Belford Roxo

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Município de Belford Roxo
"A Cidade do Amor"
Pórtico na entrada da cidade pela Via Dutra.

Pórtico na entrada da cidade pela Via Dutra.
Bandeira de Belford Roxo
Brasão de Belford Roxo
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 3 de abril
Fundação 3 de abril de 1990 (24 anos)
Gentílico belford-roxense [1]
Lema Paz e Progresso
Prefeito(a) Dennis Dauttmam (PCdoB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Belford Roxo
Localização de Belford Roxo no Rio de Janeiro
Belford Roxo está localizado em: Brasil
Belford Roxo
Localização de Belford Roxo no Brasil
22° 45' 50" S 43° 23' 56" O22° 45' 50" S 43° 23' 56" O
Unidade federativa  Rio de Janeiro
Mesorregião Metropolitana do Rio de Janeiro IBGE/2008[2]
Microrregião Rio de Janeiro IBGE/2008[2]
Região metropolitana Rio de Janeiro
Municípios limítrofes Mesquita e Nova Iguaçu (por oeste); Duque de Caxias (por leste); São João de Meriti (pelo sul).
Distância até a capital 19,5 km
Características geográficas
Área 79,791 km² [3]
População 495 694 hab. Est. IBGE/2011[4]
Densidade Erro de expressão: caractere " " não reconhecido hab./km²
Altitude 38 m
Clima Tropical Aw
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,742 (RJ: 59º) – alto PNUD/2000[5]
PIB R$ 3 539 442,000 mil (BR: 124º) – IBGE/2008[6]
PIB per capita R$ 7 140,38 IBGE/2008[6]
Página oficial

Belford Roxo é um município brasileiro localizado na Região Metropolitana do estado do Rio de Janeiro. Pertencente à Mesorregião metropolitana do Rio de Janeiro e à microrregião homônima, está ao norte da capital do estado distando desta cerca de 20 km. Estende-se por uma área de 79 km².

O povoamento de Belford Roxo vêm desde o século XVII, com os índios Jacutingas, mapeadas pela primeira vez em uma carta elaborada pelo cripto judeu João Teixeira Albernaz, o moço em 1666 entre os rios Merith, Simpuiy e Agoassu.[nota 1] A emancipação municipal ocorreu somente em 1990, com seu desmembramento do município de Nova Iguaçu. Esse fato concretizou algo inevitável, pois o município contava à época com mais de 300 mil habitantes e estava em completo abandono com relação à Nova Iguaçu. Belford Roxo cresceu muito rapidamente, e por ser um município pequeno em área, divide com São João de Meriti o título de Formigueiro Humano.

Atualmente o município é o sexto mais populoso do Rio de Janeiro, contando com 472.008 mil habitantes, segundo a estimativa do IBGE para 2011,[4] e com o 14º maior PIB do estado, com 3.539.442.000 mil,[6] o seu IDH é 0,742, sendo considerado médio pelo PNUD/2000[5] e sua renda per capita em 2008 era de 7.140,38.[6]

História[editar | editar código-fonte]

Alguns anos após a expulsão dos franceses, o governador do Rio de Janeiro, Cristóvão de Barros, concedeu ao capitão Belchior de Azeredo uma sesmaria às margens do Rio Sarapuí, na antiga aldeia dos índios Jacutingas. Nesse local, ele fundou o engenho de Santo Antônio de Jacutinga, que futuramente seria o atual município de Belford Roxo. Uma ermida para Santo Antônio foi construída na encosta de uma colina a 750 metros da margem do rio Sarapuí, próximo ao local estabelecido para atividades portuárias.

No limiar do século XVII, o engenho de Santo Antônio de Jacutinga foi desmembrado, surgindo, então, o engenho Maxambomba (Nova Iguaçu) e o engenho da Poce (da Posse). No século XVIII, um novo desmembramento (dessa vez, nas terras do engenho do Maxambomba) fez surgir o engenho Caxoeira (Mesquita), em terras que pertenceram ao governador do Rio de Janeiro Salvador Correia de Sá e Benevides. Por mais de duzentos anos, as terras mantiveram-se, por sucessão hereditária, sob o controle dos herdeiros de Salvador Correia de Sá e Benevides, a família Correia Vasques.

