Manuel Carmo

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Manuel Carmo

Jorge Manuel do Carmo Pereira de Almeida (Lisboa, 1958) é um artista plástico e autor português. Primeiramente advogado, Assessor na Presidência do Conselho de Ministros no VII Governo Constitucional, presidente da ONG de cooperação cultural europeia Latin American Studies Institute, administrador de várias companhias multinacionais, editor de vários jornais e revistas, decidiu nos anos oitenta frequentar o Curso de Pintura do Ar.Co em Lisboa. Manuel Carmo dedica-se hoje exclusivamente à pintura, escultura e escrita.

É actualmente Docente no Curso de Pós-Graduação em Gestão Cultural no ISCIA em Aveiro, Comissário do Museu da Água de Coimbra, Director-Geral das Edições de Arte AABA em Lisboa e Presidente da "Manuel Carmo Foundation", organização sem fins lucrativos com sede em Nova York, USA.

Em Maio de 2008, tornou-se sócio da revista de Arte "Artes & Leilões" da qual foi Director Adjunto até 2010. Entre 2008 e 2009 foi comentador cultural do Rádio Clube Português, onde apresentou diariamente o seu comentário sobre o acontecimento cultural mais relevante do dia.

Desempenha ainda funções de Consultor do European Museum Fórum (Portugal) e de Consultor para projectos internacionais da Aporem, associação que agrupa 17 museus portugueses.

O Autor[editar | editar código-fonte]

“Arquitectural, gráfico, simbólico, deste modo se poderia qualificar o imaginário pictórico do artista” – assim foi definido pela revista “Arte Ibérica” a propósito dos seus trabalhos mais recentes. Em 1996, foi-lhe atribuído o Primeiro Prémio da I Mostra ibero-americana de jovens autores promovido pela Galeria IELA, Lisboaem 2000 Menção Honrosa na I Bienal de Pintura Domingos Sequeira e, em 2007, o Primeiro Prémio APCE - Associação Portuguesa de Comunicação Empresarial.

A "Manuel Carmo Foundation" é uma associação sem fins lucrativos fundada nos Estados Unidos da América em 2008 e registada sob o número 45027-20 no Estado de Delaware. A sua sede é em Nova Iorque. Tem como objectivo angariar fundos para promover o diálogo entre a cultura europeia e norte-americana. As fundações europeias destinam-se essencialmente a gerir patrimónios e não a angariar fundos. Pelo contrário, as Fundações americanas pretendem sobretudo promover debates e diálogos - neste caso entre culturas - por meio da angariação de fundos privados e públicos que ajudem a aumentar a participação da sociedade civil. O acervo das Fundações é usualmente caracterizado por "acervo dinàmico" ao contrário da Fundações europeias, cujo "acervo patrimonial" é o mais relevante (www.manuelcarmofoundation.com).

Manuel Carmo foi comentador do Rádio Clube Português em 2008/2009 nos programas diários "Estado do dia" e "Ao fim do dia", da autoria do jornalista Alexandre Honrado, competindo-lhe fazer diariamente o comentário sobre os acontecimentos culturais mais relevantes do dia.

Expõe desde 1985, tendo realizado inúmeras de Exposições e Conferências, tanto em Portugal como no estrangeiro.Em 2005, a sua Exposição sobre o Terramoto de 1755 teve o Alto Patrocínio da Presidência da República e, em 2007, a sua Instalação IN DEFINITION foi integrada no Programa Cultural da Presidência Portuguesa da União Europeia.

Com vários trabalhos em serigrafia publicados pelo Centro Português de Serigrafia, - tendo sido o pintor convidado para a comemoração dos seus vinte anos de actividade - ilustrou vários livros e elaborou cartazes para a GLRP e para o Centro Cultural de Belém, tendo desenvolvido colaboração regular com vários museus nacionais e estrangeiros.

Está representado em várias fundações e museus, estando citado nas obras “50 Anos de Pintura em Portugal”, publicado em 2000, “Pintura em Portugal 2001”, publicado em 2002, ambas pela Universitária Editora e no New York Arts Annual Catalogue 2007.

Em 2004, a Produtora Mandala editou um DVD com a sua obra mais recente e, em 2005, a RTP2, em colaboração com a Universidade Aberta, produziu e transmitiu na RTP2 e na RTP Internacional um documentário de trinta minutos sobre a sua vida e obra.

