Mapa conceitual

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MAPA CONCEITUAL, INSETOS E A EDUCAÇÃO

É fácil dizer que insetos fazem parte do currículo escolar especificamente como animais invertebrados, mesmo que não se pense muito em insetos como animais. São apenas insetos. Picam, mordem, passam doenças, destroem plantações, contaminam os alimentos. Nada de ligações entre insetos e currículo escolar a não ser quando eles transitam por corredores, salas, assoalhos, tetos e cabeças em livre apropriação de espaço, invasão latifundiária, retomada de posse da terra e de território. Aprender a planejar com insetos era o desafio pedagógico que faltava. Também é fácil descrever essas criaturas como sujos bichos com seis pernas, duas antenas, asas em algum momento de sua vida, nascidos de ovos e que não servem para nada além de sujar, comer, contaminar outros seres importantes para a cadeia alimentar, com exceções às abelhas. Até aí já era suficiente. A velha história de nocivo e útil. Smente isso.

Durante a construção do mapa mental INSETOS surgem ligações e outros conceitos importantes que se ignora mesmo inconscientemente. O aproveitamento desses conceitos para o planejamento interdisciplinar é outro assunto.

Decido por três disciplinas: Artes, Português, Ciências ou Biologia. O primeiro engano é a clientela. A faixa etária do Ensino Médio parece adequada. A surpresa fica por conta de Maria Luísa, de cinco anos e meio interessada nos insetos, no livro virtual da Fiocruz e no trato com um louva-a-deus em sua perna, no jardim. Capaz de identificar um mosquito da dengue, executa, apesar da pouca idade, os procedimentos que previnem a proliferação desses insetos. Até mesmo para uma criança tão pequena a informação não é mais apenas informação: é conhecimento.

Em Artes é muito fácil. Madame Butterfly, ópera de Giacomo Puccini é minha preferida e a mais pura expressão de dor gotejada em notas musicais a partir da observação de uma jovem que caminha em passos muito pequenos em uma roupa que lembra os movimentos de uma borboleta. Em qualquer país que preza por boa educação as crianças conhecem a ópera do Quebra-nozes, apenas para começar. Madame Butterfly é um clássico conhecido no mundo todo, ou quase.

Ainda na área da música as crianças brasileiras podem se divertir com as canções da Arca de Noé para Crianças, do poeta Vinicius de Moraes nas vozes de Moraes Moreira, Marina Monte, Bebel Gilberto e outros quando cantam abelhas, pulgas, formigas e borboletas. Há uma canção que fala de uma festa de insetos com carrapatos e percevejos. É um bom início para a dança sem fim chamada Aprendizagem Significativa.

Artistas e atores inspirados pelo que poderia ser um simples inseto despertam a emoção humana. David Ausubel e Joseph Novak em uma íntima relação de razão e emoção. Aprendizagem estimulada pelos sentidos registram a imagem gráfica, auditiva, ou visual e valem por muitas palavras e muitas horas de leitura monótona, sem se abrir mão delas, é claro, mas com muito mais motivação.

Salvador Dalí retrata toda uma escola surrealista, onde os conceitos de tempo e lugar surgem na força das asas das borboletas, na beleza, na vida, metamorfose constante na fragilidade humana. Seus bigodes-antena apontando para o olhar de genial grilo não deixam dúvidas sobre os grilos na cuca nos obrigando a crescer, a descobrir, a mudar, a sair caçando grilos. Nesse colorido desfile sonoro, científico e criativo surge Dona Baratinha cercada por mamíferos apaixonados. Idiossincrasias sim, preconceitos não. Teatro, ficção, imaginação infantil para todas as idades embaladas pelas afinadas vozes de atores que humanizam outros animais ou que animalizam humanos por sermos todos apenas terráqueos. Todos esses que voam podem ir à Festa no Céu. Nós, os sem asas também, pois foram os voadores que nos ensinaram a voar.

