Luta armada de esquerda no Brasil

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A esquerda armada no Brasil se iniciou antes do golpe militar de 1964 quando o socialismo revolucionário trouxe métodos empíricos do chamado político pelos anarquistas espanhóis, portugueses e italianos, que fundaram, no início do século XX, os primeiros sindicatos do País.

Cerca de 119 pessoas foram mortas por guerrilheiros de esquerda no mesmo período.

Revolução Russa e Anarquismo[editar | editar código-fonte]

A vitória da Revolução Russa de 1917 repercutiu fortemente na esquerda brasileira. Alguns dizem que fez com que os anarquistas brasileiros entrassem em um período de revisão de valores ideológicos.

O anarquismo passou a ser visto como incapaz de modificar radicalmente a estrutura social, ao mesmo tempo em que os esquerdistas brasileiros, de formação originalmente anarquista, acompanhavam a experiência russa, que aos seus olhos se mostrava como uma nova alvorada para a Revolução Social[1] . Chefes anarquistas, então, aderiram ao comunismo e entregaram-se apressadamente ao estudo das obras de Karl Marx e Lenin.

Em abril de 1922 realizou-se o I Congresso Comunista do Brasil, na cidade do Rio de Janeiro. O resultado desse Congresso foi a unificação dos grupos comunistas esparsos pelo País, com a fundação do Partido Comunista do Brasil - Secção Brasileira da Internacional Comunista (PC-SBIC).

Desde a fundação do Partido, a via revolucionária para o socialismo, ou seja, a tomada não-violenta do poder, sempre foi a grande discussão de muitos comunistas brasileiros. Esse projeto pareceu ficar mais concreto depois da adesão ao Partido do conhecido líder tenentista Capitão Luís Carlos Prestes.

Em 1935, com a Intentona Comunista, houve a primeira tentativa da esquerda revolucionária brasileira tomar o poder pela não-violência. O levante, alegadamente mal planejado e executado, só serviu para abalar as frágeis instituições democráticas e preparar o caminho para que o presidente nacionalista Getúlio Vargas instaurasse o Estado Novo.

A radicalização política na década de 1960[editar | editar código-fonte]

Mesmo tendo sido derrotados em 1935, alguns dos militantes comunistas continuavam acalentando o sonho da revolução popular e da tomada do poder pelas classes humildes e oprimidas do Brasil. Segundo alguns dos comunistas, depois da Revolução Russa e da Revolução Chinesa, o Brasil estava destinado a ser o palco da terceira grande revolução socialista do século.

Brizola e a luta armada[editar | editar código-fonte]

De acordo com Carlos Alberto Brilhante Ustra, em seu livro A Verdade Sufocada:

Dos primeiros a chegar, com seu arroubo platino, seu inegável carisma e sua popularidade, alcançada graças a sua “Cadeia da Legalidade” em 1961, Brizola não perdeu a oportunidade para aglutinar resistência em torno de seu nome. Com planos mirabolantes, fez contatos com ex-militares cassados, sindicalistas, estudantes, comunistas, políticos, padres e freiras. Contatou, também com agentes cubanos e organizou um “livro de ouro” para financiar a derrubada do novo regime no Brasil. (Jango, Brizola, Exílio, AIDS e outras histórias de Betinho”[2]

“Logo depois do golpe militar no Brasil, em 1964, Cuba mandou pelo menos US$ 200 mil para financiar a resistência articulada no Uruguai por Leonel Brizola. Quem negociou a remessa de dinheiro foi o sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, então dirigente da União Nacional dos Estudantes. Para não deixar pistas ele cumpriu um roteiro até Havana; embarcou em Montevidéu; trocou de avião em Buenos Aires, de lá voou para Pais; de Paris para Praga; de Praga para a Irlanda para o Canadá; e finalmente para Cuba. Só até Praga foram 26 horas de voo, lembra Betinho, portador de uma carta de Brizola para Fidel Castro, em que palavras-chave como “dinheiro” e “Fidel” foram picadas e espalhadas em suas roupas”.[3]

Brizola, para difundir seus planos, mandou imprimir em Montevidéu 10.000 exemplares do Regulamento Revolucionário, elaborado por ele, e os distribuiu em Montevidéu e, também entre simpatizantes, no Brasil. Mandava mensagens constantes, usando intermediários, como o ex-sargento da Brigada Militar Alberi Vieira dos Santos e Lúcio Soares Costa, que tinham livre trânsito na fronteira.[2]

Os grupos de refugiados que, naturalmente, se dividiram em três – um sindical, um militar e um terceiro liderado por Brizola -, discutiam a criação de uma frente única e exigiam ação.

