La Bayadère

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La bayadère é um balé em três atos e cinco cenas, com música de Ludwig Minkus[1] , coreografias de Marius Petipa[1] e libreto de Marius Petita e Sergei Khudenov[1] , teve estréia mundial em 1877, no Teatro Mariinsky de São Petersburgo.

Trama[editar | editar código-fonte]

Vera Trefilova em La Bayadère, em 1900

O ballet narra a história de Nikiya, uma dançarina do templo (Devadasi; a palavra francesa Bayadère deriva do português baladeira[2] ) e de Solor, um jovem guerreiro.

Os jovens apaixonados planejam fugir juntos e juram fidelidade diante do fogo sagrado. No entanto Solor esquece de seu juramento quando Rajá, satisfeito com o presente que recebeu de Solor lhe ofecere a mão de sua filha Gamzatti em casamento.

Ao saber do casamento, Nikiya vai ao encontro de Gamzatti e revela o seu amor por Solor implorando-lhe que o deixe para ela. Gamzatti tenta comprar Nikya com jóias e presentes. Nikiya recusa e num ato de desespero ameaça Gamzatti com um punhal. Chocada com seu próprio gesto, foge apavorada.

Na celebração do noivado de Solor e Gamzatti, o Rajá ordena que Nikya dance com as demais bailadeiras. Durante a dança ela recebe uma cesta de flores na qual havia um serpente venenosa escondida. Nikiya é mordida e agoniza. O Sacerdote Brâmane se prontifica a salvá-la caso ela aceite pertence-lhe. Após ver Solor com Gamzatti, a jovem recusa, e morre.

Àpos a morte da sua amada Solor encontra-se tomado de pesar e remorso. Magdaveya, querendo distraí-lo daquelas sombrias disposições, lhe oferece ópio para fumar. Solor adormece e sonha que, em companhia de Nikya, a seus olhos apresentam-se os espectros das bailadeiras.

Solor é levado a se casar com Gamzatti, quebrando seu juramento a Nikya. A profecia da Bailadeira realiza-se, acontece uma terrível trovoada e o templo cai em ruínas. Dos escombros aprece Nikya, que vem buscar Solor para viverem seu amor na eternidade.

Referências