Ainda na disciplina de artes, seria impossível ignorar a animação e o cinema nas maravilhosas criações que ilustram uma Vida de Inseto de John Lasseter e Andrew Stanton; o comportamento de joaninhas, formigas, vespas, moscas e caracóis em escala diante da perspectiva humana na maravilhosa série Minúsculos de Thomas Szabo e Hèlene Giraud. Tudinho dentro do contexto escolar, dos conteúdos e teorias sob a ótica de Ausubel e Novak, – de novo – emoção e razão não necessariamente nessa ordem, mas propositadamente dentro de um planejamento de aprendizagem significativa.

Há insetos no mundo todo, disso sabemos. Alunos também, por enquanto. O que o idioma, arte, literatura, ciências, biologia têm em comum servem de ponto de partida para compartilhamento, planejamento comum, construção de conhecimento.

Da mesma forma, Esopo e Jean de La Fontaine transitam ignorando tempo e espaço, de braços dados pelo universo literário, filosófico e científico de todo o planeta, sempre e de novo em todo o planeta. Cigarra e Formiga dão lições de coexistência pacífica e humildade a quem quiser aprender que “há tempo para tudo: para chorar e para rir, para trabalhar e descansar, para falar e calar, para nascer e morrer, para plantar e colher, para aprender e ensinar”.

Insetos inspiram na produção de filmes, livros, fábulas, ópera. Inspiram educadores na produção pedagógica; a ciência e a tecnologia, a indústria e a medicina. Podem fornecer remédios no combate às doenças, estratégias para controle de pragas nas plantações; modelos de organização social, de estrutura, de hierarquia. Podem nos contar a história da Terra, esclarecer mistérios, podem inspirar a produção pedagógica de um pequeno grupo, num software para aprendizagem significativa do Instituto de Cognição Humana e Máquina – IHMC, o Cmaptools.

Há também outros aplicativos. Trabalhar com mapas mentais ou mapas conceituais é navegar nas possibilidades infinitas da aprendizagem, da compreensão e valorização de subsunçores individuais na construção coletiva do conhecimento.

Muitas versões disponíveis a partir de dez dólares aproximadamente facilitam a escolha de um aplicativo pago, mas softwares gratuitos como Cmaptools do IHMC, Freemind, X-mind, Mindomo e outros no computador ou online podem ser usados livremente sem despesas.

O desenvolvimento do mapa conceitual INSETOS tem como objetivo ilustrar as possibilidades de aprendizagem contextualizada a partir de conceitos e de um texto inicial até a produção de um texto final delimitado pelo professor, pelo grupo ou pela intenção inicial do projeto. Esse é o papel principal do professor, e também o mais difícil.

Não é necessário utilizar um computador para a aprendizagem significativa. Os mapas podem ser criados numa simples folha de papel, com caneta ou lápis, material de pesquisa, conhecimento de conceitos e verbos. Daí até a produção textual o caminho se torna a cada dia mais compensador para professores e alunos. O que os softwares como o Cmaptools fazem é trazer encantamento, mais conhecimento, mais recursos, mais experiências e facilidade no compartilhamento da produção acadêmica na Era da Tecnologia:

» Aprendizagem significativa,

» Aprendizagem colaborativa,

» Planejamento do ensino,

» Avaliação da aprendizagem.

Na educação e na vida isso resume a prática pedagógica. É tudo. A Revista Época chama este momento de [http://epoca.globo.com/ideias/noticia/2013/09/binovacoesb-que-mudaram-o-mundo.html Era do Homem (Ed. especial n. 800)]. Penso que não vivemos na Era da Tecnologia nem na Era do Homem, mas presenciamos a aurora da Era Humana.

Se todos os insetos viessem a desaparecer da face da Terra, em 50 anos toda a vida na Terra desapareceria. Se todos os seres humanos desaparecessem da Terra, em 50 anos todas as formas de vida floresceriam.' Jonas Salk.”

