John Thomas Sweeney

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John Thomas Sweeney (1956) é um chef e criminoso estadunidense.

Foi o culpado da morte da sua ex-namorada e atriz Dominique Dunne, em 4 de novembro de 1982. Insatisfeito com o fim do namoro, John estrangulou-a após uma briga. Dominique entrou em coma e faleceu dias depois.

Em novembro de 1983, um ano após o crime, John recebeu uma sentença de prisão por homicídio doloso de seis anos e meio. Ele foi solto após cumprir quatro anos e meio, porque o seu tempo de serviço antes da condenação foi subtraído de sua sentença.

Crime e prisão[editar | editar código-fonte]

A atriz Dominique Dunne, que nunca tivera namorados antes, apaixonou-se por John Thomas Sweeney, na época ajudante de cozinha que trabalhava no Ma Maison, um dos melhores restaurantes de West Hollywood. Dominique levou-o a Nova York para conhecer seus pais e na ocasião ele revelou seu temperamento explosivo num acesso de ciúmes, mostrando-se possessivo e tentando afastá-la de seus amigos.

Com o sucesso no cinema, a carreira de Dominique havia deslanchado e ela recebeu uma proposta para atuar num seriado de TV ao lado de Tom Selleck, entretanto o namorado não gostou. Em 26 de agosto de 1982, durante uma briga, ele bateu a cabeça da atriz contra o chão e ela fugiu para a casa da mãe.

Exatamente um mês depois, em 26 de setembro, John agrediu-a novamente. Depois desse segundo ataque, Dominique percebeu a insanidade do namorado e começou a se esconder, mas ele conseguiu um contato pelo telefone. Ela, então, declarou-lhe que havia decidido pela separação definitiva, o que John não aceitou. O rapaz invadiu sua casa e estrangulou-a covardemente, deixando a atriz em coma durante alguns dias, e falecendo posteriormente.

Em novembro de 1983, um ano após o crime, John recebeu uma sentença de prisão por homicídio doloso, com duração de seis anos e meio.

Soltura[editar | editar código-fonte]

Em 1988, Sweeney foi solto após cumprir quatro anos e meio de prisão, porque o seu tempo de serviço antes da condenação foi subtraído de sua sentença, fato que causou a revolta da família de Dominique.

Devido à revolta e frustração da família, o falecido pai de Dominique Dunne, o jornalista e escritor Dominick Dunne, disse que havia contratado o investigador privado Anthony Pellicano, para acompanhar e relatar sobre a vida de John após ser libertado da prisão. Segundo Dunne, a última informação que tinha era que Sweeney havia mudado seu nome para John Maura, e mudou-se para um país do Oceano Pacífico, provavelmente a Austrália ou o Japão, onde encontrou um novo emprego como chef num restaurante.

O paradeiro atual de Sweeney é desconhecido pela imprensa estadunidense.