Em meados do mesmo século XVIII, as terras do engenho Santo Antônio voltaram a ser desmembradas para a formação de novos engenhos: do Brejo e do Sarapuí. No mesmo período, as terras do engenho Maxambomba foram desmembradas para formação do engenho do Madureira.

Em 1767, em uma carta topográfica da capitania do Rio de Janeiro, feita por Manuel Vieira Leão, aparece claramente nessa região o engenho do Brejo. O seu primeiro ocupante foi Cristóvão Mendes Leitão, em 1739.

A Baixada Fluminense é cortada pelo Rio Sarapuí e era cercada por pântanos e brejais. Possuía, em sua margem, um porto para escoamento da produção: açúcar, arroz, feijão, milho e aguardente.

Após uma sucessão de proprietários, em 1815, o padre Miguel Arcanjo Leitão, que era proprietário das terras, vendeu-as ao primeiro visconde de Barbacena, Felisberto Caldeira Brant de Oliveira e Horta, futuro marquês de Barbacena.

Em 1843, Pedro Caldeira Brant, o conde de Iguaçu - filho do primeiro visconde e marquês de Barbacena - assumiu a fazenda após o falecimento do pai, que ocorreu na cidade do Rio de Janeiro no dia 13 de julho de 1842.

Em 1851, a família Caldeira Brant vendeu a sua fazenda para o comendador Manuel José Coelho da Rocha.

Na segunda metade do século XIX, a fazenda entrou em decadência devido a ocorrência de epidemias. O assentamento dos trilhos para a passagem da estrada de ferro Rio d'Ouro, cortando a fazenda do Brejo, em 1872, em terras doadas pelos descendentes de Coelho da Rocha, deram início a um movimento de reivindicação para transformá-la em linha de trem de passageiros, pois, anteriormente, essa ferrovia havia sido construída para a captação de água nas serras do Tinguá, Rio d'Ouro e São Pedro, com colocação de aquedutos ao longo de sua margem.

As primeiras casas do Velho Brejo em 1872.

A Vila de Belford Roxo em torno da estação do trem foi paulatinamente conquistando melhorias. Além da caixa-d'água instalada em 1880 com capacidade para abastecer 500 pessoas em um chafariz, registra-se a instalação de luz elétrica e o transporte ferroviário para passageiros. [7]

A expansão urbana neste século deu-se com a expansão das ferrovias. A venda de terras, outrora fazendas, retalhadas em lotes e vendidas a preços baixos para moradia ou transformadas em sítios para o plantio de laranjais, foi estimulada pelo governo. Assim como em outros distritos da Baixada Fluminense, o caráter rural da região foi sendo lentamente substituído pelo perfil de cidade dormitório.[7]

A dinâmica de crescimento obedeceu à lógica de produção do espaço urbano metropolitano sem planejamento e desigual. Envolvido com conflitos ambientais causados por um crescimento urbano pouco planejado, observa-se que o Município sofre de problemas comuns a outras áreas da Baixada, especialmente a carência de infra-estrutura e serviços.[7]

O "Milagre das Águas"[editar | editar código-fonte]

Em 1888, uma grande estiagem arrasava a Baixada Fluminense. A corte também ficou sem água e o imperador Pedro II ficou preocupado. A proposta que agradou a ele foi a do engenheiro Paulo de Frontin. Na proposta, o engenheiro se comprometia à captar 15 000 000 de litros de água para a corte em apenas seis dias. Ele conseguiu realizar a promessa e o fato ficou conhecido como "milagre das águas".

O engenheiro Paulo de Frontin tinha um grande amigo e colaborador, um outro engenheiro maranhense que muito trabalhou a serviço dessas obras de abastecimento de água para o Rio de Janeiro. Ele se chamava Raimundo Teixeira Belfort Roxo e, um ano depois do fato, veio a falecer. O Brejo, uma pequena vila, depois de se chamar Santo Antônio de Jacutinga, Ipueras e Calhamaço Brejo, passou a se chamar Belford Roxo, em homenagem a esse ilustre engenheiro.

