Lone Ranger

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Lone Ranger
Em Portugal: Mascarilla
No Brasil: O Cavaleiro Solitário, Zorro, Guarda Vingador, Justiceiro Mascarado, Kid Roger e Cavaleiro Mascarado
Nome original Lone Ranger
Outro(s) nome(s) John Reid
Origem Rádio WXYZ; Detroit, Michigan, EUA; 30 de Janeiro de 1933
Sexo masculino
Características Excelente atirador
Combate corpo a corpo
Afiliações Texas Rangers
Amigo(s) Tonto, Daniel Reid (sobrinho)
Criado por George Washington Trendle e Fran Striker
Série The Lone Ranger

The Lone Ranger (no Brasil, O Cavaleiro Solitário; em Portugal, O Mascarilha)[1] [2] é um famoso cowboy fictício do rádio, cinema e televisão, criado por George Washington Trendle e equipe, e desenvolvido pelo escritor Fran Striker. A palavra Ranger causou dificuldades de tradução já que o significado original (policial rural do Texas) não fazia sentido em português. No Brasil já foi chamado de Zorro (outro personagem, herói de capa e espada), Guarda Vingador, Justiceiro Mascarado, Kid Roger e Cavaleiro Mascarado, desde a década de 1980, é chamado de O Cavaleiro Solitário[3] .

Seu eterno companheiro é o índio Tonto, cujo nome foi mantido na tradução, mesmo sendo uma palavra pejorativa em português (significa algo como trapalhão ou desajeitado), que não tem nada a ver com o personagem, um valoroso combatente dos fora-da-lei. Em países de língua espanhola, onde há o mesmo problema de tradução, optou-se por mudar o nome do personagem para Toro.

Além da máscara negra e do companheiro índio, Lone Ranger possuía um belo cavalo branco chamado Silver, famoso pelo grito que o herói dava ao se despedir a galope em direção ao horizonte: "Hi-yo Silver, away!". O nome do cavalo de Tonto era Scout (Escoteiro, no Brasil). Nos quadrinhos, Lone Ranger tinha pontaria certeira com ambas as mãos, e sempre usava balas de prata, fundidas em uma mina própria desconhecida, herdada de um velho mentor. Nunca atirava para matar, preferindo desarmar seus oponentes com tiros certeiros em suas pistolas. Apesar da máscara, Lone Ranger nunca era perseguido pelas autoridades. Em algumas aventuras ele era acompanhado pelo sobrinho Daniel Reid (cujo cavalo tinha o nome de Victor), que agia como seu parceiro adolescente.

Por ter sido criado por George W. Trendle, Lone Ranger seria tio-avô do Besouro Verde. O autor confirmou o parentesco ao chamar de Britt Reid a identidade secreta do Besouro. É o mesmo sobrenome da identidade secreta do Lone Ranger, cujo nome é John Reid.

Origens[editar | editar código-fonte]

A primeira transmissão de "Lone Rangers" ocorreu em 30 de janeiro de 1933, no canal de rádio WXYZ de Detroit, Michigan. O nome do policial era Reid, mas depois foi alterado nas versões posteriores. Tonto, um provável apache, era seu amigo de infância. Os dois se reencontram na idade adulta, quando Tonto salva Reid de índios renegados ao reconhecer um anel que ele dera ao seu amigo na infância. Essa versão também foi alterada. Reid resolve usar a máscara para se vingar de criminosos que assassinaram seus companheiros Rangers, para que os vilões continuassem a pensar que ele havia morrido. Fred Foy foi o narrador do seriado entre 1948 a 1957[4] .A última transmissão de rádio do Lone Ranger com episódios inéditos foi em 3 de setembro de 1954.

Mas o heróico cowboy se tornaria conhecido internacionalmente graças a série de cinema e TV estrelada por Clayton Moore, que foi produzida de 1949 a 1957. No cinema, os filmes foram produzidos pela Republic Pictures. Moore foi substituído por John Hart no período de 1952-1954. Jay Silverheels era o Tonto. Em 1956 e 1958 Clayton Moore realizaria dois filmes com seu personagem.


Lone Ranger no Brasil[editar | editar código-fonte]

Em 1938, as tiras diárias do herói, escritas pelo próprio criador, Fran Striker, estreiam na revista O Globo Juvenil de jornal O Globo de Roberto Marinho, com o título de "Zorro"[3] , no ano seguinte, o primeiro seriado, The Lone Ranger (1938), recebera o nome de "Guarda Vingador"[5] , em 1940, o seriado The Lone Ranger Rides Again recebeu o título de A Volta do Cavaleiro Solitário[6] Além de O Globo Juvenil, suas tiras foram publicadas em outras revistas do O Globo: O Gibi Tri-Semanal, em revistas da Rio Gráfica Editora, editora fundada por Roberto Marinho: Almanaque de O Globo Juvenil, Novo Gibi e Novo Globo Juvenil e na revista O Guri do Diários Associados.


