Listeria monocytogenes
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L. monocytogenes
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| Classificação científica | ||||||||||||||
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| Listeria monocytogenes (Murray et al., 1926) Pirie, 1940 |
Índice |
Características[editar]
- Bacilo pequeno Gram positivo.
- Não formador de esporos.
- Anaeróbio facultativo.
- ß-hemolítico.
- Catalase positiva.
- Oxidase negativa.
- Motilidade característica a 20 C (em "guarda chuva")
- Cresce a temperaturas de refrigeração.
- Hidrolise de esculina positiva
- Beta-hemólise em agar sangue de carneiro
Factores de virulência[editar]
- Parasita intracelular facultativo.
- Induz a formação de granulomas.
- Listeriolisina O (ruptura dos fagossomas).
- Isolada do solo, água, pó, vegetação, peixes, insectos, pássaros e animais.
Transmissão[editar]
- Ingestão de alimentos contaminados.
Alimentos refrigerados são de maior risco. Leite e queijos são considerados os alimentos de maior risco, embora surtos ocorram em vários alimentos, incluindo saladas e vegetais prontos para o consumo. A fonte primária da bactéria é o ambiente: vegetação, solos e animais, os quais contaminam os alimentos.
Patologia[editar]
- Doença em adultos saudáveis é assintomática ou síndrome do tipo gripal;
- Meningite e bacterémia especialmente em imunocomprometidos;
- Septicemia;
- Gastroenterite;
- Em gestantes: a mãe sofre sintomas ligeiros, mas o feto pode ser infectado via placenta, resultando em aborto ou óbito, a doença pode ainda se manifestar após o nascimento como meningite.
Doença precoce[editar]
- Transmissão placentária.
- Abcessos e granulomas.
Doença tardia[editar]
- Ocorre após o parto
- Meningite.
Terapêutica[editar]
Prevenção[editar]
- Cuidados com alimentos susceptiveis (queijo fresco, carne suina mal passada)