Mário Couto

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Mário Couto
Foto:Waldemir Barreto/Agência Senado
Senador pelo Pará Pará
Mandato 1 de fevereiro de 2007
até a atualidade
Deputado estadual do Pará Pará
Mandato 1 de fevereiro de 1991
até 31 de janeiro de 2007
(4 mandatos consecutivos)
Vida
Nascimento 14 de janeiro de 1946 (68 anos)
Salvaterra, (PA)
Dados pessoais
Cônjuge Solange de Nazaré Gomes da Silva
Partido PSDB
Profissão Administrador
linkWP:PPO#Brasil

Mário Couto Filho (Salvaterra, 14 de janeiro de 1946) é um administrador de empresas e político brasileiro.

Graduado em Administração na Universidade Federal do Pará, Mário Couto começou a sua vida política após presidir o antigo Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER) do Pará. Cumpriu 4 mandatos consecutivos como deputado estadual do Pará (de 1990 a 2006), tendo presidido também a Assembleia Legislativa do Estado do Pará.

Foi eleito senador pelo PSDB do Pará em 2006 com 1.456.587 votos (51,87% dos válidos). Seus suplentes são os também tucanos Demetrius Fernandes Ribeiro e Sydney Jorge Rosa, nessa ordem.

O senador Mário Couto é bastante conhecido pelo seu temperamento explosivo, já tendo provocado inúmeras discussões acaloradas no plenário do Senado. Além disso, Mário Couto também é conhecido por tecer severas críticas aos governos do PT. Chegou a classificar senadores como "ladrões" em discurso proferido na tribuna do Senado e a pedir ao Supremo Tribunal Federal uma "limpeza" do Congresso, com a averiguação do patrimônio de cada senador.[1] [2] [3] [4] [5] [6]

Nas eleições estaduais no Pará em 2010, Cilene Couto, filha do senador, elegeu-se deputada estadual.[7]

Em novembro de 2012, o senador teve seus bens bloqueados por determinação da Justiça do Pará, a pedido do Ministério Público. Mário Couto foi acusado por improbidade administrativa em licitações na Assembleia Legislativa do estado entre 2003 e 2007. Os promotores alegam ter encontrado contratações suspeitas em sua gestão, como uma fábrica de tapioca que foi contratada para prestar serviços de engenharia, e solicitam a devolução de treze milhões de reais desviados do erário. Em agosto de 2013 o juiz Elder Lisboa Ferreira da Costa rejeitou a ação de improbidade administrativa contra o senador Mário Couto na ação civil por ausência de provas quanto a prática de atentado aos princípios da Administração Pública.[8]


Referências

Ligações externas

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