Killer Love

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Killer Love
Capa da primeira versão do álbum
Álbum de estúdio de Nicole Scherzinger
Lançamento 18 de março de 2011
(ver histórico de lançamentos)
Gravação Estados Unidos
(Los Angeles, Nova Iorque, Atlanta, Boston, Miami e Hollywood)
França
(Paris e Nice)
Gênero(s) Pop, R&B
Duração 55:10
Idioma(s) Inglês
Formato(s) CD e download digital
Gravadora(s) Universal Music
Produção BeatGeek, Boi-1da, Maven Boys, The-Dream, Carl Falk, Trina Harmon, Jimmy Joker, Jim Jonsin, Steve Josefsson, Rami, RedOne, StarGate, Tricky Stewart, Julian Swirsky, Mark Taylor e Sandy Vee
Arranjos Mattias Bylund e RedOne
Capa de relançamento
Singles de Killer Love
  1. "Poison"
    Lançamento: 25 de outubro de 2010
  2. "Don't Hold Your Breath"
    Lançamento: 10 de março de 2011
  3. "Right There"
    Lançamento: 17 de maio de 2011
  4. "Wet"
    Lançamento: 26 de setembro de 2011
  5. "Try with Me"
    Lançamento: 30 de outubro de 2011

Killer Love é o álbum de estreia da cantora e compositora norte-americana Nicole Scherzinger, ex-vocalista do Pussycat Dolls. A primeira edição do projeto foi lançado em 18 de março de 2011 pela Universal Music e suas gravadoras filiadas. Nicole tinha planejado lançar um álbum em 2005, intitulado Her Name Is Nicole, depois, foi anunciado que o mesmo seria lançado em 2007. No entanto, devido aos insucessos de seus singles, a gravadora empurrou o álbum para 2008 e 2009, até que a própria cantora abandonar o projeto. Em 2010, após o lançamento do segundo álbum do Pussycat Dolls, Doll Domination, Nicole foi creditada dois singles e, em seguida, juntou-se à RedOne para produzir material para seu álbum de estreia.

Finalizado em 2011 e intitulado Killer Love, o álbum apresente uma combinação de canções classificadas como uptempo de clubes, bem como baladas. As músicas possuem elementos do rock, soul e da música funk, selecionadas por Nicole para ser interpretadas ao vivo. Dentre as quatorze faixas da primeira edição do projeto, duas possuem participações especiais, uma com Enrique Iglesias e outra com Sting, que originalmente gravou a canção que fazia parte da lista de faixas do Her Name Is Nicole. O produtor marroquino RedOne e seus parceiros produziram quase metade do álbum, sendo que o restante ficou sob a responsabilidade de Jim Jonsin, StarGate, The-Dream, Tricky Stewart and Boi-1da, entre outros.

"Poison", foi a canção que anunciou o lançamento do projeto. Ela foi produzida por RedOne e ocupou a terceira e a sétima posição no Reino Unido e na Irlanda, respectivamente. A crítica recebeu o single com boa avaliação, chegando a dizer que esta "estabelece o próprio som e identidade de Nicole Scherzinger". A segunda canção de trabalho, "Don't Hold Your Breath", produzida por Carl Falk, Steve Angello e Rami, também foi lançada antes do álbum, e atingiu o topo da parada no Reino Unido, e o décimo lugar na Irlanda. Até a data de lançamento de Killer Love, os singles foram lançados em locais específicos, como Brasil, Irlanda, Reino Unido, França e Alemanha. Dois meses depois do lançamento do álbum, "Don't Hold Your Breath" foi lançada nos Estados Unidos, e uma segunda edição do álbum foi anunciada com lançamento previsto para dezembro de 2011. A canção atingiu a octogésima sexta colocação, na principal parada do país, até o lançamento de "Right There" - que, nos Estados Unidos, foi lançada com a participação do rapper estadunidense 50 Cent -, que, por sua vez, esteve na trigésima nona posição da mesma parada. "Wet" foi uma canção promocional, contando com um videoclipe. Posteriormente, "Try with Me" foi anunciada como single.

O álbum obteve críticas mistas. Alguns críticos elogiaram a cantora afirmando que Nicole transmitia emoção e convicção com vocais potentes, enquanto outros criticavam o fato de RedOne produzir a maioria das faixas do álbum, dizendo que as canções soavam muito semelhantes. Alguns anunciaram que o projeto carecia de originalidade por parte de Nicole. Muitos críticos compararam as faixas do álbum à de interpretes do pop e R&B contemporâneo: Beyoncé, Rihanna e Britney Spears. Comercialmente, Killer Love demonstrou ser sucesso ocupando o oitavo lugar na parada de álbuns do Reino Unido.