Francisco Julião e as Ligas Camponesas[editar | editar código-fonte]

Em janeiro de 1961, o dirigente das Ligas Camponesas, Francisco Julião, visitou a República Popular da China, integrando uma delegação de advogados brasileiros, entre os quais Sinval Pereira, militante do PCB, e Aguiar Dias, ministro do extinto Tribunal Federal de Recursos. Em Pequim, Julião teve um encontro reservado com dirigentes chineses que, falando em nome de Mao Tse-tung, lhe fizeram uma proposta atraente: treinar militantes das Ligas Camponesas na Academia Militar de Pequim. Julião retornou ao Brasil e iniciou os preparativos para montar o grupo. Três agentes chineses vieram ao Brasil, especialmente destacados para atender as Ligas, encontrando-se com Julião no Rio de Janeiro. Os planos, todavia, tiveram que ser suspensos por causa da crise política que se seguiu à renúncia do presidente Jânio Quadros.

Os dirigentes das Ligas Camponesas planejaram dedicar de cinco a dez anos para a organização das massas rurais para a chamada "aliança operário-camponesa", tida como imprescindível para a futura Revolução Socialista no Brasil. Em março de 1961, José Felipe Carneado Rodríguez, membro do Comitê Central do Partido Comunista Cubano, veio ao Brasil com a missão de convidar líderes camponeses brasileiros para a comemoração do 1 de Maio em Havana, e para que conhecessem a Reforma agrária feita pelo governo castrista. Ficou hospedado em Recife (PE), na casa de Clodomir Morais. A delegação acabou excedendo o número inicialmente previsto e terminou com 122 nomes. Além do Britannia, o avião oficial da Presidência cubana, veio um DC-4 extra para transportar os convidados brasileiros de Fidel.

Nesta comemoração do 1o de Maio de 1961, em Havana, Francisco Julião teve seu segundo encontro com Fidel Castro (o primeiro fora em março de 1960, quando Julião fez parte da comitiva do candidato presidencial Janio Quadros, em visita a Cuba). Foi nessa comemoração que Fidel declarou o caráter marxista-lenista da Revolução Cubana e que se ouviu pela primeira vez a Internacional executada oficialmente por um governo do Continente Americano.

Em julho de 1961 desembarcaram em Cuba treze militantes das Ligas Camponesas que receberiam adestramento militar em Cuba. Entre eles, Adalto Freire da Cruz, paraibano, membro do comitê estadual do PCB em Pernambuco, designado comandante militar do grupo; Amaro Luís de Carvalho, militante do PCB e aluno do curso Stalin; Adamastor Bonilha, militante do PCB, e Joaquim Mariano da Silva, também militante do PCB.

Os treze militantes foram alojados no quartel de Manágua, 30 quilômetros ao sul de Havana. A maioria tinha feito o serviço militar obrigatório no Brasil e sabia manejar armas com desembaraço.

Estabelecida a relação oficial entre as Ligas Camponesas e a Revolução Cubana, o advogado Francisco Julião seria o homem da Organização de Massas (OM), e Clodomir de Morais o homem da Organização Política (OP).

O plano da esquerda brasileira era que as Ligas Camponesas desatassem a guerrilha rural no Nordeste e Norte brasileiros, enquanto eclodissem simultaneamente outros movimentos revolucionários na Colômbia e na Venezuela.

Comandando uma força internacionalista, afirmam que Che Guevara pretendia estabelecer-se na Amazônia sul-americana, ligando assim as guerrilhas do Brasil, da Colômbia e da Venezuela.

