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José Ivo Sartori

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José Ivo Sartori
José Ivo Sartori em 26 de outubro de 2014.
38º Governador do Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul
Período 1º de janeiro de 2015
até a atualidade
Vice-governador José Paulo Cairoli
Antecessor(a) Tarso Genro
36º Prefeito de Caxias do Sul Caxias do Sul
Período 1º de janeiro de 2005
a 1º de janeiro de 2013
Vice-prefeito Alceu Barbosa Velho (2005-2011)
Nenhum (2011-2013)
Antecessor(a) Pepe Vargas
Sucessor(a) Alceu Barbosa Velho
Deputado federal
pelo Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul
Período 1º de fevereiro de 2003
a 1º de janeiro de 2005
Presidente da Assembleia Legislativa
do Rio Grande do Sul
Rio Grande do Sul
Período 1º de fevereiro de 1998
a 1º de fevereiro de 1999
Antecessor(a) João Luiz Vargas
Sucessor(a) Paulo Odone
Secretário de Trabalho e Bem-Estar Social do Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul
Período 1987
até 1988
Governador Pedro Simon
Deputado estadual
do Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul
Período 1º de fevereiro de 1983
a 1º de fevereiro de 2003
Vereador de Caxias do Sul Caxias do Sul
Período 1977
até 1982
Vida
Nome completo José Ivo Sartori
Nascimento 25 de fevereiro de 1948 (67 anos)
Farroupilha, Rio Grande do Sul
Nacionalidade  brasileiro
Progenitores Mãe: Antônio Silva Sartori
Pai: Elza Josefina Dengo Sartori
Dados pessoais
Alma mater Universidade de Caxias do Sul
Cônjuge Maria Helena Sartori (desde 1976)
Partido PMDB (desde 1981)
MDB (1974-1981)
Profissão Professor, filósofo e político

José Ivo Sartori (Farroupilha, 25 de fevereiro de 1948)[1] é um professor, filósofo e político brasileiro, filiado ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e o atual governador do estado do Rio Grande do Sul. É casado com Maria Helena Sartori, com quem tem dois filhos.[2]

Natural da Serra Gaúcha, formou-se em filosofia pela Universidade de Caxias do Sul (UCS) e foi professor universitário e de cursos pré-vestibulares.[3] Iniciou sua carreira política no movimento estudantil e entre 1972 a 1975 presidiu o Diretório acadêmico (DCE) da UCS.[2] Em seguida, filiou-se ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e foi eleito vereador em Caxias do Sul em 1976.[2] [3] Exerceu cinco mandatos consecutivos como deputado estadual e presidiu a Assembleia Legislativa entre 1998 a 1999.[4] Durante o governo de Pedro Simon, foi secretário estadual do Trabalho e Bem-Estar Social entre 1987 a 1988.[3]

Concorreu, sem sucesso, ao cargo de prefeito de Caxias do Sul em 1992 e 2000.[4] Em 2002, elegeu-se deputado federal com quase cem mil votos.[3] Em 2004, elegeu-se prefeito de Caxias no segundo turno com 52,4% dos votos.[4] Quatro anos depois, reelegeu-se no primeiro turno com 54,3% dos votos, vencendo seu antecessor, Pepe Vargas.[3]

Em 29 de junho de 2014, foi oficializada sua candidatura ao Palácio Piratini.[5] Em uma reviravolta na reta final da campanha, classificou-se para o segundo turno juntamente com o governador Tarso Genro.[6] Em 26 de outubro, venceu a eleição com 61,2% dos votos, sendo empossado o trigésimo oitavo governador do Rio Grande do Sul em 1º de janeiro de 2015.[7] [8]

Família, educação e movimento estudantil[editar | editar código-fonte]

José Ivo Sartori nasceu na Capela de São Valentin, uma pequena localidade do interior de Farroupilha, Rio Grande do Sul, em 25 de fevereiro de 1948.[9] Descendente de italianos, é o filho mais velho de Antônio Silva Sartori, que trabalhava como borracheiro, e de Elza Josefina Dengo Sartori, uma dona de casa.[9] Além dele, o casal teve outros cinco filhos: Neuza, Janete, Luiz, Maria de Lourdes e Olmar.[10] Durante a infância, trabalhou no campo ao lado do pai e de seus irmãos.[9] Segundo ele relatou mais tarde, "Nós, as crianças, tínhamos de ajudar os adultos que estavam trabalhando na roça. Uma das nossas principais tarefas era levar a sporta onde eram carregados os mantimentos que seriam consumidos ao meio-dia, já que não era costume retornar para casa em meio ao trabalho."[10] [nota 1]

Em 1959, a família Sartori mudou-se para um bairro mais próximo do centro de Farroupilha.[10] Em 1961, aos treze anos de idade, foi estudar na cidade de Antônio Prado, onde cursou o antigo ginásio na Escola São José.[9] [10] Lá permaneceu durante cinco anos, época em que foi tesoureiro da primeira diretoria do Grêmio Estudantil daquela escola e participou da Juventude Estudantil Católica (JEC).[10] [9] Logo após completar dezoito anos, começou a estudar para ser padre no Colégio do Carmo, em Caxias do Sul, e no Seminário Maior, de Viamão, onde iniciou o curso de filosofia em 1969.[11] [12] [13] Posteriormente, deixou o seminário e voltou para Caxias, onde concluiu os estudos na Universidade de Caxias do Sul (UCS).[9] [13] Neste período, fez parte do movimento estudantil e presidiu o Diretório acadêmico (DCE) daquela universidade entre 1972 a 1975.[13] Como presidente do DCE, organizou eventos culturais, como uma palestra de Teotônio Vilela, e recepcionou os cantores Chico Buarque e Milton Nascimento.[13]

