Londrina Esporte Clube

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Londrina
Londrina football.png
Nome Londrina Esporte Clube
Alcunhas Tubarão
Tuba
Torcedor/Adepto Falange Azul
Tubarão de Barbatana
Mascote Tubarão
Fundação 5 de abril de 1956 (58 anos)
Estádio VGD
Capacidade 10 000 pessoas
Localização Brasao Londrina Parana Brasil.svg Londrina,Paraná PR, Brasil Brasil
Mando de jogo em Estádio do Café
Capacidade (mando) 36 000 pessoas
Presidente Brasil Felipe Prochet
Treinador Brasil Cláudio Tencatti
Patrocinador Brasil Viação Garcia
Brasil Boulevard Londrina Shopping
Brasil Sicredi
Brasil Super Muffato
Brasil Unimed
Brasil Laboratório Oswaldo Cruz
Brasil Superfit
Brasil Vale Sorte
Material esportivo Brasil Karilu
Competição Paraná Campeonato Paranaense
Brasil Copa do Brasil
BrasilCampeonato Brasileiro
Divisão Paraná Série Ouro
Brasil Série D
Paraná PR 2014
Brasil CB 2014
Brasil D 2014
Campeão
Terceira Fase
Em julho
Paraná PR 2013
Brasil D 2013
3º colocado
15º colocado
Paraná PR 2012 5º colocado
Website londrinaesporteclube.com.br
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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Uniforme
alternativo
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O Londrina Esporte Clube é um clube de futebol paranaense, localizado na cidade de Londrina, no norte do estado. É um dos principais clubes do Paraná, tendo sido fundado em 5 de abril de 1956.

História[editar | editar código-fonte]

Inicio[editar | editar código-fonte]

José Luciano de Andrade, antes de mudar-se para Londrina, vivia em Rolândia, onde fundou juntamente com seu irmão Luiz, um dos primeiros clubes profissionais do norte do Paraná, o Nacional de Rolândia. Quando soube que o time de Rolândia enfrentaria o Vasco, ele não vacilou. Tinha que ver este jogo de qualquer maneira. O Nacional venceu por 3 a 2.

Quando retornava a Londrina, ao lado do médico Wallid Kauss, surgiu a discussão: "Se Rolândia pode ter uma equipe capaz de enfrentar o Vasco em condições de igualdade, porque não poderia acontecer o mesmo em Londrina?"[1]

A ideia era fascinante e merecia ser melhor debatida. Para isso, nada melhor que ao redor de uma mesa. Foram a um restaurante. Não poderiam ter feito escolha mais feliz, pois tão logo ficou sabendo do assunto, o proprietário do estabelecimento, Pietro Calloni, italiano fanático por futebol, juntou-se ao médico alemão e aos advogados mulatos (Doan Alvarez Gomes e José Luciano Andrade). Alguns dias depois, a quinta cadeira foi ocupada pelo gerente da agência do Banco do Brasil, Paulo Schmidt - um avalista de peso - que sugeriu o nome Londrina Futebol Clube, logo adotado.

A ideia era tão boa que pelo menos duas mesas do restaurante tinham de ser reservadas para aqueles malucos que estavam fundando um clube de futebol: o juiz Ismael Dornelles de Freitas, o médico Osvaldo Palhares, o professor Silveira Santos, Camilo Simões, Fioravante Bordin, Nicola Pagan, Algacir Penteado e Francisco Arrabal.

Caminho para o Progresso[editar | editar código-fonte]

E em Londrina, a história parecia apressada. Cerca de 25 times estavam registrados na Liga Regional de Futebol (amador) quando, numa quinta-feira, um número considerado de desportistas compareceu ao salão nobre do Hotel Monções para eleger a primeira diretoria do novo clube. O prefeito Antonio Fernandes Sobrinho e o secretário da Prefeitura, Mário Cunha, também estavam presentes. Depois de algumas horas de debates, o estatuto da agremiação e a composição da primeira diretoria foram aprovados. A Ata de Fundação foi redigida por Paulo Carvalho Braga e seu texto era, antes de tudo, formal, ou não seria uma Loa Ata: "Aos cinco dias do mês de abril de mil novecentos e cinqüenta e seis, às vinte horas, compareceram os a baixos assinados, os quais, de comum acordo deliberaram fundar um clube de futebol profissional e demais esportes, o qual recebeu o nome de Londrina Esporte Clube…[2]

A composição da primeira diretoria apresentada por Wallid Kauss e eleita por aclamação, tinha nada menos que cinco "presidentes de honra" (que normalmente ficam muito honrados com o cargo mais pouco apitam): o prefeito Antonio Fernandes Sobrinho, o juiz Ismael Dorneles de Freitas, Julio Fuganti, Leônidas Rezende e Pietro Calloni.

