Resíduo eletrônico
Resíduo eletrônico ou lixo eletrônico (termo que não deve ser confundido com spam), é o nome dado aos resíduos resultantes da rápida obsolescência de equipamentos eletrônicos (o que inclui televisores, telemóveis, computadores, geladeiras e outros dispositivos).
Tais resíduos, descartados em lixões, constituem-se num sério risco para o meio ambiente, pois possuem em sua composição metais pesados altamente tóxicos, tais como mercúrio, cádmio, berílio e chumbo Em contato com o solo, estes produtos contaminam o lençol freático; se queimados, poluem o ar. Além disso, causam doenças graves em catadores que sobrevivem da venda de materiais coletados nos lixões.
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[editar] Legislação e insanoss
[editar] Brasil
No dia 5 de Agosto de 2010 foi oficializada a lei nº 12.305 referente à Política Nacional de Resíduos Sólidos no Brasil, que define destino para o resíduo eletroeletrônico.[1] Para o Estado de São Paulo foi publicado em julho de 2009 a Lei 13.576 que institui normas e procedimentos para a reciclagem, gerenciamento e destinação final de lixo tecnológico.[2]
[editar] União Europeia
Em Janeiro de 2003 entrou em vigor a directiva 2002/95/CE da União Europeia que regulamenta o tratamento de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos (REEE), obrigando (entre outros) os fabricantes a se responsabilizar por todos os eletrônicos produzidos.[3] Em vigor está também a directiva Directiva 2002/95/CE (RoHS) que restrita o uso de determinadas substâncias perigosas em equipamentos eléctricos e electrónicos.[4]
O pacto dos prefeitos assinado recentemente contou com o apoio de mais de 1.600 cidades. No pactor ficou estipulado que prefeitos assumiram um compromisso de reduzir as emissões dos gases com efeito de estufa em 20% até 2020 [5]. Um dos maiores vencedores do pacto serão os programas para a coleta de lixo eletrônico. Cada vez mais hoje em dia ao invés das pessoas concertarem seus eletrodomésticos,estâo comprando novos e não se importando com as consequências que isso gera.
Referências
- ↑ revistaescola.abril.com.br, 04/06/09: Como funciona a reciclagem de computadores?, acessado em 23 de novembro de 2009
- ↑ Lei Nº 13.576, de 6 de julho de 2009 do São Paulo, acessado em 23 de Novembro de 2009
- ↑ eur-lecux.europa.eu: Directiva 2002/96/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 27 de Janeiro de 2003, relativa aos resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos (REEE), acessado em 23 de Novembro de 2009
- ↑ eur-lex.europa.eu: Directiva 2002/95/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 27 de Janeiro de 2003, relativa à restrição do uso de determinadas substâncias perigosas em equipamentos eléctricos e electrónicos, acessado em 23 de Novembro de 2009
- ↑ http://www.nosrevista.com.br/2010/08/04/novos-desafios-para-os-centros-urbanos/ atigo - Cidades européias aderem ao pacto de redução da produção de carbono até 2020 - de Carolina Cabral Murphy
[editar] Ver também
Referências
- ↑ revistaescola.abril.com.br, 04/06/09: Como funciona a reciclagem de computadores?, acessado em 23 de novembro de 2009
- ↑ Lei Nº 13.576, de 6 de julho de 2009 do São Paulo, acessado em 23 de Novembro de 2009
- ↑ eur-lecux.europa.eu: Directiva 2002/96/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 27 de Janeiro de 2003, relativa aos resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos (REEE), acessado em 23 de Novembro de 2009
- ↑ eur-lex.europa.eu: Directiva 2002/95/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 27 de Janeiro de 2003, relativa à restrição do uso de determinadas substâncias perigosas em equipamentos eléctricos e electrónicos, acessado em 23 de Novembro de 2009
- ↑ http://www.nosrevista.com.br/2010/08/04/novos-desafios-para-os-centros-urbanos/ atigo - Cidades européias aderem ao pacto de redução da produção de carbono até 2020 - de Carolina Cabral Murphy