Linha 9 da CPTM

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Linha 9 - Esmeralda
Linha9 cptm.svg
Inauguração 1957
Estações 18
Comprimento 32,8 km
Estado Em Serviço
Head station
Osasco Acesso a linha 8
Underbridge
Viaduto Dona Ignês Coutinho
Underbridge
Viaduto Guerino Spitaletti
Station on track
Presidente Altino Acesso a linha 8
Underbridge
Viaduto Único Galfrio
Unknown route-map component "AKRZo"
Marginal Pinheiros
Bridge over water
Ponte Nova Fepasa sobre o Rio Pinheiros
Station on track
Ceasa
Underbridge
Ponte Jaguaré
Station on track
Villa Lobos-Jaguaré
Station on track
Cidade Universitária
Underbridge
Ponte Cidade Universitária
Station on track
Pinheiros Acesso a linha 4
Underbridge
Ponte Bernardo Goldfarb
Underbridge
Ponte Eusébio Matoso
Station on track
Hebraica-Rebouças
Station on track
Cidade Jardim
Underbridge
Ponte Engº Roberto R. Zuccolo
Station on track
Vila Olímpia
Underbridge
Ponte Engº Ari Torres
Station on track
Berrini
Underbridge
Ponte Estaiada Octavio Frias de Oliveira
Underbridge
Ponte do Morumbi
Underbridge
Ponte nova do Morumbi
Station on track
Morumbi
Station on track
Granja Julieta
Underbridge
Ponte João Dias
Underbridge
Ponte Transamérica
Station on track
Santo Amaro Acesso a linha 5
Station on track
Socorro
Underbridge
Ponte do Socorro
Station on track
Jurubatuba
Underbridge
Ponte do Jurubatuba
Bridge over water
Ponte sobre o Rio Pinheiros
Station on track
Autódromo
Unknown route-map component "KRZo"
Passagem sobre a linha de trem
Unknown route-map component "KRZu"
Ponte sob a linha de trem
Unknown route-map component "KRZo"
Passagem sobre a linha de trem
Station on track
Primavera - Interlagos
Unknown route-map component "AKRZo"
Ponte sobre a Av Dna Belmira Marin
End station
Grajaú

A Linha 9-Esmeralda da CPTM compreende o trecho da rede metropolitana definida entre as estações OsascoGrajaú. Foi criada sobre o antigo ramal de Jurubatuba da Estrada de Ferro Sorocabana, posteriormente a Linha Sul da Fepasa. Até outubro de 2007, chamava-se "Linha C - Celeste", mudando depois o nome para "Linha C - Esmeralda", nome que conservou até março de 2008.

Histórico[editar | editar código-fonte]

A linha 9 estende-se por 32,8 quilômetros de Osasco a Grajaú, passando por dezoito estações. Faz a ligação da região sul do município de São Paulo com o município de Osasco, percorrendo quase toda a extensão da marginal do rio Pinheiros.

A linha foi inaugurada, já eletrificada, em 1957 pela Estrada de Ferro Sorocabana como forma de encurtar a distância entre o centro da Capital e a descida da serra feita pela linha Mairinque-Santos daquela ferrovia. Os serviços de subúrbio se iniciaram na mesma época, partindo da estação Júlio Prestes e atingindo, em algumas épocas, a longínqua estação Evangelista de Souza, no extremo sul do Município de São Paulo, quase à beira da Serra do Mar. Os trens circulavam em via única e a maioria de suas estações não passavam de estruturas precárias.

Moderno TUE iniciou suas operações em 2008

Em 1971 foi incorporada à Ferrovia Paulista S.A. – FEPASA, que passou a chamá-la de Linha Sul. No final da década a Fepasa interrompeu os serviços suburbanos para a duplicação da via e o alargamento da bitola para 1,60 metros. Em 1981 os serviços seriam reinaugurados, agora partindo de Osasco até Pinheiros, e em 1987 atingiram novamente a estação Jurubatuba. Em 1992 foi inaugurada uma extensão operacional até Varginha, de bitola de um metro, que circulou até 2001.

A partir de 1994 a linha passou a ser administrada pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), sendo a Linha C-Celeste. Baseado em projeto originado ainda sob a administração da FEPASA, denominado "Dinamização da Linha Sul", a CPTM, em 1998, iniciou a re-estruturação da linha, construindo mais sete estações, seis delas entre a longa distância existente entre Pinheiros e Santo Amaro, caracterizando-a com o padrão de metrô de superfície. Planejava-se então incorporá-la efetivamente à malha metroviária, passando a ser a Linha 9.

Trem passando pelos bairros Vila Cordeiro e Brooklin.

