Judaísmo messiânico

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Judaísmo messiânico (Judaísmo meshichista - Meshichismo) é uma autodenominada ramificação religiosa judaica, que acredita na figura de Yeshua (Nome original para Jesus) como sendo o Messias esperado pela tradição profética judaica.[1]

Pode-se distinguir dois tipos de messianismo deste tipo:

Sinagoga messiânica Baruch Hashem, Dallas, Texas
  • Nos primeiros séculos as seitas dos nazarenos e os ebionitas eram na maioria de judeus que aceitavam a crença em Yeshua como Messias, e não compartilhavam da crença na divindade de Yeshua. Criam que os gentios (não-judeus) que se convertessem deveriam aceitar as tradições religiosas judaicas. Porém, a entrada cada vez maior de prosélitos de origem não-judaica acabou por desencadear o processo que separaria de vez a seita dos nazarenos do Judaísmo, separação esta concretizada definitivamente com o Primeiro Concílio de Niceia (325).
  • O Moderno Judaísmo Messiânico é um movimento surgido no século XX nos EUA, originado do Hebreu-Cristianismo nascido na Inglaterra no século XIX. A grande maioria dos modernos judeus messiânicos aceita as diversas tradições do Judaísmo, julgando-as, no entanto, incompletas em seu significado, de certa maneira. O significado completo, segundo eles, só pode ser obtido a partir do entendimento e aceitação de Yeshua como sendo o Messias.

O Judaísmo em geral rejeita o Judaísmo Messiânico/Nazareno como sendo um ramo do Judaísmo, embora, em sua origem no século I EC, tenha sido considerado como tal. Ao mesmo tempo, a despeito de ser considerado apenas como uma ramificação cristã com o propósito de converter judeus aos cristianismo, como por exemplo a organização Judeus para Jesus, em 2009 Israel reconhece o Judaísmo Messiânico como uma ramificação judaica [2]

História do Judaísmo messiânico[editar | editar código-fonte]

Origens do messianismo judaico[editar | editar código-fonte]

No Tanakh (Antiga Aliança) que ficou conhecido como "Antigo Testamento, a palavra Messias (do hebraico משיח Māšîªħ, Mashiach ou Moshiach, Ungido, através do aramaico e transliterado, no grego do "Novo Testamento" como Μεσσιας) se referia ao ungido por D'us, o rei ou governante de Israel.[3]

Nos tempos após o exílio, o termo passou a ser usado como ha-Kohen ha-Mashiaḥ, ou o sacerdote ungido, se referindo ao Sumo Sacerdote de Israel.[3] Ciro, o Grande também foi chamado de messias (ungido por Deus) porque Deus fez ele ser vitorioso para que libertasse os judeus exilados.[3]

Um conceito do Judaísmo, refere-se, principalmente, à crença do Judaísmo posterior da futura vinda de um descendente do Rei David que iria reconstruir a nação de Israel e restaurar o reino de David, trazendo, desta forma, a paz ao mundo.

Ainda que a tradição religiosa judaico-cristã diga que o Messias já era uma profecia predita desde os tempos dos Patriarcas, este ensino veio a tomar mais forma após a destruição do Templo de Jerusalém. O retorno do Cativeiro, aliado a eventos históricos serviu para o aumento de um nacionalismo judaico, despertando uma esperança judaica pela reconstrução de sua nação e pelo governo de um rei levantado por Deus, que submeteria todos os povos à legislação da Torá.

Esta esperança messiânica aumentou ainda mais com o Domínio Romano sobre a Judéia no primeiro século. As diversas ramificações judaicas, pacíficas ou revolucionárias (como os zelotes), pretendiam obter sua independência do domínio romano, e inspirados pelo ideal da independência, acabaram por desenvolver ainda mais a crença no Messias libertador.

