José Figueroa Alcorta
| José Figueroa Alcorta | |
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| José Figueroa Alcorta | |
| Presidente da |
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| Mandato | 12 de Março de 1906 - 12 de Outubro 1910 |
| Antecessor(a) | Manuel Quintana |
| Sucessor(a) | Roque Sáenz Peña |
| Vida | |
| Nascimento | 20 de novembro de 1860 Córdoba, Província de Córdoba, Argentina |
| Falecimento | 27 de dezembro de 1931 (71 anos) Buenos Aires, Argentina |
| Partido | Partido Autonomista Nacional |
| Profissão | advogado e político |
José Figueroa Alcorta foi um advogado e político argentino que exerceu a presidência do país após o falecimento de Manuel Quintana, de quem era vice-presidente.
Teve sérios problemas para obter o apoio do Congresso, o que finalmente conseguiu em 1908. Buscou aproximar-se da União Cívica Radical, indultando os presos durante a tentativa de golpe de 1905, e preparou o caminho para as mudanças eleitorais implantadas durante a gestão de seu sucessor, Roque Sáenz Peña. Durante sua gestão, os grupos anarquistas se mostraram bastante ativos em atentados, como o que matou o chefe de polícia Ramón Falcón, como vingança pela violenta repressão policial às manifestações de Primeiro de Maio em Buenos Aires.
Em seu governo as relações diplomáticas com o Brasil tornaram-se tensas. Em seu governo foi descoberto petróleo na região de Comodoro Rivadavia, e foram editadas leis para regular a sua exploração. No último ano de seu governo celebrou-se o centenário da Revolução de Maio, que iniciou o processo de independência do país.
Anos mais tarde, exercendo o cargo de ministro da Corte Suprema, foi o único juiz que se propôs a renunciar quando ocorreu o golpe de estado de 1930.
| Precedido por Manuel Quintana |
Presidente da Argentina 1906 - 1910 |
Sucedido por Roque Sáenz Peña |
