Mamonas Assassinas

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Mamonas Assassinas
Informação geral
Origem Guarulhos, SP
País  Brasil
Gênero(s) Rock cômico
Período em atividade Junho de 1995 – 2 de março de 1996
Gravadora(s) EMI
Afiliação(ões) Utopia
Ex-integrantes Dinho
Bento Hinoto
Júlio Rasec
Samuel Reoli
Sérgio Reoli

Mamonas Assassinas foi uma banda brasileira de rock cômico formada em Guarulhos em 1990, inicialmente tinha o nome de Utopia. O som era uma mistura de punk rock com influências de gêneros populares, tais como forró (Jumento Celestino), brega (Bois Don't Cry), heavy metal (Débil Metal), pagode (Lá Vem o Alemão), música mexicana (Pelados em Santos), reggae (Onon Onon) e vira (Vira-Vira). A carreira da banda, com o nome de Mamonas Assassinas, durou de julho de 1995 até 2 de março de 1996 (pouco mais de 7 meses). Tiveram um sucesso meteórico. Com um único álbum de estúdio, Mamonas Assassinas, lançado em junho de 1995, o grupo vendeu mais de 3 milhões de cópias no Brasil, sendo certificado com disco de diamante comprovado pela ABPD[1] . Com letras bem-humoradas, o álbum lançou os "Mamonas" ao estrelato nacional. Porém, em março de 1996, no auge da carreira, a banda foi vítima de um acidente aéreo fatal sobre a Serra da Cantareira, o que ocasionou a morte de todos os seus integrantes.[2]

Início e sucesso[editar | editar código-fonte]

Utopia[editar | editar código-fonte]

Em março de 1989, Sérgio Reoli, ao trabalhar na Olivetti, conhece Maurício Hinoto, irmão de Bento. Ao saber que Sérgio é baterista, Maurício decide apresentar o irmão, que toca guitarra. A partir daí, Sérgio conhece Bento e decidem criar uma banda. Na época, Samuel Reoli, irmão de Sérgio, não se interessava em música, preferindo desenhar aviões.

Contudo, ao ver Sérgio e Bento ensaiarem em sua casa, Samuel se interessou pela música e passou a tocar baixo elétrico. Estava formada, assim, a "cozinha", com baixo, guitarra e bateria.

Os três formaram o grupo Utopia, especializado em "covers" de grupos como Ultraje a Rigor, Legião Urbana, Titãs, Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho e Rush, entre outras. Em um show, em julho de 1990, o público pediu para tocarem uma música dos Guns N' Roses, e como não sabiam a letra, pediram a um espectador para ajudá-los. Alecsander Alves, conhecido como Dinho, voluntariou-se para cantar e provocou grandes risadas da plateia, com sua performance escrachada, garantindo o posto de vocalista da banda. Por meio de Dinho, entrou o quinto integrante da banda, o tecladista Júlio Rasec.

O Utopia passou a apresentar-se na periferia de São Paulo e lançou um disco que vendeu menos de cem cópias: A Fórmula do Fenômeno. Aos poucos, os integrantes começaram a perceber que as palhaçadas e músicas de paródia que faziam nos ensaios para se divertirem eram mais bem recebidas pelo público do que "covers" e músicas sérias. Gradualmente, foram apresentando nos shows algumas paródias musicais, com receio da aceitação do público. O público, porém, aceitava muito bem as músicas escrachadas. O Utopia percebeu a chave para o sucesso da banda.

Por meio de um show em um bar em Guarulhos, conheceram o produtor Rick Bonadio (mesmo empresário da banda de Santos Charlie Brown Jr.). Gravaram duas músicas, Pelados em Santos e Robocop Gay, e decidiram mudar o perfil da banda, a começar pelo nome, Mamonas Assassinas do Espaço, criado por Samuel Reoli e reduzido para Mamonas Assassinas.

Mamonas Assassinas[editar | editar código-fonte]

A banda enviou uma fita demo com as músicas Pelados em Santos, Robocop Gay e Jumento Celestino para três gravadoras, entre elas Sony Music e EMI. Rafael Ramos, baterista da banda Baba Cósmica e filho do diretor artístico da EMI, João Augusto Soares, insistiu na contratação. Após assistir a uma apresentação do grupo em 28 de abril de 1995, João Augusto resolveu assinar contrato com os Mamonas.