Naquela mesma noite ocorreu também a primeira eleição de um técnico de time de futebol, que se tem notícia: isto mesmo, José Luciano de Andrade foi o escolhido (ele também acumularia o cargo de supervisor). Mas o clube que nascia não pensava em se restringir ao futebol e foi eleito também um diretor social: o então promotor Antonio de Silveira Santos.

Após ser lavrada a ata de fundação do novo clube, começava a parte mais difícil que seria arrecadar dinheiro, é criado um livro de ouro que foi aberto pelo Comendador Julio Fungati com Cr$ 50.000, o total arrecadado foi em torno de Cr$ 800.000; a próxima tarefa seria conseguir jogadores, e para isso foram realizadas várias peneiradas com jogadores amadores locais, de onde surgiram: Rubinho, Nery, Valter, Pozzi, Zolan, Comida, Ioiô, Gino, Pinduca, Zezinho, Gatão e Lelé (que era de Londrina porém jogava no Britânia de Curitiba).

Não era o suficiente, então invadiram o mercado do Rio de Janeiro e trouxeram do Flamengo: Marinho Rodrigues, Rubens Cortez, Jorge Paulino, Paulinho, Alaor, Mauricio, Inácio, Tião e Jorge Davi, do Botafogo vieram Abel e Jaime, e de outros clubes cariocas, Osvado, Domingos, Jorge Carlos, Carvalho e Jota Alves.

No futebol Paulista foram até a Portuguesa Desportos e conseguiram trazer Mané, Valter II, Armandinho e depois Zé Carlos, bem como outros do interior. Estava assim formado o novo clube.

Em reunião extraordinária na sede da Federação Paranaense em Curitiba no dia 25 de junho de 1956, através do Boletim Oficial 75/56 - Resolução Nº 10 foi concedido o registro do Londrina F.C.

O depoimento de David dos Santos Filho é muito importante para esclarecer uma divergência com relação ao primeiro presidente do Londrina. O Fioravante Bordin foi eleito para o cargo, mas ele não era uma pessoa muito ligada ao futebol e afastou-se logo, alegando que tinha muitos negócios particulares, que não podia dedicar-se ao clube, Camilo Simões então assumiu o cargo.

O Primeiro Jogo[editar | editar código-fonte]

O Londrina fez seu primeiro jogo com a Portuguesa Londrinense, um dos melhores times amadores da cidade, e venceu por 4 a 1. em 24 de junho de 1956. A multidão interrompe com aplausos quando sobre o verde do gramado, surge o azul e branco da camisa nunca usada. É o Londrina entrando em campo pela primeira vez. A massa de torcedores não iria poder, naquele primeiro jogo, festejar a vitória. Mas não saiu inteiramente frustrada, pois também não amargou a derrota. O jogo terminaria empatado em 1 a 1. Coube ao ponta direita Alaor, marcar o primeiro gol do Londrina. O amistoso foi contra o Corinthians de Presidente Prudente.

O primeiro torneio foi um quadrangular promovido pela Folha de Londrina que contou com o Nacional de Rolândia, a Sociedade Esportiva Uraí e a Portuguesa. A equipe paulista foi a campeã, ganhando os três jogos. O Londrina ficou em segundo.[3]

O primeiro título Paranaense[editar | editar código-fonte]

[4] Para chegar ao triangular que decidiu o título do Campeonato Paranaense de 1962, o Londrina inicialmente precisou vencer a Série Norte. A decisão desta etapa foi em Apucarana, que possuía uma excelente equipe.

A primeira partida da "melhor de quatro pontos" foi em Apucarana mesmo e terminou empatado em 1 a 1. Depois, no dia 3 de março de 1963, o Apucarana veio ao VGD e surpreendeu o time orientado pelo técnico Florial Garro, 2 a 1. Aureo e Santana marcaram para o time de Apucarana e Gauchinho fez o gol do Londrina. No dia 10 de março, de acordo com o planejamento da Federação, foi realizado a terceira partida em campo neutro: no Belfort Duarte. Apesar do Apucarana jogar apenas pelo empate, o Londrina entrou em campo tranquilo e venceu por 3 a 2.

Garantido o título do Norte Novo, o Londrina disputou a fase final do campeonato com o Coritiba (campeão do Sul) e Cambaraense (campeão do Norte Velho). A torcida mais uma vez sofreria um susto no início da decisão. No dia 7 de abril, o Londrina empatou em casa com a Cambaraense, tida como a equipe mais fraca das três que lutavam pelo caneco. O resultado final, de um jogo emocionante, foi 3 a 3.

Mas o Coritiba também tropeçou no obstáculo menosprezado, e só empatou com a Cambaraense. Assim quando veio jogar no VGD no dia 10 de abril, o Coritiba sabia que se tratava praticamente de uma decisão antecipada do título. Quem vencesse empurraria a cabeça do outro na lama. Foi mais fácil do que se esperava: Londrina 4 a 2.

