Madonna

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Madonna
Madonna durante a MDNA Tour, em 2012.
Informação geral
Nome completo Madonna Louise Ciccone
Também conhecido(a) como Queen of Pop (Rainha do Pop), Material Girl, Esther (nome de cabala), Madge, M-Dolla, Nonni, M,
Nascimento 16 de agosto de 1958 (55 anos)
Local de nascimento Bay City, Michigan
 Estados Unidos
Gênero(s) Pop, pop rock, dance
Ocupação(ões) Cantora
Instrumento(s) Vocal, guitarra, percussão, violão
Extensão vocal mezzo-soprano
Período em atividade 1982–presente
Outras ocupações Compositora, produtora musical, dançarina, atriz, produtora cinematográfica, Diretora de cinema, escritora, empresária
Gravadora(s) Sire (1983-1989), Maverick (1989-1995), Warner Bros (1983-2010), Live Nation (2011) Artists, Interscope Records (atualmente)
Afiliação(ões) Breakfast Club, Emmy, Britney Spears, Christina Aguilera, Justin Timberlake, Laura Pausini, Timbaland, Lil Wayne, Ricky Martin, Nicki Minaj, M.I.A
Influência(s) ABBA, Michael Jackson, Carpenters, Cher,[1] Marilyn Monroe, Donna Summer, Prince, Aretha Franklin, Elvis Presley, David Bowie, The Beatles, Marlene Dietrich, The Supremes, The Jackson 5, Led Zeppelin, Carmem Miranda[2]
Influenciado(s) Britney Spears, Lady Gaga, Shakira, Hilary Duff, Christina Aguilera, Rihanna, Pink, Fergie, Gwen Stefani, Nelly Furtado, Jennifer Lopez, Spice Girls, Kesha, Katy Perry, Kylie Minogue, Dido, Janet Jackson, Kelly Clarkson, Thalía e vários outros artistas ao redor do mundo[3] [4]
Página oficial madonna.com
Madonna signature.png
Madonna
Nome completo Madonna Louise Ciccone
Outros nomes Madonna
Nascimento 16 de agosto de 1958 (55 anos)
Bay City, Michigan
Nacionalidade  Estados Unidos
Ocupação atriz, produtora cinematográfica, Diretora de cinema, roteirista
Atividade 1979–presente
Prêmios Globo de Ouro
Melhor Atriz em Comédia ou Musical
1996 - Evita
IMDb: (inglês)

Madonna Louise Ciccone (Bay City, 16 de agosto de 1958), mais conhecida como Madonna, é uma cantora, compositora, atriz, dançarina, empresária e produtora musical e cinematográfica norte-americana. Ela se mudou para Nova Iorque em 1977 para seguir a carreira na dança moderna. Após se apresentar nos grupos musicais Breakfast Club e Emmy, ela lançou seu álbum de estreia em 1983. Em seguida, uma série de álbuns bem sucedidos a trouxeram popularidade, quebrando as barreiras do conteúdo lírico da música popular tradicional e da imagem em seus videoclipes, que se tornaram constantemente exibidos na MTV. Ao longo de sua carreira, várias de suas canções se tornaram bastante lembradas e executadas, entre elas "Like a Virgin", "Papa Don't Preach", "Like a Prayer", "Vogue", "Take a Bow", "Frozen", "Music", "Hung Up", "4 Minutes"e "Celebration". Madonna tem sido elogiada pela crítica por suas produções musicais diversificadas que servem ao mesmo tempo como meio de chamar atenção para controvérsias religiosas e sexuais.

Sua carreira foi reforçada por participações em filmes que começaram em 1979, apesar dos comentários mistos. Ela ganhou aclamação da crítica e um Globo de Ouro de Melhor Atriz em Comédia ou Musical por seu papel em Evita, mas tem recebido duras críticas por outros papéis no cinema. Outras ocupações de Madonna incluem ser escritora de livros infantis, diretora de cinema, produtor,desenhista de moda e empresária, sendo nesta última, tendo destaque com a fundação da Maverick Records em 1992. Em 2007, ela assinou um contrato de 120 milhões de dólares com a Live Nation.

Madonna já vendeu mais de 300 milhões de discos no mundo inteiro e é reconhecida como a Artista musical feminina mais bem sucedida de todos os tempos pelo Guinness World Records. De acordo com a Recording Industry Association of America (RIAA), ela é a segunda mais vendida nos Estados Unidos, atrás de Barbra Streisand, com 64,5 milhões de discos certificados. Em 2008, a revista Billboard numerou Madonna na segunda posição, atrás apenas dos Beatles, na lista de maiores artistas de todos os tempos do Hot 100, fazendo dela a artista solo mais bem sucedida na história das paradas da Billboard. Ela também foi introduzida no Rock and Roll Hall of Fame no mesmo ano. Considerada uma das "25 mais poderosas mulheres do século passado" pela Time por ser uma figura influente na música contemporânea, Madonna é constantemente chamada de "Rainha do Pop" e é conhecida por estar constantemente reinventando sua música e imagem, e por manter um nível de autonomia dentro da indústria fonográfica. É a primeira artista pop feminina bilionária, com uma fortuna estimada em 1.5 bilhão de dólares[5] [6]

Biografia

1958 — 81: Primeiros anos e início da carreira

Madonna nasceu em Bay City, no estado de Michigan, em 16 de agosto de 1958. Sua mãe, Madonna Louise Ciccone (née Fortin), era de ascendência franco-canadense, e seu pai, Silvio Antonio Ciccone, é um americano filho de pais italianos. A família Ciccone é originária de Pacentro, Itália. Seu pai trabalhou mais tarde como um engenheiro de projeto para a Chrysler e General Motors. Madonna foi apelidada de "Little Nonni" para distingui-la de sua mãe.[7] [8] Terceira de seis filhos dos mesmos pais, seus irmãos de sangue são: Martin, Anthony, Paula, Christopher e Melanie.[9] Madonna foi criada nos subúrbios de Detroit e de Pontiac e Rochester Hills.

Sua mãe morreu de câncer de mama aos 30 anos em 1963.[9] Meses antes da morte de sua mãe, Madonna havia notado mudanças no comportamento e personalidade da dona de casa. Ela estava atenta, embora ela não entendia a razão. Sra. Ciccone, não encontrando maneiras para explicar sua condição médica terrível, muitas vezes começava a chorar quando questionada por Madonna, altura em que Madonna respondia com um abraço fraternal em sua mãe. "Lembro-me sentindo mais forte do que ela era". Madonna lembra: "Eu era tão pequena e ainda assim eu senti que ela era a criança." Madonna reconheceu mais tarde que ela não tinha entendido o conceito de sua mãe morrer. "Havia tanta coisa não dita, tantas emoções a desembaraçar e resolver, remorso, culpa, perda, raiva, confusão. [...] Eu vi minha mãe, com o olhar tão bonito e mentiram para mim como se ela estivesse dormindo em um caixão aberto. Então eu notei que a boca de minha mãe estava engraçada. Levei algum tempo para perceber que ela tinha sido enterrada. Nesse momento terrível, eu comecei a entender o que eu tinha perdido para sempre. A imagem final da minha mãe, ao mesmo tempo tão pacífica e grotesca, me assombra até hoje."