Manuel Carmo foi o único pintor português convidado para apresentar um projecto na Conferência Mundial da UNESCO sobre Educação pela Arte realizada em 2006 em Lisboa, que denominou “Let's Art!”. Sanchez Bravo, presidente da Comissão espanhola da UNESCO, caracterizou a sua pintura como “uma nova forma nua e harmónico-musical de transcender a verdade”.

No final de 2005 esteve patente uma exposição no Museu da Água (Mãe d’Água das Amoreiras) intitulada “1755 – Cemitério de Esperança ou As 7 Virtudes para o Renascimento” evocativa dos 250 anos do terramoto e que contou com o alto patrocínio de Sua Excelência, o Senhor Presidente da República, Doutor Jorge Sampaio.

Em 2006, expôs pela primeira vez no “Angel Orensanz Foundation Center for the Arts” em Nova York, uma exposição individual sobre o acto criativo em Arte denominada “Manifesto 24”. A este propósito, a critica nova-iorquina de Arte Nancy di Benedetto afirmou: “a maior homenagem que se lhe deve fazer é o de que o seu trabalho não se insere em escolas ou movimentos predeterminados, a sua obra artística desafia uma categorização e rompe novos territórios na Arte do século XXI.”

Igualmente em 2006 ficou patente na prestigiada Fundação Mário Soares uma instalação comemorativa do 25 de Abril de 1974 e, por encomenda da organização europeia Dillmuli, construiu uma exposição itinerante denominada “Shhoouut!” sobre os melhores projectos europeus financiados pela União Europeia.

Em 2006/2007/2008, na Fundação das Comunicações, continua presente uma exposição especialmente destinada a cegos intitulada “Aqui há Gato!”.

Manuel Carmo é autor de dez livros sobre Arte, um de Poesia e um de Filosofia, sendo actualmente consultor do European Museum Fórum (Portugal) e consultor para projectos internacionais da Aporem, associação que agrupa 17 museus portugueses. Desde Janeiro de 2007 é o responsável pela direcção cultural e de conteúdos do Museu da Água de Coimbra e director-geral das edições de Arte AABA. É também Docente no Curso de Pós-Gaduação em Gestão Cultural no ISCIA em Aveiro e Presidente da "Manuel Carmo Foundation", organização sem fins lucrativos com sede em Nova York, USA.

É ocasionalmente convidado para proferir conferências sobre Arte, especialmente no âmbito da UNESCO e dos Projectos “Collect and Share” e “Long Life Learning” dos Programas “Sócrates” e “Grundvig” da U.E.

Representação actual em[editar | editar código-fonte]

  • Fundação Antonio Prates
  • Michettti Foundation
  • European Museum Forum
  • International Museum of Grafic Art
  • Mumi Museum
  • Museu de Arte Contemporânea da Madeira
  • Museu da Água da Epal
  • Câmara Municipal de Chaves
  • Câmara Municipal de Bragança
  • Câmara Municipal de Lisboa
  • Mundial Confiança (Já não existe esta companhia de seguros, que foi objecto de fusão)
  • Universitária Editora
  • Ateliers de Arte do Bairro Alto
  • Centro Português de Serigrafia
  • Estrutura de Missão Contra a Violência Doméstica
  • Fundação Angel Orensanz New York
  • Fundação Mário Soares
  • Instituto Beni Culturali Emília Romagna, Itália
  • Fundação Portuguesa das Comunicações
  • Museu das Comunicações
  • Centro Cultural de Avilez
  • Museu da Água de Coimbra
  • Colecção de Sua Majestade a Rainha Dona Fabiola dos Belgas
  • Colecção de Chico Buarque da Holanda
  • Colecção de Fausto Bertinotti, Presidente da Assembleia da República de Itália
  • Colecção da AMI, Assistência Médica Internacional

A obra[editar | editar código-fonte]

Livros publicados sobre Arte e Filosofia[editar | editar código-fonte]

  • Aquae Liberae Triumphalis Ingressus”, Editorial Hugin, 2004.
  • Um Café pelo Aqueduto”, Editorial ACD, 2005.
  • A Diferença para +”, Ateliers de Arte do Bairro Alto, 2005.
  • 1755 – Cemitério de Esperança”, Editorial ACD, 2005.
  • Manifesto 24”, Angel Orensanz Foundation (New York), 2005.
  • Liberdade Número 800240574”, Fundação Mário Soares, 2006.
  • Aqui há Gato!”, Museu das Comunicações, 2006.
  • Os 7 Estados da Água”, Edições CPS 2006.
  • "O Design da Água" (colectiva), Edições AABA, 2007.
  • "O 10 Mandamentos da Água", Edição da EPAL, 2008.
  • "O Método Alternativo", Guimarães Editora, 2009.

