Jornal da Globo

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Jornal da Globo
Logotipo do telejornal
Informação geral
Formato Telejornal
Duração 30 Minutos
Criador(es) Central Globo de Jornalismo
País de origem  Brasil
Idioma original (em português)
Produção
Diretor(es) Silvia Faria (telejornal)
Ali Kamel (DGJE)
Apresentador(es) Oficiais:
William Waack (desde 2005)
Christiane Pelajo (desde 2005)
Eventuais:
Carlos Alberto Sardenberg
Poliana Abritta
Elenco Heraldo Pereira (Brasília)
Renato Machado (Londres)
Jorge Pontual (Nova York)
Carlos Alberto Sardenberg (Economia)
Luís Roberto (esportes)
Cléber Machado (esportes)
Fernanda Gentil (Placar da Rodada)
Nelson Motta (Música e Artes)
André Trigueiro (Sustentabilidade)
Tema de abertura Instrumental
Exibição
Emissora de
televisão original
Brasil Rede Globo
Formato de exibição 480i (SDTV)
1080i (HDTV)
Transmissão original 1ª fase: 4 de março de 1967 - 30 de março de 1969
2ª fase: 2 de abril de 1979 - 6 de março de 1981
3ª fase: 2 de agosto de 1982 - presente
Nº de temporadas 3
Cronologia
Último
Último
Tele Globo (1967)
Jornal Nacional - 2ª Edição (1982)
Jornal Nacional (1969)
Próximo
Próximo
Programas relacionados Bom Dia Brasil
Jornal Hoje
Jornal Nacional

Jornal da Globo[1] [2] é um telejornal noturno brasileiro produzido e exibido pela Rede Globo, exibido no fim de noite, mas sem horário fixo de transmissão. A fase atual estreou em 1982 sob o comando de Renato Machado, Belisa Ribeiro, Luciana Villas-Bôas [3] . Atualmente é apresentado por Christiane Pelajo e William Waack.

História[editar | editar código-fonte]

1967 e 1979[editar | editar código-fonte]

O Jornal da Globo é exibido ininterruptamente desde 1982, entretanto, foi exibido por duas vezes antes desse período. O primeiro formato é de 1967 e teve como apresentadores Hilton Gomes e Luiz Jatobá. O editor-chefe nesta época era o jornalista e historiador de música brasileira José Ramos Tinhorão. Ficou no ar até 1969, quando, em seu lugar, estreou o Jornal Nacional.

Em 2 de abril de 1979, reestreou o Jornal da Globo. Apresentado por Sérgio Chapelin, apresentava análises, séries de reportagens, correspondentes internacionais e entrevistas de estúdio que condicionavam a duração do telejornal, com um tempo mínimo de 30 minutos. Esta segunda versão foi exibida até 1981; em seu lugar, foi exibido o Jornal Nacional 2ª edição, que ficou no ar até a reestreia do JG, em agosto de 1982.

Reestreia em 1982[editar | editar código-fonte]

Em agosto de 1982, o Jornal da Globo passou a ser apresentado de segunda a sexta, às 23h15min, e sofreu uma pequena mudança no formato. Um dos blocos do jornal passou a se dedicar à análise da notícia mais importante do dia. Pequenas entrevistas ao vivo complementavam material gravado sobre o assunto.

Renato Machado, Belisa Ribeiro e Luciana Villas Boas formavam o time fixo do telejornal. E Carlos Monforte também fazia parte da equipe como comentarista.

Em seus 30 minutos de duração - 25 nacionais e cinco de noticiário local - o Jornal da Globo falava de política, economia e cultura, no Brasil e no mundo, mas também começou a abrir espaço para o esporte. Em 1983, o JG teve dois colaboradores da área do humor: o comediante Jô Soares, que fazia comentários diários e o cartunista Chico Caruso, que colaborava com charges semanais.

Cronologia de apresentadores[editar | editar código-fonte]

Em janeiro de 1983, o Jornal da Globo passou a ser apresentado por Eliakim Araujo e Liliana Rodriguez. Em setembro de 1983, Liliana Rodriguez foi substituída por Leilane Neubarth, mais ligada às pautas de cultura e que, além de apresentar, também ia para a rua fazer matérias. Em novembro de 1986, Leila Cordeiro passou a ser o par de Eliakim Araujo na apresentação do Jornal da Globo. Na época, os comentaristas eram Álvaro Pereira (política), Joelmir Beting (economia), Paulo Francis (internacional), Jô Soares (humor). Leila permaneceu na bancada até maio de 1989, quando foi deslocada para o Jornal Hoje, ficando lá por 2 meses. Fátima Bernardes assumiu o posto de Leila no JG. Em julho do mesmo ano, o casal Leila e Eliakim, rescindiram o contrato com a TV Globo, indo para a Rede Manchete e assumindo a bancada do Jornal da Manchete até 1992.

William Bonner, à época apresentador do Fantástico, assumiu o lugar de Eliakim, fazendo dupla com Fátima até 1992. No lugar de Fátima Bernardes, Cristina Ranzolin assumiu a bancada do Jornal da Globo ao lado de William. Em 1993, Fátima foi para o Fantástico e William foi para o Jornal Hoje.

Em 19 de abril de 1993, Lillian Witte Fibe voltaria à Globo, assumindo o posto de âncora do JG.