Madonna finalmente aprendeu a cuidar de si mesma e seus irmãos, e ela virou-se para a avó, na esperança de encontrar algum conforto e alguma forma de sua mãe por ela. Os irmãos Ciccone, ressentidos, invariavelmente, se rebelaram contra qualquer pessoa trazida para casa ostensivamente para tomar o lugar de sua querida mãe. Em entrevista à Vanity Fair, Madonna comentou que ela se via em sua juventude como um jovem "solitária, que procurava por alguma coisa. Eu não era rebelde de uma certa maneira. Me importava em ser boa em alguma coisa. Eu não raspava minhas axilas e eu não usava maquiagem como garotas normais. Mas eu estudei e eu tenho boas qualidades.... Eu queria ser alguém." Temendo que seu pai poderia ser tirado de seu convívio, Madonna foi muitas vezes incapaz de dormir sem estar perto dele. Seu pai se casou com a governanta da família Joan Gustafson, e eles tiveram dois filhos: Jennifer e Mario Ciccone.[10] Neste momento, Madonna começou a expressar sentimentos não resolvidos de raiva para o pai, que perduraram por décadas, e desenvolveram uma atitude rebelde. Frequentou os colégios St. Frederick's e St. Andrew's no Ensino Fundamental e, em seguida, a West Middle School. Ela era conhecida por suas notas elevadas, e alcançou notoriedade por seu comportamento pouco convencional: realizava piruetas e paradas de mão nos corredores entre as classes e levantava a saia durante a aula, de modo que os meninos pudessem ver sua calcinha.

Madonna depois estudou na Rochester Adams High School, tendo sido a estudante número um e líder de torcida.[9] Depois de se formar, ela recebeu uma bolsa de estudos de dança na Universidade de Michigan.[11] Ela convenceu o pai a deixá-la a ter aulas de balé, e foi persuadida por Christopher Flynn, seu professor de balé, para trilhar uma carreira na dança. No final de 1977, ela abandonou a faculdade e se mudou para Nova Iorque.[12] Ela tinha pouco dinheiro e trabalhou como garçonete no Dunkin' Donuts e com grupos de dança moderna.[13] "Foi a primeira vez que eu tinha tomado um avião, a primeira vez que eu andei de táxi. Cheguei aqui com 35 dólares no bolso. Foi a coisa mais corajosa que eu já fiz.", disse Madonna. Ela começou a trabalhar como dançarina de apoio para outros artistas consagrados. Embora tenha atuado como dançarina para o disco do artista francês Patrick Hernandez em sua turnê mundial de 1979, Madonna se envolveu romanticamente com o músico Dan Gilroy. Eles formaram sua primeira banda de rock, a Breakfast Club, para a qual Madonna cantava e tocava bateria e guitarra. Em 1980, ela deixou a Breakfast Club e, com seu ex-namorado, Stephen Bray como baterista, formou a banda Emmy. Em 1981, devido a dificuldades financeiras, aceitou fazer backing vocals para o cantor de vanguarda alemão Otto von Wernherr.[14] Sua música impressionou o DJ e produtor Mark Kamins que arranjou um encontro entre Madonna e o fundador da Sire Records, Seymour Stein.[15]

1982 — 85: Madonna, Like a Virgin e casamento com Sean Penn

Madonna assinou um contrato com a Sire Records, um selo pertencente à Warner Bros Records.[16] Seu primeiro single"Everybody", foi lançado em 06 de outubro de 1982, e se tornou um hit nas pistas de dança.[17] Ela começou a desenvolver seu álbum de estreia, auto-intitulado, que foi primeiramente produzido por Reggie Lucas, um produtor da Warner Bros. No entanto, ela não estava feliz com as faixas produzidas e discordou com as técnicas de produção de Lucas, assim decidiu procurar ajuda adicional. Madonna foi morar com o namorado John "Jellybean" Benitez, pedindo sua ajuda para terminar a produção do álbum. Benitez remixou a maioria das faixas produzidas, além de "Holiday", que foi o seu terceiro single. O som global de Madonna é dissonante, sob a forma de disco sintético, e utilizando algumas das novas tecnologias da época, como o uso da drum machine, e de sintetizadores Moog e OB-X. O álbum alcançou a posição número oito na Billboard 200, tendo vendido cerca de dez milhões de cópias,[18] e emplacou os hits "Holiday", "Borderline" e "Lucky Star".[19] [20]

"Fiquei surpresa pela forma como as pessoas reagiram com "Like a Virgin", porque quando eu fiz essa canção, para mim, eu estava cantando sobre como algo me fez sentir de uma certa maneira - nova e fresca - e todos interpretaram como eu se eu não quisesse ser mais virgem. Foda-se meu cérebro! Não é isso que eu cantei em tudo. 'Like a Virgin "foi sempre absolutamente ambígua".

Madonna sobre o desempenho e polêmicas de "Like a Virgin".

Aos poucos, seu estilo e roupas, suas performances e os vídeoclipes de suas músicas começaram a influenciar o público feminino. Seu estilo tornou-se uma tendência de moda feminina da década de 1980. Ela foi criada pelo estilista e designer de jóias Maripol e o olhar consistiu em tops de renda, saias sobre calças capri, meia arrastão, levando jóias de crucifixo, pulseiras e cabelos descoloridos. Ela alcançou o reconhecimento mundial após o lançamento de seu segundo álbum de estúdio, Like a Virgin, em 1984. Ele liderou as paradas em vários países e tornou-se seu primeiro álbum número um na Billboard 200. A faixa-título, "Like a Virgin", conquistou o topo da Billboard Hot 100 por seis semanas consecutivas.[20] Madonna atraiu a atenção de organizações familiares, que se queixaram de que sua música e os seus acompanhantes de vídeo promoviam sexo antes do casamento e haviam comprometido os valores da família. Conservadores e moralistas exigiram diversas vezes o banimento dos vídeos e singles da cantora. Madonna ainda estava sob fogo cruzado, quando performou "Like a Virgin" no MTV Video Music Awards, onde ela apareceu no palco em cima de um bolo de casamento gigante, vestida de noiva, com o seu "Boy Toy", famoso cinturão da cantora nos Anos 1980. O desempenho é observado pelos estudiosos e pela MTV como uma atuação icônica na história da emissora.[21] Nos últimos anos, Madonna comentou que ela ficou realmente aterrorizada com o desempenho. Ela lembrou: "Eu me lembro de meu empresário Freddy gritando para mim, 'Oh meu Deus! Que você estava fazendo? Você estava usando um vestido de noiva. Oh meu Deus! Você estava rolando no chão!' Foi o mais bravo, a coisa com mais flagrantes sexuais que eu já tinha feito na televisão."[21] Like a Virgin foi certificado diamante pela Recording Industry Association of America e vendeu mais de 22 milhões de cópias em todo o mundo.[22] [23] A Associação Nacional de gravação Merchandisers e o Rock and Roll Hall of Fame listou o álbum como um dos "200 álbuns definitivos do Rock and Roll Hall of Fame", em 1998.[24]

Em 1985, Madonna entra na carreira cinematográfica, começando com uma breve aparição como cantora no filme Vision Quest, um drama romântico. A trilha sonora teve um single número um na Billboard Hot 100: Crazy For You.[25] Ela também apareceu na comédia Procura-se Susan Desesperadamente (1985), um filme que introduziu a música "Into the Groove", seu primeiro single número um no Reino Unido.[26] Apesar de não ser a atriz principal do filme, seu perfil foi tal que o filme se tornou amplamente visto (e mercado) como um veículo de Madonna.[27] O filme recebeu uma indicação para o prémio César de Melhor Filme Estrangeiro. O crítico de cinema do The New York Times Vicent Canby nomeou um dos dez melhores filmes de 1985.[28] Enquanto filmavam o vídeo para a música do segundo single de Like a Virgin "Material Girl", Madonna começou a namorar o ator Sean Penn e se casou com ele em seu aniversário, em 1985.[29]

A partir de abril de 1985, Madonna embarcou em sua primeira turnê na América do Norte, a The Virgin Tour, com os Beastie Boys abrindo grande parte dos shows. Madonna comentou: "Aquela turnê toda foi uma loucura, porque eu fui de jogar o CBGB e a Mudd Club a tocar em arenas esportivas. Joguei um pequeno teatro em Seattle, e as meninas tinham retalho em saias e calças cortadas abaixo dos joelhos, luvas de renda, rosários, laços no cabelo e brincos de argola. [...] Depois de Seattle, todos os shows foram transferidos para arenas."[30] Em julho, a Penthouse e revistas Playboy publicaram uma série de fotos nuas de Madonna, tirada em Nova York em 1978. Ela fez as fotos porque que ela precisava de dinheiro na época, e foi pago apenas US 25 por sessão. A publicação das fotos causou um alvoroço da mídia, mas Madonna permaneceu desafiadora e sem remorso. As fotografias foram finalmente vendidas por até US $ 100.000. [43] Ela se referia a toda a experiência no concerto de caridade Live Aid de 1985, dizendo que não iria falar sobre o caso, porque "[a mídia] pode segurá-la contra mim daqui a dez anos agora ".[31]

1986 — 91: True Blue, Like a Prayer e Blond Ambition Tour

Madonna cantando "Papa Don't Preach". A música foi primeiro lugar na Hot 100 e em outras 10 paradas pelo mundo.

