Maxim Tank

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Maxim Tank
Maxim Tank
Presidente do Soviete Supremo
da Bielorrússia Coat of arms of Belorussian SSR.png
Mandato 21 de dezembro de 1965
15 de julho de 1971
Antecessor(a) Vassili Chaureau
Sucessor(a) Ivan Chamiakin
Vida
Nascimento 17 de Setembro de 1912
Minsk,  União Soviética
Morte 7 de Agosto de 1995 (82 anos)
Minsk,  Bielorrússia
Nacionalidade União das Repúblicas Socialistas Soviéticas soviético
Bielorrússia bielorrusso

Maxim Ivanovich Tank, em russo: Максим Иванович Танк (Pilkovschina, 17 de Setembro de 1912 - Minsk 7 de Agosto de 1995) foi um poeta, tradutor e político soviético nascido na atual Bielorrússia. Ocupou a chefia do Soviete Supremo de seu país, tendo recebido as mais altas condecorações do Estado soviético.

Nasceu em 17 de Setembro de 1912, em Pilkovschina, vilarejo próximo à cidade de Minsk, atual capital da Bielorrússia.

Esteve envolvido na vida política da Bielorrússia Ocidental durante a ocupação pela Polônia, razão pela qual foi preso pelas forças polonesas nos anos de 1933 e 1934.

Após a unificação da Bielorrússia Ocidental à União Soviética, Tank tornou-se correspondente no jornal Vileiskaya Pravda. Nos anos de guerra, continuou trabalhando na imprensa. Em 1942, escreveu o poema «Yanuk Syaliba», e em 1945 publicou duas coleções poéticas.

Entre 1945 e 1948, Tank trabalhou como redator da revista humorística Vozhyk. Entre 1948 e 1966, foi o redator principal da revista de literatura bielorrussa Polymia.

Em 1965, Tank tornou-se o líder do Soviete Supremo da Bielorrússia, até 1971. Tornou-se deputado do Soviete Supremo da União Soviética a partir de 1969, e membro da Academia de Ciências da Bielorrússia em 1972.

Foi premiado em 1968 como Poeta do Povo da Bielorrússia, e em 1974, como Herói do Trabalho Socialista. Ganhou o Prêmio Lênin da Paz, em 1978, além da Ordem da Revolução de Outubro, Ordem do Estandarte Vermelho e Ordem pela Amizade dos Povos.

Tank morreu em Minsk, em 7 de Agosto de 1995, e foi enterrado no lugar onde nasceu.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Poema «Yanuk Syaliba» (1943)
  • Coleção de poemas líricos «Para que Conheçam» (1948)
  • «O Caminho da Luz» (1957)
  • «Gole d'Água» (1964)
  • «Que se Ilumine» (1972)
  • «Ave Maria» (1980)

Referências[editar | editar código-fonte]