MAA-1 Piranha
| MAA-1 Piranha | |
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Cabeça autodiretor do Piranha I |
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| Tipo | Míssil ar-ar curto alcance |
| Local de origem | |
| História operacional | |
| Utilizadores | Força Aérea Brasileira Marinha do Brasil Força Aérea Colombiana Força Aérea Paquistanesa |
| Guerras | - |
| Histórico de produção | |
| Data de criação | walter macneem |
| Fabricante | Mectron - Engenharia, Indústria e Comércio Ltda |
| Custo unitário | U$ 29.000 |
| Quantidade produzida |
4 unidades |
| Especificações | |
| Peso | 194 lb (88 kg) |
| Comprimento | 114,16 in (2 900 mm) |
| Diâmetro | 6 in (152 mm) |
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| Detonador | Laser de proximidade |
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| Envergadura | 26 in (660 mm) |
| Propelente | Combustível sólido de foguete |
| Alcance Operacional |
5 mi (8 km) |
| Velocidade | Mach 3,5 |
| Sistema de orientação |
Navegação passiva por guiagem Infravermelha |
| Plataforma de lançamento |
Avião |
O MAA-1 Piranha é um Míssil ar-ar de curto alcance da categoria Sidewinder desenvolvido pelo CTA e pela Mectron no Brasil. Atualmente é produzido pela empresa Mectron - Engenharia, Indústria e Comércio Ltda.1
Desenvolvimento [editar]
O desenvolvimento inicial dos mísseis conhecidos como Piranha teve o seu inicio nos anos 70, quando em 1976, o Brasil se propôs substituir o missil AIM-9B Sidewinder, para evitar problemas com possíveis embargos por parte dos Estados Unidos. O missil, sería em tudo parecido ao Sidewinder, dispondo de sistemas de navegação identicos, embora o objetivo, fosse claramente produzir um missil superior ao AIM-9B, que equipava os aviões da FAB, especialmente o F-5.
O programa do missil brasileiro foi tornado público, apenas em 19812 , quando já se tinham começado a realizar vários estudos de definição de projeto, e se tinha mesmo iniciado a produção de alguns de seus componentes.
O programa foi então prejudicado pela crise que atingiu toda a industria militar brasileira, tendo a sua produção e a dos seus componentes sido transferida de uns fabricantes para outros. O atraso no programa resultou na pratica, na obsolescencia do projeto do Piranha, mesmo antes de o míssil estar completamente operacional.
O Piranha foi o primeiro míssil projetado e construído na América Latina, e será utilizado nas aeronaves de caça da Força Aérea Brasileira (ALX Super Tucano, AMX, F5BR). O destaque vai para seu emprego no projeto SIVAM, sendo que os ALX Super Tucanos os utilizam a fim de abater aviões de baixo desempenho em região amazônica.
A Mectron e o CTA desenvolveram uma versão nova deste míssil chamada de MAA-1B que deverá estar homologada até dezembro de 2008 para uso pela FAB já em 2009. A parceria também está desenvolvendo versões terra-ar e mar-ar do MAA-1 Piranha.
Referências
- ↑ Mectron do Brasil. Armamentos Inteligentes. Página visitada em 3 de abril de 2013.
- ↑ MAA-1A Piranha 1, MAA-1B Piranha 2 (Brazil), Míssil Ar-Ar Piranha primeira visualização.