Após gravar um disco produzido por Rick Bonadio (apelidado pela banda de Creuzebek), os Mamonas saíram em uma exaustiva turnê, apresentando-se em programas como Jô Soares Onze e Meia, Domingo Legal, Programa Livre, Domingão do Faustão e Xuxa Park. Tocavam cerca de oito vezes por semana, com apresentações em 25 dos 27 estados brasileiros e ocasionais dois shows por dia. O cachê dos Mamonas tornou-se um dos mais caros do país, variando entre R$50 mil e R$ 70 mil, e a EMI faturou cerca de R$80 milhões com a banda. Em certo período, a banda vendia 100 mil cópias a cada dois dias.

Em 1992, quando eram o Utopia, os integrantes tentaram tocar no Estádio Paschoal Thomeo (conhecido como Thomeozão), em Guarulhos. Foram, porém, expulsos pelo dirigente do estádio, considerando que a banda nunca iria fazer sucesso devido a seu nome. Em janeiro de 1996, já como Mamonas, os cinco lotaram o estádio. Esse show ficou marcado por vídeos amadores que monstram o momento em que Dinho senta no palco e começa a fazer um desabafo, onde diz que nunca se deve deixar de acreditar. Pois os Mamonas sempre tiveram o sonho de tocar ali (no Thomeozão) tiveram a porta fechada na cara, não desistiram e naquele dia eles lotavam a "casa".

O logotipo da banda é uma inversão da logomarca da Volkswagen, colocada de ponta-cabeça, formando assim um M e um A de "Mamonas Assassinas". Dois veículos da empresa alemã são citados nas canções: em "Pelados em Santos", a Volkswagen Brasília, e em "Lá vem o Alemão", a Volkswagen Kombi. Os Mamonas preparavam uma carreira internacional, com partida para Portugal preparada para 3 de março de 1996.

Acidente e fim trágico[editar | editar código-fonte]

No dia 2 de Março, enquanto voltavam de um show em Brasília, o jatinho Learjet em que viajavam, prefixo PT-LSD, chocou-se contra a Serra da Cantareira, numa tentativa de arremetida, matando todos que estavam no avião.

O enterro, no dia 4 de Março no cemitério Parque das Primaveras, em Guarulhos-SP, fora acompanhado por mais de 65 mil fãs (em algumas escolas, até mesmo não houve aula por motivo de luto)[3] [4] . O enterro também foi transmitido na televisão, com canais interrompendo sua programação normal[5] .

O acidente[editar | editar código-fonte]

A aeronave havia sido fretada com a finalidade de efetuar o transporte do grupo musical para um show no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. No dia 1º de março de 1996, transportou esse grupo de Caxias do Sul para Piracicaba, onde chegou às 15h45. No dia 2 de março de 1996, com a mesma tripulação e sete passageiros, decolou de Piracicaba, às 07h10, com destino a Guarulhos, onde pousou às 7h36. A tripulação permaneceu nas instalações do aeroporto, onde, às 11h02, apresentou um plano de voo para Brasília, estimando a decolagem para as 15h00. Após duas mensagens de atraso, decolaram às 16h41. O pouso em Brasília ocorreu às 17h52. A decolagem de Brasília, de regresso a Guarulhos, ocorreu às 21h58. O voo, no nível (FL) 410, transcorreu sem anormalidade. Na descida, cruzando o FL 230, a aeronave de prefixo PT-LSD chamou o Controle São Paulo, de quem passou a receber vetoração por radar para a aproximação final do procedimento Charlie 2, ILS da pista 09R do Aeroporto de Guarulhos (SBGR). A aeronave apresentou tendência de deriva à esquerda, o que obrigou o Controle São Paulo (APP-SP) a determinar novas provas para possibilitar a interceptação do localizador (final do procedimento). A interceptação ocorreu no bloqueio do marcador externo e fora dos parâmetros de uma aproximação estabilizada.