Em 1954, a Ebal lançou uma revista com o título de Zorro, a essa altura, a série de TV (1949-1957) estrelada por Clayton Moore também era chamada de Zorro, inicialmente, possuía o título As Aventuras de Lone Ranger, porém, acabou deixando de lado, a confusão pode ter acontecido por um série coincidências envolvendo produções da Republic Pictures: Robert Livingston que interpretou Zorro no filme The Bold Caballero (1936), interpretou Don Loring/The Eagle, um herói californiano parecido com Zorro no seriado The Vigilantes Are Coming (1936)[7] e o Lone Ranger em The Lone Ranger Rides Again, no seriado Zorro's Fighting Legion, também de 1939, a história de Dom Diego é transformada em um faroeste, nesse seriado, o herói possui um cavalo branco igual ao do Lone Ranger[8] Clayton Moore, o Lone Ranger da série de TV, interpretou um descendente de Dom Diego que assume o manto do Zorro no seriado Ghost of Zorro (1949)[3] .

Em 1970, o herói aparece ao lado de outros personagens publicados pela Ebal, como Superman e Flash Gordon em Chamada Geral - Epopeia, revista especial em comemoração aos 25 anos da editora, a história foi escrita por Pedro Anísio e ilustrada por Eugênio Colonnese[9] .


Lone Ranger também foi chamado de Justiceiro Mascarado, Kid Roger e Cavaleiro Mascarado, até que na década de 1980, foi exibida nos programas Balão Mágico e Xou da Xuxa, uma série animada produzida pela Filmation, voltou a ser chamado "O Cavaleiro Solitário", onde ironicamente, o herói dividia um bloco com o Zorro.

Em 2005, a Rede Globo exibiu a telenovela Bang Bang de Mario Prata, nela o cantor e ator Sidney Magal interpreta "Zorroh", um herói aposentado que é um misto de Zorro com Lone Ranger, ele é um espadachim tal qual Zorro, mas teve como parceiro o índio Tonto, interpretado por Eliezer Motta.[10]

Em 2013, a Walt Disney Pictures lançou a mais recente adaptação cinematográfica do herói e o título escolhido no Brasil foi "O Cavaleiro Solitário".[3]

Cinema[editar | editar código-fonte]

  • Em 1938, a Republic Pictures produziu o primeiro seriado com o personagem, The Lone Ranger (no Brasil, “O Guarda Vingador”)[11] , em 15 capítulos, sob direção de William Witney e John English. Estrelado por Lee Powell, apresentava o Chefe Thundercloud como o índio Tonto. O seriado tinha um mistério, pois questionava quem seria o Lone Ranger entre os 5 Texas Rangers que o protagonizavam, interpretados por George Lentz (George Montgomery), Lane Chandler, Hal Taliaferro, Herman Brix (Bruce Bennett) e Lee Powell, que se revelaria, no final, como o Lone Ranger.
  • Em 1939, foi realizada uma continuação, o seriado The Lone Ranger Rides Again (no Brasil, “A Volta do Cavaleiro Solitário”)[12] , com Robert Livingston no papel de Lone Ranger, ao lado do mesmo Chefe Thundercloud como Tonto, Duncan Renaldo e Jinx Falken.
  • Em 1940, o primeiro seriado, The Lone Ranger, foi relançado em nova edição, reduzido como longa-metragem de 69 minutos, sob o título Hi-Yo Silver[13]
  • Aproveitando o sucesso da série de TV, a Eastmancolor Western lançou dos longa-metragens com os atores da série, Clayton Moore e Jay Silverheels: The Lone Ranger (no Brasil “Justiceiro Mascarado”), em 1956, sob direção de Stuart Heisler, e The Lone Ranger and the Lost City of Gold (no Brasil, “Zorro e o Ouro do Cacique” ou “Zorro e a Cidade de Ouro Perdida”)[14] em 1958, sob direção de Lesley Selander [15] .
  • Uma nova versão chegou aos cinemas em 2013, intituladoa simplesmente The Lone Ranger, com Armie Hammer no papel principal e Johnny Depp como seu parceiro Tonto. A direção é de Gore Verbinski.[16]