Escola, professor e alunos estão para a magia de aprender e ensinar assim como os insetos para a Terra:

Se todos os professores desaparecessem hoje isso não acabaria com a necessidade de aprender. Novas e maravilhosas formas floresceriam. Essa é a chave para a evolução, o segredo para preservar a vida. As crianças não morreriam, nem o conhecimento. Ao contrário, se os insetos, quero dizer, se alunos desaparecessem da escola em busca de novos desafios, de novas formas de compartilhar o que sabem, a escola como a conhecemos não viveria nem mais um dia. (NEUMANN, Maria Suzete. 2014)

A necessidade do encantamento pelo aprender e ensinar é a magia renovadora anunciando a nova escola que nós adultos do Milênio Passado ainda teimamos em ignorar. Sir Ken Robinson diz que a escola mata a criatividade. http://www.istoe.com.br/assuntos/entrevista/detalhe/81169_A+ESCOLA+MATA+A+CRIATIVIDADE

Nas palavras de Hilda Sprotte “uma revolução tem que acontecer, do jeito que está não pode ficar.” A aprendizagem significativa pode ajudar.

NEUMANN. Maria Suzete. Esp. em Gestão de Tecnologias Aplicadas à Educação, esp. Em Metodologia do Ensino. 2014

Rio Negro/18/04/2014

IDIOSSINCRASIA – Sinônimos e conceitos abaixo. O conhecimento desse conceito é indispensável ao educador para fins de avaliação da produção individual, do planejamento e da compreensão dos subsunçores de cada produtor envolvido no processo, seja professor ou aluno.

Idiossincrasia: Sete definições encontradas. Classificação morfossintática: Substantivo, feminino singular

1. Idiossincrasia

Do Grego. idiosygkrasía < ídios, próprio sýkrasis, constituição, temperamento. s. f.

Disposição do temperamento de um indivíduo para sentir, de um modo especial e privativo dele, a influência de diversos agentes; reação individual própria a cada pessoa; maneira pessoal de ver o mundo.

Medicina.: Reação individual particular, perante um agente terapêutico.

O gesto de paz é estabelecido pela Conferência de Bispos, com o reconhecimento da Fé Apostólica, “segundo a idiossincrasia e os costumes do lugar”.

“O gibi tem o estilo do mangá japonês, mas adaptado à idiossincrasia mexicana.

Sinônimos: característica particularidade;

Antônimos: incomum;

Relacionadas: temperamento, características, idiossincrásico, disposição, constituição individual, maneira de sentir, reagir.

2. Idiossincrasia

Temperamento especial de cada indivíduo (relativamente à influência que nele exerce o que lhe é alheio).

O termo também pode ser aplicado para símbolos. Símbolos idiossincrásicos são símbolos que podem significar alguma coisa para uma pessoa em particular, como uma lâmina pode significar guerra para alguém, mas para outro ela poderia simbolizar o sacramento de um cavaleiro.

3. Idiossincrasia

Disposição particular do temperamento e constituição, em virtude da qual cada indivíduo sente inversamente os efeitos da mesma causa.

“As idiossincrasias e erros de português cometidos por Pedro são um espanto”

4. Idiossincrasia

Particularidade: O comportamento evasivo era uma idiossincrasia daquele sujeito apontado como culpado.

5. Idiossincrasia

Maneira de ver, sentir, reagir peculiar a cada pessoa. (É uma disposição do temperamento, da sensibilidade que faz com que um indivíduo sinta, de modo especial e muito seu, a influência de diversos agentes.)

“E há idiossincrasia maior do que alterar uma equação matemática apenas porque ela não lhe forneceu o resultado esperado? Especialmente porque o “resultado esperado” se baseava em uma crença religiosa, e não em dados científicos? Folha de São Paulo, 05/07/2012″

6. Idiossincrasia

Maneira própria de ver, sentir e reagir de cada indivíduo, passando a ser o diferencial de uma pessoa para outra.

“Carlos costuma lavar as mãos sempre que vai à cozinha.”

