Língua kapampangan

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Kapampangan
 (Amánung Sísuan, Amanung Sisuan.svg)
Pronúncia: AFI[ˌkapamˈpaŋan]
Outros nomes: Pampango
Falado em: Filipinas
Região: Luzón Central
Total de falantes: 1,9 milhões
Família: Austronésia
 Malaio-polinésia
  Filipina
   Filipina setentrional
    Luzón Central
     Kapampangan
Escrita: Latino, (kapampangan ou alfabeto espanhol);
Historicamente escrita no kulitan (também conhecido como Matuang Kudlitan, Pamagkulit ou Súlat Kapampángan.
Regulado por: Comissão para a Língua Filipina
Códigos de língua
ISO 639-1: --
ISO 639-2: pam
ISO 639-3: pam
Área nas Filipinas onde o kapampangan é falado.

O kapampangan ou pampango (no alfabeto kulitan: Kapampangan.svg) é um dos principais idiomas falados nas Filipinas. É utilizado principalmente na província de Pampanga, na metade meridional da província de Tarlac e na metade setentrional da província de Bataan. O kapampangan também é compreendido em alguns barangays de Bulacan e Nova Ecija, e pelos aitas ou aetas de Zambales. Também é grafado como Capampañgan, e chamado de Pampango; já no próprio kapampangan é chamado de Amánung Sísuan, que significa "a língua materna".

História[editar | editar código-fonte]

O termo kapampangan deriva da raiz pampáng, que significa "margem do rio". O idioma foi usado, historicamente, no Reino de Tondo, também conhecido como Reino de Luzón, dominado pelos lakans. No século XVIII, dois livros foram escritos pelo frei Diego Bergaño a respeito do idioma; o Vocabulario de la lengua Pampanga[1] e a Arte de la lengua Pampanga. O kapampangan produziu dois grandes autores literários no século XIX: o padre Anselmo Fajardo, célebre por suas obras Gonzalo de Córdova e Comedia Heróica de la Conquista de Granada, e Juan Crisóstomo Soto, autor de diversas peças teatrais, como Alang Dios, de 1901. A "justa" poética Crissotan foi composta em kapampangan por Amado Yuzon, indicado ao Prêmio Nobel da Paz e de Literatura na década de 1950 para imortalizar Soto por sua contribuição à literatura kapampangan literature.[2]

Referências

  1. Bergaño
  2. Pangilinan, Michael Raymon M. Kapampángan or Capampáñgan: Settling the Dispute on the Kapampángan Romanized Orthography (2006). Apresentado na 10ª Conferência Internacional sobre as Línguas Austronésias, 17-20. Janeiro de 2006. Puerto Princesa City, Palawan, Filipinas. http://www.silinternational.org/asia/philippines/ical/papers/pangilinan-Dispute%20on%20Orthography.pdf: In many gatherings Kapampangans seem more confident and articulate in exchanging views and ideas among their own K[abalen] ‘countrymen’ in Tagalog which is the vernacular in the Philippines, than they would in their own [mother tongue]. For instance, many Catholic priests are now delivering their homilies in the Tagalog language during a Kapampangan liturgy while high school student meetings are conducted in the Tagalog language even if all the participants are Kapampangans.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Bergaño, Diego. Vocabulario de la Lengua Pampanga en Romance. 2ª edição. Manila: Imprenta de Ramirez y Giraudier, 1860.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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