Televisão[editar | editar código-fonte]

  • Quando foi aventada a possibilidade de fazer The Lone Ranger para a televisão, Brace Breemer, que o interpretara no rádio, quis o papel, mas foi escolhido Clayton Moore, temporariamente substituído por John Hart (1952-1954), para os 166 episódios da série[15] . Quem interpretava Tonto era Jay Silverheels. A série foi produzida de 1949 a 1957.
  • Em 1961 a CBS lançou um piloto para outra série de TV, chamado Return of the Lone Ranger, estrelado por Tex Hill.
  • Em 1981 foi lançado o filme The Legend of the Lone Ranger, considerado um fracasso.
  • Em 2003 a Warner Brothers lançou um telefilme de duas horas, um piloto de uma provável série. O filme, porém, não empolgava, e o projeto foi cancelado.

Desenhos Animados[editar | editar código-fonte]

Década de 1930[editar | editar código-fonte]

No final da década de 1930, Roy Meredith produziu o primeiro filme de animação baseado em Lone Ranger, neste filme mudo. The Lone Ranger e Tonto capturaram um bando de ladrões de gado e salvam a vida do fazendeiro. [17]


Format Films, série animada de 1966 a 1968[editar | editar código-fonte]

Uma série animada de The Lone Ranger foi exibida de 1966 a 1968 na CBS. Foi produzida por Herbert Klynn e Jules Engel da Format Films, Hollywood, e animação pelo estúdio Halas and Batchelor Cartoon Film de Londres. A série teve trinta episódios; No entanto, estes foram divididos em três curtas separadao, com um segmento intermédio com aventuras solo Tonto, de modo que foram, na verdade 90 episódios no total. O último episódio foi ao ar em 09 de março de 1968.


Essas aventuras de Lone Ranger eram muito parecidas com as de outra série exibida pela CBS, The Wild Wild West, que tinha elementos de ficção científica e tecnologia steampunk. O maior inimigo de o Lone Ranger na série animada era um anão, similar ao maior inimigo de James T. Oeste, Dr. Miguelito Loveless, seu nome era Tiny Tom, e foi dublado por Dick Beals. Este desenho animado foi creditado como sendo uma produção Jack Wrather.

A voz de The Lone Ranger foi fornecido por Michael Rye, que interpretou Jack Armstrong: The All-American Boy no rádio. Shepard Menken dublou Tonto. O narrador da abertura era Marvin Miller. Outras vozes "convidados" foram fornecidos por Paul Winchell, Agnes Moorehead e Hans Conried.


The Tarzan/Lone Ranger Adventure Hour, início da década de 1980[editar | editar código-fonte]

The Lone Ranger foi destaque, junto com o verdadeiro Zorro e Tarzan, em uma série de curtas no início da década de 1980, produzida pela Filmation. Estes episódios tinham William Conrad como a voz do mascarado, embora ele tenha sido listado nos créditos como "J. Darnoc" (Conrad soletrado ao contrário). Esta série teve um tom mais realista, com muitos contextos históricos para incluir elementos educativos nas histórias, embora houvesse vários episódios que tiveram elementos de de ficção científica (muito parecido com os desenhos anteriores da década de 1960). Foram 14 episódios, combinando duas aventuras em cada episódio, para um total de 28 histórias. Embora Conrad tenha sido o principal dublador em destaque, outros dubladores na série participaram da séria, sem serem créditados: Lou Scheimer, Frank Welker, e Michael Bell.

The Lone Ranger: The Lost Episodes, 2001[editar | editar código-fonte]

Em 2001, a GoodTimes Home Video lançou para o mercado de home video: The Lone Ranger: The Lost Episodes. Junto com clipes do primeiro seriado da década de 1930, os trailers de particiapações do herói após a série TV, comerciais com Moore, e às vezes com Silverheels, dois episódios completos da série de TV, o curta de animação do final dos anos 1930. Este curta foi produzido pela Pathegrams em filme de 16mm e vendida para o home video e bibliotecas, que mostrou muitas vezes desenhoss como um prelúdio para filmes infantis, . A animação era muda, como a maioria dos filmes produzidos naquela época, e teve de diálogo escrito em cartazes, tal qual os dos filmes mudos. O DVD também tem o documentário de aproximadamente oito minutos, "The Lone Ranger and the Peace Patrol". Apresentado e narrado por Clayton Moore, que gira em torno de compra de selos de poupança dos EUA, infantil do Savings Bonds. O foco principal é fazer com que as crianças para investir em selos. O segmento narrado termina com as cerimônias de posse sobre as terras do Memorial Washington perante uma multidão de milhares de crianças e seus pais.

