Machine Head (banda)

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Machine Head
Machine Head ao vivo em Zurique. Da esquerda para direita: Phil Demmel, Dave McClain, Robb Flynn, e Adam Duce.
Informação geral
Origem Oakland, Califórnia
País  Estados Unidos
Gênero(s) Groove metal, thrash metal
Período em atividade 1991 - presente
Gravadora(s) Roadrunner Records
Página oficial www.machinehead1.com/
Integrantes Robb Flynn
Phil Demmel
Dave McClain
Jared MacEachern
Ex-integrantes Chris Kontos
Logan Mader
Tony Costanza
Adam Duce

Machine Head é uma banda de heavy metal formada em 1991 em Oakland, Califórnia. O grupo foi fundado pelo guitarrista e vocalista Robb Flynn e o baixista Adam Duce. A formação atual é composta por Flynn, o baterista Dave McClain, o guitarrista Phill Demmel e o baixista Jared MacEachern. O Machine Head foi uma das bandas pioneiras no New Wave of American Heavy Metal (NWoAHM)[1] .

História[editar | editar código-fonte]

Burn My Eyes[editar | editar código-fonte]

O seu primeiro álbum, chamado Burn My Eyes (1994), foi consagrado pelos fãs e crítica. Tendo várias faixas que se tornaram verdadeiros hinos para fãs deste estilo musical. Como por exemplo: "Davidian", "Old" e "None But My Own". Foi durante muitos anos o álbum de estreia mais vendido da editora RoadRunner Records.

The More Things Change[editar | editar código-fonte]

Com o lançamento do seu primeiro álbum a banda foi chamada de "filhos de Slayer", pelo peso e a notável influência que esta banda exercia sobre eles. Após isto o baterista Chris Kontos separou-se da banda para se juntar a Testament e em sua substituição entrou na banda o baterista Dave McClain, para então lançarem o seu segundo álbum The More Things Change (1997).

Este novo álbum marcou uma nova fase da banda. As canções tornaram-se mais agressivas e com uma certa sonoridade de hardcore. "The More Things Change…" também fez muito sucesso com os fãs da banda, destacando-se canções como "Ten Ton Hammer" e "Take My Scars".

The Burning Red[editar | editar código-fonte]

Em 1998 inesperadamente o guitarrista Logan Mader saiu da banda e foi substituído por Ahrue Luster. Com este novo guitarrista a banda lançou em 1999 um novo álbum, intitulado The Burning Red. Este foi talvez o álbum mais polémico da banda. O estilo musical e possivelmente visual da banda havia claramente mudado bastante. Notaram-se fortes influências de new metal, incluindo trabalhos vocais de um "estilo rap" e bases de guitarra mais simples. Mas em compensação foi provavelmente o álbum da banda que a tornou mais conhecida ao grande público. Talvez por apresentar as músicas de uma forma mais facilmente comercializável.

Este álbum conta com clássicos de Machine Head como: "The Blood, The Sweat, The Tears", "Exhale The Vile " e até "Message In A Bottle" - uma adaptação do conhecido clássico de The Police.

Supercharger[editar | editar código-fonte]

O álbum Supercharger, que foi lançado em 2001, talvez tenha sido o álbum de maior dito fracasso na carreira da banda. De entre vários motivos deste "fracasso", um apontado é que no videoclipe da canção "Crashing Around You" eram mostrados dois prédios em chamas, algo que poderia ser associado ao atentado do World Trade Center, que infortuitamente ocorreu pouco tempo antes do lançamento deste videoclipe. Isto além de vários rumores não confirmados de casos de depressão e conflito entre membros da banda.

Hellalive[editar | editar código-fonte]

Em 2002, por entre mútuas citações de "diferenças criativas", o guitarrista Ahrue Luster foi separado da banda, juntando-se em seguida a Ill Niño, e substituído por Phil Demmel que já havia tocado com Robb Flynn na banda Vio-lence. Então em 2003 foi lançado o álbum ao vivo Hellalive gravado na Brixton Academy, em Londres, que contém na sua maioria os êxitos mais aclamados da banda tocados eximiamente perante uma audiência completamente preenchida e extremamente activa.