Prémios[editar | editar código-fonte]

  • 2007 - Primeiro Prémio da Associação Portuguesa de Comunicação Empresarial
  • 2000 - Menção Honrosa da I Bienal de Pintura Domingos Sequeira
  • 1996 - Primeiro Prémio da I Mostra ibero-americana de jovens autores – Galeria IELA, Lisboa

Exposições Individuais[editar | editar código-fonte]

  • 1985 - Avanços - Galeria IELA, Lisboa
  • 1987 - Máquinas charlotianas – Galeria Interni, Lisboa
  • 1988 - Animalia alquímica – Galeria IELA, Lisboa
  • 1999 - Palavras de Cor – Galeria Pomar dos Artistas, Lisboa;
V.I.T.R.I.OL - Galeria S.Francisco, Chaves;
Depois do Amor – Galeria do Palácio Galveias, Lisboa;
Luz(ir) – Ateliers de Arte do Bairro Alto, Lisboa.
  • 2000 - Visita ao interior da Pedra - Galeria Hexalfa, Lisboa;
Dominos - Galeria Espai Blanc, Barcelona, Espanha;
Tri-Gnose - Galeria Domvs Varivs, Lisboa;
Retraços - Câmara Municipal do Sobral de Montagraço;
Humam.com – Galeria da FNAC (Chiado), Lisboa.
Falas Interiores – Galeria da STRC/DRAC, Funchal;
Histori-Cidades – Ateliers de Arte do Bairro Alto, Lisboa.
  • 2002 - Os Azuis da Terra - Ateliers de Arte do Bairro Alto, Lisboa.
  • 2003 - Portos – Ateliers de Arte do Bairro Alto, Lisboa.
  • 2004Aquae Liberae Triumphalis IngressusMuseu da Água, Lisboa;
Strings of Life – Galeria Palpura, Lisboa;
Antroposophia – Idea Gallery, Lisboa, em dueto com Phillippe Starck.
  • 2005 - Aquae Liberae Triumphalis IngressusPalácio da Bolsa, Porto.
  • 2005Aquae LiberaeMosteiro dos Jerónimos (Museu de Arqueologia), Lisboa.
  • 20051755 – Cemitério de Esperança ou As 7 Virtudes para o RenascimentoMuseu da Água (Mãe d’Águas das Amoreiras), Lisboa, Exposição com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Senhor Presidente da República Doutor Jorge Sampaio.
  • 2005 - Manifesto 24 – Angel Orensanz Foundation, New York.
  • 2006 - Liberdade Número 800240574Fundação Mário Soares, Lisboa.
  • 2006Aqui há Gato! – Fundação Portuguesa das Comunicações, Lisboa.
  • 2006/2007 - SHOOUUT! – Dillmuli, Centro Cultural de Avilez (Espanha).
  • 2007 - IN DEFINITION – Instalação no Museu da Água integrada no Programa Cultural da Presidência Portuguesa da União Europeia
  • 2008 - OS 10 MANDAMENTOS DA ÁGUA – Instalação no Museu da Água de Coimbra

Exposições Colectivas[editar | editar código-fonte]

