Márcio Fortes de Almeida

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Marcio Fortes
Mandato 4 anos
Antecessor(a) -
Sucessor(a) -
Vida
Nascimento 9 de Agosto de 1941 (73 anos)
Rio de Janeiro
Dados pessoais
Profissão Advogado e diplomata
linkWP:PPO#Brasil

Marcio Fortes de Almeida (Rio de Janeiro, 9 de agosto de 1941) é um advogado, diplomata e político brasileiro.[1]

Formação[editar | editar código-fonte]

E agraciado com o "Pantheon Literário" do Colégio Militar do Rio de Janeiro, por ter cursado todas as séries, do 1º e 2º graus, no CMRJ, classificado em 1º lugar, pelo desempenho intelectual, no estudo fundamental, em todas as séries do curso, em 1959. É bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais e doutor em Direito Público pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil (atual UFRJ). É diplomata formado pelo Instituto Rio Branco.[2]

Cargos públicos[editar | editar código-fonte]

Foi secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia na gestão do ministro Pratini de Moraes no governo do presidente Fernando Collor. Assumiu a interinamente a pasta no governo Itamar Franco e presidiu o conselho de administração de várias estatais do setor como Light (1992), Furnas Centrais Elétricas (1992), Eletrosul Centrais Elétricas (1992) e Companhia Siderúrgica Nacional (CSN - 1992). Também foi membro do conselho de administração da Itaipu Binacional (1992/1993) e da Eletrobrás.[1] [3]

Assumiu a secretaria-executiva do Ministério da Agricultura durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso e presidiu os conselhos de administração da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

No governo Lula, assumiu a secretaria-executiva do Ministério do Desenvolvimento comandado pelo ministro Luiz Fernando Furlan.[3] Em 21 de julho de 2005 assumiu,[4] depois da saída do ministro Olívio Dutra, o ministério das Cidades como um técnico indicado pelo PP.[3]

Em 06 de julho de 2011 foi nomeado presidente da Autoridade Pública Olímpica (APO), pela presidenta Dilma Rousseff, após seu nome ter sido aprovado no Senado. A APO é um consórcio que coordena a participação da União, do Estado do Rio de Janeiro e do Município do Rio de Janeiro na preparação de infraestrutura e serviços para a realização dos Jogos Olímpicos de 2016, assegurando o cumprimento das obrigações assumidas perante o Comitê Olímpico Internacional.

Renunciou ao cargo de presidente em agosto de2013.

Homenagens[editar | editar código-fonte]

Em 12 de novembro de 2007, recebeu a Medalha Tiradentes, mais importante honraria do Legislativo do Rio de Janeiro, na sede do seu time de coração, o Fluminense, no bairro das Laranjeiras. O autor da homenagem foi o presidente da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), deputado Jorge Picciani (PMDB).[5]

Ver também[editar | editar código-fonte]

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Referências

  1. a b Ministério das Cidades. O ministro (em português). Página visitada em 20 de maio de 2008.
  2. Assembléia Legislativa do estado de Mato Grosso. Ministro recebe título de Cidadão Mato-grossense (em português). Página visitada em 20 de maio de 2008.
  3. a b c Folha Online; Patrícia Zimmermann. Marcio Fortes circula pelo segundo escalão desde gestão Collor (em português). Página visitada em 20 de maio de 2008.
  4. Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Marcio Fortes de Almeida deixa secretaria para assumir Ministério (em português). Página visitada em 20 de maio de 2008.
  5. Portal Fator Brasil. Ministro Marcio Fortes recebe Medalha Tiradentes no Fluminense (em português). Página visitada em 20 de maio de 2008.


Precedido por
Olívio Dutra
Ministro das Cidades
20052010
Sucedido por
Mário Negromonte