Jozef Israëls

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Nós crescemos velhos

Jozef Israëls (Groninga, 27 de janeiro de 182412 de agosto de 1911) foi um pintor neerlandês.

Nascido no seio de uma família judaica de ascendência portuguesa, o seu pai queria que ele se tornasse um homem de negócios, e foi depois de uma luta determinada com a família que conseguiu enveredar pela carreira artística.

Porém, as tentativas que ele fez sobre a direção de dois pintores na sua terra natal, Buys e van Wicheren, enquanto continuava trabalhando para seu pai como agente balconista, enviado para Amsterdã, onde tornou-se um aluno de Jan Kresuman e tentou aulas de desenho na academia. Depois foi enviado para Paris, trabalhou no estúdio de Picot, e retornou a Amsterdã. Lá, ele permaneceu até 1870, quando mudou-se para Haia.

Israëls foi freqüentemente comparado com Jean-François Millet. Como artistas, muito mais que pintores no real sentido da palavra, ambos, de fato, viram na vida pobre e humilde um motivo de expressão peculiar intenso nas suas simpatias; mas Millet foi o poeta da plácida vida rural, enquanto em quase todas as telas de Israëls há uma nota penetrante de aflição. Duranty disse que eles foram pintores com obscuridade e sofrimento.

Começou com temas históricos e dramáticos em estilo romântico do dia. Por casualidade, após uma enfermidade, foi recrutar sua força na cidade pesqueira de Zandvort, próximo a Haarlem. Foi dotado de uma nova visão de expressão artística, sinceramente realista, cheio de emoção e piedade.

Em meio de seus mais importantes trabalhos subseqüentes estão O pescador de Zadnvoort, A Casa Silenciosa e Aldeia Pobre.

Em 1862 alcançou grande sucesso em Londres com o Náufrago, comprado por Mr. Young, e O Berço, duas telas que a revista Athenaeum descreveu como a mais tocante tela da exibição.

Seus últimos trabalhos incluem O Viúvo, Quando nós crescemos velhos e sós no mundo, Um Interior, Uma Comida Econômica, Diálogo Mudo, Entre o Fields e a Beira-mar,.