Jovino

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Jovino
Usurpador do Império romano do ocidente
Siliqua Jovinus-RSC 0004.jpg
Síliqua com efígie de de Jovino
Governo
Reinado 411–412 (sozinho);
412–413 (co-imperador com Sebastiano)
Antecessor Constantino III
Sucessor Honório
Vida
Nome completo Jovinus
Gália
Morte 413
Narbona

Jovino foi um senador romano gaulês que reclamou para si o título de imperador entre 411 - 413.

Logo após a derrota do usurpador conhecido como Constantino III, Jovino foi proclamado imperador em Mogúncia em 411, uma marionete apoiada pelo rei dos burgúndios, Guntário, e pelo rei dos alanos, Goar. Jovino manteve sua posição na Gália por dois anos, tempo suficiente para emitir moedas com sua efígie vestindo o diadema imperial. Ele foi apoiado por diversos nobres galo-romanos que tinham sobrevivido à derrota de Constantino.

Sob o pretexto da autoridade imperial de Jovino, Guntário e seus burgúndios se estabeleceram na margem esquerda do Reno (o lado romano), entre os rios Lauter e Nahe. Ali, eles fundaram um reino que tinha o antigo assentamento gaulês romanizado de Borbetomago (Worms) como capital.

O fim de Jovino chegou após os visigodos sob Ataúlfo terem deixado a Itália (aconselhados por Prisco Átalo), ostensivamente para segui-lo, levando com eles como reféns o ex-imperador Átalo e Gala Placídia, a meia-irmã de Honório. Então Ataúlfo atacou e assassinou Sarus, que tinha vindo para apoiar Jovino. Este, ofendido, não consultou Ataúlfo antes de elevar o irmão dele, Sebastiano, a co-imperador. Insultado, Ataúlfo aliou seus visigodos com o imperador Honório e eles derrotaram as tropas de Jovino. Sebastiano foi imediatamente executado. Jovino fugiu para salvar a vida, mas foi cercado e capturado em Valentia (Valença) e levado à Narbo (Narbona), onde Póstumo Dardano, o prefeito pretoriano (governador) da Gália, que tinha se mantido fiel à Honório, o executou. As cabeças de Jovino e Sebastiano foram depois enviadas à Honório e penduradas nas muralhas de Ravena (depois foram enviadas à Cartago, onde ficaram em exposição juntamente com as cabeças de outros quatro usurpadores);

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