Liberdade (distrito de São Paulo)

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Distrito paulistano da
Liberdade
Área 3,7 km²
População 61.875 hab. (2000)
Densidade 16.723 hab./km²
Renda média R$ 2.333,84
IDH 0,936 - elevado
Subprefeitura
Região Administrativa Centro
Área Geográfica Centro Expandido
Distrito da Liberdade e arredores
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Distritos de São Paulo

A Liberdade é um distrito da região central da cidade de São Paulo. É o maior reduto da comunidade japonesa na cidade, a qual, por sua vez, congrega a maior colônia japonesa do mundo, fora do Japão.

A influência cultural pode ser sentida nas ruas de luminárias tipicamente orientais (onde até as placas dos estabelecimentos são escritas em caracteres orientais) e nas feiras temáticas que acontecem periodicamente. Lá se encontram diversos artigos típicos da cultura oriental e japonesa, sendo, então, um ótimo centro de compras destes produtos.

Do distrito da Liberdade também fazem parte o bairro da Aclimação, que nos últimos anos tornou-se uma área de concentração da colônia coreana, a região de várzea que dá nome ao bairro Várzea do Glicério, um enclave com população de baixo poder aquisitivo, e o bairro Morro da Aclimação, além do bairro da Liberdade.

O distrito é atendido pelas Linha 1 (Azul) do Metrô de São Paulo.

Índice

[editar] Limites

  • Norte: Ligação Leste-Oeste.
  • Leste: Avenida Prefeito Passos, Praça Nina Rodrigues, Rua Otto de Alencar, Rua Teixeira Mendes, Rua do Lavapés, Rua Francisco Justino Azevedo, Rua Miguel Teles Júnior, Rua Alves Ribeiro, Avenida Lacerda Franco.
  • Sul: Rua Coronel Diogo, Rua Batista Caetano, Rua Ximbó, Rua José do Patrocínio, Rua Batista Cepelos, Rua Topázio, Rua do Paraíso, Viaduto do Paraíso.
  • Oeste: Avenida Vinte e Três de Maio.

[editar] História

O nome do Bairro vem da época em que no Brasil existiam escravos, a área era conhecida como Campo da Forca, sendo essa a única "Liberdade" aos escravos ou transgressores. A Igreja da Santa Cruz localizada no centro do bairro era mais conhecida como a Igreja dos Enforcados. Ainda hoje as pessoas vão acender velas para as almas naquele local. No inicio do século XIX o soldado Francisco José de Chagas, o Chaguinhas foi condenado a morte por enforcamento em praça pública por incitar e liderar uma rebelião por atrasos nos salários. Em sua execução no Campo da Forca a corda da forca se rompeu por três vezes, os presentes aplaudiram e começaram a pedir pela liberdade do condenado, acreditando tratar-se de um milagre. Chaguinhas foi morto a pauladas e enterrado no Cemitério dos Escravos, localizado entre a Rua dos Estudantes e a Almeida Júnior A capela do Cemitério dos Escravos é a atual Igreja dos Aflitos, que ainda existe por lá.

[editar] Distritos Limitrofes

[editar] Galeria de Imagens



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