Por volta de novembro de 1961, começou a ser executado um projeto político-militar das Ligas Camponesas. Francisco Julião percorria o país convidando militantes do PCB para aderirem à tese da Revolução Socialista através da luta armada. O líder da revolta camponesa de Formosa (Goiás), José Porfírio de Sousa, foi convidado por Julião para ser o instrutor militar da guerrilha.

As movimentações de Julião, entretanto, terminam em escândalo. Em 27 de novembro de 1962, um avião da VARIG colidiu com uma montanha nas proximidades de Lima, Peru. Entre as vítimas estava o Presidente do Banco Nacional de Cuba, Raúl Cepero Bonilla.

Dentro da pasta que ele carregava, havia relatórios que foram atribuídos, não comprovadamente, por alguns a Carlos Franklin Paixão de Araújo e Tarzan de Castro, militante das Ligas de Goiás, acusando Julião e Clodomir Morais de malversação dos fundos recebidos para a guerrilha.

Dizem alguns ainda, sem comprovação, que os relatórios (que não foram apresentados a público) detalhavam o atraso nos preparativos, a inexistência de infra-estrutura para o treinamento guerrilheiro, a precariedade e as deficiências dos planos políticos e paramilitares. Descrevia também, detalhadamente, as supostas algazarras e festas em que eram gastos os recursos enviados para a guerrilha rural.

Os relatórios encontrados com Cepero foram encaminhados para a CIA dos Estados Unidos e o embaixador peruano no Brasil, César Echecopar Herce, entregou uma cópia ao Governador do Estado da Guanabara, Carlos Lacerda, que iniciou uma virulenta campanha na imprensa contra a interferência cubana no Brasil.

A cisão do Partido Comunista do Brasil e o surgimento do PC do B[editar | editar código-fonte]

As denúncias de Khrushchev contra o stalinismo, no XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética provocaram crises internas em praticamente todos os partidos comunistas do mundo, repercutindo também no PCB, que em 1960 alterou sua denominação de Partido Comunista do Brasil para Partido Comunista Brasileiro

Em fevereiro de 1962 foram expulsos do Comitê Central do PCB todos os membros que ainda continuavam apegados à linha stalinista: Diógenes de Arruda Câmara, João Amazonas de Sousa Pedroso, Pedro Ventura Araújo Pomar, Maurício Grabois, Miguel Batista dos Santos, José Maria Cavalcanti, José Duarte, Angelo Arroyo e Orlando Piotto. Tais membros expulsos viriam a fundar ainda neste ano o PC do B.[4]

A luta armada contra o Regime Militar de 1964[editar | editar código-fonte]

Com o golpe militar de 1964 e o combate cada vez maior dos militares contra os focos de agitação, grupos dissidentes dos partidos comunistas iniciaram as atividades de guerrilha armada urbana ou rural com vista a derrubar a ditadura militar e restabelecer o governo democraticamente eleito de João Goulart.

Dentro do próprio exército, cerca de doze militares perseguidos pelo novo poder vigente (regime militar autoritário de direita) se organizaram no MNR (Movimento Nacionalista Revolucionário), o grupo que teria sido o primeiro a se dedicar às atividades armadas de oposição ao militarismo ditatorial. Paralelamente organizações esquerdistas como a POLOP deram origem a grupos cada vez mais radicais de "resistência", praticando assassinatos políticos, sequestros de embaixadores para troca de prisioneiros políticos, assaltos a bancos e supermercados, para financiar as lutas armadas contra o regime militar.

A luta armada foi travada especialmente de 1967 a 1974.[5]

Táticas de guerrilha[editar | editar código-fonte]

A respeito da tática de guerrilha, usada por parte da oposição esquerdista ao regime militar, o seu maior incentivador foi Carlos Marighela, que assim se posicionou sobre guerrilhas, especialmente sobre a guerrilha rural como a "Guerrilha do Araguaia":

Cquote1.svg O princípio básico estratégico da organização é o de desencadear, tanto nas cidades como no campo, um volume tal de ações, que o governo se veja obrigado a transformar a situação política do País em uma situação militar, destruindo a máquina burocrático- militar do Estado e substituindo-a pelo povo armado. A guerrilha urbana exercerá um papel tático em face da guerrilha rural, servindo de instrumento de inquietação, distração e retenção das forças armadas, para diminuir a concentração nas operações repressivas contra a guerrilha rural! Cquote2.svg
Carlos Marighela