A Implantação da Bayer[editar | editar código-fonte]

O período no qual houve a instalação da empresa em Belford Roxo, o Brasil estava vivendo uma fase de efervescência no tocante a industrialização. O presidente Juscelino Kubitschek arregimentou um plano de 50 anos em 5, a fim de emplacar um novo patamar para industrialização brasileira. E, foi o próprio presidente, que esteve presente no processo das negociações em Leverkusen, junto com o Prof. Ulrich Haberland, negociaram e conversaram sobre os últimos ajustes para a vinda da indústria para o Brasil. [8]

O resultado das negociações foi que no dia 10 de Junho de 1958, o complexo industrial foi inaugurado festivamente, com a presença do Presidente Juscelino Kubischek, do governador do Rio de Janeiro, Miguel Couto Filho, entre outras autoridades, e do prof. Ulrich Haberland. O fato foi noticiado pelas revistas e jornais contemporâneos como um acontecimento de grande relevância não somente para o âmbito local e, sim de uma grande importância nacional para a indústria brasileira. Uma matéria da revista O Cruzeiro que focaliza a inauguração da Bayer em Belford Roxo, relata na sua manchete em letras garrafais - Novo conjunto de fábricas Bayer. Na matéria, é comentado que a instalação revelou-se como um importante acontecimento para a indústria brasileira, e colocava a Bayer numa posição favorável no setor da indústria de base brasileira. Uma vez terminada a primeira fase das instalações, a empresa iniciara o fornecimento de produtos com realçada importância para a indústria e agricultura brasileira, como a produção de anilinas, inseticidas, formicidas, além de produtos intermediários para as indústrias de papel, couro e farmacêuticas, tornaram-se alguns dos expedientes do novo conjunto de fábricas Bayer. [8]

Emancipação[editar | editar código-fonte]

Durante boa parte do século XX, o município foi distrito do município de Nova Iguaçu. No dia 3 de abril de 1990, a lei estadual número 1.640 foi aprovada, sendo assim, Belford Roxo foi desmembrado politicamente de Nova Iguaçu. O município de Belford Roxo foi instalado em 1 de janeiro de 1993 e seu primeiro prefeito foi Jorge Júlio da Costa dos Santos, o "Joca", que foi eleito com mais de 70 mil votos no município.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Da Serra da Cachoeira chamada Pequena, situada ao norte, por onde se divide a mesma Freguesia com a de Santo Antônio de Jacutinga, e forma junto à Fazenda de S. Mateus, um pântano, do qual nasce o Rio Piaim, cuja grossura por curvas águas, ou descida de lugares altos, ou depositadas pelas chuvas. Para esse pantanal aflui a Cachoeira Grande, que se fermenta na Serra do mesmo nome, e está nos limites da Freguesia de Jacutinga, e misturadas umas às outras águas, confluindo igualmente às dos lagos e campos por que passam, se ensoberbecem a ponto de negarem passagem a cavalo (em direitura da Matriz), e permitem entrada a barcos grandes. Impedindo por isso o trânsito da Estrada Geral para o distrito da Freguesia do Pilar, por cujo caminho se vai à Serra dos Órgãos, mandou a Câmara fazer, em lugar que pareceu mais apto, uma ponte, para facilitar a comunicação dos moradores do continente, e também o comércio das Minas Gerais. Conservando a Cachoeira Pequena o seu nome, até se confundir com o Rio Piaim , aí o perde, substituindo-lhe a denominação desse rio, porque é conhecido até à estrada do território de Jacutinga, onde principia a ser Rio de Santo Antônio; mas a Fazenda do Brejo, em que há uma ponte, toma o apelido de Rio do Brejo e com ele chega à ponte do distrito de Serapuí de cujo sítio continua com o nome de Rio de Sarapuí, até o mar.
Descrição feita por Monsenhor Pizarro no século XIX.[9]