  • 1986 - I Mostra ibero-americana de jovens autores – Galeria IELA, Lisboa
  • 1987 - Teias - Seldex, Lisboa
  • 1988 - Rumores e Dados – Câmara Municipal da Amadora, Amadora – Colectiva a 2 com Herberto.
  • 1999 - Oeiras solidária – Câmara Municipal de Oeiras;
O espírito da Pedra - Galeria Atrium, Lisboa;
Ocult(ar) - Câmara Municipal de Oeiras, Oeiras, Hangar K7;
Confrontos - Galeria Ler Devagar, Lisboa - Colectiva a 3 com Artur do Cruzeiro Seixas e Carlos Calvet;
Diálogo I, II, III e IV - Galeria 57, Leiria. Trajectos do Sentir - Galeria Domvus Varivs, Lisboa – Exposição Inaugural.
  • 2000 - ART-EXPO 2000 - Galeria Espai Blanc, Barcelona, Espanha;
  • El Jubileu y el Nuevo Milenio, a convite do Comissariado espanhol, Museu Mumi de Francavilla Al Mare;
Festival de Arte Contemporânea – Galeria Inquisição, FunchalMadeira;
Bienal de Pintura Domingos Sequeira – Galeria de Arte do Bairro Alto, Lisboa.
  • 2001 - Emergências – Galeria de Arte do Bairro Alto, Lisboa;
Colectiva de Abertura – Galeria Mouraria, Funchal – Madeira;
Colectiva de Verão – Galeria de Arte do Bairro Alto.
  • 2002 - Colectiva de Aniversário – Galeria 57, Leiria.
  • 2003 – Colectiva de Acervo – Ateliers de Arte do Bairro Alto, Lisboa.
  • 2004Serpente de Água - III Biennal Internacional D’Art Gráfic 2004, Barcelona, Espanha;
Propostas Iniciáticas – Clube Nacional de Artes Plásticas, Lisboa.
  • 2005Os Beijos Merecidos da Verdade - CNAP, Lisboa.
  • 2006Os 7 Estados da Água - Museu da Água, como Artista Convidado para a Exposição Comemorativa dos 20 Anos do Centro Português de Serigrafia

Instalações Urbanas[editar | editar código-fonte]

  • 1999 - Realização de projecto, por encomenda da CÂMARA MUNICIPAL DE BRAGANÇA, de uma Instalação Urbana denominada “Os Caminhos de Bragança”, painel de 4m x 40m em azulejo, ferro e aço para a entrada da Cidade
  • 2000 - Realização de uma Instalação Urbana para a CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA denominada “Janela”, 4m x 3,60m, em azulejo e ferro
  • 2005 - Realização de projecto, por encomenda do Museu da Água da EPAL, de um Chafariz de Água para os jardins do Edifício da Mãe d´Água das Amoreiras, em Lisboa, denominado “Chafariz da Serpente”, com 5m x3m em azulejo e ferro
  • 2008 - Realização de escultura, por encomenda da Fundação Aristides Sousa Mendes, de uma Escultura de Homenagem a Aristides de Sousa Mendes, em Lisboa, com 8m x 12m em cimento e ferro.

Performances[editar | editar código-fonte]

  • 2004 – “O sufi etílico”, Galeria de Arte do Bairro Alto, Lisboa, sobre a transmutação da água: 120 minutos.
  • 2005 – “A Diferença para +”, Museu da Água, Lisboa, sobre o Excesso em Arte: 240 minutos.
  • 2006 – “As 7 Virtudes para o Renascimento”, Museu da Água, Lisboa, sobre o acto de reconstrução: 40 minutos.
  • 2006 – “A Quinta Distância”, Angel Orensanz Foundation, New York, sobre a unificação virtual dos túneis temporais: 30 minutos.

Edições em Serigrafia[editar | editar código-fonte]

  • 1998/2005 – 15 Serigrafias editadas pelo Centro Português de Serigrafia
  • 2006 – Edição especial de sete Serigrafias sobre o tema “Os Sete Estados da Água” comemorativa do vigésimo aniversário do Centro Português de Serigrafia

Ilustrações[editar | editar código-fonte]

  • 1999 - Livro “14 desenhos para 14 Poemas” de Fernando Tavares Rodrigues, Universitária Editora
  • 2000 - Livro “Humam.com” de Sofia Costa Quintas, Pergaminho
  • 2001 - Rótulo para garrafas de vinho, Clube “Os Amantes do Tinto”
  • 2001 - Cartaz comemorativo da Exposição de Fotografia “Prémio Aurélio Paz dos Reis”, G.L.R.P.
  • 2002 - Cartaz para o Bailado “A Lenda de Hiram“, Centro Cultural de Belém
  • 2005 – Cartaz para a Semana Internacional contra a Violência Domestica, EMCVD.

