LeYa

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LeYa
LeYa SGPS, S.A.
Grupo LeYa.jpg
Tipo Sociedade Anónima
Indústria Livreira
Gênero Conglomerado livreiro
Fundação 7 de janeiro de 2008 (6 anos)
Sede Alfragide, Amadora
 Portugal
Locais Portugal, Brasil, Angola, Moçambique
Proprietário(s) Miguel Pais do Amaral (principal acionista)
Presidente Miguel Pais do Amaral
Pessoas-chave Isaías Gomes Teixeira (administrador-delegado)
Produtos Livros, manuais escolares, livros digitais
Página oficial http://www.leya.com/pt/

A LeYa é um grupo editorial multinacional português, presidido por Miguel Pais do Amaral.[1] Foi apresentado oficialmente em 7 de janeiro de 2008,[2] como uma empresa holding,[3] com o objetivo de se afirmar como maior grupo editorial de toda a área da língua portuguesa. Em Portugal, o Grupo é líder na área dos livros de edições gerais e o número dois na área dos livros escolares.[4] [nota 1]

No mesmo ano da sua inauguração, em 2008, foi instituído o Prémio LeYa, que visa premiar anualmente um romance ficcional inédito, escrito em português, com um montante de 100 000 euros, constituindo-se assim como o maior prémio literário da língua portuguesa.[5]

História[editar | editar código-fonte]

O Grupo foi constituído originalmente por oito editoras, sendo seis delas portuguesas — ASA, Caminho, Gailivro, Novagaia e Texto Editores —, uma moçambicana — Ndjira — e uma angolana — Nzila.[6]

Em maio de 2008 foi ainda anunciada a compra das editoras integrantes do grupo Explorer Investments: Oficina do Livro, Casa das Letras, Editorial Teorema, Estrela Polar e Sebenta.[7]

O Grupo expandiu as suas atividades ao mercado brasileiro em setembro de 2009, com o lançamento de uma editora própria.[8]

Entre 2010 e 2012, a editora LeYa brasileira teve um selo dedicado à publicação de quadrinhos (BD) chamado Barba Negra. Ele foi criado a partir de acordo de parceria feito com a editora de mesmo nome, que fora criada por Sandro Lobo. Após o fim da parceria, Sandro optou por não dar continuidade à editora de forma independente. Os direitos dos livros lançados ficaram com a LeYa.[9] A Barba Negra foi indicada ao Troféu HQ Mix de editora do ano em 2011 e 2012, tendo ganho o prêmio em 2012.[10] [11]

Notas

  1. A Porto Editora é a atual líder na área dos livros escolares.[4]

Referências

  1. Miguel Pais do Amaral é o administrador das 73 empresas. Diário de Notícias (2 de agosto de 2012). Página visitada em 25 de março de 2014.
  2. Editoras/Concentração: Grupo LeYa projecta publicar mil títulos este ano. Expresso (7 de janeiro de 2008). Página visitada em 25 de março de 2014.
  3. LeYa. ACP. Página visitada em 25 de março de 2014.
  4. a b Miguel Pais do Amaral satisfeito com a Leya. Público (31 de julho de 2009). Página visitada em 25 de março de 2014.
  5. Grupo LeYa cria maior prémio para um romance inédito em língua portuguesa. Público (7 de janeiro de 2008). Página visitada em 25 de março de 2014.
  6. Editoras/Concentração: Grupo LeYa, de Paes do Amaral, quer "pôr a ler o português universal". Expresso (7 de janeiro de 2008). Página visitada em 25 de março de 2014.
  7. Explorer Investments vende editoras ao grupo Leya de Pais do Amaral. Público (13 de maio de 2008). Página visitada em 25 de março de 2014. Cópia arquivada em 17 de julho de 2012.
  8. Potente mas em marcha lenta. Veja (9 de setembro de 2009). Página visitada em 25 de março de 2014.
  9. Editora Barba Negra fecha as portas. HQ Maniacs (22 de novembro de 2012).
  10. 23º Troféu HQ Mix. Revista Trip (9 de setembro de 2011).
  11. Divulgados os vencedores do prêmio HQ Mix 2012. Universo HQ (19 de junho de 2012).

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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