além de modernos métodos de investigação criminal. No ano de sua morte, os arquivos do FBI possuiam mais de 200 milhões de impressões digitais. Nos anos 30, sua fama começou a crescer quando combatia gângsters famosos, como John Dillinger, Pretty Boy Floyd e Baby Face. Na mesma década, também participou da captura do raptor de filho do aviador Charles Lindberg, fato que havia tomado conta da imprensa americana. Durante a Segunda Guerra Mundial, participou na caça de espiões e comunistas.

[editar] Críticas

Praticamente intocável durante sua longa carreira, no final de sua vida passou a ser alvo de críticas da sociedade. Na década de 1960, passou mais tempo censurando o telefone de congressistas e perseguindo líderes do movimento negro do que combatendo criminosos comuns de fato.

[editar] Curiosidade

Muitos escritores o citaram em suas obras, entre eles Robert Ludlum no romance O Arquivo de Chancellor, onde sua morte é detalhadamente descrita como um assassinato.

Em 2011, foi feito um filme baseado na sua história, intitulado "J. Edgar (filme)". No filme o ator Leonardo Dicaprio interpreta John Edgar Hoover.

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