Troféus e Medalhas[editar | editar código-fonte]

  • 2005 - Troféu de homenagem ao estilista Paulo Matos, por encomenda do Grupo de Amigos
  • 2005 - Troféu de Homenagem ao actor Raul Solnado, por encomenda do Grupo de Amigos
  • 2005 - Pin evocativo do terramoto de 1755 para o Museu da Água de Lisboa
  • 2006 - Medalha em Bronze comemorativa da inauguração do Museu da Água de Coimbra
  • 2007 - Medalha de Embaixador, em bronze, para o European Museum Fórum, Bruxelas
  • 2007 - Pin de Embaixador, para o European Museum Fórum, Bruxelas

Porcelanas[editar | editar código-fonte]

  • 2005 – Conjunto de 12 Chávenas de Café, SPAL, para o Museu da Água de Lisboa.
  • 2005 – Conjunto de 4 Canecas “Aqui há Gato!”, para o Museu da Água de Lisboa, comemorativo do Dia do Animal.
  • 2006 – Conjunto de 5 chávenas de chá e 1 Açucareiro para o Centro Português de Serigrafia.
  • 2007 – Chávena de Café para a inauguração do Museu da Água de Coimbra.

Têxteis[editar | editar código-fonte]

  • 1999 - Aventais para a Exposição “Confrontos” de Manuel Carmo com Cruzeiro Seixas e Carlos Calvet na Galeria “Ler Devagar”
  • 2005 - T-Shirts para o tema “Aqui há Gato”, Museu da Água de Lisboa.
  • 2007 - Vestido "Flor", Vestido "Debute", Vestido "Triangulo"

Sobre o autor[editar | editar código-fonte]

