Manuel Pinho
| Manuel Pinho | |
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| Manuel Pinho | |
| Mandato | XVII Governo Constitucional
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| Vida | |
| Nascimento | 28 de Outubro de 1954 (57 anos) Lisboa, |
| Partido | Partido Socialista |
| Profissão | Economista |
Manuel António Gomes de Almeida de Pinho (Lisboa, 28 de Outubro de 1954) é um economista português.Ministro da Economia e da Inovação, 2005-09. Professor convidado da School of International and Public Affairs, Universidade de Columbia, Senior Fellow do Jackson Institute, Universidade de Yale e director do Energy MBA, ISCTE. Vice Chairman, BES Africa e Presidente da Fundação Artpad Szenes- Vieira da Silva.
Licenciou-se em Economia, pela Universidade Técnica de Lisboa, em 1976, e doutorou-se na Universidade de Paris Ouest, em 1983.
Foi professor na Universidade Católica Portuguesa e no Instituto Superior de Economia e Gestão, responsável pelo desk de Portugal no Fundo Monetário Internacional, de 1984 a 1987, director-geral do Tesouro e presidente da Junta de Crédito Público, de 1990 a 1993. Em 1994 foi visiting schoolar na Stern School, pertencente à Universidade de Nova Iorque. Em 1994 ingressou no Conselho de Administração do Grupo Banco Espírito Santo onde foi responsável pela área de mercado de capitais, ocupando também lugares de administração em várias empresas participadas, designadamente a Espírito Santo Investment, a Espírito Santo Activos Financeiros e a Espírito Santo Research.
Em 2005 foi cabeça-de-lista do Partido Socialista no Círculo de Aveiro, sendo eleito deputado à Assembleia da República. Com a vitória do PS foi nomeado Ministro da Economia e Inovação do XVII Governo Constitucional. Foi o inspirador da agenda do Plano Tecnológico, responsável pela condução da política de energia que levou Portugal a ser um dos líderes nas energias renováveis e um dos pioneiros na mobilidade eléctrica, tendo sido também autor da proposta que inspirou o Plano Tecnológico Europeu para a Energia. Em 2007 presidiu ao Conselho Europeu de Competitividade e da Energia, no âmbito da Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia. No dia 2 de Junho de 2009, depois de um gesto imprório dirigido ao deputado Bernardino Soares, do Partido Comunista Português, numa discussão sobre o fecho das minas de Aljustrel em sessão plenária da Assembleia da República, foi exonerado pelo chefe do governo, José Sócrates. Posteriormente, os mineiros de Aljustrel emitiram um comunicado em seu apoio e recusando-se a serem usados para fins políticos.[1] Foi substituído nessa pasta por Teixeira dos Santos e anunciou, então, a sua retirada da vida política.[2][3]
Após a sua saída do governo assumiu as funções de vice chairman do BES África, presidente do Conselho de Administração da Fundação Arpad Zenes-Vieira da Silva, consultor internacional sénior da Roland Berger Strategy Consultants e membro do Conselho Consultivo da Gamesa. É igualmente professor catedrático convidado do Instituto Universitário de Lisboa e professor visitante da Universidade de Columbia.
Referências
- ↑ [id=1389976&idCanal=12] José Sócrates aceitou a demissão de Manuel Pinho na página do jornal Público
- ↑ Borja-Santos, Romana (2 de Julho de 2009). Manuel Pinho lamenta situação e admite que não quer fazer carreira política. Público.
- ↑ www.manuelpinho.net - Site pessoal Manuel Pinho