Desde outubro de 2007 a linha passou a se chamar "Linha Esmeralda" por decreto do governador José Serra, ao ser entregue juntamente com a Estação Autódromo, e passou a ser administrada de maneira conjunta pelo metrô e pela CPTM.[1]

A linha recebeu doze trens novos de quatro carros cada, que estão em operação desde novembro de 2008. Em 2010 e 2011 recebeu mais trens de oito carros cada (dezesseis de quatro carros), devido à previsão de um grande aumento na demanda com a inauguração da Linha 4 do Metrô de São Paulo e a integração entre as duas linhas na Estação Pinheiros, aberta em junho de 2011.

Extensão até Varginha[editar | editar código-fonte]

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, anunciou em 29 de junho de 2011 a compra de mais oito trens até 2012. Alckmin também declarou que estavam sendo licitadas mais duas estações da Linha Esmeralda: Mendes-Vila Natal e Varginha. "A Linha 9 vai receber ainda neste ano mais quatro trens, que são 32 carros, e no ano que vem mais quatro. São oito trens no total, que são 64 carros a mais. E a linha ganhará mais duas estações e seis quilômetros a mais de ferrovias. Estamos licitando agora o projeto executivo, e a obra começará no ano que vem. Então teremos as estações Mendes e Varginha", declarou.

Percurso[editar | editar código-fonte]

Em praticamente todo o seu percurso, a linha margeia o Rio Pinheiros (de Ceasa até Santo Amaro) e o Canal do Jurubatuba (entre Santo Amaro e Jurubatuba), afastando - se do canal a partir do momento em que realiza o contorno ao lado do Aterro Sanitário para acessar a Ponte, atravessando o Canal do Jurubatuba, prosseguindo pelo antigo leito da ferrovia que chegava até o Litoral de São Paulo em Santos via Evangelista de Souza. Nesse trecho a linha atinge até o bairro do Grajaú. Possui duas estações localizadas no município de Osasco (Osasco e Presidente Altino) e as demais na Capital.

Características[editar | editar código-fonte]

Osasco ↔ Grajaú
Extensão 31,8 km
Média de passageiros transportados/dia 235.427
Intervalo entre trens (pico) 6 min
Quantidade de estações 18
Trens (hora pico) 20 (4 trens extras) = 24
Tempo de percurso 53 min (aproximadamente)
Distância média entre estações 1.929m
Oferta de lugares no pico 9.345
Velocidade média operacional 36 km/h
Passagens em nível 0

Estações[editar | editar código-fonte]

Sigla Estação Município Observações MDU (07/2013)[2]
OSA Osasco Osasco Integração gratuita com a Linha 8 da CPTM e com terminal de ônibus municipal de Osasco (Urubupungá) e EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos) 48.216
PAL Presidente Altino Osasco Integração gratuita com a Linha 8 da CPTM. 10.879
CEA Ceasa São Paulo Ceasa São Paulo. 5.148
JAG Vila Lobos-Jaguaré São Paulo Parque Villa Lobos. 9.334
USP Cidade Universitária São Paulo Universidade de S. Paulo e terminal urbano da SPTrans. 7.769
PIN Pinheiros São Paulo Integração gratuita com a Linha 4 - Amarela do Metrô de São Paulo e com o Terminal Pinheiros da SPTrans. 122.746
HBR Hebraica-Rebouças São Paulo Integração com o ônibus urbano da SPTrans. 15.558
CJD Cidade Jardim São Paulo 16.312
VOL Vila Olímpia São Paulo 30.706
BRR Berrini São Paulo Integração com o corredor de ônibus Diadema - Brooklin, da EMTU. 25.087
MRB Morumbi São Paulo Futura integração com a Linha 17 - Ouro do Metrô de São Paulo 25.958
GJT Granja Julieta São Paulo 15.412
SAM Santo Amaro São Paulo Integração gratuita com a Linha 5 - Lilás do Metrô de São Paulo e com o Terminal Guido Caloi da SPTrans. 84.823
SOC Socorro São Paulo 13.733
JUR Jurubatuba São Paulo Integração com o ônibus urbano da SPTrans. 12.099
AUT Autódromo São Paulo Autódromo de Interlagos. 8.572
INT Primavera-Interlagos São Paulo Chamava-se apenas Interlagos até 2007. 12.661
GRA Grajaú São Paulo Integração com o Terminal Grajaú da SPTrans. 56.289

MDU = média de passageiros embarcados por dia útil em cada estação, desde o início do ano. Nas estações com duas ou mais linhas o MDU representa a totalidade de passageiros embarcados na estação, sem levar em conta qual linha será utilizada pelo usuário.

Obras[editar | editar código-fonte]

Imagens das obras[editar | editar código-fonte]

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]