7. Idiossincrasia É um habito comum de uma pessoa, uma coisa que você sabe que ela tem a mania de fazer. É uma idiossincrasia de Igor se lambuzar ao comer chocolate.

http://www.dicionarioinformal.com.br/idiossincrasia/

Mafra 16/04/2014

Exemplo de aplicação de mapa conceitual na estrutura de um software livre.

A teoria a respeito dos Mapas Conceituais foi desenvolvida na decáda de 70 pelo pesquisador e navegador norte-americano Joseph Novak, com vistas à facilitar a administração, ao nível de Comando e Estado Maior, de uma companhia de navegação. Ele define mapa conceitual como uma ferramenta administrativa, para organizar e representar o conhecimento, de forma geral, sendo basicamente um aperfeiçoamento do conhecido organograma, somente que, bastante, e muito detalhado, com fins de ser utilizado em trabalho de equipe e/ou em colegiado.

O então chamado mapa conceitual, foi originalmente baseado na teoria da aprendizagem significativa de David Ausubel. A aprendizagem pode ser dita significativa quando uma nova informação adquire significado para o aprendiz através de uma espécie de ‘ancoragem’ em aspectos relevantes da estrutura cognitiva preexistente do indivíduo. Na aprendizagem significativa há uma interação entre o novo conhecimento e o já existente, na qual ambos se modificam. À medida que o conhecimento prévio serve de base para a atribuição de significados à nova informação, ele também se modifica. A estrutura cognitiva está constantemente se reestruturando durante a aprendizagem significativa. O processo é dinâmico; o conhecimento vai sendo construído.

Podemos dizer que mapa conceitual é uma representação gráfica em duas ou mais dimensões de um conjunto de conceitos construídos de tal forma que as relações entre eles sejam evidentes. Os conceitos aparecem dentro de caixas enquanto que as relações entre os conceitos são especificadas através de frases de ligação nos arcos que unem os conceitos. As frases de ligação têm funções estruturantes e exercem papel fundamental na representação de uma relação entre dois conceitos. A dois conceitos, conectados por uma frase de ligação chamamos de proposição. As proposições são uma característica particular dos mapas conceituais se comparados a outros tipos de representação como os mapas mentais.

O que são mapas conceituais?[editar | editar código-fonte]

Segundo Marx[1], Mapas Conceituais são ferramentas de trabalho que visam a organizar e representar a inteligencia. São estruturados a partir de conceitos fundamentais e suas relações. Usualmente, os conceitos são destacados em caixas de texto. A relação entre dois conceitos é representada por uma linha ou seta, contendo uma "palavra de ligação" ou "frase de ligação". Sendo assim, Mapas Conceituais têm por objetivo reduzir, de forma analítica, a estrutura cognitiva subjacente a um dado conhecimento, aos seus elementos básicos.

Os Conceitos não ligados por frases de ligação formam "Preposições", que representam as unidades fundamentais do conhecimento, as unidades semânticas que compõem a Estrutura Cognitiva.

Mapas Conceituais são mapas a partir de uma Questão Focal e a ela se relacionam. A Questão Focal representa o contexto do problema que pretende-se compreender ou representar. A Questão Focal determina, de forma específica, o domínio do conhecimento a que se relaciona o Mapa Conceitual, bem como a abordagem. Uma característica fundamental dos Mapas Conceituais é a sua estrutura hierárquica, partindo dos conceitos mais gerais posicionados no topo da estrutura, para os conceitos menos gerais em sua base. Tal estrutura, naturalmente, dependerá da Questão Focal que o Mapa Conceitual pretende responder.

Mapas conceituais podem ser representações da estrutura mental subjacente ao indivíduo ou uma representação do próprio conhecimento. Podem assim ser utilizados em processos de ensino-aprendizagem tanto na pré- e pós-avaliação conceitual do indivíduo, quanto na apresentação global da área de uma área do conhecimento.