Após graduar-se em filosofia em 1975, passou a dar aulas desta disciplina, além de história, moral e cívica, Organização Social e Política Brasileira e educação religiosa em universidades, escolas particulares e cursos preparatórios de vestibular.[9] [13] Foi sócio de Germano Rigotto, futuro governador do Rio Grande do Sul (2003-2007), de um curso pré-vestibular, chamado de "Cursão".[13] [14]

Em 9 de julho de 1976, casou-se com Maria Helena, sua ex-colega no curso de filosofia da UCS.[10] Segundo José Ivo Sartori relatou, "tem gente que acha que foi a Maria Helena que me tirou do seminário. Não continuei porque foi uma opção. Eu achava que tinha uma propensão para casar e constituir família".[10] O casal teve dois filhos: Marcos, nascido em 11 de novembro de 1982, e Carolina, nascida em 2 de outubro de 1986.[10]

Carreira legislativa[editar | editar código-fonte]

Em 1974, filiou-se ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), principal partido de oposição a Ditadura militar.[9] Nas eleições municipais de 1976, foi eleito vereador de Caxias do Sul com 2.297 votos, sendo o terceiro mais votado de seu partido e o quarto entre todos os candidatos.[15] Naquele ano, o MDB também elegeu o prefeito de Caxias, Mansueto de Castro Serafini Filho.[15]

Sartori foi eleito deputado estadual em 1982, e reeleito em 1986, 1990, 1994 e 1998.[9] Em 1986, filiou-se ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), o sucessor do MDB.[9] Durante o governo de Pedro Simon, também do PMDB, foi Secretário estadual de Trabalho e Bem-Estar Social entre 1987 a 1988.[9] Em fevereiro de 1998, foi eleito presidente da Assembleia Legislativa, cargo que ocupou até fevereiro de 1999.[16] [17] Como presidente da assembleia, foi governador interino duas vezes.[3] Entre 2001 a 2002, foi vice-presidente da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (UNALE).[18]

Nas eleições de 2002, elegeu-se deputado federal com 98.903 votos (1,68%).[19] Na Câmara dos Deputados, atuou como membro titular das comissões de Constituição e Justiça e na de Educação e Cultura.[18]

Eleições para prefeito de Caxias do Sul[editar | editar código-fonte]

Derrotas: 1992 e 2000[editar | editar código-fonte]

Em 1992, candidatou-se a prefeito de Caxias do Sul pela primeira vez. Sua coligação foi formada pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e pelo Partido Popular Socialista (PPS). Sartori terminou em terceiro lugar com 34.631 votos (23,44%), sendo superado pelo prefeito eleito, Mario David Vanin (29,01%) e Pepe Vargas (26,97%).[20] Não foi realizado um segundo turno entre Vanin e Pepe porque na época Caxias não tinha duzentos mil eleitores, número necessário para que o segundo turno seja disputado.[20]

Em 2000, candidatou-se pela segunda vez ao executivo sul-caxiense. Desta vez, conseguiu o apoio do Partido Progressista Brasileiro (PPB). No primeiro turno, totalizou 43,11% dos votos válidos, classificando-se para o segundo turno com o então prefeito Pepe Vargas, do Partido dos Trabalhadores (PT), que ficou com 48,15%. Em um segundo turno disputado, Pepe venceu com 103.015 votos (50,20%), contra os 102.191 votos de Sartori (49,80%).[21]

Vitórias: 2004 e 2008[editar | editar código-fonte]

2004[editar | editar código-fonte]

Em 2004, voltou a ser candidato a prefeito de Caxias. Sua coligação, denominada Caxias para Todos, foi composta por cinco partidos e o candidato a vice foi Alceu Barbosa Velho.[22] [23] Segundo as pesquisas de opinião, Sartori iniciou a campanha do primeiro turno na frente.[24] No entanto, a campanha governista da deputada estadual Marisa Formolo conseguiu um crescimento nas últimas pesquisas do primeiro turno, garantindo um empate técnico.[24] Em 3 de outubro, foi confirmado que seria realizado um segundo turno com Formolo, que conquistou 41% dos votos válidos, e Sartori, com 35%.[25] [26] O terceiro colocado, Ruy Pauletti, obteve pouco menos de 20% dos votos e declarou apoio a Sartori no segundo turno.[23] Em 31 de outubro, foi eleito prefeito com 52,67% dos votos válidos.[22]

2008[editar | editar código-fonte]

Em 7 de julho de 2008, iniciou sua campanha à reeleição.[27] Alceu Barbosa Velho foi novamente escolhido como seu candidato a vice-prefeito.[28] A coligação liderada por Sartori recebeu o mesmo nome da de 2004 e contou com o apoio formal de catorze partidos.[27] O único candidato de oposição foi Pepe Vargas, ex-prefeito que concorreu pela coligação Frente Popular, formada por quatro partidos.[29] [30]

Em julho de 2008, a coligação Frente Popular entrou na justiça com um pedido de igualdade de tempo na propaganda eleitoral de rádio e televisão.[31] A coligação argumentou que o tempo da propaganda deveria ser distribuído de forma igualitária por haver apenas dois candidatos.[31] Uma liminar negou o pedido, mantendo o tempo de vinte e um minutos para Sartori e nove para Pepe.[32] Durante a campanha, um dos principais debates entre os candidatos foi a falta de água, que atingiu diversos bairros naquele ano.[28] [32] Todas as pesquisas de opinião pública indicaram proximidade entre Sartori e Pepe.[31] Em 5 de outubro, foi reeleito com 54,35% dos votos válidos.[28] [33]

Prefeito de Caxias do Sul[editar | editar código-fonte]

Em 1º de janeiro de 2005, foi empossado o trigésimo quarto prefeito de Caxias do Sul.[34] Sua reeleição em 2008 garantiu-lhe o direito a um segundo mandato, de 1º de janeiro de 2009 até 1º de janeiro de 2013.[34] Na eleição municipal de 2012, conseguiu eleger o sucessor, seu ex vice-prefeito e então deputado estadual Alceu Barbosa Velho, que foi eleito em primeiro turno.[35]

