Mãe da Igreja

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Mariologia católica
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Maria na arte


Doutrina da Igreja Católica

Mãe da Igreja é um título, oficialmente dado a Virgem Maria durante o Concílio Vaticano II pelo Papa Paulo VI. O título foi utilizado pela primeira vez por Santo Ambrósio de Milão (338 - 397) e redescoberto por Hugo Rahner, um jesuíta irmão de Karl Rahner.

Maria é vista como mãe da Igreja e de todos os seus membros, ou seja, todos os cristãos, pois os cristãos na Bíblia são parte do corpo de Cristo, a Igreja. Eles, portanto, compartilham com Cristo a paternidade de Deus e também a maternidade de Maria. Mais uma vez, no Novo Testamento, (João 19:26-27) o apóstolo João diz que Jesus na cruz é filho de Maria. O Catecismo da Igreja Católica afirma:

A Virgem Maria... É reconhecida e honrada como sendo verdadeiramente a Mãe de Deus e do Redentor.... Ela é «claramente a mãe dos membros de Cristo... Maria, Mãe de Cristo, Mãe da Igreja.
 

Ambrósio e Hugo Rahner[editar | editar código-fonte]

A Mariologia de Rahner segue a doutrina de Ambrósio de Milão, sobre o papel de Maria na Igreja. Sua interpretação, baseada exclusivamente em Ambrósio, influenciou grandemente o Vaticano II, sendo que a constituição dogmática Lumen Gentium declara que Maria é a Mãe da Igreja, uma perspectiva continuada pelos próximos papas, João Paulo II, que cita o título em sua encíclica Redemptoris Mater[2] e Bento XVI, que creditam aos Rahner[3] especificamente este ponto.

Referências

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