True Blue, terceiro álbum de estúdio de Madonna, foi lançado em junho de 1986. O disco obteve três singles número um na Billboard Hot 100: "Live to Tell", "Papa Don't Preach" e "Open Your Heart", e mais dois no Top 10: "True Blue" e "La Isla Bonita".[20] [25] O álbum chegou ao topo das paradas em mais de 28 países a nível mundial, um feito sem precedentes na época. A revista Rolling Stone foi no geral, favorável com o esforço, escrevendo que o álbum possui "sons que vem do coração."[32] Ela também estrelou o criticado "Surpresa de Xangai", e fez sua estreia teatral, em uma produção de ganso David Rabe e Tom Tom, ambos co-estrelados por Sean Penn.[33] No ano seguinte, estreia o segundo filme estrelado por Madonna: Who's That Girl. Ela contribuiu com quatro canções para a trilha sonora, incluindo a faixa título e "Causing a Commotion";[20] Em junho de 1987, ela embarcou na Who's That Girl World Tour, que durou até setembro. Quanto à turnê, Madonna comentou: "Percebi que eu poderia ir me modelando nessa turnê, e ao longo do tempo e com a ajuda das pessoas, eu poderia me transformar em outra coisa. Este passeio é o reflexo dessa crença e é como se estivesse dizendo a mim 'Quem é você garota?" Daí o nome, o seu novo eu."[34] Mais tarde naquele ano, ela lançou um álbum de remixes de sucessos passados, intitulado You Can Dance, que chegou a posição #14 na Billboard 200.[35] Madonna e Sean Penn entraram com pedido de divórcio em dezembro de 1987, citando irreconciliáveis diferenças, com o advogado de Madonna, apontando para problemas envolvendo agressão e abuso. O divórcio foi finalizado em janeiro de 1989. Sobre seu casamento com Penn, Madonna disse mais tarde: "Eu estava completamente obcecada com a minha carreira e não estava pronta para ser generosa em qualquer forma ou feitio."[29]

Madonna performando "Like a Prayer".

Em janeiro de 1989, Madonna assinou um contrato com a fabricante de refrigerantes Pepsi. Em um dos comerciais gravados, ela estreou sua canção "Like a Prayer". O vídeo da música correspondente caracterizou muitos símbolos católicos, como estigmas e cruzes em chamas, e desejos sexuais com um santo, levando ao Vaticano para condenar o vídeo. Os grupos religiosos tentaram proibir os produtos comerciais e boicotar a Pepsi. A empresa revogou o comercial e cancelou seu contrato de patrocínio. No entanto, ela foi autorizada a manter sua taxa de cinco milhões de dólares.[9] A canção foi incluída no quarto álbum de estúdio de Madonna, Like a Prayer, que foi co-escrito e co-produzido por Patrick Leonard e Stephen Bray.[36] A Rolling Stone saudou-o como "... o mais próximo que o Pop chegou da arte".[37] Like a Prayer chegou ao número um na Billboard 200 e já vendeu cerca de 15 milhões de cópias em todo o mundo, com 4 milhões de exemplares vendidos apenas nos EUA.[19] Seis singles foram lançados do álbum, como "Like a Prayer", que alcançou o número um, "Express Yourself" e "Cherish", ambos atingindo o número dois.[20] [25] Por no final da década de 1980, Madonna foi nomeada a "Artista da Década" pelas mídas musicais, como a MTV e a Billboard.[38]

Madonna na década de 1990.

Madonna estrelou como "Breathless" Mahoney no filme Dick Tracy em 1990, com Warren Beatty no papel título.[39] Para acompanhar o filme, ela lançou a trilha sonora, de mesmo nome, que incluía canções inspiradas nos anos 1930. Ele também incluiu o Hit número um na Billboard Hot 100, "Vogue",[40] e "Sooner or Later", que ganhou com compositor Stephen Sondheim um Oscar de Melhor Canção Original em 1991.[41] Durante a filmagem do filme, Madonna começou um relacionamento com Beatty que dissolveu no final do mesmo ano.[42] [43] Em abril de 1990 ela começou a Blond Ambition World Tour, que continuou por quase quatro meses. Quanto à turnê, Madonna comentou: "Eu sei que eu não sou a melhor cantora e sei que não sou a melhor dançarina. Mas, porra, eu posso criar bordões e ser tão provocante como eu quero. O objetivo da turnê é de quebrar tabus inúteis."[44] A Rolling Stone classificou a turnê como uma "uma elaborada coreografia extravagante e sexualmente provocativo" e proclamou-a como "a melhor turnê dos anos 1990".[45] A turnê foi recebida com forte reação de grupos religiosos por sua performance de "Like a Virgin", durante a qual dois bailarinos acariciaram seu corpo dela e a própria simulou o ato da masturbação.[34] O Papa João Paulo II através de fiéis, mobilizou o público em geral e a comunidade cristã não comparecer aos concertos.[46] Uma associação privada de católicos que se autodenominam Familia Domani também boicotou a turnê devido à seu erotismo.[47] Em resposta, Madonna disse: "Eu sou ítalo-americana e me orgulhoso disso. [...] A turnê, em nenhum forma fere os sentimentos de ninguém. É para aqueles com mentes abertas leva a ver a sexualidade de uma maneira diferente da mostrada na sociedade... ", ela declarou que a Igreja "condena o sexo completamente... exceto para a procriação."[48] O DVD da turnê de Madonna ganhou um Grammy Award em 1992 de Melhor vídeo de longo formato.[49]

The Immaculate Collection, primeira compilação de maiores sucessos, foi lançado em Novembro de 1990. Ele incluiu duas novas canções, "Justify My Love" e "Rescue Me".[50] O álbum foi certificado pela RIAA com disco de diamante pelas 11 milhões de cópias nos EUA. Em todo o mundo, vendeu mais de 32 milhões de cópias, tornando-se a coletânea mais vendida por um artista solo na história.[22] [51] "Justify My Love" alcançou o número um na Billboard Hot 100 e o Top 10 em várias paradas ao redor do mundo.[25] [52] O vídeo da música caracterizou-se pelas cenas de sadomasoquismo, sexo explícito, beijo homossexual e nudez.[53] [54] O vídeo foi considerado sexualmente explícito pela MTV e foi banido da rede. Madonna respondeu à proibição: "Porque é que as pessoas estão dispostas a ir assistir a um filme sobre pessoas sendo reduzidas a pedaços sem motivo algum, e ninguém quer ver duas meninas e dois meninos se beijando? [...] A MTV tem sido muito boa para mim, e eles conhecem seu público. Se o vídeo é forte demais para eles, eu entendo."[53] [55] O segundo single,"Rescue Me", obteve a melhor estreia de uma artista feminina no Hot 100 até então, no número 15, e conquistado o número 9 como posição máxima.[50]

Em dezembro de 1990, Madonna decidiu sair do filme de Jennifer Lynch, Boxing Helena, que tinha previamente a escalado para estrelar, sem qualquer explicação para os produtores.[56] No final de 1990 e início de 1991, Madonna inicia um relacionamento com Tony Ward, modelo e artista pornografia que apareceu em vídeos musicais da cantora como "Cherish" e "Justify My Love". Ela também teve um relacionamento de oito meses com o rapper Vanilla Ice.[57] Seu primeiro documentário, Truth or Dare (conhecido como Na Cama com Madonna na América do Norte) foi lançado em meados de 1991. O documentário registra os bastidores da turnê Blond Ambition World Tour e vislumbres vividos em sua vida pessoal.[15]

1992 — 96: Maverick, Sex, Erotica, Bedtime Stories e Evita

Madonna cantando "Deeper and Deeper" em 1993, durante a turnê Girlie Show.