Sem estabilizar na aproximação final, a aeronave prosseguiu até atingir um ponto desviado lateralmente para a esquerda da pista, com velocidade de 205Kt a 800 pés acima do terreno, quando arremeteu. A arremetida foi executada em contato com a torre, tendo a aeronave informado que estava em condições visuais e em curva pela esquerda, para interceptar a perna do vento. A torre orientou a aeronave para informar ingressando na perna do vento no setor sul. A aeronave informou "setor norte". Na perna do vento, a aeronave confirmou à Torre estar em condições visuais. Após algumas chamadas da Torre, a aeronave respondeu e foi orientada a retornar ao contato com o APP-SP para coordenação do seu tráfego com outros dois tráfegos em aproximação IFR. O PT-LSD chamou o APP-SP, o qual solicitou informar suas condições no setor. O PT-LSD confirmou estar visual no setor e solicitou "perna base alongando", sendo então orientado a manter a perna do vento, aguardando a passagem de outra aeronave em aproximação por instrumento. No prolongamento da perna do vento, no setor Norte, às 23h16, o PT-LSD chocou-se com obstáculos a 3.300 pés (1006 metros), no ponto de coordenadas 23º25'52"S 046º35'58"W. Em consequência do impacto, a aeronave foi destruída e todos os ocupantes faleceram no local.

Nota adicional[editar | editar código-fonte]

Uma operação equivocada do piloto é a versão do Departamento de Aviação Civil (DAC) para explicar o acidente com o jatinho que causou a morte dos cinco integrantes do grupo Mamonas Assassinas na noite de 2 de março de 1996, em São Paulo. A 10 quilômetros do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em Guarulhos, o piloto repetia, a pedido da torre de controle, o procedimento de aterrissagem. No entanto, em vez de fazer uma curva para a direita, virou o avião Lear Jet 25, prefixo PT-LSD, para a esquerda, chocando-se com a Serra da Cantareira. Além dos componentes da banda, Dinho, que completaria 25 anos dali a três dias, os irmãos Samuel (que completaria 23 anos no dia 11 de março) e Sérgio, Júlio e Bento, também morreram no acidente o piloto, o co-piloto e dois assistentes dos artistas, Isaque Souto, primo de Dinho, e Sérgio Saturnino Porto, segurança do grupo. A morte trágica de seus cinco integrantes causou comoção em todo o Brasil, menos de dois anos depois da morte de Ayrton Senna em 1994. Dias após, houve um minuto de silêncio no Maracanã, antes do jogo entre Botafogo e Flamengo.

Polêmica religiosa[editar | editar código-fonte]

Em 8 de abril de 2013, foi divulgado na internet um polêmico vídeo gravado durante culto do deputado federal e pastor Marco Feliciano, então presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, afirmando que o acidente que causou a morte dos integrantes da banda foi provocado por Deus. Para o pastor, a banda "tocou na santidade das crianças", pois, por causa das suas músicas, "as crianças estavam falando palavrões". Ainda segundo o religioso, o vocalista Dinho "era da igreja Assembleia de Deus em Guarulhos" e "se vendeu ao diabo pelo vil dinheiro". Por fim, ao descrever o que teria sido a vingança de Deus contra a banda, Feliciano disse que "o avião estava no céu, região do ministro do juízo de Deus, lá na Serra da Cantareira, ao invés de virar para um lado, o manche tocou para o outro. O anjo pôs o dedo no manche e Deus fulminou aqueles que tentaram colocar palavras torpes nas bocas das nossas crianças"[6] .

O pai de Dinho, Hildebrando Alves Leite, processou Marcos Feliciano por danos morais, em Brasília[7] . Segundo Hidelbrando, Dinho não pertencia a nenhuma religião, sendo seu pai católico e sua mãe evangélica. Dinho teria sido criado sob o catolicismo e, apesar de religioso, não era praticante[8] .

Mamonas e os aviões[editar | editar código-fonte]

Os Mamonas Assassinas sempre tiveram uma certa relação com aviões.