Carlos Marighela, em seu “Manual de Guerrilha” assim explicava como deveria ser a luta armada visando a implantação do comunismo no Brasil:

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  • a. A exterminação física dos chefes e assistentes das forças armadas e da polícia.
  • b. A expropriação dos recursos do governo e daqueles que pertencem aos grandes capitalistas, latifundiários, e imperialistas, com pequenas expropriações usadas para o mantimento do guerrilheiro urbano individual e grandes expropriações para o sustento da mesma revolução.
  • É claro que o conflito armado do guerrilheiro urbano também tem outro objetivo. Mas aqui nos referimos aos objetivos básicos, sobre tudo às expropriações. É necessário que todo guerrilheiro urbano tenha em mente que somente poderá sobreviver se está disposto a matar os policiais e todos aqueles dedicados à repressão, e se está verdadeiramente dedicado a expropriar a riqueza dos grandes capitalistas, dos latifundiários, e dos imperialistas.
  • No Brasil, o número de ações violentas realizadas pelos guerrilheiros urbanos, incluindo mortes, explosões, capturas de armas, munições, e explosivos, assaltos a bancos e prisões, etc., é o suficientemente significativo como para não deixar dúvida em relação às verdadeiras intenções dos revolucionários.
  • A execução do espião da CIA, Charles Chandler, um membro do Exército dos EUA que veio da guerra do Vietnã para se infiltrar no movimento estudantil brasileiro, os lacaios dos militares mortos em encontros sangrentos com os guerrilheiros urbanos, todos são testemunhas do fato que estamos em uma guerra revolucionária completa e que a guerra somente pode ser livrada por meios violentos.
  • Esta é a razão pela qual o guerrilheiro urbano utiliza a luta e pela qual continua concentrando sua atividade no extermínio físico dos agentes da repressão, e a dedicar 24 horas do dia à expropriação dos exploradores da população.
  • A questão básica na preparação técnica do guerrilheiro urbano é o manejo de armas, tais como a metralhadora, o revólver automático, FAL, vários tipos de escopetas, carabinas, morteiros, bazucas, etc.
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Carlos Marighela
Principais ações[editar | editar código-fonte]
  • O atentado no Aeroporto Internacional dos Guararapes, em Recife, em 25 de julho de 1966, visando atingir o candidato a presidente Costa e Silva. Foram mortos o jornalista Edson Regis de Carvalho e o almirante Nelson Gomes Fernandes e mais 20 feridos graves.
  • Em 26 de junho de 1968, é atacado a bombas, o Quartel General do II Exército, em São Paulo, morre o soldado Mário Kozel Filho.
  • O Capitão do Exército dos EUA enviado ao Brasil para ensinar "técnicas de interrogatório" aos órgãos de repressão, Charles Rodney Chandler, é metralhado em seu carro, no dia 12 de outubro de 1968.
  • Em 24 de janeiro de 1969, é atacado e assaltado o quartel do 4º RI, em Quitaúna São Paulo, com o roubo de grande quantidade de armas e munições, com intuito de fortalecer os armamentos dos guerrilheiros.
  • No dia 4 de setembro de 1969, militantes da Ação Libertadora Nacional (ALN) e o Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8), capturaram o embaixador dos Estados Unidos, com intuito de trocá-lo por presos políticos e estudantes que corriam risco de morte.[6]
  • No dia 18 de julho de 1969, guerrilheiros brasileiros roubam o famoso "cofre do Adhemar". De acordo com os revolucionários, esse dinheiro deveria ser empregado na luta contra a ditadura, pois era fruto dos atos de corrupção do ex-governador paulista Adhemar de Barros, conhecido pelo slogan "rouba, mas faz".
  • Em 11 de março de 1970, revolucionários brasileiros sequestraram o cônsul japonês, Nobuo Okushi, com a intenção de libertar presos políticos.
  • Na noite de 8 de maio de 1970, após descobrirem que o tenente da Polícia Militar do Estado de São Paulo Alberto Mendes Júnior havia se infiltrado e delatado a VPR, o mesmo foi sequestrado por guerrilheiros e executado a golpes de coronhadas no rosto pelo desertor do exército Carlos Lamarca. Alberto tinha se entregue como refém em troca da liberação de seus subordinados, que haviam se ferido no confronto com o grupo de Lamarca.[7]
Atentado ao Gasômetro[editar | editar código-fonte]