Os antigos nazarenos e o surgimento do Cristianismo[editar | editar código-fonte]

De acordo com a "tradição cristã" geralmente aceita, Jesus de Nazaré seria o Messias esperado pela tradição profética judaica (Mateus 2:1-6, Lucas 2:1-32, os dois trechos baseando-se, entre outros, no texto de Miqueias 5:2). Teria sido crucificado, ressuscitou e foi elevado aos céus (Mateus 28 7:, Atos 2:22-34, Atos 4:10, Atos 5:30). Inicialmente, seus seguidores foram de fato judeus que não abandonaram suas tradições religiosas judaicas, mas as praticavam acrescentando-lhes a crença em Jesus como Messias (Atos 20:7-8; Atos 21:20). Estes eram chamados de "notzrim" (nazarenos) devido à cidade de origem de Jesus, ou de "cristãos", pelo público gentio.

No entanto, com a difusão dos ensinamentos de Jesus, muitos gentios passaram a aceitar e acreditar nestas doutrinas. Daí surgiu a primeira crise entre os seguidores de Jesus: os gentios que acreditavam em Jesus deveriam ou não ser submetidos às leis de Moisés? Os judeus acreditavam que Jesus não teria vindo abolir a Torá. Desta forma, pregavam que tanto judeus como gentios convertidos deveriam seguir os mandamentos da Torá. No entanto se acreditarmos no sucesso inicial do movimento de Jesus dentro da religião judaica, deve-se crer que o ensino original não tenha sido muito diferente disto.

Paulo de Tarso (um fariseu, circunciso e que respeitava os preceitos da Torá), defendia que Jesus viera trazer salvação de Deus à humanidade e que a Torá não poderia ser imposta aos gentios por que a salvação se daria por intermédio da fé. O choque entre os dois grupos, "circuncisos" e "incircuncisos", já é aparente no livro de Atos, onde a discussão entre eles obriga à convocação da assembléia dos apóstolos (Atos 15). Tiago (judeu e circunciso), guiado pelo Espírito Santo deu seu ponto de vista, apoiado pelo apóstolo Pedro: aqueles que eram gentios não precisavam submeter-se de forma obrigatória às leis de Moisés e aqueles que eram judeus poderiam prosseguir com a lei desde que não impusessem seu modo de viver aos gentios («...mas escrever-lhes que se abstenham das viandas oferecidas aos ídolos, da fornicação, dos animais sufocados e do sangue. Pois Moisés, desde tempos antigos, tem em cada cidade homens que o pregam nas sinagogas, onde é lido todos os sábados.» (Atos 15:20-21) (comparar com as Leis de Noé). Os gentios poderiam aprender a Torá, que é santa, boa e justa (Romanos 7:12), a cada Sabá, mas isso não deveria ser imposto aos gentios.

Concílio de Niceia[editar | editar código-fonte]

Após a destruição do Templo de Herodes e o início da Diáspora, os cristãos espalharam-se ainda mais pelo império, bem como os demais judeus. Entretanto, a entrada cada vez maior de gentios na comunidade cristã iniciou de vez o processo de rompimento de suas ligações com o Judaísmo, especialmente porque estes gentios passaram a assimilar-se cada vez menos às práticas da Torá, como proposto no Concílio de Jerusalém, e com isso mantinham algumas de suas práticas pagãs, misturando-as apenas às primeiras doutrinas dos então nazarenos. A invasão dessas práticas pagãs, aliada ao prestígio agora dado à seita pelo império, graças ao crescimento surpreendente da mesma, culminou no desenvolvimento e no surgimento dos princípios que originaram o chamado Cristianismo.

Os choques entre cristãos e judeus foram mais ou menos leves até a adoção do Cristianismo como religião oficial do Império Romano. O Primeiro Concílio de Niceia, realizado no ano 325 EC, tratou de separar definitivamente o agora Cristianismo do Judaísmo, estabelecendo definitivamente as doutrinas contrárias ao Tanakh (antigo testamento) tais: "Trindade" e a intituição do Espirito Santo(Ruach HaKodesh) como uma pessoa. E, com a posterior adoção do Cristianismo como a religião oficial do Império Romano no ano 380 EC, graças aos dogmas estabelecidos em Niceia, passou-se a tentar converter os judeus e a impor-lhes diversas sanções que dariam origem ao antissemitismo religioso da Idade Média. Este sentimento foi posteriormente compartilhado inclusive pelas diversas ramificações cristãs protestantes tradicionais (evangélicos), que viam nos judeus um povo intransigente que teria matado seu Messias e que se recusava a converter-se ao Cristianismo.