Ocupando uma área de 79,791 km², Belford Roxo conta atualmente com 469.261 habitantes, é a sexta cidade mais populosa do estado. A sede municipal apresenta as seguintes coordenadas geográficas: 22º 45' 50" Latitude Sul e 43º 26' 56" Longitude Oeste. Localizada na Baixada Fluminense, na microrregião do Rio de Janeiro, limita-se com os municípios de: Nova Iguaçu e Mesquita (ao oeste); São João de Meriti (ao sul); e Duque de Caxias (ao leste).[10]

Relevo[editar | editar código-fonte]

A topografia do município se apresenta como suavemente acidentada, com muitos morros. A altitude média de Belford Roxo é de 18 metros e a altitude máxima é de aproximadamente 121 metros. Na parte sul e norte da cidade, existem mais elevações que na parte leste e oeste, tendo no norte a APA (Área de Proteção Ambiental) Maringá-Recantus, uma parte com vários morros de vegetação preservada.[11]

Vegetação[editar | editar código-fonte]

Sua vegetação era formada por brejos e pântanos como em toda a Baixada Fluminense. Também nos moldes da Baixada, foi quase tudo desmatado para dar lugar à cidade. Grande parte do norte de Belford Roxo é ocupado por extensas matas, na divisa com os municípios de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, local denominado como Floresta Iguaçuana, é quando o Rio Botas deságua no Rio Iguaçu. É onde está inserida a APA Maringá-Recantus.[12] Atualmente 3,34% do solo do município são vegetações secundárias; 5,62% são áreas de campos e pastagens e 85,20% do território são área urbana. [13]

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

A cidade está localizada na Região Hidrográfica 5 do Estado do Rio de Janeiro, abarcando as bacias dos rios que nascem nas encostas da Serra do Mar, nas Colinas e nos Maciços Costeiros, desaguando na Baía de Guanabara. A bacia do rio Iguaçu possui dois afluentes importantes para o município: os rios Botas e Sarapuí. [14]

Drenando uma área de 726 km² e abrangendo parte dos municípios de Belford Roxo, Duque de Caxias, Nilópolis, Nova Iguaçu, Rio de Janeiro e São João de Meriti, a bacia hidrográfica do Rio Iguaçu tem suas nascentes localizadas na Serra do Tinguá; seu curso se desenvolve no sentido sudoeste, com uma extensão total de 43 km e desaguando na Baía de Guanabara. Os rios Capivari, Pati e Tinguá, à margem esquerda, e Botasà margem direita, são os principais afluentes do rio Iguaçu. [14]

Os Rios mais importantes da cidade são: Iguaçu, Botas, Sarapuí, das Velhas, Outeiro, da Prata e Maxambomba. A qualidade dos rios Botas e Sarapuí, de acordo com a Resolução CONAMA, enquadram-se na Classe 2: são corpos d'água que podem ser aproveitados para o abastecimento doméstico, caso sejam tratados convencionalmente. Com os devidos cuidados, estas águas também são aptas para a proteção de comunidades aquáticas, recreação de contato primário, plantas frutíferas e irrigação de hortaliças, e criação natural e/ou intensiva de espécies destinadas à alimentação humana. [14]

Todavia, tais rios encontram-se bastante poluídos, sendo comparados a valas de esgoto a céu aberto, com sérios indicativos de poluição orgânica e fecal e metais pesados como o níquel e o chumbo. Segundo a FEEMA, verifica-se, também, a presença de cádmio, cromo e ferro. [14]

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima é Tropical apresentando temperaturas médias mensais entre 21 ºC e 27 °C, com média anual de 26 °C. A menor temperatura já registrada em Belford Roxo, foi de 6ºC, em julho de 2000. A precipitação anual fica em torno de 1.229 mm. O período mais chuvoso inicia-se em novembro e termina em março, e o mais seco vai de junho a agosto. [15]

Por estar situada próxima ao Trópico de Capricórnio, a Baixada Fluminense sofre influência de ventos vindos da Amazônia e do Oceano Atlântico. E por ser uma baixada, os ventos não batem muito na altura do chão, aumentando a sensação de calor, com a temperatura passando frequentemente dos 30 ºC. [15]