Em 1992, Madonna teve um papel em "A League of Their Own" no qual interpretou Mae Mordabito, uma jogadora de beisebol em uma equipe só de mulheres. Ela gravou a canção do filme tema: "This Used to Be My Playground", que se tornou um Hit número um na Billboard Hot 100.[25] No mesmo ano fundou sua empresa de entretenimento próprio, Maverick, constituída por uma gravadora (Maverick Records), uma empresa de produção cinematográfica (Maverick Films), e associações com editores de livros, televisão, música, publicidade e merchandising. O acordo foi uma joint venture com a Time Warner e Madonna pagou um adiantamento de U$$60 milhões, Dando-lhe royalties de 20% dos processos de música, uma das maiores taxas da indústria, igualado na época apenas pela taxa de Michael Jackson estabelecido no ano anterior com a Sony.[17] O primeiro lançamento da empresa foi o livro de Madonna, Sex. Ele consistia em imagens sexualmente provocativas e explícitas, fotografadas por Steven Meisel. O livro causou reação negativa forte da mídia e do público em geral, mas vendeu 1,5 milhões de cópias por U$$50 cada um em uma questão de dias.[58] [59] Ao mesmo tempo, ela lançou seu quinto Álbum de estúdio, Erotica, que estreou em segundo lugar na Billboard 200.[19] [59] Sua faixa-título alcançou a terceira posição na Billboard Hot 100.[25] Erotica também produziu outros cinco singles: "Deeper and Deeper", "Bad Girl", "Fever", "Rain" e "Bye Bye Baby".[60]

As imagens provocantes que foram sua marca registrada na década de 1990 continuaram com o conto erótico "Corpo em Evidência", um filme que continha cenas de sadomasoquismo e escravidão sexual. A produção foi mal recebido pela crítica.[61] [62] Ela também estrelou o filme "Dangerous Game", que foi lançado diretamente em VHS nos Estados Unidos. O The New York Times descreveu o filme como "raiva e dor, e a dor se sente de verdade."[63] Em Outubro de 1993, ela embarcou na turnê The Girlie Show, onde se vestia como uma Dominatrix cercada por dançarinas de topless.[64] A turnê enfrentou reações negativas, principalmente em Porto Rico, onde ela esfregou a bandeira da ilha entre as pernas no palco.[34] No mesmo ano, ela apareceu como convidada no Late Show with David Letterman, usando palavrões que foram necessários para ser censurado na televisão e entregando a Letterman um par de roupas íntimas e pedindo-lhe para cheirá-la.[65] Os lançamentos de seus filmes de sexo explícito, álbuns e livros, e a aparência agressiva levaram os críticos a questionarem Madonna, referindo-se a cantora como uma renegada sexual. Ela enfrentou forte publicidade negativa dos críticos e fãs, que afirmaram que "ela tinha ido longe demais" e que sua carreira estava encerrada.[66]

Segundo o biógrafo J. Randy Taraborrelli, a balada "I'll Remember", lançada em 1994, foi uma tentativa de atenuar sua imagem provocadora. A canção foi gravada para o filme de Alek Keshishian "Com Honras".[67] Ela fez uma participação moderada com Letterman em um show de prêmios e apareceu no The Tonight Show com Jay Leno, após perceber que ela precisava mudar sua direção musical a fim de sustentar sua popularidade.[68] Com seu sexto álbum de estúdio, Bedtime Stories, Madonna empregada uma imagem mais suave afim de se reconectar com o público em geral.[68] O álbum estreou na terceira posição da Billboard 200 e produziu quatro singles, incluindo "Secret" e "Take a Bow", este último permanecendo por sete semanas no topo.[25] Ao mesmo tempo, ela se envolveu romanticamente com o personal trainer Carlos Leon.[69] "Something to Remember", uma coleção de baladas, foi lançada em Maio de 1995. O álbum apresentou três novas canções: "You'll See", "One More Chance", e um cover de Marvin Gaye "I Want You".[25] [70] Nos últimos anos, Madonna comentou que ela gostava muito, dentre os seus álbuns, Like a Prayer e Something to Remember. "Embora eu concorde que todos os meus álbuns foram momentos decisivos para mim".[71]


Ficheiro:Madonna Evita
Madonna em «Evita»

No ano seguinte, Madonna protagoniza o filme Evita, no qual ela interpretou o papel título de Eva Perón.[72] [73] Por um longo tempo, Madonna tinha desejado interpretar Perón e até mesmo escreveu ao diretor Alan Parker, explicando como ela seria perfeita para o papel. Depois de garantir, ela passou por um treinamento vocal e aprendeu sobre a história da Argentina e de Perón. Durante as filmagens ela ficou doente, muitas vezes, comentando que "A intensidade das cenas que temos estado a filmar e a quantidade de trabalho emocional e a concentração necessária para passar o dia são tão mental e fisicamente desgastantes que eu tenho certeza que terei que ser internada quando acabar."[74] Evita era um drama de época e quase 6.000 trajes eram necessárias para as cenas. Madonna vestiu 370 figurinos diferentes, ganhando-lhe um recorde mundial de mais mudanças de roupa em um filme.[73] Após sua liberação, Evita recebeu apreciação crítica. Zach Conner da revista Time, comentou: "É um alívio dizer que Evita é muito, muito legal, bem expresso e generosamente visualizado. Madonna, mais uma vez, confunde as nossas expectativas. Ela interpreta Evita com um cansaço triste e tem mais do que apenas um pouco de qualidade de estrela. Amor ou ódio Madonna-Eva, ela é um ímã para todos os olhos."[75] [76] Madonna ganhou um Globo de Ouro de "Melhor Atriz em Filme Musical ou Comédia" pelo papel de Eva perón.[77] Ela lançou três singles da trilha sonora do filme, incluindo "You Must Love Me" (que ganhou um Oscar de Melhor Canção Original em 1997) e "Don't Cry for Me Argentina".[78]

Em 14 de Outubro de 1996, Madonna deu à luz Lourdes Maria Ciccone Leon, filha de Carlos Leon.[79]

1997 — 02: Ray of Light, Music e Drowned World Tour

Madonna cantando "Impressive Instant" na "Drowned World Tour".