A partida marcada contra o mesmo Coritiba, para o dia 21, era a oportunidade do Londrina conquistar o título antecipadamente, sem depender do resultado do jogo final em Cambará. E quem esperava um Londrina recuado, espantou-se. Desde o início o time procurou o gol e o resultado final foi a vitória do Londrina novamente por 4 a 2. O campo do estádio do Coritiba virou palco para a festa alvi-celeste.

A Taça de Prata é nossa[editar | editar código-fonte]

Franchello havia perdido a eleição e o presidente era Durval Dias Ribeiro, que tomou posse no dia 6 de outubro de 1979, e tinha a seu lado outros novos dirigentes: João Nogueira de Castro, Arley Marroni, Rui Barbosa de Castro, Humberto Augusto da Silva, José Basso, José Begiato, José Granado Garcia, João Círio Biazzi, José Angelo Garcia, Huber da Guia Rosa, Ludnei Piceli, José Carlos Rocha, Rui Carneiro, Roberto Ventura, José Branco Delgado, Ivan Prado, Nasib Jabur, Moacir Mendes Leite, Walter Senhorinho, Luiz Carlos Miguita, Sebastião Simões, Carlos Roberto Scalassara, José Roberto Vezozzo, Marcio Antonio Ramondini, Osmar Mansano, José Antonio Adum Neto, Abilio Wolff Junior, José Eli Ferraz e Aldo Fossati. O técnico era o ex-jogador do Santos, Jair Bala, capixaba de Cachoeira de Itapemirim.

O Londrina foi o terceiro campeão da Segunda Divisão do Brasileirão, em 1980. Na conquista da Taça de Prata. O Londrina disputou onze jogos na primeira fase, passando pelos adversários Atlético-PR, Criciúma, Brasil de Pelotas, Juventude, Juventus, Chapecoense, Grêmio Maringá, Sampaio Corrêa, Anapolina e Bonsucesso.

Na semifinal veio o Botafogo-SP. O Londrina ganhou os dois jogos: 2 a 1 em Ribeirão Preto e 1 a 0 no Café.

A grande decisão foi contra o CSA. Houve empate no primeiro jogo, em Maceió, no dia 11 de maio. Paulinho marcou para o Londrina e Dentinho para os alagoanos.

O jogo final foi no Café, dia 15 de maio. O Londrina foi brilhante e goleou por 4 a 0. A torcida não se conteve e invadiu o campo três minutos antes do final. José Roberto Wright, o árbitro, entendeu a euforia e a festa foi total.

Paulinho marcou dois, Lívio e Zé Roberto fizeram os outros dois gols. O público pagante foi de 36.489 pessoas. A renda, recorde, foi de Cr$ 2.400.280,00.

Além do técnico Jair Bala, integravam a comissão técnica o preparador físico Dartagnan Pinto Guedes, o preparador de goleiros Zeferino Paquini, o médico Jair Furlan, o massagista José Carlos Venturini, o enfermeiro Adair e o roupeiro Bernardo.

O Londrina teve a seguinte formação: Jorge, Toquinho, Gilberto, Fernando e Zé Antonio; Wanderley (André), Everton e Lívio; Zé Dias (Zé Roberto), Paulinho e Nivaldo.

Campeão Paranaense de 1981[editar | editar código-fonte]

No futebol, o espaço entre o aplauso e a vaia é muito curto. E o campeão da Taça de Prata, Jair Bala caiu. O Londrina acabaria contratando outro ex-jogador do Santos, da "era Pelé": Urubatão Calvo Nunes, um temperamental, muitas vezes comparado a Floreal Garro, o treinador que levou o time ao título estadual de 62. O preparador físico agora era Bebeto. Continuavam na comissão técnica Jair Furlan, Zeferino Pasquini, Venturini e Adair. Na diretoria, poucas alterações. Ézio Ivan Secco, cadidato da situação, foi eleito presidente e o departamento de futebol ganhou o reforço de Jacy Scaff.

O duro e sofrido jejum de títulos (do Campeonato Paranaense) durou exatos 18 anos, sete meses e oito dias. E, afinal, acabou no domingo, dia 29 de novembro de 1981, quando o Londrina, no estádio do Café tomado por 43.412 pagantes (e, calcula-se, dois mil penetras), derrotou o Grêmio Maringá por 2 a 1, e com todos os méritos, sagrou-se campeão.

Uma semana antes, a 100 km dali, na rival Maringá, o Tubarão conseguira o que parecia impossível: batera o seu velho rival por 3 a 2, depois de estar vencendo por 3 a 0, na primeira partida da decisão. Durante a semana, nas conversas na Avenida Paraná, centro nervoso dessa jovem cidade de 400 mil habitantes (na época), não se falava outra coisa.