  • Joan-Lluis de Yebra (Professor da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Barcelona): "Se, nos anos oitenta, as obras de Manuel Carmo ofereciam paisagens simbólicas tocadas por um imaginário onírico que nos permitia situá-lo no que Cirlot chama de “Informalismo”, actualmente, a componente simbólica concentra-se principalmente em propostas formais de carácter geométrico: linhas rectas e curvas, zonas angulares, massas e blocos de grande simplicidade polimórfica, que convivem livremente em espaços dominados pelos fundos claros como se fossem colagens. Alguns toques de cor participam deste jogo simbólico dominado pelo diálogo branco-negro e que reflectem o que já se encontra estabelecido entre os diferentes elementos isolados que participam no espaço de cada obra."
  • Antonio Sánchez-Bravo (Presidente da Comissão Espanhola da UNESCO): "No caso da obra de Manuel Carmo, as linhas estão gloriosamente equilibradas para oferecer uma harmonia de acordo com o projecto. O método e a origem da concepção das figuras oferecem uma consistência sólida e rectilínea: continente evocador, manejado segundo esta perspectiva, segundo a ideia, através de fios invisíveis que manipulam umas marionetas progressivas e dinâmicas, proporcionadas numa forma sugestiva, sensual, nua e simples. O autor deixa-nos uma nova interpretação atraente da natureza viva na sua máxima expressão geradora."
  • Fernando Tavares Rodrigues (Escritor e Professor Universitário): "Se analisados por decomposição dos elementos constitutivos, os trabalhos de Manuel Carmo contam sempre uma história que se move entre os quatro cantos da tela. Dessa história apenas se vislumbram os símbolos que, sem a anularem, a escondem mas que, por serem símbolos, lhe conferem simultaneamente um significado muito mais amplo. Os largos tracejados gestuais, as colunas que tanto sustentam como suportam, as linhas que transmitem verdade às suas telas ou as pontuações trípticas que lhes conferem força e beleza estão muito longe de configurar simples geometrismos catársicos, antes nos indicam os caminhos de uma leitura arquitectural que devemos folhear como se de um livro se tratasse."
  • Julio Quaresma (Critico de Arte): "Territorializando uma gramática minimalista, Manuel Carmo apropria-se da imagem, depura-a e transforma-a em signos através de grafismos gestualistas evanescentes de uma abstracção lírica. Cria um novo universo de reconhecimento, entre o registo intelectual e o emocional, como o arquitecto que encontra na pintura a forma de expressão, ele é o homem que cataliza o espaço em toda a sua energia e irreverência, paradoxalmente expressa não pelo signo da precisão geométrica mas pelo traçar/rasgar, diante de nós, do corpo/esfera onde todas as esferas de todos os cultos privados são anexadas. Fascinado pelo espaço, pinta a arquitectura na sua geometria abstracta. Arquitecturas com ritmos de vazios que ensaiam movimentos já plasmados no neo-plasticismo de Piet Mondrian, onde a harmonia se condiciona à aplicação de formas lineares rigorosamente abstractas e geométricas, mas não através da ortogonalidade linear e sim da sua orgânica/gestual e do tratamento monocromático das superfícies. Ao contrário deste, no entanto, a espacialidade arquitectural de Manuel do Carmo, embora utilizando um equilíbrio de equivalência, onde a beleza se define pela articulação das linhas verticais e horizontais ondulantes, esta é aqui, muito mais evolutiva, recriando um novo universo figurativo."
  • António Prates (Galerista): "Manuel Carmo sugere valores paisagísticos, uma natureza depurada na síntese plástica e poética das suas substâncias e animada pelo contraponto de elementos de uma linguagem minimalista."
  • José Eduardo de Almeida e Silva (Gestor de Arte): "Manuel do Carmo representa o novo minimalismo, porventura mais lírico que conceptual. Uma pintura que trilha caminhos solitários, retirando aqui e ali alguma influência, mas no todo permanecendo rebelde ao ponto de não se enquadrar em movimentos ou correntes para aí se esgotar."
  • José Sousa Machado (Crítico de Arte): "Numa linguagem depurada, o artista reinventa plasticamente o rasgo geométrico, associando-lhe fragmentos de cor uniforme, à maneira de colagens, que funcionam como substracto emocional do espaço pictórico. Socorrendo-se de uma rigorosa metodologia de feição construtiva – aliás na linha da sua escultura “A Janela” que está instalada na Travessa dos Inglesinhos, no Bairro Alto em Lisboa – Manuel Carmo alcança, através de geometrias muito sintéticas, uma experiência do simbólico apreciável. Os ritmos que as linhas rectas e curvas criam sobre a tela e o seu contraponto com os fundos cromáticos instauram uma poética solar essencialista."
  • João Silvério Pires (Crítico de Arte): "Um breve comentário à circunstância de Manuel Carmo ser geralmente apresentado como um pintor minimalista, classificação de que discordamos, por considerarmos que o seu estilo é sobretudo suprematista, até porque a sua enorme vitalidade conceptual se ajusta à geometria, no seu caso irregular, das formas e ao escasso leque das cores que usa no tratamento estético da sua obra de representação não-objectiva, em que interpreta a “supremacia do sentimento puro” do abstracto, como foi concebido no manifesto de Kasimir Malevich."
  • Rámon Catalan (Artista plástico): "Manuel Carmo faz transparecer o que nasce no mais íntimo do seu pensamento, resultado de uma vivência amadurecida pela meditação. A manipulação dos materiais e a técnica que desenvolveu há já alguns anos tornam os seus quadros facilmente reconhecíveis."
  • Diva Morazzo (Mestre em História da Arte): "O gesto criador do traçado de Manuel Carmo integra uma globalidade gestáltica que transpõe o espaço-tempo, em que os símbolos abrem portas para o reconhecimento, penetração ou revelação de um conhecimento e uma verdade espiritual do mistério cósmico da vida, que o artista busca no silêncio da alma humana."
  • Paulo Morais Alexandre (Professor Universitário de História da Arte): "A serenidade de Manuel Carmo esconde um combate singular, já que se convocam para a tela as forças da Natureza, chamadas a travar um singular combate entre os valores telúricos que afectam a matéria e que aqui são transcritos através de largas pinceladas horizontais e os valores espirituais, que se registam através de linhas verticais, resultando desta dicotomia a transformação da matéria numa realidade inefável, sublimemente feita Pintura."
  • Regina de Castro e Abreu Professora e escritora: "O traço de Manuel Carmo mobiliza o leitor: impõe uma ruptura com a expectativa; perpetua um instante; reinventa a sintaxe da emoção em cada quadro-poema."
  • Margarida Ruas (Directora do Museu da Água): "Manuel Carmo conta-nos as histórias de uma forma aparentemente tangível na sua arte minimalista de despojamento absoluto. Numa depuração purificadora ou na pureza de depuração última depois do infinito. Na simplicidade absoluta dos seus quadros brancos que falam apenas uma cor, três pontos se mantêm, em cada um, ocupando um lugar diferente, como uma marca nuclear da concepção da vida ou como uma nova trindade. A côr é a voz do espírito, da magia, do mistério e do imaginário."
  • Paulo Alarcão (Galerista): "Manuel Carmo apresenta um conjunto de obras de uma linearidade absoluta e precisa, onde o gestualismo dualiza com o geométrico, reflectindo a natureza humana emotiva e espiritual em contraponto ao intelectualismo e racionalismo do mundo em que vivemos."
  • Inês Bustorff (Jornalista): "Muita e muita gente tem escrito sobre a pintura de Manuel Carmo, absolutamente contemporânea. Sinto naquele minimalismo de traços e cor uma geometria post- Mondrian carregada de simbolismos perturbantes."
  • Mário Soares (Presidente da Fundação Mário Soares): "Ao fazer uso de uma expressão plástica tão original que recusa o figurativo, o autor recorrendo à linguagem depurada e simbólica que lhe é tão característica, estabelece um diálogo com o espectador cuja leitura exige a presença dos textos que descodificam as mensagens de cada quadro."
  • Nancy di Benedetto (New York Art Critic): "A maior homenagem que se lhe deve fazer é o de que o seu trabalho não se insere em escolas ou movimentos predeterminados, a sua obra artística desafia uma categorização e rompe novos territórios na Arte do século XXI."
  • Rui Afonso (Critico de Arte): "O acto criativo em Manuel Carmo aparece como uma purificação; o resultado de um processo de aprendizagem, onde importam a razão e a emoção, na procura de um arquétipo universal. No seu trabalho, escrita, pintura, vídeo e Instalações integram-se num todo difícil de ser classificado."
  • Lourdes Féria (Jornalista): "O poder criativo de Manuel Carmo transcende especialidades e géneros. Sem ambiguidades, na Arte ele vai directo ao assunto. Os seus quadros são o resultado de muitas operações de síntese que seguem uma estética quase-linear. Nos seus escritos, ele usa uma linguagem mais complexa para analisar os mistérios do acto criativo, perseguindo um impulso interior. É intrinsecamente uma aventura arriscada. Nunca lhe apetece olhar para trás, para o que já fez, mas prefere pensar no que ainda vai fazer. Para escapar ao relógio e ir em frente."