Após o nascimento de Lourdes, Madonna se envolveu com misticismo oriental da Cabala. Ela foi apresentada ao misticismo judaico pela atriz Sandra Bernhard, em 1997.[80] O seu sétimo álbum de estúdio, Ray of Light refletiu esta mudança em sua percepção e imagem.[81] O álbum gerou críticas e opiniões positivas. A Slant Magazine descreveu o álbum como "uma das obras-primas pop grandes dos anos 90."[82] Ray of Light recebeu quatro prêmios Grammy, e listado como um dos "500 Maiores Álbuns de Todos os Tempos" pela revista Rolling Stone.[83] [84] No topo das paradas na Austrália, Canadá, Reino Unido e na Europa continental, o álbum estreou no segundo lugar da Billboard 200, ficando atrás apenas da trilha sonora do filme Titanic. O álbum já vendeu mais de 20 milhões de cópias em todo o mundo.[19] [85] O primeiro single do álbum, "Frozen", tornou-se o primeiro single de estreia de Madonna em primeiro lugar no Reino Unido, enquanto que nos EUA se tornou seu sexto Hit em segundo lugar na Billboard Hot 100, estabelecendo outro recorde para Madonna: A artista com mais singles em segundo lugar no Hot 100 da Billboard.[25] [86] A canção foi proibida na Bélgica, por acusação de plágio da canção do compositor belga Salvatore Acquaviva, de 1993, "Ma Vie Fout L'camp".[87] O segundo single, "Ray of Light", alcançou o quinto lugar na Billboard.[88] Madonna terminou seu relacionamento com Leon em Dezembro de 1998. Ela declarou que estava "melhor como melhores amigos."[89] Na sequência da sua dissolução, Madonna assinou contrato com um professor para fazer aulas de violino para o filme "Música do Coração", mas deixou o projeto, alegando "diferenças criativas" com o diretor Wes Craven.[90] Ela seguiu o sucesso de Ray of Light, com o single "Beautiful Stranger", gravada para o filme de 1999 Austin Powers: The Spy Who Shagged Me. Ele alcançou o número 19 no Hot 100 e ganhou um Grammy de "Melhor canção feita para o cinema, televisão ou outro meio visual."[25] [49]

Em 2000, Madonna estrelou o filme The Next Best Thing, e contribuiu com duas músicas para a trilha sonora do filme: "Time Stood Still" e o hit internacional "American Pie", uma versão cover da música de Don McLean, em 1971.[91] Em Setembro de 2000, Madonna lança seu oitavo Álbum de estúdio, Music, que se caracterizou pelos elementos Dance e Electro semelhantes à Ray of Light, adicionados ao estilo Country, inéditos em sua carreira. O álbum foi bastante apreciado pelo público gay.[92] Colaborando com o produtor francês Mirwais Ahmadzai, Madonna comentou: "Eu adoraria trabalhar com os malucos que ninguém conhece, as pessoas que tem talento e que estão fazendo uma música diferente de qualquer outra coisa lá fora. Music é o futuro do som." [92] Stephen Thomas Erlewine do Allmusic considerou que "sopra Música em uma corrida caleidoscópica de cores, com Técnica, estilo e substância, e tem profundidade de tantas camadas e que é autoconsciente e sério como Ray of Light[93] . O álbum atingiu a primeira posição em mais de 20 países e vendeu quatro milhões de cópias nos primeiros dez dias.[83] Nos EUA, Music estreou no primeiro lugar da Billboard 200, tornando-se seu primeiro álbum número um nos Estados Unidos desde "Like a Prayer" em 1989.[94] “Music” produziu três singles: A faixa-título, que foi seu décimo - segundo e último single no topo da Billboard Hot 100, "Don’t Tell Me" e "What It Feels Like for a Girl".[25] O vídeo da música "What It Feels Like for a Girl" retratada Madonna cometendo assassinatos e estando envolvida em acidentes, tendo sido proibido pela MTV e o VH1.[95]

Na mesma época do álbum Music, Madonna se envolveu em um relacionamento com Guy Ritchie, com quem ela havia conhecido em 1999 através de amigos. Em 11 de agosto de 2000, ela deu à luz seu segundo filho, Rocco Ritchie.[96] Em dezembro, Madonna e Ritchie se casaram em uma cerimônia exclusiva na Escócia.[97]

Sua quinta turnê, denominada Drowned World Tour, foi iniciada em abril de 2001.[34] A turnê visitou várias cidades na América do Norte e Europa e foi uma das turnês de maior bilheteria do ano, arrecadando U$$75 milhões em 47 shows.[98] Madonna também lançou sua segunda compilação de Greatest Hits, intitulada GHV2, para coincidir com o lançamento do vídeo da turnê. GHV2 estreou na sétima posição da Billboard 200.[99] Em 2002, Madonna estrelou o filme “Swept Away”, dirigido por Guy Ritchie. Lançado diretamente em vídeo no Reino Unido, o filme foi um fracasso comercial e de crítica.[100] Mais tarde naquele ano, ela lançou "Die Another Day", canção título do filme de James Bond, Die Another Day, em que tinha uma participação especial. A canção chegou a número oito no Hot 100 da Billboard e foi indicada tanto para um Globo de Ouro de “Melhor Canção Original” e um Framboesa de Ouro de Pior Canção.[25] [101]

2003 — 06: American Life e Confessions on a Dance Floor

Após "Die Another Day", Madonna colaborou com o fotógrafo de moda Steven Klein, em 2003, para uma instalação de exposições chamada “X-Static Pro = CESS”. Ele incluiu as fotografia de um ensaio fotográfico na revista W, e sete segmentos de vídeo. A exposição funcionou de março a maio na galeria Deitch Projects em Nova York. Em seguida, a exposição viajou pelo mundo em uma forma editada.[102] No mesmo ano, Madonna lançou seu nono Álbum de estúdio, American Life, que foi baseado em suas observações da sociedade americana. O disco recebeu críticas mistas.[103] Ela comentou: "[American Life]”, foi como uma viagem ao passado, olhando para tudo o que tenho feito, todas as coisas que já avaliei e todas as coisas que eram importantes para mim." [104] Larry Flick do The Advocate considerou que "American Life é um álbum que está entre os seus mais ousados e de letras mais inteligentes. [...] É completamente oposto a “Music”, com uma sonoridade que o faz levar a sério." [104] [105] A canção – título chegou ao número 37 no Hot 100.[25] O videoclipe do single foi cancelado devido ao fato de Madonna pensar que o vídeo, com imagens de violência e guerra, seria considerado antipatriótico, levando em conta que os Estados Unidos estavam em guerra com o Iraque.[106] Com apenas quatro milhões de cópias vendidas em todo o mundo, “American Life” foi o álbum com as vendas mais baixas de sua carreira.[107]

Madonna deu outra performance provocante mais tarde em 2003 no MTV Video Music Awards, enquanto cantava "Hollywood", com Britney Spears, Christina Aguilera e Missy Elliott. Madonna deu um beijo em Spears e Aguilera durante a performance, desencadeando uma grande polêmica.[108] [109] Em outubro de 2003, Madonna colaborou com Britney Spears em “Me Against the Music”, presente em In the Zone, de Britney.[110] Em seguida lançou Remixed & Revisited. O EP continha versões remixadas de músicas de “American Life” e incluiu "Your Honesty", uma canção inédita gravada durante o período de Bedtime Stories.[111] Madonna também assinou um contrato com a editora Callaway para ser autora de cinco livros infantis. O primeiro destes livros, intitulado The English Roses, foi publicada em setembro de 2003. A história era sobre quatro alunas Inglesas e a inveja e ciúme que tinham umas das outras.[112] Kate Kellway do The Guardian, comentou: "[Madonna] é uma atriz interpretando o que ela nunca poderá ser - Uma JK Rowling, uma Rosa Inglesa." [113] O livro estreou no topo do “The New York Times Best Seller List” e se tornou o livro infantil de venda mais rápida de todos os tempos.[114]

No ano seguinte, Madonna e a Maverick processaram a Warner Music Group e sua antiga matriz, a Time Warner, alegando que a má gestão de recursos e má contabilidade custaram à empresa milhões de dólares. Em contrapartida, a Warner também apresentou um processo, alegando que tinha perdido para a Maverick dezenas de milhões de dólares por conta própria.[115] [116] A disputa foi resolvida quando as ações da Maverick, de propriedade de Madonna e Dashev Ronnie, foram comprados pela Warner, e a empresa de Madonna e Dashev tornou-se uma subsidiária da Warner Music. No mesmo ano, Madonna renovou seu contrato para a gravação de novos álbuns.[115] Em meados de 2004, Madonna embarcou na Re-Invention Tour, com shows nos Estados Unidos, Canadá e Europa. Re-Invention tornou-se a turnê de maior bilheteria de 2004, com U$$125 milhões arrecadados.[117] No mesmo ano, Madonna lançou um documentário sobre a turnê, intitulado “I’m Going to Tell You a Secret”.[118] Logo em seguida, a Rolling Stone listou Madonna entre os “100 maiores artistas de todos os tempos”, estando em 36º lugar.[119] Em Janeiro de 2005, Madonna realizou um cover da canção de John Lennon "Imagine" no Tsunami Aid.[120] Ela também cantou no concerto beneficente Live 8, em Londres.[121]

Madonna cantando "Hung Up" durante a Confessions Tour.