Se lá na casa do adversário, vencemos, em casa a facilidade seria ainda maior. Terrível perigo, como ensina o passado do futebol. "Não podemos esquecer, do que aconteceu com a Seleção Brasileira em 50", advertiam os mais velhos. Excesso de cautela, quem sabe. Pelo sim, pelo não, no fundo nenhum londrinense duvidava: chegou a hora do LEC.

Assim, a festa tomou conta de Londrina desde a véspera. De sábado para domingo, poucos dormiram em paz. As buzinas e os tamborins soaram sem parar durante a madrugada. Nas lojas, esgotavam-se os tecidos azuis e brancos. Domingo cedo, enfim, começou a chover. E daí? Ao meio-dia, o estádio já estava quase cheio para a celebração tão esperada.

Iniciado o jogo, com renda recorde no Estado - quase 10 milhões de cruzeiros -, as gargantas roucas de tanto carnaval antecipado esperavam aflitas o momento de gritar a vitória. Não demorou. Logo aos 14 minutos, o ponta direita Zé Dias penetrou pelo miolo e tocou para o artilheiro Paulinho que, na saída do goleiro, marcou o primeiro gol. Era a senha para a loucura. "É Campeão! É Campeão!", berrava-se sem parar. No segundo tempo, a indefinição durou até os 21 minutos. O jogo tomava um rumo nervoso, indefinido. Aí, ante o pedido em coro da massa, o técnico Urubatão resolveu colocar o atacante Carlos Alberto Garcia, ainda um ídolo da torcida.

Passavam-se dez minutos e Carlos Henrique era derrubado na esquerda. Ele próprio cobra a falta. A bola vem alta e, no meio de uma marulha de defensores do Maringá, quem mete a cabeça para fazer o gol da vitória e do campeonato? Carlos Alberto Garcia, o "Bem Amado". O time de Maringá reclamou uma falta que não houve. Na confusão, o zagueiro Osíris seria expulso. Não demora muito e o lateral Detti também leva cartão vermelho do árbitro Newton Martins. Se com 11 o Grêmio Maringá parecia sem forças para ameaçar o Londrina, que se diria com apenas nove?

Quando o final a partida acabou, milhares e milhares de felizes torcedores invadiram o gramado, de onde todos os jogadores fugiam assustados - exceto Paulinho, de quem tiraram camisa, chuteiras, meias, ataduras e calção, quase o obrigando a sair do campo pelado.

Jacy Scaff fez o Londrina grande[editar | editar código-fonte]

Muita gente deixou seu nome marcado na história do clube. Cada um em sua época. Foram dirigentes como o grande e eterno presidente Carlos Antonio Franchello, jogadores como Gauchinho, Garcia e tantos outros. Mas um nome em especial, esteve presente no grande momento do Tubarão. No final da década de 1970 e início da década de 1980.

Jacy Scaff ingressou no futebol, após a união do Londrina com o Paraná Esporte Clube em 1969, atendendo o convite de David dos Santos Filho. De 70 a 72 foi diretor de futebol. Voltou a função em 74. No ano seguinte foi vice-presidente de Fernando Agudo Romão, assumindo a presidência no final do ano. Foi presidente no biênio 76/77 e a ele foi dado o maior mérito de ter colocado o Londrina no Campeonato Nacional. Implantou uma nova mentalidade no clube com a contratação de grandes jogadores, com a ampliação da sede campestre e a expansão social.

Seu sonho sempre foi transformar o Londrina no maior clube do Paraná. Foi diretor de futebol em 80/81 e voltou a presidência na gestão de 82/83.

Jacy morreu em 86, deixando uma grande lacuna no meio esportivo paranaense.

Reestruturação[editar | editar código-fonte]

Outro nome importante na história do Londrina na década de 1980 é o do professor Cleber Tóffoli., que foi presidente do Londrina duas vezes. Na primeira de forma interina, no segundo ano da administração de Murilo Zamboni. Na segunda, Cleber cumpriu um mandato de três anos, saindo para concorrer a um cargo político. Foi presidente entre 85 a 89.

Seu melhor trabalho foi a de reestruturar a parte administrativa, promovendo um controle do quadro de associados, o que não exista.

No futebol, deu força total ao Júnior, que foi campeão estadual e foi base ao time profissional nos anos seguintes. Passou o departamento amador para a administração de empresários, com direito a 50% nas vendas dos passes.

Cleber trabalhou 10 anos pelo Londrina. Além de presidente, foi presidente e secretário do Conselho Deliberativo e vice-presidente do departamento amador.

