Leonor da Fonseca Pimentel

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Leonor da Fonseca Pimentel

Leonor da Fonseca Pimentel Chaves (conhecida como Eleonora de Fonseca Pimentel; Roma, 13 de Janeiro de 1752 - Nápoles, 20 de Agosto de 1799), ficou conhecida como "A Portuguesa de Nápoles".

Biografia[editar | editar código-fonte]

Leonor ficou na história por ter defendido ideais liberais que conduziram à Revolução e à instauração da malograda República Napolitana (1799).

Leonor da Fonseca Pimentel, jornalista, poetisa, bióloga, fundou o jornal oficial da República Napolitana (1799), O Monitor (Il Monitore Napolitano, depois Il Monitore Napoletano), considerado o primeiro jornal político, que teve profunda influência na moderação das decisões do governo revolucionário.

Leonor da Fonseca Pimentel, que se considerava "filha de Portugal", cultivou a língua portuguesa e manteve correspondência com intelectuais portugueses.

A 20 de Agosto de 1799, Leonor da Fonseca Pimentel foi enforcada, na Praça do Mercado de Nápoles, acusada de crime contra o Estado.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Benedetto Croce, Eleonora de Fonseca Pimentel, Roma, Tipografia Nazionale, 1887
  • Bice Gurgo, Eleonora Fonseca Pimentel, Nápoles, Cooperativa Libreria, 1935
  • Maria Antonietta Macciocchi, Cara Eleonora, Milan, Rizzoli, 1993
  • Elena Urgnani, La Vicenda Letteraria e Politica di Eleonora de Fonseca Pimentel, Nápoles, La Città del Sole, 1998
  • Enzo Striano, Il resto di niente. Storia di Eleonora de Fonseca Pimentel e della rivoluzione napoletana del 1799, Nápoles, Avagliano 1999; Milan, Rizzoli 2001, 2004
  • Teresa Santos - Sara Marques Pereira (ed.), Leonor da Fonseca Pimentel. A Portuguesa de Nápoles (1752-1799), "Actas do colóquio realizado no bicentenário da morte de Leonor da Fonseca Pimentel", Lisboa, Horizonte, 2001
  • Nico Perrone, La Loggia della Philantropia, Palermo, Sellerio, 2006 ISBN 8-83892-141-5