Dados climatológicos para Belford Roxo
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima média (°C) 32,0 33,0 31,0 29,0 28,0 27,0 26,0 27,0 28,0 28,0 29,0 31,0 29,5
Temperatura mínima média (°C) 22,0 22,0 22,0 19,0 17,0 16,0 16,0 16,0 17,0 19,0 20,0 21,0 18,5
Precipitação (mm) 196,0 145,0 150,0 109,0 56,0 38,0 30,0 43,0 64,0 94,0 119,0 185,0 1 229,0
Fonte: The Weather Channel [16]


Demografia[editar | editar código-fonte]

O município de Belford Roxo tem uma área de 79.791 km²[3] . A área urbana do município correspondia por cerca de 64,7738 km², ou 85,20% de sua área em 2000.[17]

Em 2010, residiam em Belford Roxo, 469.261 habitantes, divididos em 226.757 homens e 242.504 mulheres, de acordo com pesquisas do IBGE em 2010,[18] porém o Ministério da Saúde aumenta esse número em 5% quando são repassados recursos do Sistema Único de Saúde para a cidade, elevando-o para 492.724 moradores. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Belford Roxo possuía 302.637 eleitores em 2010.[19] Para 2011, a população é estimada em 472.008.[4] Belford Roxo tem desde os anos 60, mais de 100 mil habitantes, um número que muitos municípios ainda hoje não conseguiram alcançar, como podemos verificar no gráfico abaixo.

O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Belford Roxo é considerado médio pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), sendo seu valor de 0,742. Considerando apenas a educação o valor do índice é de 0,873, enquanto o do Brasil é 0,849, o índice da longevidade é de 0,711 (o brasileiro é 0,638) e o de renda é de 0,642 (o do Brasil é 0,723).[20] Belford Roxo possui a média dos indicadores acima da média segundo o PNUD. A renda per capita é de 7.140,38 reais, a taxa de alfabetização é 91,99% e a expectativa de vida é de 67,64 anos. A taxa bruta de frequencia escolar é de 78,01%,[21] A incidência da pobreza em 2003, medida pelo IBGE, era de 60%.[13] e o Coeficiente de Gini, que mede a desigualdade social, era de 0,49 em 2000,[22] sendo que 1,00 é o pior número e 0,00 é o melhor.


Evolução demográfica de Belford Roxo[18] [22] [23] [4]


Religião[editar | editar código-fonte]

Religiões em Belford Roxo</ref>
Religião Porcentagem
Protestantismo
  
39,0%
Catolicismo Romano
  
34,2%
Sem religião
  
23,9%
Outras
  
2,9%

A maioria da população segue o protestantismo, segundo o censo 2012, o município possui 39,0% de evangélicos, 34,2% de católicos, 23,9% sem religião, 2,9% de outros segmentos.[24] Na administração da Igreja Católica, o município é abrangido pela Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiroe pela Diocese de Nova Iguaçu.

Política[editar | editar código-fonte]

Administração[editar | editar código-fonte]

De acordo com a Constituição de 1988, Belford Roxo está localizada em uma república federativa presidencialista. A forma de Estado foi inspirada no modelo estadunidense, no entanto, o sistema legal brasileiro segue a tradição romano-germânica do Direito positivo. O federalismo no Brasil é mais centralizado do que o federalismo estadunidense; os estados brasileiros têm menos autonomia do que os estados norte-americanos, especialmente quanto à criação de leis.[25] A administração municipal se dá pelo poder executivo e pelo poder legislativo.[26]

O primeiro representante do poder executivo e Prefeito do município foi Jorge Júlio da Costa dos Santos, o "Joca", eleito logo após a emancipação do município. Em cinco mandatos, sete passaram pela prefeitura de Belford Roxo. Desde 2009, o cargo é ocupado por Alcides de Moura Rolim Filho. Em 2013 assume o prefeito Dennis Dauttmam do PCdoB que assume uma prefeitura com vários problemas deixados pelo seu antecessor PTista tais como 2 concursos públicos vigentes para os mesmos cargos, crise financeira entre outros.