Anos 90[editar | editar código-fonte]

VGD, a casa do Londrina[editar | editar código-fonte]

A luta do Londrina para ficar com o estádio durou 30 anos. Começou em 60 quando os vereadores vetaram o projeto de doação em comodato e houve até "enterro simbólico" dos edis, organizado por dirigentes e torcedores. Os anos 90 seriam a melhor década do Londrina Esporte Clube em termos de administração profissional e de base, onde foram revelados vários jogadores (Élber, Fabinho, Paulo Foiane, Everson, Silvinho, Júnior Maringá, Neto, Luis Gustavo Turini, Cribari, Fábio Montezini, Aguinaldo, Fabinho, Helder, Douglas, entre outros) levando o nome do time para todo o Brasil e também para a Europa, graças a pessoas importantes da cidade que gostam de futebol como Iran Campos, Jurandir Barroso, Francisco Oliveira (Maringá), João Severo (atualmente, ainda no clube), Aldivino Generoso, entre outras pessoas que ajudaram a dar essa projeção ao maior clube do interior do Paraná.

Com a construção do Café, em 76, o VGD passou para segundo plano e o Londrina fortaleceu o movimento para ganhar o estádio.

No dia 6 de setembro de 1990, o Prefeito Antonio Belinati sancionou a lei 4.312 e o estádio passou para o Londrina. Sua diretoria comandada por Dorival Pagani promoveu reformas e o estádio ganhou novo visual.

Neste ano teve também a contratação de um dos destaques dos anos seguintes o meia-atacante Bruno da Silva Jardim.

No momento o estádio é utilizado para treinos das categorias de base. No CT da SM Sports, empresa que administra o clube, meninos oriundos de fora fixam moradia enquanto morarem na cidade.

Campeão Paranaense de 1992[editar | editar código-fonte]

Cquote1.svg Agora no Paraná, não existe mais o Trio de Ferro. Mas sim, um quarteto Cquote2.svg
Varlei de Carvalho, sobre a entrada do Londrina entre os principais times do estado.

A frase emocionada do técnico Varlei de Carvalho, logo após a vitória de 1 a 0 na terceira partida com o União Bandeirante. Vitória que garantiu o terceiro e mais difícil título paranaense de sua história. Com a conquista de 1992, que se juntou às de 1962 e 1981, o Londrina tornou-se o clube do interior que mais se aproxima dos clubes da capital.

A volta do Londrina forte, não é obra do acaso, mas sim de um multirão pela vitória que envolveu a prefeitura da cidade e alguns empresários. Assim o time recebeu um empurrão extra na fase final, que ultrapassou a casa dos 400 milhões de cruzeiros. Os resultados não tardaram a aparecer. O Tubarão devorou o Atlético Paranaense com uma vitória por 3 a 2 e uma derrota por 2 a 0 e novo triunfo nos pênaltis, por 4 a 3. O União Bandeirante era o último obstáculo na direção do título, e, com ele, havia um tabu: o Londrina não vencia o rival a quase 7 anos.

Foram necessárias três partidas, todas em Londrina (o estádio do União não atendia à exigência mínima de 15 mil lugares). Mas valeu a pena, com dois empates (0 a 0 e 2 a 2, com gol do zagueiro Márcio, no último minuto) e uma sofrida vitória de 1 a 0, o Tubarão fez de Londrina, a capital do futebol do Paraná.

A campanha do Tuba no Paranaense de 1992 foi: 30 jogos, 11 vitórias, 15 empates, 4 derrotas, 38 gols à favor e 24 contra. Tadeu e Cláudio José, com nove gols, foram os artilheiros do time.

Torcida Falange Azul[editar | editar código-fonte]

A Torcida Falange Azul foi fundada em 5 de Fevereiro de 1992 e é atualmente a maior torcida organizada do interior do Brasil . Foi fundada pelos então amigos Marcelo Aparecido Fuentes, Ronaldo Cezar, Rogério Batista e Ivoncley Sepe.

Em 1997, o Londrina, contava com apoio de três torcidas organizadas. A Sangue Azul, a Mancha Azul e a Falange Azul, mas como o Londrina não ia bem, as torcidas perdiam seus adeptos. E foi proposto a fusão das três torcidas. O acordo não foi aceito pelos integrantes da Sangue Azul, mas resultou na união da Mancha Azul e da Falange Azul, ficou mantido o nome Falange Azul e diversas mudanças ocorreram em relação a torcida organizada.

A Falange Azul superou todas as dificuldades e continuou crescendo, apoiando o Londrina em todos os jogos, inclusive os fora de casa e com o desaparecimento natural da Sangue, a Falange Azul passou a ser a única torcida organizada do Londrina.

A diretoria executiva da torcida é formada pelo presidente Marcelo Benini e vice-presidente Marcelo Fuentes.