Actividades anteriores[editar | editar código-fonte]

Curriculum Académico[editar | editar código-fonte]

  • Licenciatura em Direito pela Faculdade de Direito da “Université de Pau et Pays de L’Adour” (França), tendo obtido a nota mais alta do seu Curso nesse ano, com equivalência para Portugal, após exame presidido pelo Professor Mota Pinto, pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.
  • Mestrado em Direito Internacional Público pela Academia de Direito Internacional de Haia (Tribunal da ONU) com Bolsa de Estudo do Rotary Club francês.
  • Estágio de Advocacia na “António Maria Pereira – Sociedade de Advogados”.
  • Advogado com Cédula Profissional nº 7375 passada pela Ordem dos Advogados em 22 de Março de 1988.

Curriculum Profissional[editar | editar código-fonte]

  • 1979/80 – Assessor da Fundação Oliveira Martins - onde desenvolveu investigação sobre “Sindicalismo Internacional” sob a orientação do Professor Rui Machete.
  • 1980/81 – Professor no ISLA - Instituto Superior de Línguas e Administração - onde leccionou a disciplina de Relações Internacionais aos alunos dos Terceiro e Quarto anos.
  • 1981/89 – Jornalista no semanário “Tempo” – onde ingressou como Estagiário, vindo a desempenhar os cargos de Sub-Chefe de Redacção, Editor do Suplemento de Economia (que fundou) e Director do “Tempo Documentos”, do “Tempo Medicina” e do Magazine “SSD - Sexta-Sábado e Domingo”.
  • 1982/83 – Adjunto do Ministro de Estado Adjunto do Primeiro Ministro – onde trabalhou directamente na coordenação entre os Gabinetes do Dr. Francisco Pinto Balsemão e do Dr. Basílio Horta.
  • 1984 - Autor e Realizador do Programa de Televisão “Jornal de Economia” - primeiro Programa de Informação a ser feito em Produção Externa após o 25 de Abril de 1974, transmitido semanalmente pela RTP1 durante o primeiro Semestre aos sábados no horário nobre.
  • 1983/90 – Presidente do Latin American Studies Institute – ONG de cooperação europeia com os países latino-americanos, tendo assinado, em colaboração com o então Ministro dos Negócios Estrangeiros, Dr. Jaime Gama, acordos de cooperação com várias entidades desses países, entre os quais se destacam as principais Universidades latinoamericanas.
  • 1985/87 - Consultor Especial de Fusões e Aquisições para a consolidação do Grupo Eduardo Martins, Lanalgo e Evicar.
  • 1990/92 – Accionista e Director comercial das revistas “Tomorrow” (dedicada a retratar as personalidades mais marcantes da sociedade actual), “Teenager” (dedicada aos jovens doa 13 aos 18 anos) e “Dona” (dedicada aos acontecimentos mundanos) – tendo a seu cargo os Departamentos Comercial e Gestão Administrativa.
  • 1992/94 – Presidente do Conselho de Administração da Telecine Moro – empresa que reestruturou tendo em vista a entrada no mercado das televisões privadas, criando parcerias com a RTP e com várias Produtoras Externas, tendo igualmente sido o responsável pelo seu saneamento financeiro, pela criação do inestimável Arquivo Histórico e pelo lançamento das bases negociais com o Governo para a criação da Televisão Regional de Lisboa.
  • 1994/96 - Director-geral da TV News (Espanha) – onde liderou a constituição do Grupo televisivo TV News à escala ibérica, com escritórios em Lisboa e Madrid, com a criação do primeiro serviço privado de apoio integrado aos empresários dos dois países nos seus investimentos na Península, tendo estabelecido importantes acordos com a Banca portuguesa e espanhola e com a Dun & Brandstreet portuguesa e espanhola.
  • 1996 – Fundador e Editor da revista bilingue de Negócios “Tagus”, especialmente vocacionada para os investidores ibéricos.
  • 1996/98 - Director-geral da ADA Portuguesa – empresa espanhola líder no sector da Assistência em Viagem em Espanha, na sua introdução e desenvolvimento em Portugal, sendo o responsável pela angariação de Clientes em Portugal e pela introdução do serviço de Call Center nos dois países.
  • 1992/2012 - Presidente da Lauder Imobiliária – empresa com interesses nos sectores de Arrendamentos Comerciais e de Restauração e Bebidas.