Gravação e produção[editar | editar código-fonte]

Inicialmente, Nicole Scherzinger começou a trabalhar em seu primeiro álbum solo em 2005[1] . Intitulado Her Name Is Nicole, ela gravou diversas canções, cerca de 75 à 100, sendo que algumas, posteriormente, terminaram compondo a lista de faixas de álbuns do Pussycat Dolls[2] . Diversos artistas e produtores trabalharam neste projeto, entre eles Akon, Gary Lightbody, Dr. Dre, Ne-Yo, T.I., Timbaland, will.i.am e Kanye West[3] . Todavia, após o lançamento de quatro single sem sucesso, Scherzinger anunciou que estava trabalhando em um novo álbum solo. Em entrevista à revista estadunidense Billboard, em abril de 2009, ela disse que o "andamento [do meu álbum] está na fala e no processo de composição. Eu não comecei a gravar"[4] . A cantora e compositora Keri Hilson, disse que o projeto inicial do álbum não foi lançado, pois, esse poderia incidir sobre o lançamento de canções do Pussycat Dolls[5] . Em janeiro de 2010, Nicole deu inicio ao processo de composição e gravação de faixas pela terceira vez, reunindo-se com Ne-Yo para produzir faixas "pessoas e sinceras"[6] . Ela tentou lançar seu álbum pela segunda vez em maio de 2010, com canções de rock, funk e soul, além de um novo single intitulado "Nobody Can Change Me"[7] .

"Honestamente, Jimmy, se você quer que eu faça isso você tem que confiar em mim e deixar que eu faça, deixe que eu faça a estrutura do trabalho, não apenas um single. Com certeza, você vai criar magia e um estilo." (...) "Isso é o que nós fizemos. Eu acho que criamos um novo som para Nicole Scherzinger, que se ajusta à ela, que realmente representa quem ela é, e você vai ficar impressionado quando ouvi-lo"

— RedOne[8] .

Em agosto de 2010, o produtor marroquino RedOne confirmou, em entrevista à BBC Music, que estava trabalhando em um novo material que havia sido gravado para o álbum de Nicole. Quando questionado sobre o que ele achava do fato do álbum não ter sido lançado anteriormente ele declarou: "Seu último nunca saiu porque era como um hambúrgueres de fast food. Um dos McDonald's, Burger King, entre outros. Tinha um gosto bom, mas, não era consistente". O próprio RedOne declarou que produziu a maioria das faixas do álbum[9] e, Nicole, em setembro de 2010, disse em entrevista à revista X que "na verdade, foi minha decisão de não lançar o Her Name Is Nicole" , dizendo que foi uma honra trabalhar com RedOne, "ele é um produtor e músico inacreditável. Tinha feito algumas canções incríveis para Lady Gaga". Para o produtor, "agora há alguém com o 'fator x'. Eu não posso tocar Gaga, mas, eu sei que criamos algo único"[10] . O próprio RedOne, pessoalmente, chamou Jimmy Iovine, presidente do selo Interscope-Geffen-A&M, para trabalhar no álbum de Nicole[8] .

Segundo a Billboard, Scherzinger havia trabalhado com Ne-Yo e Jay Sean, em canções para o seu álbum[11] , sendo que a mesma declarou que o projeto teria mais canções uptempo que "prestassem para ser interpretadas ao vivo"[12] . Apesar da primeira edição do trabalho não conter as faixas compostas por Ne-Yo, Scherzinger disse que essas apareceram na edição lançada nos Estados Unidos. Quando a gravadora britânica de Nicole (Polydor Records) a questionou sobre o time de artistas com os quais gostaria de trabalhar, ela escolheu apenas Plan B[13] . A Digital Spy, durante uma entrevista, perguntou à Nicole sobre como ela descreveria esse álbum; ela respondeu que "a maioria do conteúdo do álbum foi produzid por RedOne, eu queria algo explosivo, algo que poderia ser encenado ao vivo em uma apresentação cheia e eu precisava de música para coincidir com essa intensidade. Isso é o que ele fez. É cru, é perigoso, é grande. Isso é o que eu quero que esteja no palco. É uma energia diferente de Lady Gaga. A música é mais rock e funk inspirados no soul"[13] . A arte da capa de Killer Love foi divulgada em 2 de março de 2011, juntamente com a lista de faixas do álbum. No trabalho artístico, Nicole atinge uma confortável pose, rachando um meio sorriso, com um tufo de pêlo cinza caída sobre o ombro esquerdo[14] .