Segundo pesquisa realizada em 2008 pelo Instituto Bonilha o clube possui 6% da torcida do Estado.

Copa do Brasil[editar | editar código-fonte]

Com o título Paranaense de 1992, o LEC ganhou uma vaga para disputar a Copa do Brasil de 1993, era sua estréia nesta competição. Foram seis jogos e fez bonito.

Primeiro enfrentou o Operário de Campo Grande, ganhou os dois jogos: 3 a 1 em Campo Grande e 2 a 0 em Londrina.

Depois veio o Internacional de Porto Alegre, que arrancou um empate de 1 a 1 no Estádio do Café. No segundo, no Beira Rio, o Londrina surpreendeu todo mundo. Ganhou de 1 a 0, gol de Alécio, e provocou uma grande crise no time gaúcho.

Na terceira fase, o Londrina pegou o Flamengo. O primeiro jogo foi no Maracanã. Faltou um pouco mais de coragem ao Londrina, que perdeu por 1 a 0, gol de Nélio. No Estádio do Café, quase deu, mas não deu. O Londrina empatou por um gol e merecia ter vencido. Djalminha de falta marcou para o Flamengo e Alexandre também de falta empatou para o Londrina.

Como vice-campeão paranaense em 93 e 94, o Londrina sonhou com uma vaga na Copa do Brasil, mas não participou. Uma briga do presidente Onaireves Moura, da Federação Paranaense, com a CBF, tirou do Tubarão o direito de participação adquirido no campo.

Em 2010 , perdeu os dois jogos para o Uberaba, o primeiro em Uberaba por 1 a 0 e o segundo em seu campo por 2 a 0.

Paranaense de 1997[editar | editar código-fonte]

Com pouco investimento, o Londrina de Caldarelli entrou no campeonato sem pretensões de brigar pelos primeiros postos. O que a torcida não esperava, entretanto, é que o time fosse ameaçado de rebaixamento.

Depois de 8 jogos e o forte risco de rebaixamento, a SAL voltou a comandar o clube, por indicação de Antonio Belinati. Caldarelli renunciou depois de um acordo com Belinati e com a AMETUR.

As mudanças foram profundas. Um novo time foi contratado mas mesmo assim o LEC não conseguiu ficar entre os oito primeiros para disputar o título. Foi para o Torneio Extra, intitulado de Torneio da Morte, para disputar 4 vagas de permanência na primeira divisão de 98, o que foi equilavente à 2ª Divisão, pois naquele ano não houve divisão de acesso.

Algumas más jornadas no início e o embalo depois. O Londrina terminou o torneio em primeiro e se garantiu no grupo de elite. O técnico da reação foi Varley de Carvalho, o mesmo que, em 92, deu ao Londrina o título paranaense.

Título Paranaense de 2014[editar | editar código-fonte]

Em 13 de abril de 2014, o Londrina e Maringá Futebol Clube travaram um duelo emocionante para decidir quem ficaria com o troféu do estadual de 2014. Ao final dos últimos 90 minutos e mais as cobranças de pênaltis, melhor para o Tubarão (5 a 4), que se consagrou Tetracampeão Paranaense após 22 anos. O LEC já havia levantado o caneco em 1962, 1981 e 1992.[5]

Em campo, as equipes empataram em 1 a 1, com gols de Maicon Silva, pelo Londrina, e Cristiano, pelo Maringá.[6]

Maiores Públicos do Londrina em Campeonatos Brasileiros da Série A[editar | editar código-fonte]

  • Jogos no Estádio do Café
  1. Londrina 1 a 0 Corinthians-SP, 54.178, 15 de fevereiro de 1978.
  2. Londrina 1 a 1 Flamengo-RJ, 45.094, 21 de novembro de 1979.
  3. Londrina 0 a 0 Santos-SP, 33.636, 28 de março de 1982.
  4. Londrina 0 a 0 São Paulo-SP, 28.319, 1 de setembro de 1976.
  5. Londrina 1 a 1 Cruzeiro-MG, 27.155, 16 de setembro de 1976.
  6. Londrina 2 a 2 Atlético-MG, 25.568, 1 de março de 1978.
  7. Londrina 1 a 0 Botafogo-SP, 24.511, 19 de setembro de 1976.
  8. Londrina 6 a 2 Santa Cruz-PE, 23.983, 15 de novembro de 1979.
  9. Londrina 2 a 2 Vasco-RJ, 20.864, 20 de novembro de 1977.
  10. Londrina 3 a 1 Vila Nova-GO, 20.299, 30 de outubro de 1977.
  11. Londrina 1 a 2 Goytacaz-RJ, 19.890, 2 de novembro de 1977.