Outras actividades[editar | editar código-fonte]

  • Fundador e Director-Geral da Poliserviços – empresa pioneira em Portugal onde, pela primeira vez, estabeleceu uma Base de Dados no mercado imobiliário permitindo a aproximação entre a oferta e a procura no sector das vendas e do arrendamento.
  • Administrador Delegado da Comoin Investimentos Imobiliários – empresa que negociou com a Câmara Municipal de Lisboa um avultado projecto de construção de um condomínio privado na Rua do Borja em Lisboa.
  • Consultor de Marketing da Unisys, tendo introduzido pela primeira vez no sector informático o conceito de fidelização de Grandes Clientes por intermédio da criação de um Cartão Personalizado de Serviços.
  • Vice-Presidente da ESL European Strategy and Lobby Network, empresa pioneira em Portugal no sector do Lobby empresarial.
  • Autor e Realizador do Documentário televisivo comemorativo do 30º Aniversário da NATO, por encomenda da Organização, transmitido pela RTP1 e pela TVE.
  • Consultor da Tera Hidrocarburos, empresa com interesses no sector petrolífero em Espanha.
  • Consultor da Pomasa, empresa espanhola líder na assessoria fiscal de empresas, tendo conduzido os Estudos e produzido os Relatórios para a sua introdução no mercado português.
  • Accionista e Director-Geral do Centro de Escritórios do Príncipe Real, conjunto de 10 escritórios para empresas em regime de “full service”.
  • Director Artístico da Galeria de Arte do Bairro Alto, tendo organizado Exposições de obras originais de grandes pintores estrangeiros, de entre os quais se destacam Andy Warhol, Tom Wesselmann, Erró, Gerard Schlosser, Joyce Tenneson e portugueses, de entre os quais Julio Resende, Sobral Centeno, Celeste Maia, Gerardo Burmester, Saldanha da Gama, Carmo Pólvora, Cristina Ataíde.

Outras obras publicadas[editar | editar código-fonte]

  • “A Nova Ordem Económica face a uma política de Desenvolvimento Internacional”, Editorial Estampa, 1979.
  • “Balsemão – o Retrato”, em co-autoria com Fernando Tavares Rodrigues e José António Galaz, Editora Europress, 1981.
  • “Solidariedade e Confronto nos Países da América Latina”, Editorial IELA, 1984.
  • “Solidariedade sem Fronteiras – Para um novo Diálogo euro-latinoamericano”, Editorial IELA, 1985.
  • “Noites de Verão”, Editorial Novo Imbondeiro, 2003.
  • Inúmeros artigos de opinião publicados desde 1980 em vários Jornais e revistas, especialmente no “Tempo” e no “Diário de Notícias”.
  • Orador em inúmeras Conferências, tanto em Portugal como no estrangeiro, essencialmente nos domínios do Direito Internacional, Relações Internacionais, Arte e Comunicação.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]