King Kong (1933)

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King Kong
King Kong (PT/BR)
Kingkongposter.jpg
 Estados Unidos
1933 •  P&B •  100 min 
Direção Merian C. Cooper
Ernest B. Schoedsack
Roteiro James Ashmore Creelman
Ruth Rose
Elenco Fay Wray
Robert Armstrong
Bruce Cabot
Roy Stewart[1]
Género fantasia, acção, aventura, terror, suspense, drama
Idioma Inglês
Página no IMDb (em inglês)

King Kong é um filme norte americano de 1933, do gênero Fantasia e aventura, dirigido e produzido por Merian C. Cooper e Ernest B. Schoedsack. Com roteiro escrito por James Ashmore Creelman e Ruth Rose, com uma ideia concedida por Cooper e Edgar Wallace. É estrelado por Fay Wray, Bruce Cabot e Robert Armstrong, e estreou em Nova Iorque (Estados Unidos), em 2 de Março de 1933, com várias críticas.

O filme é sobre um gorila gigante de oito metros de altura, chamado de Kong, que é capturado por uma produção de um filme que queria gravar na ilha em que ele estava, mas acaba sequestrando a mulher da equipe (interpretada por Fay Wray) e faz da cidade de Nova Iorque um caos e pânico. Kong foi feito por Willis O'Brien, com a técnica em stop motion. Em 1991 foi considerado, pela Biblioteca do Congresso, como "culturalmente, historicamente ou esteticamente significante" e selecionado para preservação no National Film Registry. O filme teve dois remakes, um lançado em 1976 e outro em 2005, ambos com mesmo nome.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Uma equipe de cinema liderada por Carl Denham (Robert Armstrong) viaja para a Ilha da Caveira, acreditada ser apenas uma lenda, e se depara com uma civilização primitiva que oferece mulheres a Kong, um deus-gorila gigante. Quando essa civilização captura Ann Darrow (Fay Wray), a estrela do filme, a equipe de marinheiros, agora liderada pelo valente e apaixonado imediato Jack Driscoll, parte em resgate, enfrentando inúmeros perigos tais como dinossauros e insetos gigantes.

Depois de muitos marinheiros perderem a vida na empreitada, Ann é salva das garras do gorila que, aparentemente, se apaixonou por ela. Tendo os sobreviventes em segurança, Denham faz de tudo para conseguir raptar o macaco e levá-lo para Nova York, onde faria dele sua grande atração: "Kong, a Oitava Maravilha do Mundo".

Eventualmente o monstro escapa e fica solto e furioso no meio da cidade, recapturando Ann e dirigindo-se ao Empire State, para a cena que ficaria imortalizada até hoje, tornando-se um ícone pop. Aviões metralham kong que cai de cima da torre e morre enquanto Ann vê lá de cima o macaco morrer.

Reconhecimento[editar | editar código-fonte]

Em 1991, o filme foi considerado como 'cultural, historica e esteticamente significante', e selecionado para preservação nos Estados Unidos pela Biblioteca do Congresso. Em abril de 2004, a revista Empire, uma das mais importantes publicações britânicas sobre cinema, o considerou o 'maior filme de monstros' de todos os tempos.[2]

Referências

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