Estádios[editar | editar código-fonte]

Estádio do Café[editar | editar código-fonte]

Estádio Jaci Scaff, popularmente chamado de Estádio do Café, foi construído às pressas para o Londrina entrar no grupo de elite do futebol brasileiro, pois estava confirmada a participação do LEC no Nacional de 1976. No dia 22 de Agosto de 1976 aconteceu a inauguração do Café, jogaram Flamengo e Londrina, a partida terminou empatada em 1 a 1.

Localizado a 04 km do centro da cidade, no setor norte, próximo ao Parque Ouro Verde, ao lado do Autódromo Internacional Ayrton Senna, é hoje o maior estádio do interior do Paraná, com capacidade para aproximadamente 40.000 torcedores, e seu sistema de iluminação é um dos mais modernos.

Possui também um amplo parque de estacionamento, entre outras benfeitorias. No ano de 2000, o Café foi palco principal do Torneio Pré-Olímpico de Futebol.

Estádio VGD[editar | editar código-fonte]

Estádio Vitorino Gonçalves Dias, conhecido como VGD. Localizado no Centro de Londrina, o VGD, estádio com capacidade para 12.000 torcedores foi o local onde o Londrina Esporte Clube realizou suas partidas no Campeonato Paranaense de 2005.

Construído em 1947, o VGD passou por constantes reformas e ampliações, a maior delas no ano de 1956, quando 9000 metros foram incorporados ao antigo estádio.

No dia 6 de setembro de 1990, o Estádio passou a ser patrimônio do Londrina Esporte Clube.

Clube social[editar | editar código-fonte]

Projetos de marketing[editar | editar código-fonte]

  • Patrocínio: O Depto. desenvolve todas as propriedades de comercialização dos espaços. Para cada cliente um objetivo diferente, sempre visando a interação entre empresa e público a ser atingido.
  • Comunicação: Criar ferramentas de interação para com o torcedor e informa-lo em primeira mão, correta e eticamente. Ações de relações públicas, eventos, promoções, venda direta, ações de relacionamento e merchandising (ações de match-day) são algumas das propriedades trabalhadas na comunicação do Clube.
  • Valorização da Marca: Fortalecimento da marca Londrina Esporte Clube através de ações internas, eventos, comunicação visual e comunicação externa.
  • Valorização dos Colaboradores: Relacionar-se dia-a-dia com o Londrina Esporte Clube representa orgulho a todos funcionários, fornecedores, parceiros e patrocinadores. Através de ações internas o Depto. busca valorizar cada um que colabora para o crescimento do Londrina Esporte Clube.
  • Desenvolvimento de Novos Negócios: A criação de novas fontes de receita representa o diferencial importante frente a maioria dos clubes de futebol. Conhecer o mercador e estar atento a isso pode significar sucesso e crescimento do Clube.
  • Pesquisa de Mercado: Onde está nosso torcedor? O que a cidade de Londrina pensa do nosso Clube? Onde devemos agir? O que nosso torcedor espera do time? Embora inicialmente aplicada ao marketing, a pesquisa de mercado já começa a demonstrar sua importância no processo de planejamento do LEC.

Patrocinadores[editar | editar código-fonte]

  • Viação Garcia A Viação Garcia nasceu em 1934, quase simultaneamente com o município de Londrina. É uma das grandes parceiras atualmente, ajudando nas viagens do time, torcida, ingressos e ônibus personalizado para o time.
  • [7] Karilu fundada em 1984, é a fornecedora oficial de materiais esportivos do Londrina Esporte Clube desde julho de 2006. A empresa fornece toda a linha de vestuário aos atletas profissionais do Tubarão.
  • Unimed Está entre as 5 maiores empresas da cidade, atuando em 28 municípios da região, com 1000 médicos cooperados e 135 mil clientes. Há 36 anos, a empresa vem construindo uma história em busca de promoção de saúde, bem-estar e qualidade de vida. E pela 12º vez consecutiva, a Unimed recebeu o prêmio Top de Marcas, sendo a mais lembrada neste segmento, em Londrina e região
  • SM Sports Empresa do gestor do clube, Sergio Malucelli, possui um dos melhores CTs do brasil, e investe nas categorias de base.
  • Restaurante Madero. Os restaurantes Madero Burger & Grill estão presentes em diversas localidades em Curitiba, Balneário Camboriú, Goiânia, Londrina e Joinville. Um dos restaurantes mais modernos da cidade, frequentando pela alta sociedade da cidade.
  • Savios Sorvetes Empresa bem estruturada e de marca conhecida nos Sorvetes, investindo também no tubarão, fazendo ações de marketing, incluindo um novo sorvete chamado de "PicoLEC".
  • Vale Sorte Titulo de capitalização, no qual sao dados varios premios para todo o norte do Paraná, investindo no nosso Tubarão.
  • Boulevard Londrina Shopping Shopping Center inaugurado em Londrina no ano de 2013 e que em 2014 se tornou o patrocinador máster do Tubarão.