Through the Ashes of Empires[editar | editar código-fonte]

Ainda em 2003 o álbum Through the Ashes of Empires foi lançado na Europa, e depois em 2004 foi lançado nos Estados Unidos. Through the Ashes of Empires foi uma verdadeira volta às raízes por parte de Machine Head. Com a sonoridade e a agressividade musical a fazerem claramente sobressair o desejo de reaproximação do estilo metal com que iniciaram a sua carreira, este disco é considerado por muitos como o melhor da banda desde Burn My Eyes. Conta com canções que em pouco tempo se tornaram clássicos, como: "Imperium", "Seasons Wither" e "Descend The Shades Of Night".

Tributo aos Metallica[editar | editar código-fonte]

Recentemente, Machine Head gravaram a canção "Battery" de Metallica para uma edição comemorativa de 20 anos do álbum Master of Puppets promovida pela revista de rock americana Kerrang!.

Também participaram da gravação deste álbum as bandas Trivium, Mendeed, Bullet For My Valentine, Chimaira, Fightstar, os ilustres Mastodon e ainda Funeral for a Friend.

The Blackening[editar | editar código-fonte]

Ultimamente, a banda produziu o seu mais recente e sexto álbum, lançado a 27 de Março de 2007. O álbum chama-se The Blackening e conta com faixas como "Aesthetics of Hate", "Halo", "The Beautiful Mourning" e "Now I Lay Thee Down".

Claramente um álbum evolucionário, embora nele permaneça viva a sua raíz metal, onde destacam-se alguns dos riffs mais pesados já gravados pela banda, incorporando no entanto muitas melodias e trabalhos conjuntos vocais de forte ressonância e beleza. Além da evolução sem a perda das raízes, é também de admirar a notável maturidade atingida pela banda na composição musical sem perder no entanto a jovialidade e agressividade (noções que foram confirmadas pelos próprios membros da banda), e também a ausência de preconceito ou medo em concretizarem os seus conceitos musicais pessoais sem perderem no entanto o respeito pela sua larga comunidade de fâs, pela sua lealdade e suas expectativas. Produzido mais uma vez por Robert Flynn e mixado por Colin Richardson (Fear Factory, Bullet for My Valentine), "The Blackening" continua a reclamar o lugar continuamente merecido pela banda no pelotão da frente do mundo do metal.

Tributo aos Iron Maiden[editar | editar código-fonte]

A banda participou no album de tributo aos Iron Maiden produzido pela revista Kerrang, chamado Maiden Heaven. Tocando "Hallowed Be Thy Name", a banda juntou este cover a mais outros 14, tocados por bandas como DevilDriver, Metallica, Dream Theater e Trivium, que preencheram o album lançado a 16 de Julho de 2008.

Unto the Locust (2011)[editar | editar código-fonte]

Produzido pela banda, o Unto the Locust foi lançado no dia 23 de setembro de 2011. A canção "Locust" tornou-se single, sendo lançado como prévia do álbum em 14 de junho de 2011.

Influências[editar | editar código-fonte]

As bandas que influenciam Machine Head são: Black Sabbath, Iron Maiden, Pantera, Metallica, Megadeth, Slayer, Exodus, Testament

Integrantes[editar | editar código-fonte]

Membros

Ex-membros

Cronologia[editar | editar código-fonte]

Discografia[editar | editar código-fonte]

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • O líder da banda, Robb Flynn, foi um dos quatro "capitães" do álbum comemorativo Roadrunner United e também fora integrante da banda Vio-lence.
  • O ex-guitarrista Logan Mader já tocou ao lado de Max Cavalera com a banda Soulfly inclusive nas apresentações no Brasil e participou no álbum comemorativo Roadrunner United.
  • O baterista Dave McClain também participou no álbum comemorativo Roadrunner United.
  • O ex-guitarrista Ahrue Luster ainda é membro integrante da banda Ill Niño e já fez declaradamente "as pazes" com todos os membros de Machine Head, após os conhecidos desentendimentos explorados mediáticamente que ocorreram aquando da separação do primeiro com os últimos.
  • O atual guitarrista da banda Phil Demmel também fora integrante da banda Vio-lence.
  • Com a saída de Max Cavalera do Sepultura, Rob Flynn foi fazer um teste para tentar a vaga de vocalista do Sepultura, mas não foi o escolhido. Segundo a Roadrunner e a banda Sepultura, Rob Flynn seria o escolhido se Derick Green não o fosse.

Referências

  1. News (30 de Novembro de 2005). Machine Head and others bands are frontline of American Metal Blabbermouth.net. Página visitada em 22 de Junho de 2014.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]