Os judaizantes acabaram sendo segregados tanto pelos cristãos como pelos judeus. Estes judaizantes foram reconhecidos como ebionitas (do hebraico evionim "pobres"), organizando sua própria literatura religiosa e com o passar do tempo foram virtualmente extintos. Mesmo assim encontra-se uma gama de relatos históricos desses pequenos grupos cristãos que datam aproximadamente do século XIV e XV. Há diversos movimentos religiosos que em maior ou menor grau compartilham a visão ebionita. Dentre elas ,podemos mencionar o movimento criado por Shemayah Phillips,que em 1985 fundou o movimento conhecido como a Ebionite Jewish Community. Esta comunidade, estritamente monoteísta, reconhece Yeshua como um profeta justo, e defende uma interpretação judaica do Tanakh e que tal sirva como meio de união entre judeus e gentios para implantação de uma sociedade justa.

Judaísmo Messiânico Moderno[editar | editar código-fonte]

O Judaísmo Messiânico moderno ou Movimento Messiânico é um movimento recente iniciado no século XIX. Embora já em 1718 John Toland, em sua obra "Nazarenus", tenha feito a sugestão de que os "cristãos entre os judeus guardassem a Torá", somente no início do século XIX nasceu o Movimento Cristão-Hebreu na Inglaterra. E, em 1886, foi fundada em Chişinău, na atual Moldávia, a primeira Congregação Judaico-Messiânica moderna, por Ioseph Rabinovich.

Na Inglaterra, o movimento conhecido como Hebreu-Cristianismo iniciou-se com o princípio básico de reunir cristãos de origem judaica, tendo em vista o propósito de conscientizá-los de sua identidade judaica e reavivá-la, tendo sido a Hebrew-Christian Alliance of Great Britain finalmente organizada em 1866. Nos Estados Unidos, uma organização similar foi fundada em 1915, a Hebrew-Christian Aliance of America, cujo nome foi mudado para Messianic Jewish American Alliance em 1976. Em 1925, uma organização internacional foi criada com o mesmo propósito, a International Hebrew-Christian Alliance, posteriormente chamada International Messianic Jewish Alliance. Em 1979 foi fundada a Union of the Messianic Jewish Congregations (UMJC).

O moderno Judaísmo Messiânico, finalmente "estabelecido" a partir da década de 1960, intitula-se como um movimento originalmente judaico, fundado por membros judeus e para judeus, embora não seja reconhecido como tal. É essencialmente diferente do movimento Judeus para Jesus (Jews for Jesus), movimento este reconhecidamente protestante e com a finalidade única da conversão dos judeus ao Cristianismo (e que teve, por esta razão, uma resposta por parte do Judaísmo através do movimento Jews for Judaism (Judeus para o Judaísmo).

Estes grupos messiânicos são apoiados por igrejas evangélicas que atualmente tem promovido uma aceitação das tradições judaicas como o uso de músicas e orações em hebraico, adoção de festas religiosas judaicas, itens como kipá e tefilin, além de uso de nomenclatura e termos de origem judaica (como Rabino) mas negando muitas vezes outras tradições essenciais do judaísmo como a brit milá e outros mandamentos sob a visão de que estes mandamentos teriam sido abolidos por Jesus.

O governo de Israel não reconhece os assim autodenominados "judeus messiânicos" como judeus para efeitos de aliá (imigração de judeus a Israel), uma vez que a Lei do Retorno considera aptos à Aliá filhos ou netos de judeus que não sigam crenças e costumes estranhos ao judaísmo, como é o caso do cristianismo. por este motivo, apesar de certos grupos messiânicos clamarem que Israel teria aceitado os messiânicos como judeus para efeitos de aliá, o Ministério do Interior de Israel os considera cristãos e desconsiderados como candidatos à Lei do Retorno.