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Participações do Londrina Esporte Clube em Competições Oficiais
Campeonato Paranaense 1ª Divisão (55) 1957-1998, 2000-2009 e 2012-2014.
Campeonato Paranaense 2ª Divisão (4) 1997 Torneio Extra, 1999 e 2010-2011.
Campeonato Brasileiro Série A (7) 1963 Taça Brasil, 1976-1979, 1981-1982.
Campeonato Brasileiro Série B (20) 1971, 1980, 1983, 1986-1989, 1991-1992 e 1994-2004.
Campeonato Brasileiro Série C (1) 2005.
Campeonato Brasileiro Série D (4) 2009-2010 e 2013-2014.
Copa do Brasil (7) 1993, 2002, 2004-2006, 2010 e 2014.
Brasil Campeonato Brasileiro (6 participações)
Ano 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979
Pos. 49º 24º 19º
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos. 42º 15º


Brasil Campeonato Brasileiro - Série B (20 participações)
Ano 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979
Pos. 22º
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos. 15º 22º * 18º 30º
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos. 11º 21º 11º 13º 10º 10º
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 35º 15º 18º 10º 24º


Brasil Campeonato Brasileiro - Série C
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 14°


Brasil Campeonato Brasileiro - Série D
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 10°
Ano 2010 2011 2012 2013 2014
Pos. 15º 15º


Atual Elenco[editar | editar código-fonte]

Listagem oficial do clube até o momento. Não são listados jogadores que não foram inscritos em competições oficiais. [8]


Goleiros
Jogador
23 Brasil Guilherme
1 Brasil Vitor
12 Brasil Marcelo
Defensores
Jogador Pos.
13 Brasil Leonardo Dagostini Z
3 Brasil Dirceu Capitão Z
' Brasil Alyson Z
' Brasil Dipão Z
' Brasil Matheus Z
14 Brasil Marcondes Z
' Brasil Maicon LD
2 Brasil Lucas Ramon LD
6 Brasil Allan LE
15 Brasil Diego Prates LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
5 Brasil Diogo Roque V
16 Brasil Anderson V
7 Brasil Bidía V
4 Brasil Silvio V
8 Brasil Léo Maringá V
10 Brasil Celsinho M
17 Brasil Rone Dias M
22 Brasil Robinho M
' Brasil Murilo M
19 Brasil Davi Ceará M
Atacantes
Jogador
20 Brasil Paulinho
18 Brasil Alexandre Oliveira
21 Brasil Madison
9 Brasil Bruno Batata
' Brasil Gustavo
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Cláudio Tencatti T

Títulos[editar | editar código-fonte]

Nacionais
Competição Títulos Temporadas
B Series Brazilian Championship Trophy.png Campeonato Brasileiro - Série B 1 1980
Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Paraná Campeonato Paranaense 4 1962, 1981, 1992 e 2014
Paraná Campeonato do Interior Paranaense 14 1957, 1959, 1962, 1972, 1976, 1981, 1982, 1983, 1986, 1992, 1993, 1994, 2001 e 2013
Paraná Copa Paraná 1 2008
Paraná Divisão de Acesso 3 1997, 1999 e 2011
Municipais
Competição Títulos Temporadas
Brasao Londrina Parana Brasil.svg Citadino de Londrina 17 1956, 1959, 1960, 1961, 1964, 1965, 1966, 1967, 1969, 1976, 1984, 1999, 2000, 2003, 2007, 2008 e 2010

Outras Conquistas[editar | editar código-fonte]

Categorias de Base[editar | editar código-fonte]

Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]

  • Posição:107º
  • Pontuação: 459 pontos

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.

Ranking da FPF[editar | editar código-fonte]

  • Posição: 5º
  • Pontuação: 311 pontos
  • Participação: 42 Vezes

Ranking criado pela Federação Paranaense de Futebol que pontua todos os times do Paraná.

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Uniformes atuais[editar | editar código-fonte]

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3

Uniformes anteriores[editar | editar código-fonte]

2013[editar | editar código-fonte]

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
4

Ver também[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Jornais[9]

Livros
  • Livro, Londrina Esporte Clube - 40 Anos - Do Caçula Gigante ao Tubarão, J. Mateus, 1996
  • Livro, Londrina Esporte Clube - Contado… Em Fatos e Fotos, Jefferson de Lima Sobrinho, 2005
Revistas
  • Revista Placar, Nº 524, de 16 de maio de 1980, Pg 82. Matéria de Isnard Cordeiro
  • Revista Placar, Nº 603, de 4 de dezembro de 1981, Pg 10 - 12. Matéria de Isnard Cordeiro
  • Revista Placar, Edição dos Campeões de 1992, Pg 50.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]