  • Quando adolescente, Samuel costumava desenhar aviões.
  • No final dos anos 80, Sérgio, Bento e Samuel formaram a banda Ponte Aérea, que depois se tornaria Utopia.
  • No disco homônimo do grupo Mamonas Assassinas, há um agradecimento a Santos Dumont "Por ter inventado o avião, se não a gente ainda estaria indo mixar o disco a pé" (o disco foi gravado e produzido nos Estados Unidos).
  • Um trecho da música 1406 cita um avião: "Você não sabe como parte um coração/Ver seu filhinho chorando querendo ter um avião".
  • Existem registros em que Dinho cita o cantor norte-americano Ritchie Valens, conhecido pela música "La Bamba", morto em um acidente aéreo em 3 de fevereiro de 1959 (no qual também morreram os músicos Buddy Holly e JP Richardson). Em um vídeo, Júlio e Dinho cantam a música "Donna", de Valens. Durante uma entrevista ao Top 20 MTV, à época comandado pela apresentadora Cuca Lazzarotto, Dinho afirmou que os Mamonas Assassinas não lançariam um segundo disco: "Vamos fazer um show no interior e nós vamos de monomotor, você já ouviu falar em La Bamba?".
  • Em algumas oportunidades o vocalista chegou a assumir o lugar do piloto durante as viagens do grupo. As brincadeiras com um possível acidente era constante, e diversas brincadeiras com a morte foram registradas.
  • Em uma entrevista dada em 1996, Sérgio disse: “O avião em que costumávamos viajar caiu em Brusque, Santa Catarina, em novembro. Morreram três pessoas. Falha humana. O cara que vendeu as camisetas da banda em Porto Seguro, Bahia, bateu com o carro depois do show e também embarcou[9] .
  • No dia 2 de março de 1996 (o próprio dia do acidente), Júlio disse a um amigo cabeleireiro que havia sonhando com um acidente de avião. O depoimento foi gravado e teve muita repercussão na época. [10]

Formação[editar | editar código-fonte]

Membros[editar | editar código-fonte]

Discografia[editar | editar código-fonte]

Demos[editar | editar código-fonte]

Álbum de Estúdio[editar | editar código-fonte]

Coletânea[editar | editar código-fonte]

Álbum Ao Vivo[editar | editar código-fonte]

Videografia[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • 1996: Mamonas Assassinas: Bla Bla Bla - A Biografia Autorizada
  • 1996: O Último Voo - Investigação Sem Limites
  • 1997: Pitchulinha - Minha Vida Com Dinho, Até que os Mamonas Nos Separem
  • 1997: O Breve Voo de Longas Asas
  • 2005: Mamonas Na Chaminé

Prêmios[editar | editar código-fonte]

  • Troféu Xuxa Hits 1995
  • Prêmio SBT de Música 1995 - Revelação
  • Troféu Imprensa 1996 - Revelação do Ano [11]
  • Troféu Imprensa 1996 Melhor Música (Pelados em Santos)
  • Troféu 1996 - Melhor Banda Do Ano

Números e Estatísticas[editar | editar código-fonte]

  • No início, os Mamonas Assassinas cobravam oito mil reais por apresentação. Em fevereiro de 1996, esse valor já tinha subido para 70 mil (o mais alto cachê para bandas brasileiras, à época).
  • Fizeram cerca de 190 shows em 180 dias[5] .
  • Eles só não se apresentaram nos estados do Acre e do Tocantins[12] .
  • Enquanto vivos, a EMI facturou cerca de R$80 milhões com a banda[13] .
  • 9o Lugar na lista de artistas que mais faturaram no ano de 1995 com R$ 275.000,00[14]

Recordes[editar | editar código-fonte]

  • Recorde brasileiro de vendas num só dia: 25 mil exemplares em 12 horas[15] .
  • Disco de estréia mais vendido da história da música brasileira com Mamonas Assassinas[16] .
  • Recorde Mundial: Disco que mais vendeu em menos tempo: Mamonas Assassinas com 1,8 milhão de cópias, em menos de um ano[17] .
  • O álbum Mamonas Assassinas ocupa a 9a posição dos discos mais vendidos da história, no Brasil[18] .
  • 2a Maior Audiência da História do SBT - “Domingo Legal” apresentado por Gugu Liberato, chegou a picos de 47 pontos com a matéria dos “Mamonas Assassinas”[19] .

Legado[editar | editar código-fonte]

"Eles fizeram sucesso sendo eles mesmos"[20]
Rick Bonadio

.

Muita gente se pergunta como o Mamonas conseguiu atingir tanto sucesso entre todas as faixas etárias e sociais da nossa população[21] , mesmo com músicas "politicamente incorretas" que não deveriam tocar em rádios, por conta dos palavrões[22] (e mesmo sendo formada pelos mesmos integrantes do "fracassado" grupo Utopia), e como se tornaram ídolos do público infantil[23] .