Principais iniciativas[editar | editar código-fonte]

Em agosto de 2007, a coleta seletiva de lixo, que existia desde 1991, foi mecanizada.[36] Com isso, Caxias do Sul tornou-se a primeira cidade do país a implantar este tipo de coleta.[37] Até maio de 2012, a coleta mecanizada atingia 35% da cidade e a quantidade de lixo reciclável coletado foi triplicado, chegando a um quarto do lixo produzido.[36] Em parceria com associações de reciclagem, a prefeitura oferecia um incentivo para quem colaborasse.[37] Neste sentido, foi criado em 2006 o programa "Troca Solidária", que troca lixo reciclável por alimentos.[38] [39] Estas iniciativas ajudaram a reduzir a quantidade de lixo nas ruas.[40]

Ainda em 2007, foi criado a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e Violência Escolar (CIPAVE), que abrangia todas as escolas municipais.[41] Entre os objetivos do CIPAVE, estão a conservação do patrimônio público, a atuação permanente em campanhas educativas, a prevenção de acidentes e primeiros socorros e a diminuição da violência escolar.[42]

Com o objetivo de ligar as comunidades rurais com a área urbana, foi criado o Programa de Asfaltamento do Interior (PAI).[43] Durante suas duas gestões, foram entregues 170 quilômetros de asfalto.[43] O PAI foi financiado com recursos próprios da prefeitura e empréstimos com a Corporação Andina de Fomento (CAF) e o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES).[43]

Sistema Marrecas[editar | editar código-fonte]

Em 2009, as obras do Sistema de Abastecimento de Água Marrecas foram iniciadas. O Marrecas é considerada a maior obra do governo Sartori e tem como objetivo garantir o abastecimento de água para 250 000 habitantes pelos próximos vinte anos.[44] Os estudos para a construção deste sistema iniciaram em 1966 e sua capacidade foi estimada em 33 bilhões de litros de água.[45] Os gastos totais foram orçados inicialmente em R$ 130 milhões, mas as obras acabaram custando R$ 250 milhões.[46] [47] Segundo dados de dezembro de 2012, o governo federal arcou com R$ 150 milhões e o município destinou R$ 100 milhões de recursos próprios.[48] [49]

Em 22 de dezembro de 2012, o Sistema Marrecas foi inaugurado com a presença da presidente Dilma Rousseff e do governador Tarso Genro.[50] No entanto, começou a funcionar apenas em setembro de 2014, já na administração do prefeito Alceu Barbosa Velho.[51] O Sistema Marrecas é uma das obras mais polêmicas dos últimos anos na cidade, uma vez que já foi inaugurada várias vezes em solenidades oficiais, mas ainda apresenta dificuldades para funcionar adequadamente.[52] [53]

Greve dos médicos[editar | editar código-fonte]

Um movimento grevista de médicos ligados ao Sistema Único de Saúde (SUS) iniciou em abril de 2010. Três dias após o início desta paralisação, a prefeitura conseguiu uma liminar na Justiça, suspendendo a interrupção dos trabalhos.[54] Em setembro de 2010, iniciou-se uma nova paralisação, que afetou pouco mais de vinte mil pessoas naquele mês.[55] Os médicos reivindicavam a adoção do piso nacional da categoria, a discussão do plano de carreira e da jornada de trabalho.[56] [57] A prefeitura considerava o aumento salarial, a principal reivindicação, um "absurdo e fora de contexto".[58]

Em 3 de outubro de 2011, o Movimento Vivo em Defesa da Saúde Pública encaminhou a Câmara de Vereadores um pedido de impeachment de Sartori. O pedido baseou-se na acusação de crime de responsabilidade e improbidade devido a sua atuação na greve dos médicos.[59] Um dia depois de protocolado, o pedido foi rejeitado pelos vereadores por unanimidade.[60] Em dezembro de 2011, um acordo com o Sindicato dos Médicos garantiu a suspensão da paralisação até o final de seu governo.[54]

Opinião pública[editar | editar código-fonte]

Em agosto de 2008, um levantamento da Fato Pesquisa Social, realizado com oitocentos eleitores, indicou que 89,8% consideravam sua gestão como "ótimo ou boa" e 3,9% como "ruim ou péssima".[61] Em setembro de 2012, uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE) revelou que 75% dos entrevistados aprovaram a gestão, 18% desaprovaram e 7% não sabiam ou não responderam.[62] Ainda de acordo com o IBOPE, 62% consideraram o governo Sartori como "ótimo ou bom", 27% como "regular" e 7% como "ruim ou péssimo".[62]

Eleições estaduais de 2014[editar | editar código-fonte]

Último debate do segundo turno entre Sartori e Tarso Genro.
Comemoração da vitória de Sartori em Porto Alegre.

Sartori estava sendo cotado para concorrer ao governo do Rio Grande do Sul nas eleições de 2014 desde outubro de 2012.[63] Em 29 de junho de 2014, foi oficializado candidato do PMDB ao governo do Estado pela coligação O Novo Caminho para o Rio Grande, composta também por outros sete partidos.[64] O ex-presidente da Federasul, José Paulo Cairoli, foi escolhido candidato a vice-governador.[65] Na disputa presidencial, a coligação de Sartori declarou apoio ao candidato Eduardo Campos (PSB). Com a morte deste, e a ascensão de Marina Silva, a coligação manteve o apoio ao PSB, apesar de divergências entre Marina e a coligação.[66]