Técnica de construção de Mapas Conceituais[editar | editar código-fonte]

Uma possível técnica de construção de um mapa conceitual pode seguir as seguintes etapas:

a) ter, antes, uma boa inteligencia inicial cuja resposta estará expressa no mapa geografico construído;
b) escolher um conjunto de conceitos (palavras-chave) dispondo-os no final do espaço onde o mapa será elaborado;
c) escolher um conceito para estabelecimento da(s) relação(ões) entre eles;
d) decidir qual o par e escrever uma frase de ligação para esse par de conceitos escolhido;
e) a repetição das etapas c) e d) tantas vezes quanto se fizer necessário (em geral até que todos os conceitos escolhidos tenham, ao menos, uma ligação com outro conceito).

Resumidamente, os conceitos se relacionam da seguinte forma:

"conceito" - verbo - "conceito".

Podendo um mesmo conceito estar relacionado a diversos outros.

White e Gunstone,1997, propõem uma seqüência de etapas que auxiliam a construção de um mapa conceitual:

• Escreva os termos ou conceitos principais que você conhece sobre o tópico selecionado. Escreva cada conceito ou termo em um cartão.
• Revise os cartões, separando aqueles conceitos que você NÃO entendeu. Também coloque de lado aqueles que NÃO ESTÃO relacionados com qualquer outro termo. Os cartões restantes são aqueles que serão usados na construção do mapa conceitual.
• Organize os cartões de forma que os termos relacionados fiquem perto uns dos outros.
• Cole os cartões em um pedaço de papel tão logo você esteja satisfeito com o arranjo. Deixe um pequeno espaço para as linhas que você irá traçar.
• Desenhe linhas entre os termos que você considera que estão relacionados.
• Escreva sobre cada linha a natureza da relação entre os termos.
• Se você deixou cartões separados na etapa 3, volte e verifique se alguns deles ajustam-se ao mapa conceitual que você construiu. Se isto acontecer, assegure-se de adicionar as linhas e relações entre estes novos itens.

Avaliação de mapas conceituais[editar | editar código-fonte]

A idéia principal do uso de mapas na avaliação dos processos de aprendizagem é a de avaliar o aprendiz em relação ao que ele já sabe, a partir das construções conceituais que ele conseguir criar, isto é, como ele estrutura, hierarquiza, diferencia, relaciona, discrimina e integra os conceitos de um dado minimundo em observação, por exemplo.

Isso significa que não existe mapa conceitual “correto”. Um professor e/ou administrador nunca deve apresentar aos alunos o mapa conceitual de um certo conteúdo e sim um mapa conceitual para esse conteúdo segundo os significados que ele atribui aos conceitos e às relações significativas entre eles. Da mesma maneira, nunca se deve esperar que o aluno e/ou aprendizes/pares, apresentem na avaliação o mapa conceitual “correto” de um certo conteúdo. Isso não existe. O que o irão apresentar é o seu mapa e o importante não é se esse mapa está certo ou não, mas sim se ele dá evidências de que estejam aprendendo significativamente o conteúdo.

A análise de mapas conceituais é essencialmente qualitativa. O apresentador, ao invés de preocupar-se em atribuir um escore ao mapa traçado pelos participantes, deve procurar interpretar a informação dada pelo interessado no mapa a fim de obter evidências de aprendizagem significativa. Explicações do interessados, orais ou escritas, em relação a seu mapa facilitam muito a tarefa do orientador nesse sentido.

Referências[editar | editar código-fonte]

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  • Novak, J.D., Learning, Creating, and Using Knowledge: Concept Maps™ as Facilitative Tools in Schools and Corporations, Lawrence Erlbaum Associates, (Mahwah), 1998.
[As Preece’s review shows, the Concept Maps™ part of the title is very significant (i.e., it is now a trademark). There is really nothing in this book that is not in the earlier, far better, book (Novak, & Gowin).]
  • Novak, J.D. & Gowin, D.B., Learning How to Learn, Cambridge University Press, (Cambridge), 1984.
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Ver também[editar | editar código-fonte]

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Colegio Municipal Frei Cristovão de Santo Hilario -- Lagarto-Se