Segundo a crítica especializada, a fórmula de sucesso do grupo estava calcada em letras de humor escrachado e músicas ecléticas, de apelo pop, que parodiavam estilos diferentes, como rock, heavy metal, brega e até o vira português, entre outros[24] . Para Rafael Ramos, produtor musical que descobriu os Mamonas, “tinha muita coisa estourando na época, mas ninguém fazia algo tão engraçado. O que veio depois era cópia. Eles eram muito carismáticos e, além disso, chegaram antes de muita gente[22] .

Outra questão levantada é qual o legado deixado por eles, já que as letras de suas músicas eram apelativas - como a de Robocop Gay, que sofreu duras críticas de grupos LGBTs[25] - e mesmo sofrendo duras críticas da mídia especializada[26] , e mesmo sendo tachados de ridículos e palhaços da música pela crítica especializada[21] .

Para muitos, a alegria e o humor irreverente, marcas do comportamento de seus jovens integrantes, liderados pela comédia natural do vocalista, aliado a letras irreverentes, figurinos exóticos e performance estilo pastelão, foi o legado deixado pelo grupo[27] [28] .

Cquote1.svg "Os Mamonas Assassinas foram os maiores heróis de carne e osso que o Brasil já teve. Heróis em cima do palco, onde tocavam sem reclamar até três vezes por noite. Heróis fora do palco, nas nossas casas, onde nos alegravam com suas músicas bacanas e suas piadas debochadas."[29] Cquote2.svg
Ivan Finotti, jornalista

Trabalhos na TV[editar | editar código-fonte]

Apenas participaram na TV atuando uma vez:

  • (1995) - Especial Luz da Paz da Xuxa - Eles mesmos (músicos amigos de Xuxa na história do especial)

Homenagens[editar | editar código-fonte]

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  • No mesmo ano do acidente fatal com os integrantes do Mamonas Assassinas, o grupo de pagode Só Pra Contrariar, liderado por Alexandre Pires, gravou uma música intitulada Tributo aos Mamonas homenageando a banda[30] .
  • A banda paulistana 365 compôs a música "Manhã de Domingo", presente no disco "Do Outro lado do Rio" (2005), em homenagem aos Mamonas. Vale lembrar que, quando ainda se chamavam Utopia, os Mamonas abriram vários shows para o 365[33] .
  • O cantor Barrerito compôs a música Avião Assassino em homenagem ao quinteto de Guarulhos[34] .
  • Dinho é citado na música Todas Elas Juntas Num Só Ser, de Lenine[36] .
  • Trechos das músicas dos Mamonas são citados em um trecho da música Pré-Sal, do disco Sei, de Nando Reis [37] [38]
  • A Turma da Mônica fez a história "Mamonamania" pouco antes do acidente. Em outra história, Mônica conhece o grupo Azeitonas Assassinas, que toca uma versão de "Pelados em Santos": "Mina… seu jumento é da hora… mas como ele demooora…"

O especial foi reprisado no dia 10 de Março de 2010, além de ter sido lançado em DVD pela Globo Marcas/Som Livre em 2009.

  • Até a escola de samba da Mangueira fez paródia da canção com "Manto sagrado verde e rosa.[39]
  • No Carnaval de 2011, 15 anos após o trágico acidente, a banda foi homenageada pela escola de samba GRES Inocentes de Belford Roxo, com o enredo "De Guarulhos para o palco da folia, sonhos, irreverência e alegria. Mamonas para sempre!". A escola desfilou pelo grupo de acesso A do carnaval carioca arrancando aplausos do público que acompanhava o desfile.
  • Em 2012, os Mamonas Assassinas foram indicados ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro na categoria Melhor Trilha Sonora, pelo documentário Mamonas pra Sempre. [40]
  • No carnaval de 2013, a banda Mamonas Assassinas foi o tema da escola Acadêmicos do Porto Novo [41]
  • Em Abril de 2013, o colunista Flávio Ricco, do portal UOL, informou que o diretor e produtor Cláudio Kahns, responsável pelo documentário “Mamonas Para Sempre”, negociou com a Fox Channels a venda dos direitos para a realização de um filme sobre a banda. Ainda segundo Ricco, os trabalhos começarão logo. [42]

