Mão chifrada

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Um demonstração da mão chifrada.

Mão chifrada é um símbolo conhecido por vários termos, sendo muitas vezes considerado um sinal de adoração a ritos satânicos, porém mais comumente usado como o símbolo padrão dos fãs de heavy metal, ditos headbangers. A utilização deste símbolo dentre os headbangers não tem propriamente o objetivo primordial (satanismo), salvo raras exceções como o black metal (que é a fusão entre o heavy metal e satanismo, propriamente dito). Foi introduzido ao gênero por Ronnie James Dio quando este estava no Black Sabbath.1 2

O uso da mão chifrada no metal é mais dado como um tom de ironia, visto que o heavy metal em geral já era uma música considerada satânica pela cultura popular, os precursores do metal adicionaram esse símbolo afim de ironizar, e consequentemente aumentar ainda mais esse clichê criado pela população, que na grande maioria das vezes é falso, visto que o satanismo não é considerado um tema tão lírico para o heavy metal, que tem outros temas, como história (vide Iron Maiden), Idade média (medieval metal), história viking (viking metal), e até mesmo o cristianismo (white metal). O único estilo musical dentro do metal que utiliza de ritos satânicos é o black metal.3 4

Durante uma reunião da União Europeia em fevereiro de 2002, o ex-primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi foi fotografado realizar este gesto por trás das costas do ministro dos Negócios Estrangeiros espanhol. Quando questionado sobre o incidente, ele respondeu: " — Eu só estava brincando.".5

Referências

  1. Whiplash.net (20 de junho de 2012). Last in Line - Dio. Página visitada em 21 de dezembro de 2012.
  2. Jacksonville (18 de fevereiro 2011). Hand-horns: The story behind the popular rock-concert gesture (em inglês). Página visitada em 21 de dezembro de 2012.
  3. Murder Music: Black Metal. Rockworld TV.
  4. Kalis, Quentin (31 de agosto de 2004). CoC : Rant : Black Metal: A Brief Guide. Chronicles of Chaos. Página visitada em 4 de setembro de 2012.
  5. Peretz, Evgenia (julho de 2011). La Dolce Viagra. Vanity Fair.