Nas primeiras pesquisas de opinião, tinha menos de 6% da preferência do eleitorado.[67] Nas últimas semanas do primeiro turno passou a crescer nas pesquisas, empatando com a senadora Ana Amélia Lemos (PP) na última pesquisa realizada pelo IBOPE.[68] De acordo com analistas, o crescimento de Sartori ocorreu devido a soma de alguns fatores, entre os quais estão: Ana Amélia sofreu diversos ataques de seus adversários e não conseguiu respondê-los, enquanto Sartori passou a campanha do primeiro turno praticamente sem ser atacado;[69] a grande estrutura partidária do PMDB-RS; a mobilização da militância; a ideia de se apresentar como uma alternativa menos belicosa que Tarso Genro (PT) e Ana Amélia; uma opção ao chamado voto antipetista; o uso das redes sociais;[70] além de outros motivos.[71]

Em 6 de outubro, foi o candidato mais votado com 40,4% dos votos válidos, classificando-se para o segundo turno com Tarso, que ficou com 32,5%.[72] No segundo turno, recebeu o apoio da terceira colocada, Ana Amélia, e declarou apoio formal ao candidato a presidente Aécio Neves (PSDB).[73] [74] Em 20 de outubro, uma declaração sobre o piso do magistério causou polêmica e se tornou destaque nacional, sendo criticada por professores e por Tarso na propaganda eleitoral.[75] [76] No entanto, Sartori manteve uma liderança de 15-20% em relação a Tarso nas pesquisas de intenção de votos.[77] [78] Em 26 de outubro, foi eleito governador com 3.859.611 votos (61,79%), vencendo em mais de 90% dos municípios.[79] [80] A votação de Sartori é a mais expressiva de um candidato a governador do Rio Grande do Sul desde que o segundo turno foi instituído, em 1990.[81]

Governador do Rio Grande do Sul[editar | editar código-fonte]

Discurso de posse no Palácio Piratini, 1º de janeiro de 2015.
Logotipo do governo utilizado pela gestão Sartori.

Em 1º de janeiro de 2015, foi empossado governador do Rio Grande do Sul, sucedendo Tarso Genro.[82] Em seu discurso de posse, prometeu medidas "duras" e "difíceis" para resolver a situação financeira do Estado, que é um dos mais endividados do país e possuía no início de seu governo uma dívida de cinquenta bilhões com o governo federal.[83] [84] [85] Durante décadas o estado gastou mais do que arrecadou e a expectativa para 2015 era de um déficit de R$ 5,4 bilhões.[86]

Um dia após a posse, assinou um decreto que cortou despesas da máquina pública e suspendeu por seis meses o pagamento de dívidas contraídas na gestão de seu antecessor.[87] Além da suspensão de pagamentos, o documento também limitou a compra de passagens aéreas e diárias.[88] Em 5 de janeiro, outro decreto suspendeu concursos públicos e nomeações por seis meses.[89] [90] Também foi anunciado um corte de 40% das horas extras da Brigada Militar, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Civil durante meio ano.[91] [92]

Em 19 de janeiro, sancionou a lei de aumento dos salários do governador, do vice, dos secretários, dos deputados e do judiciário.[93] No entanto, após uma péssima repercussão na opinião pública, ele e o vice abriram mão do aumento de seus salários.[94] [95] [96]

No início de março, autorizou a contratação de 910 professores para a rede estadual.[97] Em 19 de março, anunciou um corte de R$ 1 bilhão no orçamento das secretarias com o objetivo de diminuir o déficit de 2015 para R$ 4,4 bilhões.[98] De acordo Sartori, o primeiro conjunto de medidas, anunciadas em janeiro, representam uma economia de R$ 600 milhões, e, com o corte em média de 20% do orçamento das secretarias, o estado poupará mais R$ 1,037 bilhão.[98]

Em 24 de abril, anunciou que o estado atrasaria em um mês o pagamento de uma parcela de sua dívida com a União para pagar em dia o funcionalismo público.[99] O anúncio foi feito poucos dias após o ministro da Fazenda Joaquim Levy negar o repasse de duzentos milhões de reais devidos pelo governo federal ao estado.[100] De acordo com dados daquele mês, o Estado comprometia 75,5% de sua receita corrente líquida com o pagamento de pessoal, acima do limite de 49% estipulado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).[101] Desde janeiro, com pouco dinheiro no caixa, o governo enfrenta dificuldades para pagar o funcionalismo em dia.[102] [103] [104] Em 8 de maio, o governo do Estado pagou a parcela de abril da dívida com a União.[105]

Apoio na Assembleia Legislativa[editar | editar código-fonte]

Desde que iniciou o mandato, Sartori conta com o apoio de 33 dos 55 deputados da Assembleia Legislativa, garantindo-lhe uma base governista composta por 60% dos deputados.[106] Fazem parte da base governista, além do PMDB, o Partido Democrático Trabalhista (PDT), Partido Progressista (PP), Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Partido Socialista Brasileiro (PSB), Partido Social Democrático (PSD), Partido Popular Socialista (PPS) e o Partido Verde (PV).[106]

Secretariado[editar | editar código-fonte]

Em 13 de dezembro de 2014, a esposa de Sartori, Maria Helena, foi nomeada por ele secretária de Estado Extraordinária do Gabinete de Políticas Sociais do Governo.[107] Nas eleições de 2014, Maria Helena ficou como segunda suplente de deputado estadual do PMDB, e, com as nomeações de Fábio Branco e Juvir Costella para o secretariado, ela assumiria o mandato em 1º de fevereiro de 2015.[107] Para se tornar secretaria, ela não pôde assumir o mandato de deputada e abriu mão de metade da remuneração para exercer as funções de secretária e primeira-dama.[107] Entre as funções do Gabinete de Políticas Sociais estão as atividades normalmente realizadas pelas primeiras-damas, que no Estado não são remuneradas.[107] A indicação de Maria Helena foi criticada pela oposição, que questionou a validade da secretaria com o argumento de que a criação de secretarias devem ter a aprovação da Assembleia.[108]

