Jump blues

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Jump blues
Origens estilísticas Blues
Big Band
Swing
Boogie woogie
Contexto cultural Final dos anos 30
Instrumentos típicos saxofone, instrumento de sopro, guitarra rítmica, contrabaixo, bateria
Popularidade nos Estados Unidos década de 40 e início da década de 50
Gêneros de fusão
Rhythm and Blues, Rock and Roll, Ska
Outros tópicos
Swing Revival

Jump blues é um blues tocando em andamento acelerado, normalmente desempenhado por pequenos grupos e apresentando metais.[1] Jump blues foi muito popular na década de 1940 e foi chamado de rock and roll na década de 1950.

Jump é uma evolução das Big Bands, como as de Lionel Hampton e Lucky Millinder. Estes primeiros anos 1940 essas bandas projetaram músicos como Louis Jordan, Jack McVea, Earl Bostic e Arnett Cobb.

Blues e Jazz faziam parte do mesmo mundo musical, com muitos músicos tocando ambos os gêneros.

Jump blues ou simplesmente "Jump", era uma extensão do boogie craze. Bandas de Jump como o Tympany Five, que veio a ser, ao mesmo tempo uma banda de boogie-woogie revival, conseguido com tal feito máximo com um estilo de boogie com progressão harmônica eigth-bar-blues.[2]

Lionel Hampton gravou com uma estupenda Big Band de blues em 1942, a canção "Flying Home". Apresentando um estrondo sonoro, com uma impactante performance de um Sax Tenor , a música foi um hit na categoria "race records (termo para música negra na época). Tanto Hampton quanto Jordan juntaram o popular ritmo do boogie-woogie com os saxofones típicos do Swing, como exemplificaram Coleman Hawkins e Ben Webster, com letras engrçadas e jocosas tiradas do falar coloquial.

Como este desenvolvimento urbano, o jazz tornou-se mais popular, tanto músicos de blues, como músicos de jazz, queriam "tocar para o povo" isso favoreceu uma pesada e insistente batida. Esse tipo de música conquistou ouvintes negros que não se indetificava com a "casa sendo mais importante que a vida"

Jump Blues é executado com três metais e uma que cria uma Big Band com uma seção rítmica formada por 16 membro. O saxofone tenor é o instrumento mais importante do estilo. Grupos de Jump Blues se empenhavamm em tocar por um preço muito menor do que o preço das Big Bands, e se tornou muito popular com os proprietários de baile. O saxofonista Arte Chaney disse que "Fomos insultados", quando o público não quis dançar.

Jump Blues era bastante popular nos anos 40 e início dos anos 50 através de artistas como Louis Jordan, Big Joe Turner e Wynonie Harris.

Elementos de Jump blues foram usados no rock and roll nos anos 1950. Ele foi revivido na década de 1980 por artistas como Joe Jackson e Brian Setzer e atualmente por bandas como "The Blue MoPac e Suburbans" e "Mitch Woods His Rocket 88s." bandas contemporânea de swing como Lavay Smith, Steve & The Lucky The Rhumba Bums Featuring Miss Carmen Getit e Stompy Jones também incluem muitos clássicos de jump blues e, seu repertório, essas bandas também escrevem canções originais neste estilo.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Wayne Riker. Blues Lead Guitar Solos. [S.l.]: Alfred Music Publishing, 2003. 25 pp. 0739031554, 9780739031551.
  2. Lawrence Cohn. Nothing but the blues: the music and the musicians. [S.l.]: Abbeville Press, 1993.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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