Teologia[editar | editar código-fonte]

A teologia judaico-messiânica estuda a divindade e as Escrituras segundo uma perspectiva judaico-messiânica.

Cânon[editar | editar código-fonte]

Os judeus messiânicos comumente reconhecem o Tanakh (Antiga Aliança) que ficou conhecido como "Antigo Testamento" como sendo divinamente inspirado. O teólogo David H. Stern, em seu "Comentário do Novo Testamento Judaico", argumenta que Shaul (conhecido como Paulo) é completamente coerente com o Judaísmo Messiânico, e que a [[Brit Chadashah)] (Nova Aliança) que ficou conhecido como "Novo Testamento" deve ser tomado pelos judeus messiânicos como sendo também a inspirada "Palavra de D'us". Entretanto, esta é apenas a principal visão dentro do movimento, pois, como em todas as religiões, há diversas correntes de pensamento.

Desta forma, no entanto, o cânon judaico-messiânico difere do cânon judaico tradicional essencialmente pela inclusão dos livros do Novo Testamento (ou conhecido como Brit Chadashá). O cânon judaico-messiânico, em suas diferentes visões, geralmente contêm os seguintes livros:

1. Torá [תורה], "a Lei", "Instrução", ou "Ensino". Também chamada Chumash [חומש], "os cinco", referência aos 5 livros de Moisés; o Pentateuco.

2. Neviim [נביאים], os "Profetas".

3. Ketuvim [כתובים], os "Escritos".

4. Besorot [בשורות], os "Evangelhos".

5. Ma'ase Hashelichim [מעשי השליחים], os "Atos dos Apóstolos".

6. Igarot Shaul Hashaliach [אגרות שאול השליח], as "Epístolas de Paulo".

7. Igarot Hashelichim [אגרות השליחים], as "Epístolas dos apóstolos".

8. Chazon [חזון], a "Revelação".

Stern produziu recentemente uma versão Judaico-messiânica da Bíblia, chamada A Bíblia Judaica Completa.

Talmude e comentários bíblicos[editar | editar código-fonte]

Algumas comunidades judaico-messiânicas consideram os comentários rabínicos, como a Mishná, no Talmude como historicamente informativos e úteis no entendimento da tradição, embora não os considerem normativos, especialmente nas questões nas quais o Talmude diverge das escrituras messiânicas.

Alguns outros grupos messiânicos, no entanto, consideram "perigosos" os comentários rabínicos do Talmude. Estes grupos defendem a ideia de que os que seguem as explicações e os comentários rabínicos e halaquicos não são crentes em Yeshua como Messias. Além disso, negam a autoridade dos Fariseus, crendo que estes foram substituídos e contraditos pelo messianismo.

Há um número grande de comentários messiânicos sobre diversos livros da Bíblia, tanto do Tanakh quanto da . David H. Stern publicou em volume único seu Comentário Judaico do Novo Testamento, mas ele limita-se a apenas fornecer notas explanatórias de um ponto de vista judaico, deixando de lado muitas das questões sobre a composição, história, data e contexto dos livros do Novo Testamento. Outros comentaristas notáveis do Novo Testamento são Joseph Shulam, que escreveu comentários de Atos, Romanos e Gálatas, e Tim Hegg, que escreveu sobre Romanos, Gálatas e Hebreus, e atualmente está estudando o evangelho de Mateus.

Doutrinas principais[editar | editar código-fonte]

Nesta seção estão listadas algumas das principais crenças e doutrinas do Judaísmo Messiânico [carece de fontes?]

