Magister equitum

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Roma Antiga
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Política e governo da
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Magister equitum ("chefe da cavalaria", ou "marechal da cavalaria", em latim) era um cargo político da antiga Monarquia Romana e da República Romana.

Na República Romana, o cargo estava ligado ao cargo de ditador: ao ser escolhido um ditador, ele deveria escolher um magister equitum, exceto nos casos em que o Senado definia o nome do magister equitum junto do ditador. O ditador não podia existir sem um magister equitum e, caso este morresse durante os seis meses da ditadura, um outro deveria ser nomeado em seu lugar. O magister equitum estava submetido ao imperium do ditador, mas, na ausência do ditador, ele exercia suas funções. Houve uma ocasião em que o magister equitum recebeu o imperium equivalente ao ditador, o que, na prática, significou que houve dois ditadores, mas esta foi uma situação anômala. Há discussões sobre que tipo de cargo o magister equitum tinha em Roma, se seria equivalente a edil curul, tribuno consultar ou pretor. Como o nome indica, o magister equitum era, inicialmente, o comandante da cavalaria, assim como o ditador era o comandante das legiões, a infantaria, e sua relação era semelhante à que havia entre o rei e o tribunus celenus.[1]

Referências

  1. William Smith, A Dictionary of Greek and Roman Antiquities (1875), Dictator [em linha]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Tito Lívio, III 2; VI 39; VIII 17; IX 38; XXII 57.
  • Políbio, III 103, 106.
  • Cícero, de Legibus III 3.
  • Dião Cássio, XLII, 21, 27.
  • GIORDANI, Mário Curtis. História de Roma. 16ª edição. Editora Vozes, 2005