Romances[editar | editar código-fonte]

O primeiro romance baseado em Lone Ranger foi lançado em 1936, e, eventualmente, 18 volumes foram publicados, conforme listado abaixo. O primeiro livro foi escrito por Gaylord Du Bois (que também roteirizou quadrinhos do herói para a Dell), mas os outros foram escritos pelo principal desenvolvedor do personagem, Fran Striker. Striker também re-editou e reescreveu partes de edições posteriores do primeiro romance. Publicados pela primeira vez entre 1936 e 1956 pela Grosset & Dunlap, essas histórias foram republicadas em 1978 pela Pinnacle Books.


  • The Lone Ranger (1936)
  • The Lone Ranger and the Mystery Ranch (1938)
  • The Lone Ranger and the Gold Robbery (1939)
  • The Lone Ranger and the Outlaw Stronghold (1939)
  • The Lone Ranger and Tonto (1940)
  • The Lone Ranger Rides (1941)
  • The Lone Ranger at the Haunted Gulch (1941)
  • The Lone Ranger Traps the Smugglers (1941)
  • The Lone Ranger Rides Again (1943)
  • The Lone Ranger Rides North (1943)
  • The Lone Ranger and the Silver Bullet (1948)
  • The Lone Ranger on Powderhorn Trail (1949)
  • The Lone Ranger in Wild Horse Canyon (1950)
  • The Lone Ranger West of Maverick Pass (1951)
  • The Lone Ranger on Gunsight Mesa (1952)
  • The Lone Ranger and the Bitter Spring Feud (1953)
  • The Lone Ranger and the Code of the West (1954)
  • The Lone Ranger and Trouble on the Santa Fe (1955)
  • The Lone Ranger on Red Butte Trail (1956)

História em quadrinhos[editar | editar código-fonte]

Alguns anos após a transmissão radiofônica de Lone Ranger, foi distribuído como tira de jornal pelo King Features Syndicate, órgão norte americano distribuidor de quadrinhos para os jornais[15] , de 1938 a 1971. Inicialmente desenhado por Ed Kressy, foi substituído em 1939 por Charles Flanders (conhecido por suas ilustrações do Agente Secreto X-9, quando Alex Raymond parou de fazê-las), que se manteve até o final.

Em 1948 a Dell Comics lançou a revista em quadrinhos, que teve 145 edições, com reproduções das tiras dos jornais (ele havia aparecido em outras revistas anteriores da David McKay Publications e da própria Dell), no entanto, novas histórias pelo roteirista Paul S. Newman e pelo desenhista Tom Gill a partir da edição 38 (Agosto de 1951), embora algumas história inéditas já aparecem desde a edição #7 (janeiro de 1949), elas não tinha relação com o Lone Ranger. Newman e Gill produziram a série até sua edição final de número 145 (julho de 1962). Tonto teve um título próprio em 1951, que durou 31 edições. A popularidade do herói era tanta, que até o seu cavalo silver, teve revista, The "Lone Ranger's Famous Horse Hi-Yo Silver", lançada em 1952, a publicação durou 34 edições ; o roteirista Gaylord DuBois escreveu e desenvolveu Silver como um herói por seus próprios méritos. Além disso, a Dell também publicou três grandes anuários de Lone Ranger, bem como uma adaptação do filme de 1956.

A série Dell chegou ao fim em 1962, naquele mesmo ano, a Western Publishing encerrou sua parceria com a Dell Comics e lançou seu próprio selo de quadrinhos, chamado Gold Key Comics. A nova marca lançou uma nova revista de Lone Ranger em 1964, inicialmente, o material republicação de histórias da Dell, a partir da edição 22 (1975), passou a ter material inédito, a revista foi cancelada na edição 28 (1977). Em 1981, houve outra tira escrita por Cary Bates e desenhada por Russ Heath, que durou até 1984.

Em 1994, a Topps Comics produziu uma minissérie em quatro edições, o Lone Ranger e Tonto, escrita por Joe R. Lansdale e desenhada por Timothy Truman. Uma das principais mudanças desta série foi a caracterização de Tonto, que agora foi mostrado como um personagem muito inteligente, franco e sarcástico, mesmo dispostos a socar o Lone Ranger, durante uma discussão acalorada, e comentando sobre suas últimas representações da cultura pop com as palavras: "É claro, quimo sabe. Talvez eu for falar, deveria diz "mim Tonto" como fazem nos romances baratos, você adoraria isso, não é?".