Composição[editar | editar código-fonte]

Sting, que divide os vocais de "Power's Out", com Nicole.

Nicole Scherzinger traz dois duetos com cantores em Killer Love. O primeiro é uma balada, "Power's Out", onde ela divide os vocais principais com o cantor britânico Sting. A gravação da canção foi feita com os dois no mesmo estúdio e Nicole declarou que "a energia de Sting é muito dominante, de uma maneira sutil. Ele é generoso e gentil. Eu fui à Boston para assistir sua apresentação com o The Police e o conheci. Ela era tudo e muito mais do que eu imaginava. Senti como se estivéssemos fazendo yoga quando estávamos cantando. Ele é um cara tão fácil de trabalhar. Cantando no mesmo microfone, ele se mostra realmente perto. Ele tinha um hálito fresco. Não brócolis nos dentes"[15] . Para David Renshaw, do PopDash, a canção empresta elementos do som do The Police, banda onde Sting é o vocalista, e em particular do single lançado em 1983, "Every Breath You Take"[16] . O outro dueto é com o espanhol Enrique Iglesias. Trata-se de um remix, caracterizado como "Rude Well's Open Heart Remix", do single lançado pelo cantor com a participação de Nicole, "Heartbeat". Ellwood, do Entertainment Focus, disse que o remix acrescentou novas batidas à canção mudando o seu tom totalmente[17] .

O estilo de algumas baladas do álbum, "Casualty" e "Desperate", foram comparadas ao trabalho de Leona Lewis. "Casualty" é uma das duas canção que fecham o trabalho, sendo a outra "AmenJena"[18] [19] . O primeiro é "uma balada contemporânea", enquanto o segundo é mais lento e mais comovente, como o álbum é mais despojado devido aos sintetizadores e produção eletrônica, Nicole traz uma canção interpretada apenas com voz e piano[16] [17] . Outra balada do álbum é "Everybody", também possui uma produção "polida", para "permitir que a voz de Nicole passe a ser o foco principal"[17] . Kim Dawson, do Daily Star, observou que "Everybody" é a música do álbum que traz o momento de "arrepio"[19] . À MTV, a cantora disse que, nos Estados Unidos, [o contexto do álbum] foi "uma mistura de hinos de dança, cultura urbana e canções inspirados no uplifting"[20] .

Os críticos atentaram para os vocais de fundo de "You Will Be Loved", que contém alguns iodeleis. Seu refrão constitui-se em repetição de uma frase, semelhante às canções "Gimme More" (2007), de Britney Spears, e "Halo" (2009), de Beyoncé, por exemplo[18] . A canção foi composta por Timothy e Theron Thomas, mesmo duo que compôs o terceiro single de Her Name Is Nicole, "Supervillain"[21] [22] . O tom da canção "Right There" foi comparada ao tom do single "Rude Boy", lançado pela cantora barbadiano Rihanna. Coincidentemente, ambas foram co-escritas por Ester Dean, porém, "Right There" possui, segundo os críticos, uma "batida brilhante" o que dá para Nicole uma base[18] [19] . Além disso, uma canção alternativa foi gravada com a participação do rapper estadunidense 50 Cent. Essa versão foi lançada como single nos Estados Unidos e está presente na lista de faixas da versão americana e de relançamento do álbum. "Poison", foi descrita pela 4Music como "um vibrante canção de club", enquanto "Don't Hold Your Breath" é caracterizada como uma "falsa balada"[18] . Michael Cragg, da The Observer, diz que é uma "elegante novo hino"[23] , enquanto Dawson, diz que a temática da canção pode ser comparada à uma "Sugababe tentanto se libertar"[19] , ao passo que Renshaw compara a faixa à música de Jordin Sparks e Chris Brown lançada em 2008, "No Air"[16] .

