Método de Sanger

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O método de Sanger é procedimento tradicional sequenciamento de DNA, foi desenvolvido por Frederick Sanger e colaboradores na década de 70 e consiste na adição de nucleotídeos modificados, chamados didesoxiribonucleotídeos, que impedem o crescimento de um fragmento de DNA em replicação pela DNA polimerase após sua adição. Tem sido largamente utilizado por centros de pesquisa ao redor do globo.

Pelo Método de Sanger, uma fita simples de DNA que será sequenciada, é hibridizada com um Primer de desoxinucleotídeos marcado na extremidade 5´(cinco linha). Quatro misturas de reação são preparadas onde os Primer's utilizados serão elongados por uma DNA polimerase. Cada mistura contém os quatro desoxinucleosídeos trifosfato normais mais um dos quatro didesoxinucleosídeos trifosfato em uma razão de aproximadamente 1/100. Uma vez que um didesoxinucleotídeo não tem oxidrila ou hidroxila na extremidade 3´, não é possível haver extensão a partir do nucleotídeo adicionado, parando a reação. Desta forma, cada mistura de reação produzirá cadeias prematuramente terminadas de acordo com toda ocorrência de um didesoxinucleotídeo adicionado. Cada mistura é então separada em um gel de sequenciamento por eletroforese para se detectar cada um dos nucleotídeos presentes na sequência de DNA lida.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Darnell, J., Lodish, H., Baltimore, D.. **Molecular Cell Biology.**Second Edition. Scientific American Books. Distributed by W. H. Freeman and Company, New York. p. 213. 1990.

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