Referências

  1. http://www.abpd.org.br/certificados_interna.asp?sArtista=Mamonas%20Assassinas
  2. Lançado CD com música inédita dos Mamonas Assassinas.
  3. 95fmdracena.com.br/ Atenção Creuzebeck: 17 anos sem Mamonas
  4. contigo.abril.com.br/ Mamonas Assassinas - relembre trajetória meteórica do grupo
  5. a b virgula.uol.com.br/ Nos 15 anos de sua morte, Mamonas Assassinas ganha tributo no cinema e no Carnaval
  6. http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/para-feliciano-anjo-desviou-aviao-e-deus-fulminou-mamonas,0dceb0923faed310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html
  7. Pai do vocalista Dinho do Mamonas Assassinas processa pastor Marco Feliciano
  8. Pai de Dinho processará Feliciano após declarações contra Mamonas, diz jornal
  9. super.abril.com.br/ Mamonas: Cometa Loucura
  10. globotv.globo.com/ GLOBO REPÓRTER: Mamonas - Preocupação no ar
  11. http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Trof%C3%A9u_Imprensa_de_1996
  12. 95fmdracena.com.br/ ENTREVISTA COM A DRACENENSE CÉLIA ALVES, MÃE DO DINHO DOS MAMONAS
  13. blitz.sapo.pt/
  14. veja.abril.com.br/ Os ricos e famosos: Quem são os vinte que mais faturam no meio artístico no Brasil, quanto eles ganham e como chegaram ao topo
  15. sabado.pt/ As Mamonas Assassinas 15 anos depois
  16. 95fmdracena.com.br/ ATENÇÃO CREUZEBECK: 17 ANOS SEM MAMONAS ASSASSINAS
  17. cabinedotempo.com.br/
  18. webcitation.org/ Livro traz os 10 discos mais vendidos no Brasil em todos os tempos
  19. resumodanoticia.com/ Maiores Audiências das principais emissoras do Brasil
  20. omelete.uol.com.br/ Mamonas Pra Sempre! Crítica
  21. a b whiplash.net/ Mamonas Assassinas
  22. a b mtv.uol.com.br/ 15 anos sem Mamonas Assassinas: relembre a história do grupo
  23. marioedianacorso.com/ MAMONAS: Os irmãos mais velhos do Brasil
  24. musica.uol.com.br/ Morte de Mamonas Assassinas faz dez anos; grupo fez sucesso com humor escrachado e pop
  25. estadao.com.br/ Record enfrenta protestos contra trilha de personagem gay
  26. odocumento.com.br/ História dos Mamonas Assassinas vai virar filme em 2006
  27. cantodosclassicos.com/
  28. joaocarlos.net.br/ Mamonas Assassinas: Estudioso vê nas letras antevisão da sociedade pós-moderna. Mídia míope só viu irreverência.
  29. heroi.com.br/ Nostalgia: 17 anos sem os Mamonas Assassinas
  30. dicionariompb.com.br/so-pra-contrariar/ Só Pra Contrariar
  31. online.unisanta.br/ Acústico é o novo trabalho dos Titãs
  32. ultimosegundo.ig.com.br/ Titãs 30 anos: Veja curiosidades da vida da banda
  33. portalrockpress.com.br/ Banda 365
  34. paradaodesucessos.com/ Homenagem ou oportunismo?
  35. multishow.globo.com/ Festa da Música Tupiniquim
  36. multishow.globo.com/ Todas Elas Juntas Num Só Ser
  37. ovale.com.br/ Na vitrola: A reinvenção de si mesmo, em novo CD de Nando Reis
  38. oglobo.globo.com/ Crítica de 'Sei': Música original, visceral e bela
  39. Clêi Valverde (10.01.2011). Eu Exalto! Ivo Meirelles – “Manto Sagrado Verde-e-Rosa”. Visitado em 22.02.2011.
  40. http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2012/10/tenho-sido-muito-feliz-dirigindo-diz-selton-mello-apos-ganhar-12-premios.html
  41. http://www.osaogoncalo.com.br/geral/2013/1/30/48600/acad%C3%AAmicos+do+porto+novo+traz+%E2%80%98mamonas%E2%80%99+em+desfile+%E2%80%98da+hora%E2%80%99+
  42. http://www.cifraclubnews.com.br/noticias/54472-trajetoria-do-grupo-mamonas-assassinas-vai-ganhar-cinebiografia.html
Outras

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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