Joshua (filme)

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Joshua
Joshua, o Filho do Mal (BR)
 Estados Unidos
2007 •  cor •  
Direção George Ratliff
Roteiro George Ratliff
David Gilbert
Elenco Sam Rockwell
Vera Farmiga
Celia Weston
Dallas Roberts
Michael McKean
Jacob Kogan
Gênero Drama
Música Nico Muhly
Edição Jacob Craycroft
Idioma Inglês
Receita US$ 719 968[1]
Página no IMDb (em inglês)

Joshua (Joshua, o Filho do Mal (título no Brasil) ) é um filme de horror psicológico de 2007 sobre uma família de Manhattan que se ve diante problemas psicóticos de seu filho, Joshua. O filme foi dirigido por George Ratliff e tem como atores principais: Sam Rockwell, Vera Farmiga e Jacob Kogan. Foi lançado em 6 de julho de 2007, nos Estados Unidos.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

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O filme gira em torno da vida de Brad Cairn e Cairn Abby (Rockwell e Farmiga), dois ricos que possuem um par de filhos. Seu primogênito, Joshua de nove anos de idade (Jacob Kogan) é um garoto prodígio — à frente da sua idade.

Com o passar dos dias, cada vez, o ambiente familiar de feliz e saudável passa a se tornar estranho e instável. Com a chegada do bebê começam tensas depressões nervosas por parte de Abby.

Estranhos atos de Joshua começam a acontecer, o que incluem jogar fora todos os seus brinquedos, tocar as notas erradas no piano, afugentar o bebê com uma lanterna à noite, parar de usar os medicamentos recomendados pela sua mãe, matar o cão e seu porquinho da índia, matar a sua avó, forjar desenhos característicos de abusos psicológicos e deliberadamente ter um comportamento inadequado em público fazendo com que seu pai perca o controle e bata nele (pela primeira vez) em público.

Na última cena do filme Joshua revela através de uma canção que ele mesmo compôs que tudo fazia parte do seu plano para tentar afugentar seus pais para que ele pudesse viver com seu tio Ned.[2]

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Recepção[editar | editar código-fonte]

Joshua teve recepção geralmente favorável por parte da crítica especializada. Alcançou uma pontuação de 69 em 100 no Metacritic, com base em 25 avaliações profissionais. Em avaliações favoráveis, do Portland Oregonian, Shawn Levy disse: "Há um drama aqui e momentos de tensão genuína, mas não é divertido, também com o ponto de um filme como este. Para crédito de Ratliff, ele nunca deixa um ofício considerável ficar no caminho."

Do Salon.com Andrew, O'Hehir: "Somente os espectadores com alguma apreciação para o personagem estranho, sem derramamento de sangue da vida familiar endinheirada em Nova Iorque vai realmente entender como hilariante e com precisão mortal este filme é. Mas novamente, os pais de Nova Iorque são as últimas pessoas que vão querer vê-lo."

New York Post, Lou Lumenick: "Joshua cai um pouco plano no final, mas no geral ele oferece alguns calafrios genuínos da velha escola - algo que estava faltando quando Macaulay Culkin desempenhou um papel semelhante em "The Good Son".

The Village Voice, J. Hoberman: "Um suspense psicológico bacana - parte de "Bad Seed" parte "Rosemary's Baby" - que trata de forma tanto cômica e assustadora com as ansiedades dos pais de uma família altamente yuppie de Manhattan."

"The Washington Post, Ann Hornaday: "Angustiante, controlado e diabolicamente auto-confiante, Joshua deixa os cinéfilos oscilando em seu próprio precipício emocional, perguntando-se onde pathos termina e começa patologia."[3]

Musica[editar | editar código-fonte]

A música em destaque no final do filme é "The Fly", que foi escrita especialmente para o filme pelo cantor Dave Matthews. Matthews escreveu a canção junto da companhia de produção de quem é um parceiro, a ATO imagens, que também foi a responsável pelo filme.

A Sonata para piano n.º 12 de Beethoven foi utilizada amplamente no filme, sendo executada por Jacob Kogan, que na época tinha 12 anos.

Referências

  1. Joshua (2007) (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 25 de maio de 2013.
  2. Joshua (em português) Filmow. Visitado em 31 de março de 2014.
  3. Joshua (em inglês) Metacritic. Visitado em 2 de maio de 2015.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]