Seu décimo álbum de estúdio, Confessions on a Dance Floor, foi lançado em novembro de 2005 e estrou em primeiro lugar em todos os principais mercados da música.[122] Musicalmente, o álbum foi estruturado no estilo Dance e Eletrônico. As canções do álbum começam leves e felizes, depois evoluem e tornam-se intensas, com letras que tratam mais sobre sentimentos pessoais, portanto, "Confessions".[122] Keith Caulfield da Billboard, comentou que o álbum foi um “retorno de boas-vindas para a Rainha do Pop.” [123] O álbum ganhou o Grammy de "Melhor album dance/eletrônico".[49] O primeiro single do álbum,"Hung Up", alcançou o primeiro lugar em 47 países, ganhando um lugar no Guinness World Records como a canção que mais ficou em primeiro lugar na história.[124] "Sorry", o segundo single, tornou-se seu décimo – segundo single número um no Reino Unido.[26] Em 2006, Madonna embarca na Confessions Tour, que teve uma audiência global de 1,2 milhões e arrecadou mais de 194,7 milhões de dólares, tornando-se a turnê de maior bilheteria dessa data para uma artista feminina.[125] Madonna usou símbolos religiosos, como um crucifixo e uma coroa de espinhos, na performance de "Live to Tell". A performance causou protestos e críticas por parte da Igreja Ortodoxa Russa, que tentaram boicotar as apresentações.[126] O Vaticano protestou contra o show, como fizeram os bispos de Düsseldorf.[127] Em relação às críticas e acusações religiosas, Madonna respondeu: ".. Minha performance não é anti-cristã, sacrílega ou blasfêmia. Ao contrário, é o meu apelo ao público para encorajar as pessoas a ajudar uns aos outros e ver o mundo como um todo unificado." [128] No mesmo ano, a Federação Internacional da Indústria Fonográfica anunciou oficialmente que Madonna já havia vendido cerca de 275 milhões de discos em todo o mundo.[129]

Durante a turnê, Madonna participou na iniciativa Raising Malawi, iniciativa por parte de financiamentos de orfanatos.[130] Em 10 de outubro de 2006, ela apresentou os papéis de adoção de um garoto do orfanato, David Banda Mwale, que foi mais tarde rebatizado como David Banda Mwale Ciccone Ritchie.[131] A adoção levantou forte reação do público, porque a lei do Malawi exige que os pais devem residir no Malawi pelo menos ano antes da adoção, o que Madonna não fez.[132] Ela abordou a questão no The Oprah Winfrey Show, dizendo que não havia leis escritas para adoção no Malawi e que a adoção seguia os regulamentados estrangeiros. Ela descreveu como Banda vinha sofrendo de pneumonia depois de sobreviver a malária e a tuberculose, quando ela o conheceu.[133] O pai biológico de Banda, Yohane, comentou: "Esses chamados ativistas de direitos humanos estão a assediar-me todos os dias, me ameaçando e afirmando que eu não sou consciente do que estou fazendo. [...] Eles me querem para apoiar o seu caso em tribunal, uma coisa eu não posso fazer porque eu sei que eu concordei com Madonna e seu marido." [134] A adoção foi finalizada em 28 de maio de 2008.[135] A linha de roupas chamada “M by Madonna”, em colaboração com a varejista de vestuário sueca H&M, foi lançada internacionalmente em 2006.[136] H&M disse que a coleção reflete Madonna no "estilo intemporal, único e sempre glamouroso." [137]

2007 — 09: Live Nation, Hard Candy e Sticky & Sweet Tour

Madonna cantando "Hey You".

Em 2007 Madonna lançou a música "Hey You" para a série de concertos do Live Earth. A canção esteve disponível para download gratuito em sua primeira semana de lançamento. Ela também cantou no concerto Live Earth de Londres.[138] No mesmo ano, Madonna anunciou sua saída da Warner Bros Records, e um novo contrato de U$$120 milhões durante dez anos com a Live Nation. Madonna se tornou a fundadora da divisão artística da Live Nation, a “Live Nation Artists”.[139] Logo em seguida, Madonna lançou o documentário “I Am Because We Are”, escrito e dirigido pela cantora, sobre os problemas enfrentados pelos malawianos. O documentário foi dirigido por Nathan Rissman, que trabalhava como jardineiro de Madonna.[140] Ela também dirigiu seu primeiro filme, “Filth and Wisdom”. A história do filme é sobre três amigos e suas aspirações. Madonna comentou que era Ritchie, que a inspirou a desenvolver o roteiro do filme. "O fato da questão é que todo o trabalho que eu faço é muito autobiográfico, direta ou indiretamente, porque quem é que eu sei melhor do que eu?" [141] O The Times disse que "fez-se orgulhoso", enquanto o The Daily Telegraph descreveu o filme como "Um esforço pouco promissor." [142] [143] Em Dezembro de 2007, o Rock and Roll Hall of Fame anunciou Madonna como um dos cinco homenageados de 2008.[144] Durante a cerimônia de posse em 10 de março de 2008,[145] Madonna não performou, mas pediu a produção da cerimônia que executassem as músicas "Burning Up" e "Ray of Light". Ela agradeceu Christopher Flynn, o seu professor de dança a 35 anos antes, pelo seu encorajamento para seguir seus sonhos.[146]

Em abril de 2008, Madonna lançou seu décimo – primeiro Álbum de estúdio, intitulado Hard Candy. Contendo influências R&B e Hip hop, as músicas de Hard Candy eram autobiográficas pela cantora, que teve as colaborações de Justin Timberlake, Timbaland, Pharrell Williams entre outros.[147] A Rolling Stone elogiou o álbum, afirmando ser uma “amostra impressionante de sua próxima turnê.” [148]

Madonna cantando "4 Minutes".

O álbum estreou em primeiro lugar em 37 países, incluindo a Billboard 200.[149] [150] Ele recebeu várias críticas positivas em todo o mundo apesar de algumas críticas sobre "uma tentativa de aproveitar o mercado urbano".[151] [152] Seu primeiro single, "4 Minutes", alcançou o número três na Billboard Hot 100. A canção se tornou o trigésimo – sétimo êxito de Madonna no top 10 da Billboard, fazendo dela a artista com mais canções no top 10 americando, recorde até então pertencente a Elvis Presley.[153] No Reino Unido, Madonna manteve seu recorde de artista feminina com mais singles em primeiro lugar, totalizando 13.[154] Para promover o álbum, Madonna iniciou a turnê Sticky & Sweet Tour, sua primeira grande empreitada com a Live Nation. Apenas a primeira fase da turnê, durante 2008, arrecadou cerca de 280 milhões de dólares, fazendo com que Madonna quebrasse seu próprio recorde de turnê mais lucrativa por uma artista feminina obtido em 2006 com a Confessions Tour.[155] A segunda fase da turnê, ocorrida durante o ano de 2009, arrecadou U$$120 milhões de dólares, tornando-se a turnê mais lucrativa de um artista solo, com cerca de 408 milhões de dólares arrecadados.[155] [156]