Killer Love também apresenta uma série de canções denominadas "uptempo", incluindo "Wet", descrito como "parte essencial de uma playlist" graças à sua base de batidas eletrônicas[18] . Foi descrito por Phillip Ellwood, do Entertainment Focus, como o melhor dos uptempos. A faixa tema do álbum foi é definida por alguns críticos como uma "música que pega fácil", com uma "batida suculenta" e refrão "boa para as mainstreams"[17] . Dispõe de batidas de Hi-NRG quentes igualando o "amor à dor, física real"[16] . Outra canção que segue a linha de "Wet" é "Club Banger Nation", que apresenta intrudoções do europop dos anos 90, com "batidas cintilantes e vocais"[17] [18] . "Say Yes" foi, originalmente, produzida por The Cave (Jonas Saeed e Pontus Söderqvist) durante as sessões iniciais de gravação do trabalho. Foi escrita por RedOne, Jimmy Joker, Jonas Saeed, Pontus Söderqvist, Nailah Thourbourne, Nyanda Thourbourne, Tasha Thourbourne e Candace Thourbourne[21] . Nailah já havia trabalho com Nicole anteriormente, a primeira no single "Puakenikeni", enquanto a segunda contou com colaboração de Nayanda Thourbourne e Akon, Nicole e Giorgio Tuinfort na canção "On My Side"[24] [25] , que não está presente na lista de faixas do álbum, pois, ambas foram gravadas para Her Name Is Nicole[3] . Para sua adição na lista, "Say Yes" foi re-equipada e reproduzida por RedOne e Joker[21] . Renshaw fez comparativos às canções do britânico Taio Cruz, por utilizar elementos do eurodance, presentes na produção[16] .

Recepção[editar | editar código-fonte]

Desempenho comercial[editar | editar código-fonte]

Killer Love fez sua estreia nas pradas ocupando a décima quarta posição, na Irlanda, em 25 de março de 2011[26] . Dois dias depois, o projeto estreou em oitavo na parada de álbuns do Reino Unido[27] , vendendo cerca de 19.743 cópias[28] , tendo um desempenho superior ao último álbum de Nicole lançado enquanto integrava o Pussycat Dolls[29] . Em 15 de agosto de 2011, o álbum vendeu 120.341 cópias no Reino Unido[30] .

Respota da crítica[editar | editar código-fonte]

Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
4Music 4 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar empty.svg[18]
Digital spy 3 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar empty.svgStar empty.svg[31]
allmusic 2.5 de 5 estrelas.Star full.svgStar half.svgStar empty.svgStar empty.svg[32]
BBC Online Positivo[33]
Daily Star Positivo[19]
Entertainment Focus Positivo[17]
The Observer Positivo[23]
The Independent Negativo[34]
Music Week Neutro[35]

Michael Cragg, do The Observer, disse que o álbum é, em sua maioria, consistente, como os atuais álbuns de R&B. Ele afirma que apesar da voz de Nicole "não ser tão despezível", ela fica em segundo plano, enquanto os produtores do álbum adicionam suas próprias influências à música[23] . Alex Macpherson, da BBC Online, comenta que "Nicole é uma das poucas artistas pop com energia necessária para dominar [suas] batidas, e não vice-versa. Killer Love está longe de ser o seu melhor álbum"[33] . A Daily Star publicou uma crítica de Kim Dawson que, por sua vez, comenta que a cantora traz um álbum "realmente assassino", dizendo que a faixa-tema é "mais resistente do que do que as 'botas plataforma' de Geri Halliwell"[19] . Outra nota positiva é a da Focus Entertainment, argumentando que o projeto é "um registro competente e agradável de uma das mulheres mais bonitas do pop" e "basta ouvir o álbum algumas vezes para saber que Nicole tem todos os requisitos para fornecer sucessos futuros. Ela coloca sua marca na música, e surpreende com uma voz poderosa, além do conteúdo do projeto ser mais variado que qualquer coisa que o Pussycat Dolls gravou"[17] . Para David Griffiths, do 4Music, a cantora não "precisará se preocupar com as substituições do Pussycat Dolls, porque, esse trabalho, a estabelece como uma artista solo"[18] . O Digital Spy, conclui que Nicole se cumpre sua promessa de "estar a frente", como artista solo, e que o projeto "tem, em suas 14 faixas, a coesão perdida na segunda metade, com uma sequencia de baladas e na falta de personalidade nas canções mais agitadas"[31] .

Stephen Thomas Erlewine, da allmusic, crítica o fato de "Nicole cantar sem contestação, atendendo às necessidades das canções, sem trair uma pitada de personalidade, empurrando a responsabilidade de Killer Love para seus produtores, principalmente, RedOne, The-Dream e a equipe Stargate[32] . A The Independent, publicou a nota de Hugh Montgomery, que deu ao álbum uma crítica negativa pela falta de originalidade e identidade musical de Nicole, comparando a cantora a uma "Rihanna rejeitada" concluindo que "você [Nicole] realmente não fez esse álbum seu"[34] . A Music Week, diz que Killer Love não apresenta novidades, uma vez que, para muitos, o Pussycat Dolls sempre representou um projeto solo de Nicole. Chega a comparar as faixas do álbum à canções de Rihanna e Black Eyed Peas, e dizendo que "Power's Out" desvia-se e é a faixa mais afastada de tomo o tema central do trabalho[35] .

