Lei da fadiga

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A lei da fadiga menciona a necessidade de intervalos periódicos visando a recuperação do trabalhador.

Por exemplo, para o empregado que trabalha mais de 6 horas por dia, é obrigatório ser concedida pelo menos uma hora de intervalo para descanso e refeição, e para aqueles que trabalham entre 4 a 6 horas devem ser concedidos 15 minutos de intervalo.

O repouso semanal remunerado é outro exemplo da lei de fadiga. Indica que todo empregado deve ter direito a um repouso semanal remunerado por semana. Segundo a legislação laboral[qual?], esse dia de repouso deve ser ao domingo pelo menos uma vez por mês. Considerando a peculiaridade de algumas empresas que funcionam 24 horas/dia, exigindo o cumprimento de turno ininterrupto de revezamento, pode ocorrer o repouso semanal remunerado não ser ao domingo, mas noutro dia da semana. Este repouso semanal remunerado tem a duração mínima de 24 horas.

Outro exemplo é a obrigatoriedade da concessão de no mínimo 11 horas entre uma jornadas de trabalho. Isto quer dizer que entre o dia de repouso semanal remunerado e o início do próximo turno de trabalho deve existir pelo menos 35 horas de descanso (24 + 11).[carece de fontes?]

Influência da administração científica[editar | editar código-fonte]

A administração científica estuda os movimentos e o tempo para a realização das tarefas de um trabalhador de forma a aumentar a produção. Segundo as observações de Taylor, cada um devia trabalhar de forma racional, com movimentos absolutamente necessários, para conseguir executar a tarefa no menor tempo e com o menor esgotamento físico.

Um contributo para essa organização é a divisão de cada tarefa ou trabalho em partes, para de que cada um possa ser feito de forma mais eficiente ou por quem tem mais habilidade, Chama-se a isso o princípio da especialização.

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