Em 22 de dezembro, a Assembleia Legislativa aprovou por 29 a 14 o projeto de lei proposto pelo governador eleito Sartori para reduzir de 27 para 19 o número de secretarias do governo estadual.[109] Algumas destas secretarias foram extintas ou agrupadas, enquanto outras perderam o status de secretaria.[110]

Secretários do governo Sartori (2015-atualidade)

Opinião pública[editar | editar código-fonte]

Em 30 de janeiro de 2015, o Instituto Methodus divulgou um estudo acerca da expectativa dos gaúchos em relação ao governo Sartori. O índice de confiança do governador era de 51,7%, contra 33,5% que declararam não confiar em Sartori e 14,8% não sabiam.[123] Quanto a expectativa do governo recém empossado, 57,7% achavam que seria ótimo ou bom, para 10,4% seria ruim ou péssimo e 27,3% acreditavam que seria regular.[124]

Em 29 de abril de 2015, uma pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas indicou que a aprovação do governo Sartori era de 54,4% e a reprovação de 38,9%.[125] Ainda de acordo com a pesquisa, 22,1% avaliaram que o governo está melhor do que o esperado, 29,1% acham que está pior do que a expectativa e 45,3% acreditam que está igual ao esperado.[126]

Histórico eleitoral[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. Sporta é uma sacola artesanal em palha feita pelos imigrantes italianos.[10]