A primeira edição de uma nova série de Lone Ranger pela Dynamite Entertainment, escrita por Brett Matthews e ilustrada pelo brsileiro Sergio Cariello foi publicada em 6 de setembro de 2006, e começou como uma minissérie de seis edições, mas devido ao seu sucesso, tornou-se uma série contínua pela mesma equipe. Em 15 de setembro de 2006, a Dynamite Entertainment anunciou que The Lone Ranger # 1 tinha vendido muito para primeira impressão. Uma segunda edição da primeiro edição foi anunciada; Fato até então inédito na editora. A série recebeu uma indicação ao Eisner Awards para melhor nova série em 2007 a ​​revista True West concedido a publicação do "Best Western Comic Book of the Year", em sua para o Best of The Source Book West! de 2009. Em 2010, a Dynamite Entertainment anunciou um crossover onde o Cavaleiro Solitário e o verdadeiro Zorro se encontram:The Lone Ranger: The Death of Zorro (O Cavaleiro Solitário: A Morte de Zorro)[18] .

Nos quadrinhos de O Besouro Verde publicados pela Now Comics e na década de 1990 e atualmente pela própria Dynamite, o parentesco com o Lone Ranger foi mantido, mesmo o Besouro Verde sendo propriedade da Green Hornet Inc[19] . e Lone Ranger pela DreamWorks Classics[20] .

Edições encadernadas pela Dynamite Entertainment

  • The Lone Ranger Vol. 1 (160 páginas, reunindo a mini-série The Lone Ranger #1–6)
  • The Lone Ranger Vol. 2 Lines Not Crossed (128 páginas, reunindo as histórias de The Lone Ranger #7–11)
  • The Lone Ranger Vol. 3 Scorched Earth (144 páginas, reunindo as histórias de The Lone Ranger #12–16)
  • The Lone Ranger Vol. 4 Resolve (reunindo as histórias de The Lone Ranger #17–25)
  • The Lone Ranger Vol. 5 Hard Country (reunindo as histórias de The Lone Ranger Volume 2 #1–6)
  • The Lone Ranger Vol. 6 Native Ground (reunindo as histórias de The Lone Ranger Volume 2 #7–12)
  • The Lone Ranger & Tonto (128 páginas)
  • The Lone Ranger: Snake of Iron (92 páginas)

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. THE LONE RANGER: NOW AND FOREVER (Dynamite Entertainment) - Edição especial Universo HQ português. Visitado em 28/01/2010.
  2. António Tadeia (29 de Abril de 2008). Justiceiro Solitário Diário de Notícias.
  3. a b c d Nano Souza (08/08/2013). Zorro e Cavaleiro Solitário - Uma Confusão à Brasileira HQManiacs.
  4. Morre aos 89 anos Fred Foy, o narrador de "Cavaleiro Solitário" Folha de São Paulo de 23 de dezembro de 2010
  5. DOU, 18-04-1939
  6. DOU,07-08-1940
  7. Richard M. Hurst. Republic Studios: Beyond Poverty Row and the Majors. [S.l.]: Scarecrow Press, 2007. 79 pp. 9780810858862.
  8. Toni Rodrigues (31/03/05). Ebal 60 anos: uma celebração Universo HQ.
  9. Ota e Francisco Uchoa (janeiro de 2011). "Jornal da ABI #362 - A Cronologia dos Quadrinhos - Parte 2
  10. Dalmo Magno Defensor (04/10/2005). Ainda deve haver riquezas a extrair de "Bang Bang" UOL.
  11. O Guarda Vingador no IMDB
  12. The Lone Ranger Rides Again no IMDB
  13. Hi-Yo Silver no IMDB
  14. Rubens Ewald Filho. Zorro e a Cidade de Ouro Perdida (1958) UOL.
  15. a b c Mattos, A. C. Gomes de. Cinemin 13. [S.l.]: Rio de Janeiro: EBAL. 34-35 pp.
  16. Informações sobre o filme O Cavaleiro Solitário (2013) no AdoroCinema. Página visitada em 28-05-2012.
  17. https://archive.org/details/1930sLoneRangerCartoon
  18. Leonardo Vicente Di Sessa (15/12/2010). Crossover entre Zorro e Cavaleiro Solitário HQ Maniacs.
  19. Junior Sagster (Julho de 2012). "O Besouro Verde". Neo Tokyo #78. Editora Escala
  20. DreamWorks buys Classic Media for $155 million Yahoo! Finance (23/07/2012).

Links[editar | editar código-fonte]

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