“Life With My Sister Madonna”, um livro escrito pelo irmão de Madonna, Christopher Ciccone, debutou em oitavo lugar na lista dos mais vendidos do The New York Times.[157] Ele não foi autorizado por Madonna, o que levou a uma separação entre eles.[158] Os problemas também surgiram entre Madonna e Ritchie, com os meios de comunicação afirmando que eles estavam à beira da separação. Por fim, Madonna pediu divórcio à Ritchie, citando diferenças irreconciliáveis. O divórcio foi finalizado em dezembro de 2008.[159] [160] Madonna foi homenageada como a “Artista Internacional do Ano” e certificada com um “Golden Disc Awards” pela Recording Industry Association of Japan pelas vendas de “Hard Candy no país.[161] Em 2009, Madonna resolveu adotar novamente uma criança, escolhendo novemante o Malawi como país de adoção. A corte do país, inicialmente aprovou a adoção de Chifundo "Mercy" James.[162] No entanto, o pedido foi indeferido porque Madonna não era uma residente do Malaui.[163] Madonna recorreu e, em 12 de junho de 2009, a Suprema Corte do Malauí concedeu-lhe o direito de adotar Mercy James.[164] No mesmo ano, Madonna lançou Celebration, sua terceira complicação de grandes sucessos, a última com a Warner. Continha as novas canções "Celebration" e "Revolver", juntamente com 34 hits que marcaram sua carreira.[165] “Celebration” alcançou o primeiro lugar no Reino Unido, fazendo de Madonna a artista com mais albuns número um no país, ao lado de Elvis Presley.[166] Ela se apresentou no MTV Video Music Awards em 13 de setembro de 2009, para falar em tributo ao falecido cantor Michael Jackson.[167] Madonna terminou a década de 2000 como a artista que mais vendeu singles nos Estados Unidos.[168] Madonna também foi listada como a artista mais executada nas rádios britânicas durante a década de 2000.[169]

2010 — presente: W.E., MDNA e "Secret Project"

Madonna na exibição de W.E no Toronto Film Festival.

Madonna performou "Like a Prayer" no concerto Hope for Haiti Now: A Global Benefit for Earthquake Relief em Janeiro de 2010.[170] Em abril, ela lançou seu terceiro álbum ao vivo, Sweet & Sticky Tour. Foi o seu primeiro lançamento com a Live Nation, apesar de ter sido distribuído pela Warner Bros.[171] Ela anunciou planos de dirigir seu segundo filme, “W.E.”, uma cinebiografia sobre o romance entre o rei Edward VIII e Wallis Simpson. Ele foi co-escrito com Alek Keshishian.[172] Mais tarde, ela esclareceu que o filme é sobre a jornada de uma mulher e não ia ser sobre a vida da duquesa. Em vez disso, a duquesa atuaria como guia espiritual da mulher.[173] Madonna concedeu ao seriado americano Glee os direitos de todo seu catálogo de músicas, e os produtores planejaram um episódio que seria caracterizado exclusivamente por canções de Madonna.[174] Intitulado "The Power of Madonna", o episódio foi aprovado por ela, tendo afirmado à revista “Us Weekly” que foi "brilhante em todos os níveis", elogiando o script e a mensagem da igualdade.[175] O episódio também recebeu críticas positivas dos críticos. Ken Tucker, da Entertainment Weekly chamou de "uma das melhores horas de TV e é provável que você veja todo o ano", escrevendo que o episódio de Madonna paga "o maior elogio possível", não apenas expressando admiração pela cantora, mas demonstrando um entendimento potente da matéria Madonna." [176]Glee: The Music, The Power of Madonna”, um EP contendo oito versões covers de canções de Madonna que aparecem nesse episódio foi lançado em maio. O EP estreou no número um da parada Billboard 200, com 98 mil cópias vendidas nos Estados Unidos.[177] [178]

Pouco antes da conclusão das filmagens de “W.E.”, que foi lançado entre dezembro de 2011 e janeiro de 2012, Madonna lançou a linha de roupas "Material Girl", que ela desenhou com sua filha, Lourdes.[179] A linha de roupas foi influenciada pelo estilo punk de Madonna nos Anos 80, quando ela chegou à fama, e foi lançado sob o selo da Macy's.[179] Logo após a linha de roupas ter sido colocado à venda, a fabricante “LA Triumph Inc.” processou Madonna devido ao fato deles usarem o nome “Material Girl” em suas roupas desde 1997. Eles exigiram que a linha de roupas de Madonna fosse impedida ser comercializada e os lucros serem devolvidos.[180] A linha de roupas “Material Girl” foi estrelada por Taylor Momsen, que foi posteriormente substituída por Kelly Osbourne e atualmente tal papel é exercido pela modelo Georgia May Jagger.[181]

Madonna também colocou em prática uma série de centros de fitness em todo o mundo. Nomeado “Hard Candy Fitness”, os ginásios são uma parceria entre Madonna, seu empresário Guy Oseary e Mark Mastrov, o fundador da “24 Hour Fitness”.[182] O primeiro dos ginásios foi aberto na Cidade do México em novembro de 2010. Em pronunciamento, Madonna afirmou que a Cidade do Mexico "servirá como um grande teste de mercado antes de levar as academias às cidades ao redor do mundo." Ela acrescentou: "Se algum de vocês já viram meus shows, vocês sabem que eu não poupo com eles, e o mesmo é vale para o ginásio. Gastamos o que é preciso fazer uma ginástica mundial de primeira classe." Atualmente além da Cidade do Mexico, há filiais também em Santiago, Moscovo(ou Moscou em Português do Brasil) e Sydney. [183] [184] [185]

Madonna durante performance da MDNA Tour em 2012.

W.E foi exibido no Venice Film Festival, e recebeu críticas mistas.[186] Em Junho de 2011, o manager de Madonna, Guy Oseary, revelou no microblogging Twitter que a cantora começaria as gravações de seu décimo segundo álbum no mês.[187] Depois, Madonna confirmou na exibição de W.E. que o álbum seria lançado na primavera de 2012, com o primeiro single deste saindo em Fevereiro.[188] A cantora assinou um contrato com a Interscope Records em dezembro de 2011.[189] Foi confirmado que o primeiro single, chamado "Give Me All Your Luvin'" e seu o décimo segundo álbum seriam lançados na última semana de janeiro e em março, respectivamente.[189] Em seu site oficial, foi anunciado que o álbum se chamaria MDNA, referencia direta ao nome da cantora. Em fevereiro de 2012, a Live Nation anunciou que Madonna já estava ensaiando para uma nova turnê chamada The MDNA Tour, que teve inicio em Maio de 2012 e terminará em Dezembro de 2012.[190] [191] O álbum MDNA estreou na primeira posição da Billboard 200, com 359.000 cópias vendidas nos Estados Unidos, sendo a maior primeira semana de um álbum da cantora desde Music, em 2000. Também tornou-se seu oitavo álbum e quinto consecutivo a estrear na primeira posição.[carece de fontes?] As vendas do álbum foram ajudadas pelo público da turnê de Madonna, que teve opção de obter o álbum como bônus de sua compra do ingresso.[192] Em sua segunda semana, o álbum desceu para a oitava posição com 48.000 cópias vendidas, tornando-a maior queda do topo da Billboard 200 desde o álbum de Michael Bublé, Christmas (2011), que caiu para o número 24 com 96% de redução de vendas, e a maior queda percentual da segunda semana de vendas para um álbum que estreou na primeira posição da história da Nielsen SoundScan, superando Born This Way (2011), da cantora Lady Gaga, que teve 84,28% de diminuição das vendas.[193] [194] . Internacionalmente, o álbum estreou na primeira colocação de outros trinta países, incluindo o Brasil, Canadá, Irlanda e Reino Unido.