Referências

  1. José Ivo Sartori G1. Visitado em 10 de abril de 2015.
  2. a b c Conheça um pouco mais sobre a biografia de José Ivo Sartori, o novo governador do Rio Grande do Sul Caxias AM (26 de outubro de 2014). Visitado em 10 de abril de 2015.
  3. a b c d e f A trajetória de José Ivo Sartori em cinco momentos Zero Hora (4 de agosto de 2014). Visitado em 10 de abril de 2015.
  4. a b c José Ivo Sartori é o novo Governador do RS Band (26 de outubro de 2014). Visitado em 10 de abril de 2015.
  5. PMDB oficializa candidatura de José Ivo Sartori ao governo do RS G1 (29 de junho de 2014). Visitado em 10 de abril de 2015.
  6. Flavia Bemfica (6 de outubro de 2014). Conjunto de fatores explica reviravolta na eleição no RS Terra. Visitado em 10 de abril de 2015.
  7. Flavia Bemfica (26 de outubro de 2014). RS: José Ivo Sartori é eleito governador com 61,2% dos votos Terra. Visitado em 10 de abril de 2015.
  8. Caetanno Freitas e Estêvão Pires (1º de janeiro de 2015). José Ivo Sartori toma posse e fala em 'medidas duras' contra crise no RS G1. Visitado em 10 de abril de 2015.
  9. a b c d e f g h i j k Perfil: José Ivo Sartori Folha de Quaraí (28 e 29 de outubro de 2014). Visitado em 11 de abril de 2015.
  10. a b c d e f g h i Jeito gringo de ser de Sartori foi moldado no interior Pioneiro (26 de outubro de 2014). Visitado em 11 de abril de 2015.
  11. Um pouco da história de José Ivo Sartori Grupo Solaris (5 de outubro de 2014). Visitado em 11 de abril de 2015.
  12. Glauber Fernandes (28 de outubro de 2014). Mãe de Sartori queria que filho fosse padre Band. Visitado em 11 de abril de 2015.
  13. a b c d e f Adélia Porto (26 de outubro de 2014). Sartori, o gringo que queria ser padre e está na política há 40 anos Sul21. Visitado em 11 de abril de 2015.
  14. Rodrigo Lopes (24 de setembro de 2014). Um gringo durão, mas piadista: a trajetória de José Ivo Sartori Zero Hora. Visitado em 11 de abril de 2015.
  15. a b c Resultado da eleição -Formulário Tribunal Superior Eleitoral. Visitado em 11 de abril de 2015.
  16. Presidentes do Parlamento (em ordem cronológica) Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Visitado em 11 de abril de 2015.
  17. Deputado José Ivo Sartori Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Visitado em 11 de abril de 2015.
  18. a b José Ivo Sartori - PMDB/RS Câmara dos Deputados do Brasil. Visitado em 11 de abril de 2015.
  19. Resultado da eleição de 2002 Tribunal Superior Eleitoral. Visitado em 11 de abril de 2015.
  20. a b c Caxias do Sul Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul. Visitado em 11 de abril de 2015.
  21. a b Resultado do 2º Turno das eleições municipais 2000 Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul. Visitado em 11 de abril de 2015.
  22. a b RS/Caxias do Sul - Eleito Uol. Visitado em 11 de abril de 2015.
  23. a b Sartori é o novo prefeito de Caxias do Sul, no RS Terra (31 de outubro de 2014). Visitado em 11 de abril de 2015.
  24. a b Sartori derrota Marisa na disputa pela Prefeitura Gazeta do Sul (1º de novembro de 2004). Visitado em 11 de abril de 2015.
  25. Placar RS/ Caxias Do Sul Uol. Visitado em 11 de abril de 2015.
  26. RS/Caxias do Sul - 2º turno Uol. Visitado em 11 de abril de 2015.
  27. a b Vania Espeiorin (7 de julho de 2008). Sartori dá largada na campanha em Caxias do Sul Click RBS. Visitado em 28 de abril de 2015.
  28. a b c Vania Espeiorin (27 de junho de 2008). Alceu Barbosa Velho é confirmado vice na disputa à prefeitura de Caxias Click RBS. Visitado em 28 de abril de 2015.
  29. Flávio Ilha (5 de outubro de 2008). Com apenas dois candidatos na disputa, Sartori vence Pepe Vargas em Caxias do Sul Uol. Visitado em 28 de abril de 2015.
  30. Vania Espeiorin (20 de junho de 2008). Oposição apresenta pré-candidatos à prefeitura de Caxias Uol. Visitado em 28 de abril de 2015.
  31. a b c Vania Espeiorin (9 de julho de 2008). PT pede na Justiça igualdade de tempo de propaganda em Caxias Uol. Visitado em 28 de abril de 2015.
  32. a b Roberto Carlos Dias (15 de julho de 2008). Justiça nega pedido de igualdade de tempo na propaganda eleitoral em Caxias Click RBS. Visitado em 28 de abril de 2015.
  33. José Ivo Sartori é reeleito em Caxias do Sul Click RBS (5 de outubro de 200/). Visitado em 28 de abril de 2015.
  34. a b Galeria de Ex-Prefeitos Prefeitura de Caxias do Sul. Visitado em 23 de abril de 2015.
  35. Alceu Barbosa (PDT) é eleito prefeito de Caxias do Sul (RS) Uol (7 de outubro de 2012). Visitado em 29 de abril de 2015.
  36. a b Coleta mecanizada melhora destinação do lixo em cidade do RS G1 (28 de maio de 2012). Visitado em 23 de abril de 2015.
  37. a b Clarisse de Freitas (15 de setembro de 2011). Porto Alegre aprova a coleta mecanizada de Lixo Jornal do Comércio. Visitado em 23 de abril de 2015.
  38. André Fiedle (21 de junho de 2014). Programa Troca Solidária, de Caxias do Sul, completa cinco anos Gaúcha. Visitado em 23 de abril de 2015.
  39. Caxias: programa troca lixo por alimento SerraNossa (6 de dezembro de 2011). Visitado em 23 de abril de 2015.
  40. Caxias do Sul, no RS, troca lixo por comida G1 (28 de maio de 2014). Visitado em 23 de abril de 2015.
  41. PF doa ônibus para Cipave em Caxias Pioneiro (20 de novembro de 2009). Visitado em 29 de abril de 2015.
  42. Goularte reúne secretários de 10 municípios gaúchos para intercâmbio nas questões de Segurança Pública Click Soledade (28 de julho de 2009). Visitado em 29 de abril de 2015.
  43. a b c ‘Está tudo asfaltado’ Lattualita (26 de novembro de 2012). Visitado em 29 de abril de 2015.
  44. Conheça o Sistema Marrecas, que vai garantir o abastecimento de água em Caxias do Sul pelos próximos 20 anos Pioneiro. Visitado em 23 de abril de 2015.
  45. Sistema Marrecas Pioneiro. Visitado em 23 de abril de 2015.
  46. Sistema Marrecas começa a funcionar neste sábado, em Caxias do Sul Pioneiro (12 de setembro de 2014). Visitado em 23 de abril de 2015.
  47. Iniciam as obras da adutora de água bruta do Sistema Marrecas TV Soluções (13 de julho de 2009). Visitado em 23 de abril de 2015.
  48. Quase dois após inauguração, Sistema Marrecas entra em funcionamento neste sábado Finger (12 de setembro de 2014). Visitado em 23 de abril de 2015.
  49. Eduardo Kopp (22 de dezembro de 2012). Dilma Rousseff inaugura sistema Marrecas Serra Nossa. Visitado em 23 de abril de 2015.