No contexto da oposição aos comunistas e esquerdistas em geral, o regime militar brasileiro planejou várias ações com o intuito de incriminar setores de oposição por atentados e ataques: o mais conhecido desses foi o caso Para-SAR, ou Atentado ao Gasômetro.

Em 1968, o brigadeiro João Paulo Burnier, que era na época chefe de gabinete do ministro Márcio Melo, planejou explodir o gasômetro do Rio de Janeiro com o auxílio do Para-SAR, uma divisão da Aeronáutica empregada para salvamentos em local de difícil acesso.

O projeto foi levado adiante com grande segredo. Confiou-se a missão ao capitão-aviador Sérgio Miranda de Carvalho, que no entanto negou-se a cumprir a missão e ameaçou denunciar Burnier caso tentasse levar o plano adiante com outro oficial.

Sérgio foi declarado louco e afastado da Aeronáutica em 1969. O caso continuou abafado até 1978, quando o brigadeiro Eduardo Gomes fez uma declaração defendendo seu colega, confirmando o projeto de explosão de gasômetros e destruição de instalações elétricas para criar pânico na população, revelando o caso para o conhecimento público.[8] [9] [10]

Sequestro do embaixador norte-americano[editar | editar código-fonte]

No dia 4 de Setembro de 1969, o grupo de resistência armada MR-8, (Movimento Revolucionário 8 de Outubro), sequestra o embaixador americano no Brasil, Charles Burke Elbrick. Em 5 de Setembro de 1969, é mandado cumprir o Ato Institucional Número Treze, ou AI-13, que institui o …(sic) banimento do território nacional o brasileiro que, comprovadamente, se tornar inconveniente, nocivo ou perigoso à segurança nacional. Em 7 de Setembro de 1969 é liberado o Embaixador americano e os 15 guerrilheiros presos libertados, e em função do AI-13, são banidos para o México. Foram também sequestrados o embaixador alemão Ehrenfried von Holleben e o embaixador suiço Giovanni Bucher.

Lista completa de organizações de luta contra o regime militar e pela instalação do regime comunista (inclusive surgidas após o golpe)[editar | editar código-fonte]

As consequências[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. http://blogdoamere.wordpress.com/2013/11/26/a-esquerda-armada-no-brasil-antes-de-1964/
  2. a b USTRA, A Verdade Sufocada, Editora Permanência,
  3. Jornal do Brasil – Ideias – 14/07/1996
  4. Cf. GORENDER, Jacob. Combate nas trevas. São Paulo, Ática, 1987.
  5. Cf. REZENDE, Claudinei Cássio de. Suicídio Revolucionário. São Paulo: Editora Unesp, 2010.
  6. [1]
  7. Modesto Spachesi. "A morte inglória de um Heroi". Visitado em 12 novembro 2012.
  8. (22 de novembro de 2006) "Começa o desmonte de tanques do Gasômetro". O Globo Online. Organizações Globo. Visitado em 16 de fevereiro de 2010.
  9. (21 de junho de 1985) "Capitão Sérgio acha que no episódio do Para-Sar réu é o antigo regime". Jornal do Brasil. Visitado em 16 de fevereiro de 2010.
  10. Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro Fundação Getulio Vargas.[ligação inativa] Verbete Eduardo Gomes. O Caso Para-Sar.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

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COUTINHO, C. N. A democracia como valor universal e outros ensaios. 2ª. ed. Rio de Janeiro: Salamandra, 1984.

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GABEIRA, F. O que é isso, companheiro? Rio de Janeiro: Codecri, 1979.

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GORENDER, J. Combate nas trevas: a esquerda brasileira – das ilusões perdidas à luta armada. São Paulo: Ática, 1987.

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