O telejornal manteve o nome, mas mudou o conceito. Lílian era também editora-chefe do jornal, tendo autonomia para decidir e fazer comentários sobre determinados assuntos, quando necessário.

Foi a primeira vez, também, que a Globo passou a transmitir um telejornal nacional de São Paulo. Num novo estúdio, três câmeras, sendo que apenas uma fixa, se movimentavam sobre trilhos ou gruas, num recurso inédito do telejornalismo brasileiro. O cenário, projeto de Alexandre Arrabal, era baseado na alegoria do dinamismo da notícia. A intenção era dar a sensação de amplitude e movimento.

Quanto ao conteúdo, o JG passou a priorizar notícias de Brasília e a prestação de serviços na área econômica. Alexandre Garcia (política), Joelmir Beting (economia), Juca Kfouri (esporte) e Paulo Francis (Nova Iorque) passaram a atuar como colunistas fixos do JG.

Em 1996, Lílian assumiu a apresentação do Jornal Nacional ao lado de William Bonner. Assume seu posto, no Jornal da Globo, Mônica Waldvogel.

A estreia de Mônica foi no dia 1º de abril de 1996 e a jornalista - depois de 13 anos de uma bem sucedida carreira como repórter em Brasília - logo conquistou o público com a sua maneira peculiar de relatar os acontecimentos. Na época, o jornal ia ao ar às 0h30min.

No dia 10 de março de 1997, a jornalista Sandra Annenberg estreou no Jornal da Globo. Ela acumulava a função de editora executiva com a apresentação e contava com a colaboração de Alberto Villas na coordenação do jornal.

Uma verdadeira "dança das cadeiras" entre o Jornal da Globo, o Jornal Hoje e o Jornal Nacional fez com que Sandra Annenberg deixasse o comando do telejornal em fevereiro de 1998. Em seu lugar assumiu Carla Vilhena, que até então apresentava o SPTV. Sandra era a ex-moça do tempo.

Em 1998, Lillian volta a comandar o Jornal da Globo, ficando até maio de 2000.

Em 29 de Janeiro de 1999, pela primeira vez na história do jornalismo da Rede Globo, o Jornal da Globo fazia história, tornando-se o primeiro telejornal da casa a ser apresentado da redação, logo depois viriam para a redação o Jornal Nacional em 2000 e o Jornal Hoje em 2001.

Carlos Tramontina assumiu interinamente a função de apresentador do Jornal da Globo com a saída de Lilian em 27 de abril de 2000.Para editor chefe foi nomeado Ricardo Melo, que era editor executivo na época de Lilian. Após um período de negociações, a emissora anunciou o nome de Ana Paula Padrão para a vaga de titular na ancoragem do telejornal. Ela estreou em 7 de agosto de 2000. Melo deixou a chefia do jornal pouco tempo depois, convidado para trabalhar com Lilian na criação de um jornal no Portal Terra. Foi substituído na chefia do JG por Luiz Cláudio Latgé. Ana Paula ficaria na função de apresentadora até maio de 2005, quando desligou-se da emissora e foi para o SBT.

Com a saída de Ana Paula, Chico Pinheiro, que já havia coberto férias da apresentadora, assumiu a bancada até o dia 27 de maio de 2005.

A partir de 30 de maio de 2005, William Waack e Christiane Pelajo assumem a bancada do JG. O jornal passa a ter como comentaristas fixos Carlos Alberto Sardenberg e Arnaldo Jabor. Meses depois, em julho do mesmo ano, Mariano Boni de Mathis passou a ser chefe de redação, e Erick Bretas assumiu a editoria-chefe do jornal.

Em 2 de agosto de 2007 o telejornal completou 25 anos ininterruptos no ar. Durante o mês de aniversário, foi exibido no telejornal uma série de reportagens que retratavam as mudanças ao longo dos últimos 25 anos no mundo, no Brasil e no próprio telejornal.

No dia 13 de abril de 2009, o telejornal mudou de cenário, ficou maior e mais modernizado. A vinheta de abertura mudou no dia seguinte, adequando-se à nova trilha, porém o visual da vinheta continuou o mesmo. A partir de julho desse mesmo ano, Ricardo Villela, até então editor, tornou-se editor-chefe do telejornal.

Em 2011, devido a apresentação da novela O Astro, o Placar da Rodada, que antes era depois dos jogos, passou a ser quadro do Jornal. sendo que após o término da novela continuou como quadro do jornal.

Após mais de 7 anos com apenas William Waack e Christiane Pelajo como apresentadores (na ausência de um, o jornal era apresentado individualmente pelo outro), o jornal passa a contar com Carlos Alberto Sardenberg e Poliana Abritta como apresentadores eventuais, sempre na companhia de um dos apresentadores titulares.

Em 2 de dezembro de 2013, o Jornal da Globo passou a ser transmitido em alta definição. O mesmo também ocorreu com os demais telejornais e programas jornalísticos da Rede Globo.

Em 2 de abril de 2014, pela primeira vez em 9 anos, desde que William Waack e Christiane Pelajo assumiram a bancada, o telejornal foi apresentado por dois jornalistas eventuais juntos: Carlos Alberto Sardenberg e Poliana Abritta.

Em 28 de abril de 2014, o Jornal da Globo ganhará novo cenário, novas vinhetas visuais e novos gráficos, assim como o Jornal Hoje.

Histórico dos Apresentadores[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]