  50. Cristiane Barcelos (22 de dezembro de 2014). Inaugurado há dois anos em Caxias do Sul, Sistema Marrecas deve abastecer oito mil casas ainda em 2014 Pioneiro. Visitado em 23 de abril de 2015.
  51. Sistema Marrecas começa a funcionar neste sábado, em Caxias do Sul Pioneiro (12 de setembro de 2014). Visitado em 23 de abril de 2015.
  52. Sistema Marrecas está parado de novo em Caxias do Sul Gazeta Caxias. Visitado em 23 de abril de 2015.
  53. Cristiane Barcelos e Adriano Duarte (2 de março de 2015). Sistema Marrecas está parado em Caxias do Sul Pioneiro. Visitado em 23 de abril de 2015.
  54. a b Acordo suspende greve dos médicos em Caxias do Sul Federação Nacional dos Médicos (6 de janeiro de 2012). Visitado em 23 de abril de 2015.
  55. Jiliana Bublitz (18 de outubro de 2014). Acertos e escorregões de Tarso e Sartori no Dia do Candidato Zero Hora. Visitado em 23 de abril de 2015.
  56. Condução da prefeitura na greve dos médicos gera debate Câmara de Vereadores de Caxias do Sul (26 de junho de 2011). Visitado em 23 de abril de 2015.
  57. Babiana Mugnol (27 de dezembro de 2011). Greve dos médicos em Caxias do Sul acaba depois de oito meses Pioneiro. Visitado em 23 de abril de 2015.
  58. Greice Scotton (13 de maio de 2011). Greve dos Médicos em Caxias do Sul perto do fim Serra Nossa. Visitado em 23 de abril de 2015.
  59. Juliana Bevilaqua (3 de outubro de 2011). Denúncia contra prefeito de Caxias do Sul está na Câmara de Vereadores Pioneiro. Visitado em 23 de abril de 2015.
  60. Câmara reprova texto que pede o Impeachment do Prefeito de Caxias Rede Sul (4 de outubro de 2011). Visitado em 23 de abril de 2015.
  61. Governo Sartori tem 89,8% de aprovação pela Fato Pesquisa Click RBS (25 de agosto de 2008). Visitado em 29 de abril de 2015.
  62. a b Pesquisa do Ibope mostra aprovação de 75% da administração do prefeito José Ivo Sartori, em Caxias do Sul Pioneiro (4 de setembro de 2012). Visitado em 29 de abril de 2015.
  63. José Ivo Sartori diz que o tempo como prefeito de Caxias do Sul passou rápido Pioneiro (20 de outubro de 2012). Visitado em 12 de abril de 2015.
  64. Amilton Belmonte (7 de outubro de 2014). Tarso e Sartori estão de olho nas alianças para o segundo turno Diário de Canoas. Visitado em 13 de abril de 2015.
  65. Convenção do PMDB gaúcho oficializa candidatura de José Ivo Sartori ao Piratini e apoio a Eduardo Campos Sul 21 (29 de junho de 2014). Visitado em 13 de abril de 2015.
  66. Carlos Rollsing (21 de agosto de 2014). Sartori decide manter apoio dado à chapa do PSB Zero Hora. Visitado em 13 de abril de 2015.
  67. Pesquisa Methodus: Ana Amélia lidera intenções de voto ao governo do Estado Zero Hora (5 de dezembro de 2013). Visitado em 12 de abril de 2015.
  68. Itamar Melo (6 de outubro de 2014). Sartori: braços abertos ao segundo turno Zero Hora. Visitado em 13 de abril de 2015.
  69. Saiba por que Sartori e Tarso disputarão o segundo turno no Rio Grande do Sul Zero Hora (6 de outubro de 2014). Visitado em 13 de abril de 2015.
  70. Diego Guichard (27 de outubro de 2014). Campanha nas redes sociais vira trunfo para crescimento de Sartori G1. Visitado em 13 de abril de 2015.
  71. Flavia Bemfica (6 de outubro de 2014). Conjunto de fatores explica reviravolta na eleição no RS Terra. Visitado em 13 de abril de 2015.
  72. Eleições 2014: Sartori e Genro estão no segundo turno no RS EBC (5 de outubro de 2014). Visitado em 13 de abril de 2015.
  73. Flavia Bemfica (9 de outubro de 2014). RS: candidato Ivo Sartori confirma apoio a Aécio Neves Terra. Visitado em 14 de abril de 2015.
  74. Lucas Azevedo (7 de outubro de 2014). PP de Ana Amélia e PSDB anunciam apoio a Sartori no Rio Grande do Sul UOL. Visitado em 14 de abril de 2015.
  75. Sartori (PMDB) vence e mantém tradição de "cemitério de governadores" do RS Uol (26 de outubro de 2014). Visitado em 13 de abril de 2015.
  76. Declaração de candidato revolta professores no RS Brasil 247 (21 de outubro de 2014). Visitado em 13 de abril de 2015.
  77. Com 60%, José Ivo Sartori abre vantagem de 20 pontos sobre Tarso Genro no Ibope Ig (17 de outubro de 2014). Visitado em 13 de abril de 2015.
  78. Ibope: Sartori aparece com 52%, Tarso tem 34% Zero Hora (17 de outubro de 2014). Visitado em 13 de abril de 2015.
  79. José Ivo Sartori, do PMDB, é eleito governador do Rio Grande do Sul G1 (26 de outubro de 2014). Visitado em 13 de abril de 2015.
  80. Marcelo Gonzatto (26 de outubro de 2014). Veja mapa: Sartori venceu em 93% dos municípios Zero Hora. Visitado em 13 de abril de 2015.
  81. Jogelci Do Carmo. Sartori é eleito o novo governador do RS com a maior vantagem da história do 2º turno O Alto Uruguai. Visitado em 30 de abril de 2015.
  82. Kelly Matos (1º de janeiro de 2015). José Ivo Sartori toma posse nesta quinta como novo governador do RS Gaúcha. Visitado em 29 de abril de 2015.
  83. Daniel Favero (1º de janeiro de 2015). Sartori toma posse com cortes de gastos e protesto no RS Terra. Visitado em 29 de abril de 2015.
  84. Felipe Bachtold (1º de janeiro de 2015). Governador do RS inicia 2015 com quebra-cabeça para acomodar aliados Folha de São Paulo. Visitado em 29 de abril de 2015.
  85. Carlos Madeiro (9 de agosto de 2014). Nove governadores vão terminar o mandato com seus Estados mais endividados Uol. Visitado em 1º de maio de 2015.
  86. Juliana Bublitz e Marcelo Gonzatto (25 de abril de 2015). Como o cofre das finanças do RS secou Zero Hora. Visitado em 29 de abril de 2015.
  87. José Ivo Sartori suspende pagamentos de dívidas da gestão anterior Dário de Pernambuco (2 de janeiro de 2015). Visitado em 29 de abril de 2015.
  88. Kelly Matos (2 de janeiro de 2015). Governador José Ivo Sartori assina decreto que corta despesas do governo Gaúcha. Visitado em 29 de abril de 2015.
  89. Kelly Matos (5 de janeiro de 2015). Piratini publica decreto que congela concursos e nomeações por 6 meses Zero Hora. Visitado em 29 de abril de 2015.
  90. Sartori sobre 100 dias de gestão: "trabalho e austeridade" Brasil 217 (10 de abril de 2015). Visitado em 29 de abril de 2015.
  91. Debora Ely (20 de janeiro de 2015). 40% das horas extras da Brigada Militar serão cortadas Zero Hora. Visitado em 30 de abril de 2015.
  92. Polícia Civil do RS terá corte de 40% nas horas extras dos servidores G1 (5 de março de 2015). Visitado em 30 de abril de 2015.