A câmara de vereadores representa o poder legislativo. Sua bancada é formada por dezenove vereadores,[27] e está composta da seguinte forma: três cadeiras do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB); duas cadeiras do Partido dos Trabalhadores (PT); duas cadeiras do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB); duas cadeiras do Partido Trabalhista Cristão (PTC); duas cadeiras do Partido Socialista Brasileiro (PSB); duas cadeiras do Partido Social Liberal (PSL); uma cadeira do Partido Humanista da Solidariedade (PHS); uma cadeira do Partido Progressista (PP); uma cadeira do Partido Democrático Trabalhista (PDT); uma cadeira do Partido da Mobilização Nacional (PMN); uma cadeira do Partido da República (PR) e uma cadeira do Partido Social Cristão (PSC).

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

Subdivisões da cidade de Belford Roxo
Localização População
Subprefeitura Censo 2000
Subprefeitura 1 - Areia Branca' 112.441
Subprefeitura 2 - Nova Aurora' 81.032
Subprefeitura 3 - Jardim Redentor 83.242
Subprefeitura 4 - Parque São José 68.012
Subprefeitura 5 - Lote XV 89.747
Belford Roxo
434.474
Fonte:[22]

O município de Belford Roxo está oficialmente subdividido em cinco subprefeituras. Sendo todas urbanas, pois não há no município zona rural. São elas:

Também não há distritos no município, somente a sede.[22]

Economia[editar | editar código-fonte]

Baseada em sua maioria apenas no comércio local. Suas maiores empresas são a indústria química Bayer do Brasil, Termolite e a Lubrizol.

O desenvolvimento industrial dos municípios vizinhos, especialmente Duque de Caxias, apresentou novas alternativas de mercado de trabalho para a população local, o que também aconteceu em menor proporção dentro da própria cidade, com a introdução de algumas indústrias como a Bayer, a Lubrizol, a Termolite e algumas empresas transportadoras. De modo geral, entretanto, pode-se dizer que o caráter de “cidade dormitório” continua presente e que a maior parte da população trabalhadora continua dependente de relações de trabalho na cidade do Rio de Janeiro.

Infraestrutura urbana[editar | editar código-fonte]

Infraestrutura Urbana em Belford Roxo[28]
Água Encanada
72%
Coleta de Lixo
70%
Energia Elétrica
93%
Vias Pavimentadas
60%
Telefones Fixos
80%

Belford Roxo conta com uma infraestrutura urbana deficiente. O serviço de água e esgoto é feito pela CEDAE. A água consumida pelos habitantes de Belford Roxo é proveniente do rio Rio Guandu, que passa por tratamento na ETA Guandu, uma estação de tratamento de água da Baixada Fluminense. A energia elétrica é fornecida pela empresa Light

Belford Roxo conta com agências bancárias de todos os grandes bancos brasileiros, além de um centro de distribuição dos correios.

Segurança[editar | editar código-fonte]

Belford Roxo já foi o município mais violento do mundo,[29] em dados publicados pela ONU, porém com políticas publicas: Criação de escolas, Iluminação de vias públicas e Urbanização do município, a criminalidade caiu em toda parte do município.[29]

Educação[editar | editar código-fonte]

Belford Roxo conta com escolas em praticamente todas as regiões do município, contudo a educação está longe do ideal. As escolas da rede estadual contam com infra-estrutura precária, e em sua maioria encontram-se sucateadas. A rede municipal de ensino conta com escolas em melhores condições, porém muito longe de serem comparadas às escolas particulares. O Colégio Estadual São Bernardo, localizado no município, foi o pior colocado do estado do Rio de Janeiro no ENEM de 2011.[30]

No município, os estabelecimentos de ensino público em atividade são: Para o Ensino Fundamental - 45 escolas estaduais; 48 escolas municipais e nenhuma escola federal. Para o Ensino Médio - 33 escolas estaduais e nenhuma escola municipal ou federal. Para o Pré-escolar - 3 escolas estaduais; 22 escolas municipais e nenhuma escola federal. O múnicípio conta ainda com dois polos de pré vestibular social da Fundação Cecierj. Para o Ensino Superior - FABEL e um polo do consórcio Cederj.[31] [32]