1. D'us - Os judeus messiânicos crêem no D'us do Tanakh, Adonai, e que ele é todo-poderoso, onipresente, eterno, existente à parte da criação, e infinitamente importante e benevolente. Os judeus messiânicos creem no Shemá, que significa "ouve", oração fundamental do Judaísmo, do texto de Deuteronômio 6:4 - "Ouve, ó Israel, o Eterno nosso Deus é Único Deus -, texto que mostra a unidade do D'us de Israel, sendo ele único e infinito, e unicamente soberano. Quanto ao entendimento desta unicidade, porém, os grupos messiânicos divergem. Alguns refutam a ideia de uma "Trindade", entendendo o Shemá como a declaração literal de que Deus é um, apenas, além de considerar textos do próprio Novo Testamento que eventualmente desmentem o conceito de uma entidade triúnica - portanto, relegam a Trindade a algo quase que idolátrico. Outros, porém, são abertos aos conceitos trinitarianos.

2. Yeshua como o Messias - (Yeshua) é, para os judeus messiânicos, o Messias judeu. O principal movimento messiânico crê em Yeshua como sendo "a Torá (palavra) feita carne" (referência a Yochanan/João 1:14). Quanto à divindade de Yeshua no entanto, os grupos divergem.:

  • Os Trinitarianos acreditam que Yeshua seja D'us e a Segunda Pessoa da Trindade
  • Os Dualistas acreditam que ele é D'us encarnado.
  • Os Unicistas acreditam que ele é uma manifestação de D'us.
  • Os Unitários acreditam que ele é o filho de D'us, mas não tendo divindade e sim munido de toda autoridade - mas não nunca o próprio D'us.

3. A Torá escrita - Os judeus messiânicos, com algumas poucas exceções, tomam a Torá escrita (o Pentateuco) como sendo completamente válida (ao contrário da visão cristã), e portanto creem nela como uma aliança sagrada, perpétua e insubstituível, que deve ser observada tanto moral e ritualmente por aquelas que professam fidelidade a Deus. Eles acreditam que Jesus não somente ensinou como reafirmou a Torá (como no trecho do evangelho de Mateus 5:17-20), e não que ele a revogou.

4. Israel - Creem que as tribos de Israel foram, são, e continuarão a ser o povo escolhido do Deus de Jacó. Todos os messiânicos, judeus ou não, rejeitam a chamada "teologia da substituição", a visão de que a Igreja cristã substituiu Israel na mente e nos planos de Deus.

5. A Bíblia - O Tanakh e a Brit Chadashah são geralmente considerados pelos messiânicos como as escrituras inspiradas por D'us.

6. Escatologia bíblica - A maioria dos judeus messiânicos detêm as crenças escatológicas do "fim dos tempos", da segunda vinda de Yeshua, como Mashiach ben David, o descendente do rei Davi que restituirá Israel, da reconstrução do Templo de Jerusalém, da ressurreição dos mortos para o Juízo e do Shabat milenar, o período do reinado do Messias.

7. A Torá Oral - As opiniões dos judeus messiânicos a respeito da Torá oral, codificada no Talmude, são diversas e muitas vezes conflitantes inclusive entre as congregações. Algumas delas acreditam que aderir à "Lei oral", como abrangida no Talmude, é contrário aos ensinamentos messiânicos e, portanto, completamente perigoso. Outras congregações, porém, são seletivas nas aplicações das leis talmúdicas. Outras, ainda, encorajam a uma séria observância da halachá. Contudo, virtualmente todas as congregações e sinagogas judaico-messiânicas veem as tradições orais como sendo subservientes à Torá escrita, notando que Yeshua observou algumas tradições orais (como a observância de Chanucá), e se opôs a outras.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Walking in the Footsteps of Jesus (em inglês) Slate (18 de janeiro de 2008). Visitado em 19 de julho de 2011. "Messianic Jews are Jews who believe Jesus was the Messiah."
  2. Título não preenchido, favor adicionar (em inglês) Slate (26 de junho de 2009). Visitado em 26 de junho de 2009. "Messianic Judaism Recognized in Israel and Elsewhere."
  3. a b c Jewish Encyclopedia (1906), Messiah [em linha]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Apologias ao Judaísmo Messiânico
Críticas aos Judaísmo Messiânico
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