Macrocefalia (urbanismo)

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O processo de urbanização de diversas cidades, principalmente em países considerados subdesenvolvidos, ocorreu de maneira acelerada e desordenada, causando problemas urbanos de ordem social e econômica em razão de um fator fundamental: a falta de planejamento.

Muitos centros urbanos têm um crescimento desordenado e acelerado provocado pelo desenvolvimento do país em um curto espaço de tempo, que causa um fenômeno marcado pelo inchaço e pela falta de estrutura em determinadas áreas da cidade: a macrocefalia urbana.

Esse termo atinge principalmente as grandes cidades, em especial as metrópoles, que recebem uma grande quantidade de migrantes vindos de regiões que não oferecem boas condições socioeconômicas. Quando chegam às grandes cidades, percebem que a realidade não é diferente e ocupam moradias irregulares, não têm acesso a saneamento básico, ficam desempregados e vivem à margem da sociedade, causando a macrocefalia urbana.

Essa população entra em um processo de marginalização e procura formas variadas para sobreviver. Muitas vezes essas pessoas ocupam áreas irregulares, chamadas de favela, que não possuem sistema de transporte, água tratada, esgoto – além da falta de empregos, que propicia uma baixa qualidade de vida.

Esses problemas sociais e econômicos são acentuados pela falta de uma política pública: os governantes dessas localidades não atuam de forma concisa, ou seja, amenizam, mas não resolvem totalmente os problemas.

Referências