Give Me All Your Luvin'" foi lançado como primeiro single de MDNA em 3 de fevereiro de 2012.[195] Dois trechos de sua versão demo intitulada "Give Me All Your Love" vazaram em 8 de novembro de 2011.[196] No mesmo dia, a versão inteira da canção vazou inteiramente.[197] Recebeu críticas mistas de críticos especializados, que elogiaram sua melodia "contagiante", mas sentiram que a composição musical era inferior aos singles anteriores de Madonna.[198] Alguns críticos classificaram a canção como um single fraco para ser o primeiro do álbum, e que não era uma representação adequada de MDNA.[199] "Give Me All Your Luvin'" alcançou a primeira posição das paradas do Canadá, Finlândia, Hungria, Israel e Venezuela.[200] [201] [202] [203] Tornou-se seu trigésimo oitavo single a alcançar as dez primeiras posições na Billboard Hot 100, estendendo seu recorde como a artista com mais singles nas primeiras dez posições na história da parada.[204] Em 3 de fevereiro de 2012, o vídeo completo de "Give Me All Your Luvin'" estreou no canal oficial da cantora no YouTube.[195] [205] O vídeo tem como tema as líderes de torcida e o futebol americano, inspirado por sua futura apresentação no Super Bowl XLVI, além de Madonna, Minaj e M.I.A. terem retratado o visual de Marilyn Monroe.[206] O segundo foi "Girl Gone Wild", lançado em 2 de março de 2012. "Turn Up the Radio" foi lançado em 5 de agosto do mesmo ano. Os três singles chegaram ao topo da Billboard Hot Dance Club Songs, fazendo com que Madonna tenha 43 singles a ter chegado ao topo. Para a promoção de MDNA, a cantora apresentou-se no Super Bowl XLVI e embarcou na MDNA Tour (2012).

Em Outubro de 2012 o album MDNA foi certificado pela RIAA como sendo Ouro por ter tido vendas superiores a 500.000 cópias nos Estados Unidos.[207] . No final de 2012, durante sua passagem na Argentina, com a MDNA Tour, a cantora iniciou os primeiros ensaios do Secret Project, um projeto paralelo junto ao fotografo e diretor Steve Klein. Até agora foram divulgadas algumas fotos dos ensaios na conta oficial do Instagram da cantora, e o teaser que foi lançado durante a pré-estreia do DVD da turnê em Nova York. O projeto não tem previsão de lançamento.

Em 2013, Madonna foi a artista que mais faturou no mundo da música. De acordo com a revista ‘Forbes’, a cantora ganhou 125 milhões de dólares (cerca de 91 milhões de euros). Grande parte dos ganhos conseguidos resultaram da sua digressão mundial ‘MDNA’, iniciada em 2012, que registou receitas de 305 milhões de dólares (cerca de 223 milhões de euros)[208] .

Carreira

Discografia

Álbuns de estúdio
Ano Álbum
1983 Madonna
1984 Like a Virgin
1986 True Blue
1989 Like a Prayer
1992 Erotica
1994 Bedtime Stories
1998 Ray of Light
2000 Music
2003 American Life
2005 Confessions on a Dance Floor
2008 Hard Candy
2012 MDNA

Turnês

Ano Nome da Turnê
1985 The Virgin Tour
1987 Who's That Girl World Tour
1990 Blond Ambition World Tour
1993 The Girlie Show
2001 Drowned World Tour
2004 Re-Invention Tour
2006 The Confessions Tour
2008-2009 Sticky & Sweet Tour
2012 The MDNA Tour

Filmografia

Videografia

Teatro

  • 1986 Goose And Tom-Tom, no papel de Lorraine [209]
  • 1988 Speed The Plow, no papel de Karen [209]
  • 2002 Up For Grabs, no papel de Loren [209]

Livros

Prêmios e indicações

Recordes

Madonna nos países lusófonos

Até hoje, a cantora já visitou apenas dois países lusófonos, Brasil e Portugal.

Brasil

Segundo show de Madonna no Estádio do Morumbi em São Paulo, em dezembro de 2008.

Madonna atuou 11 vezes no Brasil.[210] O Brasil é o país onde ela mais atuou na America Latina.

Madonna atuou no país pela primeira vez com a The Girlie Show em 1993. Foram duas apresentações em São Paulo e Rio de Janeiro, nos estádios do Morumbi e Maracanã, respectivamente. A cantora arrancou gritos histéricos de centenas de pessoas, que não dormiram, e ficaram durante toda a noite na frente do hotel. Em certo momento, Madonna convidou alguns fãs, que assistiram a um ensaio da tour.

Quinze anos depois, ela voltou ao país com a Sticky & Sweet Tour, que veio a se tornar a tour de maior sucesso já realizada na história da música por um artista solo.[211] No Rio de Janeiro se hospedou no hotel Copacabana Palace, para realizar dois shows no Estádio do Maracanã atraindo um público total estimado em 105 mil espectadores. Em São Paulo, a cantora se hospedou no Hyatt, um dos hotéis mais luxuosos da cidade, para realizar três shows no Estádio do Morumbi. Na capital paulista foram vendidos 75.000 ingressos em apenas 2 dias. Cerca de 200 mil pessoas assistiram aos seus três shows na cidade. Durante essa estadia no país, Madonna conheceu o modelo que mais tarde seria seu namorado, Jesus Luz.

Em 9 de novembro de 2009, Madonna retornou ao Brasil para discutir problemas socias e estudar um projeto de documentário sobre crianças abandonadas. Durante a visita, que durou uma semana, ela visitou a comunidade do Morro Dona Marta, em Botafogo, no Rio de Janeiro.

Em fevereiro de 2010, Madonna esteve novamente no Brasil. Em São Paulo manteve encontro com o então governador do estado José Serra para tratar sobre a implantação de sua ONG Sucess for Kids no Brasil. Deslocou-se depois à cidade do Rio de Janeiro, onde curtiu os desfiles das escolas de samba na Marquês de Sapucaí, no centro da capital, ao lado de seu namorado na época Jesus Luz e dos filhos.

Em 2012, Madonna realizou 4 shows da MDNA Tour no país entre os dias 2 e 9 de dezembro. Um no Rio de Janeiro, realizado no Parque Olímpico Cidade do Rock, dois shows em São Paulo, no Estádio do Morumbi e um show em Porto Alegre, no Estádio Olimpico Monumental. Cerca de 270 mil pessoas assistiram suas apresentações no país.

Portugal

Madonna actuou cinco vezes em Portugal:

Referências

  1. Quirk 1991, p. 33
  2. Madonna (em inglês). allmusic. Página visitada em 29/01/2010.
  3. Fouz-Hernández & Jarman-Ivens 2004, p. 161
  4. Fouz-Hernández & Jarman-Ivens 2004, p. 162
  5. Guerra, Ana Rita (26 de março de 2013). Madonna é a primeira artista pop multimilionária. Diário de Notícias (Portugal). Página visitada em 27 de março de 2013.
  6. [1]. Página visitada em 06 de maio de 2013.
  7. Worrell, Denise. "Now: Madonna on Madonna", Time(magazine), 1985-05-27. Página visitada em 2008-06-05.
  8. "The Child Who Became a Star: Madonna Timeline", The Daily Telegraph, 2006-07-26. Página visitada em 2008-06-09.
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  11. Tilden, Imogen. "Madonna", The Guardian, 2001-07-04. Página visitada em 2008-05-29.
  12. "A Star with Staying Power". Hosted by Paula Zahn. People in the News. CNN. Saturday 11 a.m. and Sunday 7 p.m.
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  • Wesley, Hyatt. The Billboard Book of Number One Adult Contemporary Hits. [S.l.]: Billboard books, 1999. ISBN 0-8230-7693-8

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