Indicadores de educação da população em 2000.[33]
Pessoas de 7 a 14 anos frequentando o Ensino Fundamental
87,2%
Pessoas de 15 a 17 anos frequentando o Ensino Médio
26,4%
Pessoas de 18 a 24 anos frequentando o Ensino Superior
2,2%
Pessoas de 15 anos ou mais consideradas Analfabetas
8%

Saúde[editar | editar código-fonte]

Segundo dados do IBGE/2008, Belford Roxo possuia 77 estabelecimentos de saúde, sendo 41 deles públicos, entre hospitais, prontos socorros e postos de saúde.[34] O município contava com um hospital, popularmente conhecido como "Hospital do Joca", que foi parcialmente fechado em 2011.[35] Tinha sido inaugurado a 8 de dezembro de 1998 e batizado com o nome do primeiro prefeito de Belford Roxo, Jorge Júlio da Costa dos Santos. Outro centro de saúde existente é o Hospital Infantil de Belford Roxo, localizado no bairro de Areia Branca. Há também a recém-inaugurada UPA (Unidade de Pronto Atendimento), que recebe, aproximadamente, 650 pessoas por dia do próprio município e região, localizado no bairro Jardim Bom Pastor.[35]

Comunicações[editar | editar código-fonte]

Belford Roxo tem em circulação muitos meios de comunicação, todos vindos da capital, com exceção do Jornal Hora H, o único do município. Na cidade há serviços de internet discada e banda larga (ADSL, 3G e via rádio) sendo oferecido por vários provedores. A telefonia fixa é feita por operadoras como Embratel, TIM, e Oi. As operadoras Vivo, TIM, Claro, Oi e Nextel oferecem serviço telefônico móvel com portabilidade. O DDD de Belford Roxo é 21 e o CEP difere para cada rua. Como exemplo, usaremos o endereço da Prefeitura, Av. Floripes da Rocha, cujo CEP é 26113-340.[36]

Transportes[editar | editar código-fonte]

Belford Roxo tem uma malha rodoferroviária insatisfatória, como muitos municípios adjacentes à uma metrópole numa Região metropolitana, ligando-o somente à capital e às cidades limítrofes. O município não conta com aeroportos ou portos. Atualmente a frota de veículos em Belford Roxo é de 57.817, sendo 39.764 automóveis, 1.245 caminhões, 84 caminhões-tratores, 2.162 caminhonetes, 10.091 motos, 3.784 ônibus e 687 tratores agrícolas.[37] As rodovias Via Dutra, RJ-085 e RJ-105 passam pela área do município.

Transporte coletivo

Belford Roxo não tem muitas linhas de ônibus municipais, a população acaba usando ônibus intermunicipais para percorrer distâncias dentro da cidade. O valor da tarifa do ônibus municipal é R$ 2,80, sendo que, em decorrência dos protestos pelo Brasil, foi novamente reduzida para R$ 2,65. Os principais problemas no transporte coletivo de Belford Roxo são crônicos: a demora dos ônibus, a lotação e o sucateamento da frota, resultam em um grande número de usuários, além do alto preço cobrado nas tarifas dos ônibus intermunicipais, que variam de R$ 5,65 a R$ 8,10 (nas linhas dos bairros que ligam Belford Roxo à Central do Brasil).

São quinze as empresas de transporte público que servem ao município, entre elas podemos destacar: Transportes Blanco, Auto Viação Vera Cruz e Viação Caravele.

Transporte ferroviário

Belford Roxo possui uma estação de trem da SuperVia, no ramal de mesmo nome, Supervia - Linha Belford Roxo, que o liga à Central do Brasil, sendo utilizada para o transporte de passageiros. No limite com Nova Iguaçu, passa a ferrovia EF-040 (antiga Linha Auxiliar da EF Central do Brasil), que transporta cargas e minérios, principalmente o minério de ferro. Hoje a EF-040 está concedida à MRS Logística, não possuindo estações no município, sendo que a mais próxima fica em Rocha Sobrinho (Mesquita).

Cultura e Lazer[editar | editar código-fonte]

Eventos[editar | editar código-fonte]

A cidade de Belford Roxo sedia vários eventos de grande repercussão tais como:[38]

  • Festa da Emancipação

Festa para comemorar a emancipação de Belford Roxo, ocorrendo em Abril, no centro da cidade. Durante o período da festa, há shows com atrações regionais e nacionais, ações promocionais em estandes de empresas e praça de alimentação oferecendo comidas típicas. Cerca de 100 mil visitantes passam pelo evento.