Divulgação e turnê[editar | editar código-fonte]

A Capital FM publicou uma nota, informando que Nicole entraria em uma turnê solo pelo Reino Unido[36] . Essa deve começar em Londres, no Hammersmith Apollo, em 19 de fevereiro. Estão agendados apresentações em Manchester, no O2 Apollo, e Birmingham, no O2 Academy, em 22 e 23 de fevereiro, respectivamente[37] .

Singles[editar | editar código-fonte]

Anunciando o lançamento de Killer Love no Reino Unido, "Poison" foi apresentada como primeiro single na região em 14 de outubro de 2010[38] . O pesado "pop tóxico" da canção foi gerada por sintetizadores, usados pelo produtor RedOne[38] . Mesmo assim, a canção só foi lançada oficialmente em 25 de outubro de 2010[39] . Nicole interpretou a canção pela primeira vez na sétima temporada do The X Factor, em 28 de novembro de 2010[40] , um dia antes do lançamento no Reino Unido[41] . Após seu lançamento, "Poison", estreou no terceiro lugar na parada de singles do Reino Unido, e entrou no Top 10 na Irlanda[42] .

A segunda canção de trabalho, "Don't Hold Your Breath", foi produzida por Carl Falk, Steve Angello (da Swedish House Mafia) e Rami Yacoub[21] . Um demo da faixa, com vocais de Keri Hilson e Timberland, vazou na internet em junho de 2010[43] . Posteriormente, em janeiro de 2011, duas novas versões inacabadas vazaram também, incluindo uma com demonstrações dos vocais de Nicole, antes da versão final anunciada pela revista Rap-Up[44] [45] . Lançada, oficialmente, em 10 de março de 2011, como segundo single no Reino Unido e Portugal[46] , e primeiro em alguns países, atingiu o primeiro lugar da parada britânica e o quinto lugar na irlandesa. No Brasil, a faixa foi lançada em 29 de junho de 2011, porém, assim como "Poison", não teve impactos nas paradas[47] , enquanto, nos Estados Unidos, a mesma atingiu a octogésima sexta posição da Hot 100[48] .

"Right There" foi lançada na Grã-Bretanha em 17 de maio de 2011. Sendo que a versão lançada nos Estados Unidos e em Portugal conta com vocais adicionais do rapper 50 Cent. Esta foi lançada em ambos mercados em 17 de junho de 2011[49] . No Brasil, a faixa foi lançada em 22 de outubro de 2011, sem os vocais do rapper estadunidense[50] . Nas paradas musicais, a faixa teve bom desempenho, ocupando a trigéssima nona colocação na Billboard Hot 100, tornando-se a primeira faixa da cantora a ocupar uma grande posição na parada[51] .

Em 14 de julho de 2011, o site britânico de entretenimento, Digital Spy, revelou que "Wet", seria o quarto single de Killer Love. O lançamento estava previsto para 29 de agosto de 2011[52] . No entanto, a faixa nunca chegou a ser lançada. Ao invés disso, tornou-se uma canção promocional do álbum na Austrália[53] , chegando a trigéssima quarta colocação da parada musical no país[54] . Seu videoclipe foi gravado em julho sob a direção de Justin Francis[55] e tendo sua estreia em 3 de agosto de 2011[56] .

"Try with Me" foi lançada em 30 de outubro de 2011[57] , anunciando a segunda edição do projeto. A faixa possui um videoclipe que foi gravado no México e lançado em 18 de outubro, na Capital FM e MSN, respectivamente[58] [59] .