  93. RS: governador aumenta seu próprio salário e de deputados Terra (16 de janeiro de 2015). Visitado em 29 de abril de 2015.
  94. Carlos Rollsing (10 de abril de 2015). Aperto nas contas marca primeiros 100 dias de governo Sartori Zero Hora. Visitado em 29 de abril de 2015.
  95. Sartori volta atrás e anuncia que abre mão de reajuste salarial G1 (19 de janeiro de 2015). Visitado em 29 de abril de 2015.
  96. Após pressão popular, governador do RS desiste de aumento salarial Valor (19 de janeiro de 2015). Visitado em 29 de abril de 2015.
  97. Julia Finamor (2 de março de 2015). Piratini autoriza a contratação de 910 professores para escolas Gaúcha. Visitado em 29 de abril de 2015.
  98. a b Sartori anuncia corte de R$ 1 bilhão Zero Hora (19 de março de 2015). Visitado em 30 de abril de 2015.
  99. Rio Grande do Sul atrasará pagamento de dívida com União Veja (24 de abril de 2015). Visitado em 30 de abril de 2015.
  100. Carlos Rollsing (24 de abril de 2015). Sartori atrasará pagamento à União para manter o salário do funcionalismo em dia Zero Hora. Visitado em 30 de abril de 2015.
  101. Levy diz a governador do RS que não há previsão para liberar repasses Cruzeiro do Sul (23 de abril de 2015). Visitado em 30 de abril de 2015.
  102. Juliano Rodrigues (20 de fevereiro de 2015). Sartori admite que poderá atrasar salários de servidores Diário de Santa Maria. Visitado em 30 de abril de 2015.
  103. Babiana Mugnol (20 de abril de 2015). Sartori vai a Brasília buscar recursos para pagar salário de servidores Gaúcha. Visitado em 30 de abril de 2015.
  104. Governo do RS confirma atraso do pagamento de dívida com a União G1 (24 de abril de 2015). Visitado em 1º de maio de 2015.
  105. Após oito dias de atraso, governo do RS quita parcela da dívida com União G1 (8 de maio de 2015). Visitado em 15 de maio de 2015.
  106. a b Com 33 parlamentares aliados, governo tem maioria de deputados na Assembleia Águas Claras (6 de fevereiro de 2015). Visitado em 30 de abril de 2015.
  107. a b c d Primeira-dama é nomeada secretária de Estado Extraordinária Correio do Povo (13 de dezembro de 2014). Visitado em 29 de abril de 2015.
  108. Nomeação de primeira-dama gera nova polêmica Correio do Povo (19 de fevereiro de 2015). Visitado em 29 de abril de 2015.
  109. Assembleia do RS aprova redução do número de secretarias do governo G1 (22 de dezembro de 2014). Visitado em 29 de abril de 2015.
  110. Com corte de secretarias, novo governo do RS pretende economizar 30% Diário de Pernambuco (17 de dezembro de 2014). Visitado em 29 de abril de 2015.
  111. a b c d e Marcelo Kervalt (8 de dezembro de 2014). Secretarias do Estado diminuirão de 27 para 19 em 2015 Jornal NH. Visitado em 29 de abril de 2015.
  112. Sartori confirma Ernani Polo como novo secretário estadual da Agricultura Folha do Sul (16 de dezembro de 2014). Visitado em 29 de abril de 2015.
  113. a b José Ivo Sartori anuncia os três primeiros secretários Zero Hora (4 de dezembro de 2015). Visitado em 29 de abril de 2015.
  114. a b c Sartori define mais três nomes para o secretariado do governo do RS G1 (19 de dezembro de 2014). Visitado em 29 de abril de 2015.
  115. Fábio Branco (PMDB) integrará o governo de José Ivo Sartori Gaúcha (18 de dezembro de 2014). Visitado em 29 de abril de 2015.
  116. Sartori anuncia nomes de mais dois secretários do futuro governo G1 (18 de dezembro de 2014). Visitado em 29 de abril de 2015.
  117. Sartori e Vieira da Cunha se reúnem com Cpers Correio do Povo (7 de janeiro de 2015). Visitado em 29 de abril de 2015.
  118. Rafaella Fraga (4 de dezembro de 2014). Governador eleito do RS anuncia três primeiros secretários do novo governo G1. Visitado em 29 de abril de 2015.
  119. Sartori anuncia Lucas Redecker como secretário de Minas e Energia Jornal Repercussão (15 de dezembro de 2014). Visitado em 29 de abril de 2015.
  120. Kelly Matos (15 de dezembro de 2014). José Ivo Sartori anuncia mais dez nomes para o secretariado Gaúcha. Visitado em 29 de abril de 2015.
  121. Westphalen toma posse como Secretário Estadual de Transportes e Mobilidade Seinfra (2 de janeiro de 2015). Visitado em 29 de abril de 2015.
  122. Sartori anuncia mais dois nomes e fecha secretariado G1 (26 de dezembro de 2014). Visitado em 29 de abril de 2015.
  123. Sartori começa governo com alto grau de confiança O Nacional (4 de fevereiro de 2015). Visitado em 30 de abril de 2015.
  124. Pesquisa Methodus: Sartori tem a confiança dos gaúchos Revista Voto (30 de janeiro de 2015). Visitado em 30 de abril de 2015.
  125. Aprovação do governador Ivo Sartori é de 54,4% Diário do Poder (29 de abril de 2015). Visitado em 30 de abril de 2015.
  126. Aprovação de Sartori é de 54,4%, aponta pesquisa Brasil 247 (29 de abril de 2015). Visitado em 30 de abril de 2015.
  127. Eleições de 15 de novembro de 1982 Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul. Visitado em 23 de abril de 2015.
  128. Eleições de 15 de novembro de 1986 Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul. Visitado em 23 de abril de 2015.
  129. Resultados da eleição gerla de 1990 Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul. Visitado em 23 de abril de 2015.
  130. Eleições 1994: Deputado estadual Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul. Visitado em 23 de abril de 2015.
  131. Acompanhamento da apuração das eleições de 1998 Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul. Visitado em 23 de abril de 2015.
  132. Eleições municipais de 2000: Caxias do Sul Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul. Visitado em 23 de abril de 2015.
  133. Eleições 2002: Deputado federal Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul. Visitado em 23 de abril de 2015.
  134. Caxias do Sul: Prefeito (Resultado Final) Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul. Visitado em 23 de abril de 2015.
  135. Caxias do Sul: Prefeito (Resultado Final) Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul. Visitado em 23 de abril de 2015.
  136. Eleições 2008: Caxias do Sul Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul. Visitado em 23 de abril de 2015.
  137. Eleições 2014: 1º turno Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul. Visitado em 23 de abril de 2015.
  138. Eleições 2014: 2º turno Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul. Visitado em 23 de abril de 2015.

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