Linha Mason-Dixon

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A Linha Mason-Dixon original

A Linha Mason–Dixon é um limite de demarcação entre quatro estados dos Estados Unidos da América. Faz parte das fronteiras da Pensilvânia, Virgínia Ocidental, Delaware e Maryland. O levantamento da linha de fronteira foi feito quando estes territórios eram ainda colónias inglesas. Depois da Pensilvânia ter começado a abolir a escravatura em 1781, a parte oeste desta linha e o rio Ohio tornaram-se a fronteira entre os estados esclavagistas e os abolicionistas (o Delaware, que se encontra a este desta linha, permaneceu como estado esclavagista). Na linguagem popular, e especialmente desde o chamado Compromisso do Missouri de 1820, usa-se simbolicamente a linha Mason-Dixon como uma fronteira cultural que divide o norte e o sul dos Estados Unidos.[1]

A linha Mason–Dixon foi traçada entre 1763 e 1767 para resolver um conflito de fronteiras na América do Norte colonial. Tanto o estado de Maryland como o de Pensilvânia reclamavam a terra entre os paralelos 39 N e 40 N de acordo com as cartas que constituíram cada colónia.

Em meados da década de 1730 rebentou uma guerra entre los colonos por traçar a fronteira entre Pensilvânia e Maryland. O tema não se resolveu até à intervenção da coroa em 1760, ordenando a Frederick Calvert, sexto barão Baltimore, que aceitasse um acordo de 1732. Como parte do acordo, os Penn e os Calvert encarregaram uma equipa inglesa, formada por Charles Mason e Jeremiah Dixon,[1] o levantamento topográfico das fronteiras recém-estabelecidas entre a província de Pennsylvania, a de Maryland, o condado de Delaware e partes da colónia e antigo domínio de Virgínia.


Referências

  1. a b Um plano da linha oeste ou paralelo de latitude (1768). Página visitada em 2013-07-01.
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