Lista de faixas[editar | editar código-fonte]

N.º Título Compositor(es) Produtor(es) Duração
1. "Poison"   Nicole Scherzinger, Nadir Khayat, The Chef, BeatGeek, AJ Junior, Kinda Hamid RedOne, BeatGeek, Jimmy Joker* 3:47
2. "Killer Love"   Scherzinger, Khayat, Junior, The Chef, BeatGeek, Joker RedOne, BeatGeek 3:52
3. "Don't Hold Your Breath"   Josh Alexander, Billy Steinberg, Toby Gad Carl Falk, Steve Angello, Rami 3:17
4. "Right There"   James Scheffer, Ester Dean, Frank Romano, Daniel Morris Jim Jonsin 4:02
5. "You Will Be Loved"   Timothy Thomas, Theron Thomas Julian Swirsky 4:16
6. "Wet"   Tor E. Hermansen, Mikkel S. Eriksen, Sandy Wilhelm, Dean, Traci Hale StarGate, Sandy Vee 3:37
7. "Say Yes"   RedOne, Joker, Jonas Saeed, Pontus Söderqvist, Nailah Thourbourne, Nyanda Thourbourne, Tasha Thourbourne, Candace Thourbourne RedOne, Jimmy Joker 3:29
8. "Club Banger Nation"   RedOne, The Chef, Hamid RedOne 4:06
9. "Power's Out" (com a participação de Sting) Terius Nash, Christopher Stewart, Thaddis Harrell Tricky Stewart, The-Dream 4:10
10. "Desperate"   Scherzinger, Khayat, Hamid RedOne 3:27
11. "Everybody"   cherzinger, Khayat, Adil Khayat, Junior, The Chef, Joker, BeatGeek, Trina Harmon RedOne, BeatGeek*, Jimmy Joker* 3:50
12. "Heartbeat (Rudi Wells' Open Heart Remix)" (Enrique Iglesias com a participação de Nicole Scherzinger) Iglesias, Jamie Scott, Mark Taylor Mark Taylor 3:32
13. "Casualty"   Matthew Samuals, Andrea England, Liz Rodrigues, Bret Ryan, Zalezy Epstein Boi-1da, Maven Boys^ 4:21
14. "AmenJena"   Harmon, Scherzinger Trina Harmon 5:22
Duração total:
55:10

(*) Indica o(s) co-produtor(es)
(^) Indica produtores adicionais

Edição estadunidense[editar | editar código-fonte]

A versão estadunidense do álbum contará com uma lista de faixas diferentes. Nicole confirmou, em entrevista à MTV, que essa edição contará com a contribuição de outros artistas, como Ne-Yo, que não havia trabalhado na versão principal do projeto[20] . "Right There", com a participação de 50 Cent, foi lançada nos Estados Unidos, como primeiro single do trabalho[20] . O rapper Snoop Dogg também participa da canção "Peep Show", uma das cinco novas faixas do trabalho, que foi escrita e produzida por Harvey Mason, Jr. e R. Kelly[62] . Nicole disse que é provável que algumas canções da edição principal, "Power's Out", por exemplo, apareça na lista de faixas da edição[62] . O lançamento dessa versão está previsto para janeiro de 2012[63] .

Paradas, certificados e vendas[editar | editar código-fonte]

Ficha técnica[editar | editar código-fonte]

Todos os dados abaixo foram retirados do encarte do álbum[21] .

Histórico de lançamentos[editar | editar código-fonte]

País Data Edição Formato Gravadora
Irlanda[64] 18 de março de 2011 Edição internacional CD, download digital Universal Music
França[65] 21 de março de 2011
Reino Unido[66] Polydor Records
Bélgica[67] Universal Music
Suíça[68] 25 de março de 2011
Países Baixos[69] 20 de maio de 2011
Polônia[70]
Alemanha[71] 26 de agosto de 2011
Austrália[60] 2 de setembro de 2011
Irlanda[72] 11 de novembro de 2011 Edição internacional (relançamento) Polydor Records
Reino Unido[61] 14 de novembro de 2011

Referências

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  2. Levine, Nick (2 de novembro de 2007). Nicole Scherzinger - Music News - Digital Spy (em inglês) Digital Spy. Página visitada em 25 de outubro de 2011.
  3. a b Montgomery, James (23 de agosto de 2007). Nicole Scherzinger Nabs Kanye West For LP, Makes Snow Patrol Singer's Mom Cry - Music, Celebrity, Artist News » MTV (em inglês) MTV. Página visitada em 25 de outubro de 2011.
  4. Graff, Gary (1 de abril de 2001). Pussycat Doll Nicole Scherzinger Talks Solo Album, 'Domination 2.0' (em inglês) Tabspedia Billboard. Página visitada em 25 de outubro de 2011.
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  15. Corner, Lewis (9 de março de 2011). Scherzinger 'scared over Sting duet' - Music News - Digital Spy (em inglês) Digital Spy. Página visitada em 26 de outubro de 2011.
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