  • Procissão de São Sebastião

Procissão que ocorre todo dia 20 de Janeiro concentrando-se sempre em frente à Igreja de São Sebastião em Areia Branca, com a presença de barraquinhas de comidas e brincadeiras, para arrecadação de fundos à creche da igreja.

  • Festa de São João Batista

No bairro da Piam, acontece sempre os festejos de São João Batista, na Matriz da Paróquia São João Batista- Piam, sempre nos finais de semanas próximos ao dia do Santo padroeiro (24 de junho)localizada na rua Monte Pascoal, s/nº. Os festejos religiosos são acompanhados dos festejos populares, com tradicional danças e comidas típicas que envolve toda a comunidade local e visitantes de todas as localidades.

  • Arraiá do Nojento

Tradicional festa junina de Belford Roxo realizada no bairro de Andrade Araújo, atraindo pessoas de vários locais da Baixada Fluminense, sendo realizada no meses de Junho ou Julho.

  • Torneio Joca

No município há o tradicional torneio Joca, em homenagem ao primeiro prefeito, e, realizado no aniversário de emancipação da cidade, que consta numa corrida de charrete nas principais ruas da cidade. O primeiro vencedor do torneio Joca foi um jovem de 18 anos chamado Adiel, que ficou famoso por ganhar 6 vezes o campeonato. Esse campeonato veio resgatar práticas dos colonizadores portugueses, principalmente, os oriundos da antiga capitania de São Vicente, e, praticantes de corridas de charretes. Alguns registros mostram que a corrida de charrete foi difundida pela família de Fabrício D'Agostino, tradicional em Nova Iguaçu, no que hoje é o território de Belford Roxo. Há festas específicas nas zonas rurais do município, sobretudo, de integração de famílias vizinhas, que desde o lançamento das bombas de Hiroshima e Nagasaki fazem festividades com objetivo de reflexão acerca do possível fim do mundo e da manutenção de hábitos rurais, que passam de geração para geração.

Carnaval[editar | editar código-fonte]

Belford Roxo possui, há muitos anos, um dos carnavais mais animados da Baixada Fluminense, porém com a redução dos blocos carnavalescos, o carnaval perdeu um pouco de sua força. A GRES Inocentes de Belford Roxo é a principal representante do município no Desfile das Escolas de Samba. Há diversos blocos carnavalescos na cidade, atraindo muitos turistas da baixada fluminense e de toda região metropolitana. Os blocos se constituem em um espaço híbrido do carnaval mais tradicional e do carnaval mais recente, voltado para os ritmos afro-descendentes. No primeiro grupo se destaca o bloco "Calma na Alma", que arrasta foliões com marchinhas clássicas; do segundo grupo se destaca o bloco Bosque de Berkana, que emprega o afoxe ilê obá, como ritmo central.

Estádio José Alvarenga, do Heliópolis Atlético Clube

Esportes[editar | editar código-fonte]

Seu principal clube de futebol é o Heliópolis Atlético Clube, que, atualmente, disputa a terceira divisão do campeonato fluminense. O município participa das Olimpíadas da Baixada e também organiza suas próprias olimpíadas, da qual os colégios, tanto públicos quanto particulares, participam. As olimpíadas são divididas em: sub-17 e sub-14 masculino e feminino em muitas modelidades como futsal, futebol, handebol e vôlei. Há também um local para prática de esportes e lazer, a Vila Olimpíca de Belford Roxo, que oferece à população atividades esportivas e culturais, como Futebol, futsal, handbol, Karatê, Dança e outros. Atualmente, a atividade de Karatê vem tendo muitos prestigios, tendo apoio da Prefeitura de Belford Roxo, e muito êxito em campeonatos estaduais e nacionais.

Notas

  1. Os nomes dos rios foram mudados ao longo dos anos para Rio Meriti, Rio Sarapuí e Rio Iguaçu.

Referências

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